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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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terça-feira, 30 de abril de 2024

O convite-espelho

 Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu não sei se é o efeito do transtorno de minha covardia profunda, mas parece-me claro que se pode esperar uma reação de alguma forma violenta ao dizer para certas pessoas que até agiram de forma injusta contra aqueles de nós romano-católicos que formos realmente justos que elas devem. Se formos, e principalmente contra nós o corpus mysticum de ninguém menos do que Deus (Jesus Crristo), o convite para elas irem ao confessionário será um convite-espelho que mostrar-lhes-á a sua feiura.


É feio demais o rei Miraz usurpador e assassino do próprio irmão, ele um telmarino como são feios como um todo os telmairos piratas e náufragos que dominaram Nárnia.

sábado, 16 de março de 2024

Perdão, a lei estrutural do universo

Autoria: Olavo de Carvalho 


"O que quer que aconteça na esfera temporal está contido na eternidade de uma vez para sempre. Isso é a irrevogabilidade absoluta do acontecer. Ao nada, nada retorna, porque do nada, nada proveio. Ora, em toda a esfera do acontecer universal, desde as partículas subatômicas até a totalidade das galáxias, e atravessando mesmo todos os mundos supracorpóreos e espirituais que possam existir, só há UM tipo de fato que, uma vez ocorrido no tempo, pode ser suprimido da eternidade. São os nossos pecados. O perdão sacramental apaga o pecado do registro do ser. O perdão divino não é somente um castigo suspenso, mas uma anulação do fato, um DESACONTECER total e definitivo. Correlato da criação ‘ex nihilo’, o perdão devolve ao nada o que nunca esteve no nada. O perdão é obra da liberdade divina e, nesse sentido, transcende a estrutura inteira da possibilidade universal. Quem quer que tenha a oportunidade de participar desse milagre, sob qualquer maneira que seja, deve aproveitá-la ao máximo, porque nada, nada, nada deste mundo lhe dará, na medida das forças humanas, compreensão mais luminosa do mistério da existência."

terça-feira, 31 de outubro de 2023

O doente mental Martinho Lutero

Autoria: João Emiliano Martins Neto




Martinho Lutero, o líder da revolução protestante do século XVI era um doente mental que sofria da minha doença, a psicose maníaco-depressiva ou transtorno bipolar, e decerto que nos momentos depressivos dele, Lutero se via como incapaz de boas obras, como incapaz de amar, amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.


É impressionante a ideia louca dele de forjar uma religião onde a mera inclinação ao pecado já seja pecado que é o núcleo do protestantismo daí restar somente a fé, sola fide, pois o homem vai ser sempre miserável. Na verdade não há inclinação nem para se cometer mil assassinatos por dia que não consentida e nem alimentada que vá culpabilizar alguém. Isto vale muito para a questão atual homossexual onde os ignorantes dizem que a mera inclinação já é uma tal natureza homossexual, segundo eles incoercível e fatal, quando a própria inclinação homossexual, que não é pecado, é antinatural e intrinsecamente desordenada.


O doente mental Martinho Lutero deveria ter sido internado em um manicômio e jamais entrar para a história como o fundador de uma versão bizarra e falsa do cristianismo.                                                                                              

quarta-feira, 26 de julho de 2023

Prática homossexual: a dor do ridículo constante ou intermitente e o alívio no céu e na terra

Autoria: João Emiliano Martins Neto


A prática homossexual envolve algum tipo de punição já aqui na terra, alertou o Papa São Pio X em seu Catecismo Maior, que é pelo menos o ridículo constante, senão o intermitente de pelo menos algum gaiato vir a fazer uma piadinha, afinal, nós, LGBT, somos os piores homens. Por que? Porque parece que somos burros, não nos convencemos de uma vez por todas que o pênis é para a vagina e vice-versa e a união de ambos deve ser em vista da geração de uma nova vida?


O nosso alívio pode vir do céu com o acolhimento que Jesus Cristo, Ele que é o bálsamo de Galaad, que com o seu sangue como o vinho da parábola do bom samaritano lava as nossas feridas causadas pelo pecado na nossa descida de Jerusalém para Jericó, aqui em Belém do Pará seria a Jericó a Praça da República que é um point gay informal daqui da capital paraense, quando fomos assaltados por bandidos que nos deixam desacordados como diz tal parábola. Os bandidos podem ser os demônios que nos conduzem à morte de nossa alma pela prática do pecado mortal que é a homossexuailidade ou um bandido mesmo de carne e osso, humano que pode vir a fazer-nos algum mal ainda mais em um bas-fond perigoso como tal Praça, e eu sei bem o que é isso ali onde eu já fui assaltado várias vezes. E Jesus como o bom samartiano derrama em nossas feridas o óleo, sangue e óleo através do sacramento da penitência, que é o Espírito Santo que retorna às nossas almas reconciliadas com Deus.


