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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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terça-feira, 30 de setembro de 2025

Fraqueza homossexual e a força do autoconhecimento

Autoria: João Emiliano Martins Neto 



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Um patrão meu camelô de rua brinca que eu poderia unir-me à filha lésbica dele. Patrão camelô, pois a talvez única oportunidade em vista dos bens aristotélicos e materiais eu diria assim consciente que eu tive na vida foi ser subalterno de camelôs de rua que abundam em qualquer canto da minha cidade de Belém do Pará. Ele brinca que eu poderia ficar com sua filha, praticamente um casamento à primeira vista pois eu cristão de coração exijo o casamento na Igreja Católica para estar com ela praticamente um casamento à primeira vista nem namoramos ao contrário há o amor à primeira vista reparou um amigo sobre a minha affaire inexistente, lúdica com a filha desse meu patrão.



Claro que não tarda que a fraqueza homossexual, fruto arquievidente do pecado original, mostre a sua face desmotivando a que alguém com inclinação homossexual como eu venha a unir-me com uma mulher. Contudo uma tal chance de união, ainda que só na ficção lúdica e até cômica, é capaz de mostrar a força do autoconhecimento, a força do que estava escrito como conselho no pórtico do templo de Apolo em Delfos na Grécia. Realmente eu sou um homem nesta vida, na próxima todos os homens serão como anjos e não mais dar-se-ão em casamento. Eu já até fiquei vivamente interessado nessa moça e até excitado. É algo extraordinário a força do que se é, pelo menos nesta vida, um ente sexuado contra uma certa, cogitaria eu, dissonância cognitiva por força da inversão homossexual em que quem se é, neste mundo homem ou mulher, passa-se despercebido e é com a força do que é evidente na questão da inversão é entorpecida a autoconsciência e pior a consciência moral é embotada pelo fogo das paixões do desejo erótico invertido, dissonante 

terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Olavo de Carvalho, do autoconhecimento ao mergulho nas trevas

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Olavo de Carvalho

Resumo: O caminho de Olavo de Carvalho para o inverso do que ele entende como Filosofia, isto é, o mergulho de Olavo nas trevas.


Graças ao bom Deus eu já descobri que a raiz, o que seja a filosofia de Olavo de Carvalho encontra-se na definição que ele dá à Filosofia. Ou seja, Filosofia seria para Olavo, a busca da unidade do conhecimento na unidade da consciência e vice-versa. Isto é, a nota profunda da filosofia de Olavo é que conhecimento é autoconhecimento. Ponto. Muito bem, mas qual foi a reta final de Olavo nestes tempos que são talvez os últimos da vida dele, pois ele já está velho? É um homem, como diz Martin Vasques da Cunha, que a questão do coletivo: a obsessão dele pelo tal fantasma do comunismo que o assombra e o liberalismo individualista atomizante capitalista materialista porco e exploratório dos mais pobres da parte da direita que ele defende, tais coisas o submergiram, fizeram submergir a consciência, a lucidez mesmo dele.

 

Para começo de conversa, eu não sei como alguém se entende cristão, e o tal Olavo diz-se ser cristão, é contraditório se tal pessoa não é comunista, comunista cristã. A Bíblia Sagrada, a fonte no cristianismo no Novo Testamento prega claramente e sem nenhuma sombra de dúvida um comunismo cristão em Atos dos apóstolos, capítulo 2, versículos 44 e 45 e no capítulo 4, versículos de 32 a 37. Não precisa ser um comunismo como o marxista que é ateu, apóstata, logo, tão materialista quanto o capitalismo, mas é um comunismo, por conseguinte, eu não sei como pode o Olavo dizer-se tão culto e ainda mais, cristão, e não ver uma tal obviedade. Onde está o autoconhecimento deste homem que ensina conhecimento como autoconhecimento se ele parece desconhecer o que é ser cristão e ao que se sabe Olavo não se pretende secular?

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Algumas notinhas também uma delas autobiográfica importantes

O Papa Francisco não serve nem pra catequista de paróquia de aldeia ou de província ou de cidade do interior do fim do mundo. Eu ia dizer do cu do mundo, mas prefiro não ser tão drástico por sincero e profundo e de todo o coração amor filial ao nosso Santo Padre Francisco.

Porra, segundo um monstro como Rafael Hide eu mesmo não sou pessoa, não sou gente, porque só posso buscar a felicidade se eu tomar remédio controlado, pois padeço de transtorno bipolar e eu sem os meus remedinhos controlados estou ferrado, impedido de buscar a ta felicidade. O Conde chamou a atenção quanto à essa questão dos que tomam remédios controlados e que estariam ferrados nas garras dos liberalóides/liberotários como o Hide, pois não seriam pessoa.

A minha mãe foi uma grande e das mais severas educadoras, minha mãe queria que eu fosse homem, macho, forte e viril e certa vez deu-me umas porradas, porque supostamente cheguei cheio de manchas pelo corpo e minha mãe acharara que tinha sido porque mais uma vez eu apanhei, como sempre apanhava, dos meus coleguinhas no colégio. Na verdade eram manchas de frutas cítricas, porque quando gotas de laranja ou de limão caem na pele que depois é exposta ao sol, a pele sai manchada. Mas pra vocês terem uma idéia, minha gente, tanta disciplina no meu caso não adiantou tanto assim, porque eu cresci e acabei envolvendo-me em homossexualismo, se bem que foi por pouco tempo, porque acho que surtiu algum efeito da educação doméstica que eu recebi e logo eu percebi que tinha algo de errado na veadagem. Mas é assim, gente, o homem precisa ser educado pelos pais, porque mesmo educando o ser humano é capaz de cometer muita merda, mas educando a criança e com a vara, pedaço de pau, como ensina a Bíblia, livramo-la do Inferno.

domingo, 10 de julho de 2016

O homem e a sua hora

Tenha fôlego para assumir e viver quem você é, ó homem, nade, navegue, corra o mais rápido que possa, ou ao menos caminhe, mas desde que sempre rumo à dignidade excelsa, de ser quem você, o animal racional que você é, animal como qualquer cachorro o é, porém racional, isto é, com linguagem e discurso com sentido, logos, sem o apelo à violência dos vícios, das paixões e dos instintos.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

O que eu quero com a Filosofia?

