Contra o moralismo só o amor. É como dizia o Doutor da Graça (Santo Agostinho) para amarmos e fazermos o que quisermos. Se um dia eu descobrir que o homossexualismo pode fazer-me amar mais a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a mim mesmo, voltarei para a homossexualidade. Por enquanto só, a meu ver, a mais baixa concepção de um toma-lá-dá-cá hedonista e de desafio orgulhoso do sujeito contra a realidade, contra o transcendente que mais cedo ou mais tarde o pedirá um acerto de contas, é que movem quem pratica o homossexualismo, por isso prefiro abster-me de práticas homoeróticas, mas sempre sem moralismo.
#Cultura: o cinema brasileiro é um exercício de resistência
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"É difícil aceitar que o Brasil, com sua grande literatura, sua música e
até suas artes plásticas, ainda não tenha aprendido a fazer cinema"
Há 10 horas
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