Ou o nosso alívio a nós, LGBT, vem da terra no gozo sexual de uns poucos segundos em comparação à uma vida inteira de ridículo constante ou pelo menos intermitente e culpa, culpa se não somos psicopatas ou se não somos tão burros para deixarmos de perceber a verdade que há na Igreja Católica. Os corpos, o erotismo, a nudez masculina ou feminina, os pelos corporais dos rapazes, o contato corpo a corpo, o beijo quente, os órgãos sexuais, a penetração tudo isto junto com bebidas alcoólicas, cigarro, outros incluem absolutamente indevidamente as drogas, podem servir de um alívio terreno.

terça-feira, 25 de julho de 2023

Rancor e falta de fé

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Rancor e falta de fé andam juntos. Jesus Cristo em uma passagem evangélica diz que se o teu irmão pecar contra ti sete vezes durante o dia e sete vezes durante o dia vier te pedir perdão, perdoa-o. Diante de tal ensinamento do Senhor e a fraqueza da fé enfraquecida provavelmente na mente dos apóstolos pelo rancor, eles pediram a Cristo que Ele aumentasse-lhes a fé. É evidente que o Cristo já sabia da pouca fé do que os ouviam e que precisariam resistir com fé ao longo do período de um dia que pode ser a vida toda de uma pessoa e sete como número da perfeição, quer dizer que o pecador pecou perfeitamente, sete vezes durante a sua vida toda ele pecou, porém, buscou o perdão divino logo em seguida outras sete vezes, buscou perfeitamente reconciliar-se, graças a Deus.


O homem sem fé, especialmente o padre sem fé que o que dá o perdão sacramental fraqueja ao logo deste itinerário de faltas e reconcilação, o rancor é tentador para abalar a fé, sintoma da dúvida, do ceticismo. Foi o que aconteceu, ontem, comigo quando um dia depois de eu ter recebido o sacramento da penitência, no dia seguinte eu fui novamente me confessar, porque na madrugada do mesmo dia eu pequei contra a castidade ao ter praticado o esporte (homossexualismo) junto com a masturbação e a pornografia. O padre riu de mim no confessionário por eu ter voltado ao confessionário, e eu menti a ele dizendo que dois dias antes eu estivera por lá no confessionário da Basílica Santuário de Nossa Senhora de Nazaré do Desterro daqui de minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará.


Se há o propósito de se emendar e de penitência da parte do confessante, e de se evitar ressolutamente as ocasiões de pecado só o rancor e a falta de fé, o rancor que conduz à falta de fé é que o explicaria o sacerdote, especialmente ele, e também um leigo não quererem perdoar. Eu menti quanto ao tempo da minha última confissão quando o padre me perguntou há quanto tempo eu não confessava, eu disse dois dias, era na verdade só há um dia que eu estivera no confessionário, contudo, eu menti para não piorar a minha situação ali e o padre ficaria mais tentado a sentir a sua fé abalada por repetidamente dar o seu perdão para um pecador, espero que Deus não impute esta minha atitude a mim como um pecado, talvez de orgulho. Nunca é demais que nos lembremos que quem vai ao confessionário ou quem individualmente chega a alguém para perdir-lhe o perdão, que se humilhe totalmente diante do padre ou de outra pessoa e se for preciso uma restituição em dinheiro mesmo a quem ofendemos que paguemos e rogue-lhe a caridade do seu perdão e tal pessoa se não for rancorosa e tiver fé, vendo o propósito de emenda de quem pede-lhe o perdão, deverá perdoá-lo por ser também mandamento divino.

sábado, 24 de junho de 2023

A covardia: prazer e apego à nossa pele de ratos e baratas

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Quem quer que já tenha pecado muitíssimas vezes e pior, gravemente, e mais gravemente ainda no pecado imundo contra a natureza que é a prática do esporte (homossexualismo) e para piorar mais que tudo, no caso de nós, ratos e baratas covardes, eu sou um grande covarde, além de eu ser homossexual o que é menos ruim, sabe do prazer que sentimos seja por causa de um pecado grave qualquer que seja, seja para piorar por causa da homossexualidade, seja o que é o cúmulo por nosso apego à nossa condição rastejante, mesquinha de nosso vício o pior de todos que é o de sermos ratos e baratas covardes e na certa haveria um prazer aí que agora neste instante não me parece muito claro, mas, na certa que há um tal afeto que prazer tão abissal de tão baixo e pecaminoso a tal ponto que nós, os covardes ratos e baratas somos os primeiros da fila, segundo o livro do Apocalipse, a sermos precipitados no inferno e já vamos tarde para lá dado o que há de horrivelmente nojento em um ninho de ratos, poderia ser de baratas, que nós, os veadinhos, frouxos e medrosos na certa que gostamos de estar ali entocados, escondidos longe da luz do sol da informação que nos dá o conhecimento do real que não tinhamos o direito, nós, os covardes, de desconhecê-lo.

quinta-feira, 11 de maio de 2023

De capacho a evangelizador

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Realmente eu tenho muitos defeitos. Sou gay, vagabundo preguiçoso, covarde (capacho), sou doente mental. As pessoas podem atacar-me em várias frentes de minhas vulnerabilidades. Atualmente eu venho sendo atacado por um vizinho homofóbico que sofre de uma doença mental da mais alta gravidade tanto quanto a minha, mas, que o torna violento, e ele está certo em me xingar de "bichona", "veado", pois que eu tenho atração afetiva e sexual por pessoas do mesmo sexo, apesar de que por enquanto eu estou sem praticar o esporte (homossexualismo), que Deus me conserve assim, porém, nunca se sabe o dia de amanhã. Antigamente eu era muito mais um capacho que apanhava com razão calado, hoje eu posso ser um evangelizador, hoje que eu me arrogo católico romano. Eu posso dizer para ele que ele está pecando, segundo ensina São Pio X em seu catecismo, por ficar espezinhando sem caridade, ficar ofendendo as pessoas, por xingá-las e por não cumprir uma das obras de misericórdia espirituais que é o de suportar as fraquezas alheias, obras das quais seremos cobrados por Deus no dia do Juízo Final.