Eu quero com a Filosofia uma vida mais simples e autêntica, porque mais refletida e por isso mesmo séria e digna de ser vivida. Pela Filosofia é possível ter-se uma vida bem pensada e raciocinada, simples e autêntica, pois o homem busca os fundamentos de suas crenças e das crenças comuns do mundo, de sua comunidade, e em tal busca ele é um arqueólogo sem temer a escavação e o mergulho no mais profundo do Ser para conhecê-lo. Isso tudo leva à simplicidade, à autenticidade e ao autoconhecimento que leva ao conhecimento dos deuses e do mundo.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Função do autoconhecimento

Conheça-se a si mesmo e você saberá quem é Deus, o que é o mundo, você será filósofo e um dia você tornar-se-á um santo.

domingo, 29 de maio de 2016

DEUS, a unidade do conhecimento


Eis que Deus é a personificação do que seja o bem, o verdadeiro e a beleza, é o ens realissimum, o ser mais real. Nada na natureza, nada criado, a não ser por analogia, ou seja, por semelhanças, apesar das dessemelhanças, só, então, confusamente a criação a nós remete o que Deus consegue cabalmente sê-lo. Deus, portanto, eis que é a idéia mais clara, eis que é o sol, a lâmpada que torna tudo conhecido, é a causa de nosso autoconhecimento, do conhecimento d'Ele mesmo e causa do conhecimento do mundo.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

O momento e o pensamento

Eu diria que um momento de minha vida que fez-me parar a fim de pensar, um meu instante genuinamente filosófico de estranhamento (thaumázein), foi quando depois de uns quatro anos de tola rebeldia contra a cruz redentora que Deus a mim destinara nesta vida, eu parara de tomar os meus remedinhos para tratar de meu transtorno bipolar. Quando voltei a tomar os referidos remédios senti logo os efeitos das doses um tanto consideráveis à época do medicamento cujo nome químico é risperidona. Estava conversando, naqueles dias difíceis, com uma irmã minha a respeito do que sentia, não aguentei o aperto no coração e chorei, ela também pranteou comigo, cumprindo o preceito bíblico.

Pensei naquele instante nos meus próprios limites, senti-me sufocado, encurralado, talvez por querer ser autossuficiente, e, louco, quisera ser como Deus. Aliás, o próprio problema bipolar é como uma droga, pois dá uma sensação de bem-estar, uma sensação deveras de autossuficiência. Todavia, se o bipolar parasse um pouco a fim de pensar, ele perceberia que está sofrendo, está sentindo coisas que pessoas normais absolutamente se desesperariam se as sentissem. Se bem que no meu caso como nunca tive o sintoma depressivo da doença maníaco-depressiva, então, raramente refletia, os filósofos verdadeiros tem sempre uma pitada de melancolia. Acho que sou unipolar e não bipolar.

Não cheguei naquele tempo a nenhuma conclusão que diria digna desse nome, conclusão, conclusividade, um fim àquele sofrimento todo, porque fruto de uma tomada de posição madura. Apenas queria minha ilusão de liberdade louca, mundana de volta ao menos com a diminuição dos efeitos colaterais do remédio.


Hoje eu diria que os contornos de uma conclusão, uma finalidade para tudo o que já passei, começam a fazerem-se claros, pois lendo uma frase do maior santo do século XX, o Santo Padre Pio de Pietrelcina, em que ele diz que a pessoa humilde deve amar a sua abjeção, então, eu só peço a Deus, diria hoje como conclusão, que meu Deus me dê amor à pobreza, pois Cristo fez-se pobre para salvar os pobres, por amor aos pobres, os abjetos, que é toda a humanidade condenada, morta e sepultada em seus delitos, e pecados, e crimes se não tiver a Cristo Jesus como Salvador.

O que torna uma vida feliz?

Pode parecer autoritário dizê-lo, mas o que eu diria que poderia tornar a vida de todo homem feliz seria através de uma vida dura e restritamente disciplinada, como a de exército, a fim de que o fim último do ser humano se realize que é a tal felicidade, grande objetivo antigo da Filosofia, que seria a alegria, a fecundidade, origem da palavra felicidade, a alegria de uma vida com sentido, com propósito, claramente bem compreendida por quem lesse o livro aberto das vidas dos que são dados como felizes.

domingo, 20 de dezembro de 2015

Autoconhecimento e Jesus

O Papa São João Paulo II disse certa vez que o homem sem Jesus Cristo é um desconhecido pra si mesmo. Quem quer autoconhecimento, conhecimento concreto, porque de si mesmo que se torne crente no Senhor Jesus. Jesus conhece bem o ser humano, porque tomou sobre si nossas enfermidades e, por isso, nossos pecados e pelas feridas que Ele sofreu, como diz Isaías, fomos sarados. O homem não precisa esconder nada, porque Deus tudo sabe do homem e por esse homem se sacrificou e ressuscitou. Em Cristo o homem conhece a si mesmo e ao mundo, adquire o ‪‎autoconhecimento‬ tão almejado pelos gregos.

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