Este vizinho que é pelo menos um sodomita, pelo que eu conheço dele, que já me disse que busca homossexuais para fazer sexo com eles e já disse querer fazer sexo comigo e ele que fica fornicando com várias mulheres que ele leva para o apartamento dele. Ou seja, ele é um fariseu hipócrita, é um sepulcro caiado, denunciado por ninguém menos do que por Jesus Cristo, é um falsário, vive em pecado mortal e vai para o inferno junto com os gays, desde que praticantes para merecerem o inferno, que ele falsamente diz detestar. No inferno eles se merecem.

terça-feira, 2 de maio de 2023

O mundo da ignorância, da solidão e da maldade

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Depois de vinte e dois dias de jejum da prática do esporte (homossexualismo), desde o dia da Sexta-feira Santa, dia 7 de abril deste ano de 2023, eu pratiquei o esporte, o pecado nefando, o pecado que clama aos céus por vingança, pratiquei o pecado impuro contra a castidade. O que eu pude notar depois da prática mesmo depois de ter recebido o sacramento da penitência para me reconciliar com Deus foi que eu fiquei com uma vergonha, contudo, com uma vergonha meramente estética que eu senti mesmo que depois de reconciliado com Deus. Eu fiquei pensando como ficará a minha cara diante do social, das pessoas, diante do mundo depois de ter caído fragorosamente em um tipo de pecado que é o mais terrível que é o mortal? Ou seja, este mundo é o mundo da ignorância, da solidão e da maldade.


É o mundo da ignorância, da solidão e da maldade, porque ou estamos nas trevas da ignorância, não sabemos de nada ou pouco sabemos, nos encontramos em um mundo cercados de nossos semelhantes e para piorar, onde ninguém é melhor. Isto é, do que havia de trevas somam-se mais trevas. Ninguém é melhor nem em sabedoria e nem em santidade e para piorar depois da maldição que foi o Concílio Ecumênico Vaticano II (1962-1965) para a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, não há mais santos realmente experimentados por um rigososo e perspicaz advogado do diabo, tal qual os raríssimos santos canonizados do passado, e nem há mais diretores espirituais. Não há mais santidade fora de dúvida na profusão de homens canonizados atualmente e nem mais há um clero preparado para orientar-nos sendo nossos pais, pastores e doutores, nem mesmo nas pessoas dos úiltimos papas dos últimos sessenta anos depois do malfadado Concílio. Ou agimos por maldade que se dá no caso de quem pretende ter uma vida religiosa, mas ainda não é nem sábio e nem santo suficientemente, segue-se que tendemos a acabarmos na maldade do farisaísmo, da manutenção de puras aparências sociais, ou acabamos no angelismo gnóstico platônico, acabamos na soberba. Findamos querendo parecer o que não somos.


Este mundo é realmente desprezível e é de solidão se em nossa ignorância acabarmos na maldade de não contarmos com uma perspectiva vertical, se não contarmos com Deus e inspirados pelos verdadeiros e santos antigos comprovados começando pela Virgem Maria. Acabamos mal sem a graça para iluminar-nos, quiçá com uma sabedoria infusa, mas, que busquemos ler e estudar, se não buscarmos a graça para resistirmos ao pecado e não pudermos contar com a misericórdia divina quando cairmos através dos sacramentos.


Que a humildade, a discrição, até mesmo o bom humor, e a gratidão sejam as notas de todos nós que buscarmos a santidade e a sabedoria divina e se cairmos temos o sacramento da penitência para assim com absoluta certeza, se firmarmos o propósito de com a ajuda de Deus rompermos com os pecados mortais, recobrarmos a inocência e a pureza perdidas.

domingo, 23 de abril de 2023

Da fraqueza à maldade

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Que todos nós, homens, somos fracos, insuficientes, de carne e osso, pó e cinza, diria o pai Abraão, isso é fato. Estamos sempre aprendendo e nos espantamos diante de certas coisas que vemos no mundo. Jesus Cristo espantou-se com a incredulidade de seus contemporâneos, sendo Ele Deus, para Deus nada é estranho, mas Cristo foi Deus feito homem. Cristo mesmo vem em nosso socorro, Ele nos compreende, Ele que foi homem e foi tentando em tudo, diz o autor da carta aos Hebreus, contudo, não pecou. Nós tememos e trememos com o nada de nossa humandade diante do que é o real, a verdade, diante do estado degradado deste mundo caído, pobres e miseráveis de nós, homens.


Contudo, o que não se justifica é a maldade. Ainda que pelo dogma da remissão dos pecados nós possamos ser perdoados normalmente pelo sacramento da penitência dos maiores pecados e malignidades por mais que em grande número nós os tenhamo-nos cometido. O que não se justifica é dar uma desculpa à covardia e à consequência dela que é a maldade que certamente tem como ponte a soberba, o orgulho. Não podemos acabar pobres diabos altivos, em um pedestal sendo malignos e na verdade covardes ou sendo patologicamente temerários comprando briga por aí por um nada.


Que vençamos o mundo com a nossa fé verdadeira que é a divina e católica romana. Que vençamos o mundo que é o sistema indiretamente inspirado por Satã, evitando assim a pusilanimidade revestida com o vício brilhante do orgulho e tendo como consequência nós nos tornarmo-nos maus, sendo a maldade uma forma de sermos braços e pés, ministros da loucura e do nada.

sábado, 24 de dezembro de 2022

O Natal, a transgressão, a soberba, a boa reflexão salvando o bom humor

Autoria: João Emiliano Martins Neto




Neste Natal 2022 eu gostaria de refletir contigo, meu caro leitor, sobre a transgressão de um amigo meu que arranjou uma amante, ele que seria legitimamente casado, pelo menos até hoje nenhum tribunal eclesiástico da Igreja Católica teria mostrado a suposta nulidade do alegado casamento dele com uma mulher imatura que queria por os pais, filhinha de papai mimada que ela é, no meio da que seria a genuína relação matrimonial fruto do sagrado sacramento do matrimônio com o seu marido, o meu amigo, eles conceberam juntos um filho.


Eu acho que não tem jeito, todo pecado e mal, toda transgressão dos mandamentos é um ato concreto, realmente o é por sua concretude e materialidade, de soberba e o pecado é mortal quando é perpetrado contra algum dos mandamentos. Refiro-me a um dos dez mandamentos como seria o pecado do meu amigo contra o sexto e o nono mandamento já que ele não poderia possuir outra mulher fora a dele. É pecado mortal quando realmente se sabe do erro de se estar transgredindo um mandamento divino do decálogo. A alma fica mortamente ferida e começa a se enfraquecer e sangra e é consumida por um câncer da mais alta gravidade a afetá-la o que é mais grave do que o pior tipo de câncer ou de outra doença gravíssima qualquer no corpo, pois a vida da alma é mais preciosa que a do corpo, diz o Papa São Pio X em seu Catecismo Maior. É posssível algum senso de humor quando talvez pareça tudo luto?


Eu acho que é possível algum senso de humor desde que com efeito se reconheça que somos pessoas inferiores e piores por causa de nossos erros senão contra um dos dez mandamentos se somos religiosos, mas, se somos infiéis ateus pelo menos estaríamos indo contra uma reta razão natural se agimos sem desmedida (húbris), ou se diria na época da Igreja Católica em que vivemos se agimos com a virtude cristã da humildade. Jesus Cristo mesmo é a prova de uma falta de desmedida, é uma prova de humildade, porque se Ele é Deus e se tornou homem, Ele deu uma prova de humilhação e rebaixamento ao se tornar uma de suas criaturas, mesmo um descrente pode reconhecer o quanto é preciso de humilhação e rebaixamento um tal ato de um ente divino tornar-se homem, isto é, é a contração da infinitude na por assim dizer mesquinharia e limite exíguo da finitude. Mesmo a quem seja infiel e descrente eis a prova de rebaixamento do que é divino na encarnação do Logos, porque no Santo Natal, lembramos o que é rezado no terceiro mistério gozozo deo Santo Terço que é o nascimento do menino Jesus em Belém, o Natal de Jesus, e reflete-se sobre um desapego aos bens terrenos, à riqueza e um amor à pobreza.


Que neste Natal de 2022 e sempre façamos a boa reflexão salvando o bom humor de que por pior que sejamos, eu por exemplo sou homossexual com todas as implicações terríveis e temíveis que tal condição a mim acarreta, por mais que doa e seja mortal a nossa doença fruto de nossa transgressão à lei de Deus ou pelo menos à boa e reta razão que a gente sempre saiba que a gente pode pelo menos rir da gente mesmo e que quanto pior sejamos mais engraçada e primorosa será a piada, poderemos pelo menos nos divertir. Eu acho que o próprio Jesus Cristo ao se tornar um pobre e um nada de um homem como nós pelo menos a vida dele na forma humana deve ter sido bem digna de boas e muitas risadas.


Feliz e Santo Natal a todos!

segunda-feira, 26 de julho de 2021

Aquele um da madrugada (poesia)

Autoria: João Emiliano Martins Neto


À noite todos os gatos são pardos

À noite os espíritos imundos do homem deitam-se ao lado

Uns pacientemente conduzem à bebida e ao roubo

Outros por vis paixões 

Aos seus gatos nas trevas conduzem.


Aquele um da madrugada espera-me

"Sonhos escondidos nos pecados de Adão"

O desejo de saber, o proibido

A sabedoria diz não

A loucura diz sim.


Aquele um da madrugada

O amigo do desejo

A verdade frágil do desejo.

A vela acesa para a oração

Na madrugada diante a Madona de Nazaré

A vela apagada não vela e não guarda a pureza.

 

A verdade frágil do desejo

Do desejo sem razão, no fim sem coração

A vela acesa para a oração

Guardaria o coração

Guiando a razão.

 

A verdade frágil do desejo

Há para a razão apenas a noite

Que passa, carpe noctem.

domingo, 13 de junho de 2021

A vergonha e a indecisão

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Os lírios, símbolo da pureza e da castidade


Eu noto que com relação à minha condição homossexual ou de ex-homossexual, porque não mais praticante, graças a Deus, apesar de minha inclinação para a homossexualidade, eu sinto vergonha de meu passado na vida homossexual, mas ao mesmo tempo fico indeciso de se devo continuar minha vida na castidade e na pureza e assim testemunhar ao mundo como é natural.


Bom, se eu sinto vergonha de meu passado na homossexualidade é porque alguma autoridade eu reconheço em meu íntimo que não seja a autoridade do império de minha própria opinião e talante, o que é algo muito comum na mentalidade contemporânea herdada da modernidade. Reconheço alguma autoridade vinda seja de Deus ou vinda dos homens que não seja o meu próprio eu duvidando e que porque pensa, logo, existe como se o pensamento não fosse possível a um chimpanzé, mas que nem por isso esse animal chega à verdade tal qual os homens são capazes de chegar.

 

Verdade, o mundo, que se impõe, é uma presença, diria Olavo de Carvalho, e que ultrapassa os instintos do animal e o mecanismo do pensamento tanto quanto o estômago foi feito para digerir, mas se algo venenoso nele for depositado poderá levar à morte o dono do estômago, por isso não é interessante tomar como medida do que existe, ou medida de todas as coisas o homem, diria Protágoras, pois que o mundo é real, está presente e pode matar tal qual ocorre com um estômago ensimesmado sob o império de digerir e assim duvidando vir a tomar o veneno que mata ou pelo menos pode muito prejudicar.


Agora, a indecisão de se é o melhor a se fazer permanecer na castidade e na pureza sendo ex-homossexual sem dúvida que é fruto de seja tentações demoníacas sobre mim, seja pode ser fruto de minhas próprias paixões desordenadas, seja por vir de pessoas más ou podem ser as três coisas ao mesmo tempo.


O fato é, a vergonha, o deparar-se nu diante da desobediência a Deus, tal qual ocorreu com Adão e Eva idólatras da própria opinião ou do próprio eu, a vergonha e o quanto é penoso tal sentimento, deveria ser como consequência amarga que é, um estímulo para que eu decidisse-me pela castidade e pureza, por abster-me de relacionamentos homossexuais em nome da autoridade suprema do absoluto que é Deus, acolhido na fé, e que não pode mentir e nem enganar-se.


Que os santos no Céu e os anjos, especialmente Santo Antônio, cuja memória celebra-se hoje, dia 13 de junho de 2021, junto com os homens na terra em especial os meus padres confessores que sabem de minhas franquezas, ajudem-me com suas orações para que eu, também rezando muito e mortificando-me, sobretudo pela pureza e castidade, consiga vencer este desafio temível que é a tendência à homossexualidade.

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Coragem para combater o bom combate

 Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Fotografia do recibo da intenção modificada para a Santa Missa de hoje

Resumo: Sobre a questão da coragem para o combate cristão, uma reflexão minha baseada em um fato que ocorreu-me, hoje, dia 19 de outubro do ano da graça de 2020, em que fui proibido de colocar como intenção para a Santa Missa de hoje em benefício de um certo tipo específico de pessoas.


São Paulo, em sua segunda carta a São Timóteo, na Bíblia Sagrada, diz que combateu o bom combate, terminou a carreira, guardou a fé (2 Timóteo 4, 7), ele certamente lutou pelos motivos justos e corretos, pois que conforme um lúcido discernimento do que seja o bem e a verdade, seguido e premiado por uma reta e tranquila consciência e com a liberdade justa e honesta de quem optou por servir o sumo bem e a verdade maior, que é também, caminho e vida que é Jesus Cristo (São João 14, 6), que é Deus que é digno que o homem lhe dê o assentimento da fé, a simples fé que é a raiz de toda a justificação (Catecismo Maior de São Pio X, capítulo X, questão 219), a fé que opera pelo amor (Gálatas 5, 6).


Assim como São Paulo, o grande, bem-aventurado e glorioso Apóstolo, devem seguir os cristãos praticantes na única e verdadeira Igreja de Cristo que subsiste na Santa Igreja Católica Romana mesmo que em face de temas espinhosos a exemplo da homossexualidade. Hoje, em uma paróquia que fica no centro de minha cidade de Belém, a capital do Estado do Pará, a Paróquia de Santo Antônio de Lisboa eu percebi, ao meu ver, uma certa fraqueza das pessoas ali, em particular do pároco, as quais não aceitaram que eu incluísse como intenção da Santa Missa de hoje, dia 19 de outubro de 2020, uma intenção de oração pela conversão e santificação dos homossexuais. No lugar eu deixei como intenção rezar pela pureza e castidade da humanidade, visto que é evidente que toda a humanidade e não só os homossexuais, é chamada à pureza por uma no limite e em alguns casos castidade absoluta, a fim de ser bem-aventurada, porque bem-aventurados, disse Jesus Cristo, são os puros, porque verão a Deus (São Mateus 5, 8). Na melhor das hipóteses, pelo contrário, a recusa pode ter sido um certo discernimento da parte do pároco em não se querer destacar um tipo de pecado muito específico de uma minoria de pessoas, talvez a fim de não estigmatizar certas pessoas, poucas, que são tentadas a um pecado como o da homossexualidade que a poucos atinge e certamente esmaga as pessoas homossexuais comprometendo-lhes gravemente a consciência por ser um grave pecado a homossexualidade, uma depravação grave, daqueles pecados que clamam aos céus pedindo a vingança de Deus (Catecismo Maior de São Pio X, capítulo VI, questão 963), e interessa a poucos.


Tudo bem, mas é interessante que as pessoas homossexuais não foram esquecidas, por exemplo, no mais recente Catecismo da Igreja Católica, o de 1992, do Papa São João Paulo II, pois que antes simplesmente os homossexuais eu acho que eram apenas deformidades e assim reduzidas eram a pelo menos um desprezo tácito dado descerem tão baixo por causa do mal que praticam. Ou nós, homossexuais, porque eu também sou homossexual, ainda que não mais praticante de atos homossexuais, graças a Deus, porque eu procuro ser um católico praticante e fiel, não sem graves dificuldades e com inúmeras recaídas dada a seriedade que é a questão homossexual. A questão é que é obra de misericórdia espiritual o rezar pelos vivos e pelos mortos e o advertir os pecadores e pecadores, grandes pecadores, como os homossexuais praticantes devem ser advertidos e convidados a se converterem e se santificarem, isso é fato e foi essa a minha intenção ao colocar como intenção da Santa Missa de hoje pela conversão e santificação deles. Mas, tudo bem, não permitiram, talvez por fraqueza, talvez por um justo discernimento de não se especificar como que tão discriminatoriamente um certo tipo de pecador? Eu não sei, mas eu só sei que tais pessoas homossexuais são merecedoras de oração e advertência de estarem indo rumo ao abismo do inferno, as pessoas que vivem no pecado mortal que é a homossexualidade.


Talvez esteja faltando mais coragem para a Igreja Católica atual de se posicionar com liberdade, fielmente e com coragem diante do que é objetivamente mau que é o caso da homossexualidade onde no mínimo a função principal e talvez única do sexo que é a reprodutiva fica tolhida na relação homossexual. É evidente que a vontade convidada por uma bem informada, lúcida e clara inteligência sobre o bem e o mal, a verdade ou a falsidade acerca de cada assunto do mundo pode dar a coragem de mover uma tal consciência bem iluminada e livre a fim de combater o que é de fato o mal que esteja a formar objetivamente tumores malignos nas almas dos homens ou a destruir fisicamente os seus corpos, porque são muitos os casos de AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis no meio homossexual. Oremos para que os cristãos tenham tal luz em suas mentes, e com isso formem uma vontade com força e coragem.

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

A homossexualidade é forte?

 Autoria: João Emiliano Martins Neto

Resumo: É a homossexualidade, o pecado, de alguma forma forte? De alguma forma por força de sua malignidade é o pecado detentor de algum tipo de poder e força?

A homossexualidade é forte? Veritas omnia vincit. É forte a homossexualidade diante da verdade de que tal prática sexual e afetiva contraria fisicamente o corpo e a ordem dos afetos que se dá no homem ordenado afetivamente e também fisicamente no sentido sexual  para a mulher e vice-versa em uma complementariedade afetiva genuína, como diz o Catecismo da Igreja Católica? Eu te digo, meu leitor, a homossexualidade tem a sua força, sim, porque caso contrário mesmo que nos que seguem em tal prática não teríamos homens de bem e também más pessoas que seguem adiante em tal prática afetiva e sexual mesmo que no caso das pessoas boas a homossexualidade não lhes permita chegar à perfeição que no caso de nós, homossexuais, é o de atendermos o chamado de Deus para nós que é o chamado à castidade, como diz o mesmo Catecismo. Nesse caso de a homossexualidade mesmo sendo algo chamado de intrinsecamente ou em si mesmo mau, contudo tal prática pecaminosa mostra-se em sua força maligna também como algo neutro ao nem sempre comprometer o homem que a pratica ao torná-lo terrivelmente ou totalmente mau, mas a tentação é forte para tornar os homossexuais praticantes em pessoas que esqueçam o que é o bem visto que praticam algo em si mesmo ruim e mau.


A homossexualidade é forte, porque a carne é forte em sua fraqueza e é um flagelo e frustração para a criação que aguarda ansiosamente a manifestação dos filhos de Deus (Romanos VIII, 19) enquanto isso muitos desses filhos estão em diversos pecados como da homossexualidade a deprimir a ferir o corpo de Cristo que é a Igreja que se ressente da falta de filhos seus que poderiam ser muito úteis à causa de Jesus Cristo, mas mesmo que batizados estão em pecados graves como o da homossexualidade segue-se que são membros mortos e por isso em terrível insuficiência para o serviço de Deus neste mundo, mas que um gesto simples de fé em Jesus Cristo poderia saná-los, porque a fé é o princípio da justificação (Romanos 1, 17) mesmo aos homens mais distantes da Igreja, diz o Papa São Pio X em seu Catecismo Maior.


Pecado e morte que é o salário do pecado (Romanos VI, 23) são fortes, mas o amor é tão forte como a morte (Cântico dos cânticos VIII, 6b) e o amor de Cristo que amou o homem até o extremo (São João XIII, 1): até dar a Sua vida na cruz, Ele venceu a morte ao sofrer a morte que a cada homem cabia por seus pecados, porque Ele ressuscitou três dias depois como todos os homens ressuscitarão no último dia, o dia do Senhor: "dia de trevas e escuridão, dia nublado e coberto de nuvens" (Joel II, 2b) para a consecução de Seu juízo final. Não tendo com a ressurreição de Cristo a morte a última palavra sendo a morte tragada pela vitória (Isaías XXV, 8) e "o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a Lei" (1 Coríntios XXV, 56). Lei que Cristo cumpriu pelo homem ao expiar os pecados dos homens cuja posse de tal bênção os homens tomam posse pela fé em Cristo e normalmente pela participação nos sacramentos sem obras para que ninguém se glorie (Efésios II, 9) de ser, como costuma acontecer no caso da homossexualidade, o homossexual ter que bancar o macho alfa, é assim que querem os fariseus da direita heterossexual, para ser aceito por Deus.

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

O que se quer com o cristianismo?

Autoria: João Emiliano Martins Neto

Resumo: A questão aqui desta postagem é o de tentar aclarar o que se quer na religião de Jesus Cristo se o homem não assumir ser homem: humilde, hipossuficiente, doente, porque pecador, enfim, criatura depois da queda no Éden.


Depois de um tempo ausente aqui de meu blogue, caro leitor, eis-me o Crassus Philosophus, João Emiliano Martins Neto, de volta, graças a Deus. A pergunta agora é, o que se quer com o cristianismo? O que se quer com a causa de Jesus Cristo, o Salvador, Filho de Deus e Filho da Virgem e Sempre Virgem Maria se não se assumir a própria miséria de pronto e já, com a ajuda de Deus? Se não se assumir o nada que se é sem Deus que fez a nós, homens, fez-nos do nada, Deus que nos dá vida e consistência na Pessoa bendita de Seu Filho Jesus Cristo (Colossenses I, 17 Bíblia católica CNBB) que salvou-nos? Jesus que se apiedou da gente ao derramar o Seu sangue precioso na cruz, nós, os homens que além de nada, pois viemos do nada, nós nos tornamos desde o Éden miseráveis pecadores, porque ingratos e orgulhosos? O que se quer, então, com o cristianismo se não se assume, em síntese, que se é criatura e criatura enferma pelo pecado desde a queda no Éden?

Claro que não é só o homem pecado e maldade, pois o homem é imagem e semelhança de Seu Criador. É o homem dotado de algo que o diviniza que é a inteligência e por isso a capacidade de ser livre, mas, e é até o que eu considero o meu método em Filosofia que é o método da confissão de pecados, eu penso que poderia o homem por tal caminho buscar a unidade do conhecimento na unidade da consciência, poderia o homem filosofar tendo, por tal método, consciência de seus limites tanto de criatura quanto de criatura doente por causa do pecado, por saber bem de sua miséria, eu vejo assim como uma possibilidade de o homem conhecer-se a si mesmo, humanizar-se, tornar-se quem ele é e sempre será, criatura, criatura decaída pelo pecado: criatura humana. Eu acho que o método que pretendo filosófico de confissão de pecados pode corresponder à máxima do conhece-te a ti mesmo desde a era antiga grega conhecida, e por isso pelo autoconhecimento saber-se tudo o mais do mundo e dos deuses como prometia em parcas palavras a frase grega. A confissão de pecados, a sinceridade, o falar com o coração na mão, humilhado, lúcido, reverente diante da busca da verdade que no fim de tudo é o próprio Deus tal verdade, o assentar-se ao chão, pois do chão ninguém cai, já ensinava algo assim o grande professor filósofo Olavo de Carvalho, pode o homem ver bem que ele não é Deus, ou seja, pode, então, o homem guiar a sua vontade com asserção e plena lucidez rumo a si mesmo e por isso rumo ao conhecimento do mundo, porque iluminado pelo Sol, já reconciliado com tal Sol, sobretudo através do sacramento da penitência. Tal Sol que está fora da caverna platônica, tal Sol que é o Sumo Bem (Sumum Bonum) que é Deus que torna as coisas bem conhecidas, Sol que um dia o homem o verá face a face na bem-aventurança celeste.

O que se quer na causa, então, de Cristo sem lucidez, sem sinceridade, sem humildade e mesmo talvez um incontornável e grande senso de humor diante do ridículo, de fato, de muitos de nós, homens, quando nos vendemos para Satanás? Nós que com isso achamo-nos como Deus, queremos ser como que reis, mas não percebemos que quando assim agimos com uma tal pretensão de onipotência somos uns reis nus a expormos a nudez que foi o que nos restou por a gente se vender tão barato para o mal, o vil preço da criatura ingrata e orgulhosa, mas que na verdade é um nada diante de Deus ou que é bem pouca coisa diante da pobre serva do Senhor (São Lucas I,48 Bíblia Ave-Maria) a Virgem Maria Nossa Senhora?

sábado, 7 de setembro de 2019

Aos cansados peregrinos deste mundo

Autoria: João Emiliano Martins Neto



No caminho para ir-se pelo menos a quem vai todos os dias à Santa Missa parece a mim que vou a arrastar-me para lá, acho que contigo, ó meu leitor, já deve ter ocorrido o mesmo, porque vamos sob o peso de tentações, pecados próprios, desgaste e cansaço de lidar com gente que prefere mesmo o mal, contrariedades, enfim, deste mundo que é inspirado pelo diabo, também que pelo caminho para o templo católico romano que é a única casa verdadeira neste mundo do Deus verdadeiro vão a assaltar-nos as coisas deste mundo malignamente inspirado, a pesar em nossas costas de modo que acabamos por nos arrastar pelo caminho... Mas que saibamos que, como diz o Salmos 22, Deus é a própria mesa do altar da confissão na Igreja na Santa Missa, Deus está a preparar-nos tal mesa que é Ele mesmo, a mesa eucarística, bem diante do diabo, o nosso adversário, o tentador, aquele que domina este mundo decaído em que vivemos e que envelhece nossos belos templos romanos, também caleja e envelhece a nós mesmos tornando-nos cansados e exaustos na peregrinação deste mundo aonde navegamos na Santa Igreja comandada pelo Papa e sob os auspícios da Eucaristia e da Auxilium Christianorum que é a Virgem e Sempre Virgem Maria, o Auxílio dos Cristãos. Navegamos na Santa Igreja, a nova Arca de Noé que navega sob o diluvio do mal que é o caos causado pelos pecados dos homens que optaram pela ignomínia e iniquidade neste mundo. A Igreja que é a Barca de Pedro que é o Peregrino da Alvorada que é em nossos corações o Cristo Jesus, a Brilhante Estrela da Manhã que há de brilhar nos corações dos fiéis (II São Pedro 1,19; Apocalipse 22,12) mais cedo ou mais tarde anunciado e trazido no colo da aurora que é Maria Senhora nossa e Mãe nossa.

Bom ânimo, então, para nós, cristãos... disse o Senhor Jesus aos cansados peregrinos neste mundo..., pois Ele venceu o mundo (São João 16,33) e depois de vencida a tentação, diz a Escritura, a corôa da vitória (São Tiago 1,12) espera a quem vencer este mundo, o diabo e quem vencer a si mesmo. Há de dar tudo certo e quem a Deus se confia jamais será confundido, diz o mesmo salmista, enquanto os pérfidos serão cobertos de vergonha (Salmos 24,3). Amém.

sábado, 13 de julho de 2019

Carta fictícia a Silva e Silva


Caro amigo, a minha vontade meio de minha liberdade estava desviada da inteligência das coisas e ontem eu me masturbei e consultei a pornografia. Sei que pequei gravemente e no mesmo dia eu havia recebido o sacramento da confissão depois de poucos dias eu haver me confessado. Já perdi as contas de quantas vezes eu já me confessei ao padre este ano, mas com a ajuda da graça de Deus eu não penso em desistir, não, ser católico romano para mim é tudo, é algo que ilustra e dá sentido maravilhosamente à minha vida e ao mundo, estou convencido que ser cristão é estar assentado firmemente no ser. Não tenho, caro amigo Silva e Silva, um padre confessor fixo e talvez nem mesmo confiável, até porque a decadência romana aqui no Brasil é grande, então alterno em paróquias diferentes para diferentes padres as frequentes vezes que acorro ao sacramento de cura que é o da reconciliação, até porque dá uma vergonha danada para gente que não se confia repetir para a mesma pessoa desconhecida a confissão do mesmo pecado.

Um abraço para ti, caríssimo e até a próxima cartinha.

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Os peritos em pecado

Autoria: João Emiliano Martins Neto

Quem melhor entende de pecado é o pecador, mas o honesto, o que reconhece que o mal é mal, não vai se transubstanciar em bem. Diante do mal-estar evidente consequência de seus erros e crimes pode o pecador mostrar-se um grande conhecedor do que seja o mal no mundo.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Por quem deve-se orar?

Autoria: João Emiliano Martins Neto





Deve-se orar por quem? Quem é digno da oração de um cristão? Há algum tipo de pecado que por si só inabilita que os santos orem por tal tipo de pecador que o comete? E por que? Como se dá isso? Como identificar aquele que não é digno de que se por ele ore?




domingo, 9 de dezembro de 2018

O ex-gay entre a moral e a ética

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Moral, moralismo, ética, palavras que podem ter um sentido bem diferente uma da outra para quem queira fazer o que seja o bem, para quem queira ser dignamente uma criatura pensante, seja homem ou anjo. Ser ex-gay se é uma virtude seria algo válido por que é moral ou por que é algo ético e aonde entra o moralismo? É o que discuto neste meu mais novo artigo.



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