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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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sábado, 2 de março de 2024

Vida, despertar e coragem. Morte, descanso (ou não) e covardia

Autoria: João Emiliano Martins Neto




A foto acima que ilustra este meu artigo aqui é a do padre descrente Damien Karras, personagem do clássico de terror O Exorcista, prestes a jogar-se janela abaixo do quarto de Regan MacNeil quando o demônio que a possuía entra no corpo do referido padre. O sacerdote opta pelo suicídio ao ver-se tomado pelo mal atendido que foi pelo demônio ao exigir que o ente maligno o tomasse e ao esmurrá-lo depois que Karras viu o santo padre Lankester Merrin assassinado pela entidade.


Damien temeu uma sobrevida possuído pelo demônio Pazuzu. Ele preferiu precipitar-se janela abaixo, preferiu a morte, foi covarde. Realmente um despertar exige coragem, como o despertar do sono a cada dia para mais um dia de trabalho enfrentando-se as intempéries e competições. Eu mesmo fujo no ócio de tal enfrentamento, só nunca pensei na morte, talvez eu viva em uma morte em vida em minha covardia e preguiça, afora o fato de eu ser doente mental gravíssimo e vivo à base de medicamentos controlados.


A vida exige coragem e a coragem de arrostar a verdade no que precisarmos conformarmo-nos à ela. Segundo a Santa Madre Igreja Católica nem adianta refugiar-se na morte, porque não havendo solução de continuidade os mortos logo em seguida dar-se-ão de cara com o tribunal de Jesus Cristo, o justo Juiz. 


Ou seja, temos vida, despertar e coragem para a cada dia negarmo-nos a nós mesmos e carregarmos a nossa própria cruz por rude e pesada que seja. Ou na morte, descanso ou não teremos para quem for para o inferno e ali jazer eternidade afora com olhos abertos na escuridão e neste caso com a morte por suicídio somada à covardia.

sábado, 17 de fevereiro de 2024

A relação hierárquica do homem com a verdade

 Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu já ouvi dizer daquela besta pragmatista e semi-marxista Paulo Ghiraldelli Júnior que a atitude do homem diante da verdade seria relacional. Relacional de que modo? Pois eu digo, a relação do homem com a verdade é hierárquica. É como dizia Platão, verdade conhecida é verdade obedecida e quem obedece submete-se a quem o submeteu, no caso a verdade o submeteu. Hoje eu estava conversando com uma idiota aburguesada, no mínimo aburguesada daquele jeito auto-satisfeito pequeno-burguês de classe média que já deixou para muito atrás as exigências da verdade na sede de controle humano, lucro e consumo de nossos dias modernos e talvez sem tônus moral algum, Silvana Maranhão, que queria que eu falasse baixo ao dizer umas verdades contra os protestantes como a empregada dela que a acompanhava, pois ela ficou com sequelas de um AVC (acidente vascular cerebral).


Imagine que os falsos pastores líderes da desgraçada mulher empregada berram loucos e histéricos quase tendo um ataque cardíaco em suas seitas a mentira protestante e bem berram disfarçando a miséria moral que há neles que são junto com a empregada ou idiotas o bastante para serem protestantes ou são falsos profetas e bandidos comuns semelhantes aquele Samuel Câmara ou um Edir Macêdo. Eles berram nas seitas deles mentiras contra a nossa Santa Madre Igreja Católica Romana e nós com voz em tom no mínimo normal devemos mais ainda baixá-la? Respeite a verdade, sua fracote covarde, que deixou-se anestesiar pela vida urbana e decadente Maranhão! Doa a quem doer e custe o que custar a verdade deve ser buscada, servida e obedecida.

sexta-feira, 3 de novembro de 2023

Comemorando todos os fiéis defuntos e sufragando-os com a guerra justa

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Ontem a Santa Madre Igreja Católica comemorou todos os fiéis defuntos que é uma ocasião para sufragar a suas almas crescendo no amor a Deus sobre todas as coisas, pois é cumprindo tal primeiro mandamento, que é o primeiro e first things first, que a alma amadurece e prepara-se dignamente para entrar no céu. E uma forma de sufragar as almas é a guerra justa seja aqui em Belém do Pará, a capital do Estado do Pará, terra do Círio de Nosssa Senhora de Nazaré contra um bandido heresiarca perigoso, até pela discrição dele, como Samuel Câmara, é uma obrigação de nós, católicos de Belém, em vista da soberania da Virgem Maria sobre o nosso território nós lutarmos contra os hereges protestantes, sufragando as almas dando com pau em Samuel Câmara e seja sufragando as almas mostrando amor a Deus lutando até o fim contra o Hamas dando de com pau nos filisteus hereges sarracenos palestinos e de resto contra todos os gentios, protestantes ou muçulmanos e tantos outros.


Ao contrário do que disse o Santo Padre o Papa Francisco, ontem, em sua homilia insossa e pacifista, irrelevante, no Cemitério de Roma, não fazer guerra contra um agressor é que é a derrota e prova de covardia, e os covardes são os primeiros da fila a irem para o inferno, diz o livro do Apocalispe. O Papa cita em sua homilia uma mãe que durante a Segunda Grande Guerra recebeu a notícia de seu filho tornado herói. O lamento da mãe é egoísta, ela queria o filho dela fosse como fosse mesmo que um covarde e fujão, uma mãe que mima e estraga o filho amolecendo-o, antes ter um filho morto pelo bem e pela justiça do que ser uma carcassa ambulante vivendo muitas décadas, cega pela concupiscência e acuada como um rato pela covardia, ou seja, acabar sendo mais um Samuel Câmara ou outro ateu ou esquerdista e capitalista semelhante a ele da vida.

quinta-feira, 21 de setembro de 2023

Espinhos metafísicos na carne

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Benedito Nunes, um sofista daqui da minha cidade de Belém do Pará, capital do Estado do Pará, que ainda votou em Luiz Inácio Lula da Silva, votou na esquerda, no ano de 2002 em pleno século XXI, ainda que ainda no início da centúria, depois de um século passado em que rios de sangue e lágrimas escorreram graças à esquerda, era Nunes sofisticamente que dizia que a metafíica acabou depois de realizar-se. Acabou mesmo? Há espinhos metafísicos na carne que insistem em ser mais dolorosos do que muitos ferimentos físicos neste mundo a cortarem a carne.


Eu voltei a falar com aquele Carlos da banca Odineia aqui na rua de casa, na travessa Quintino Bocaiúva, bairro de Nazaré de Belém onde eu resido, e eu acho que um espinho espiritual bem que poderia fustigar a carne dele, o lado humano enjoativamente humano dele, se eu fosse homem o suficiente para dizer para ele que, ele que diz não querer saber de política só de religião, nem para a religião ele se interessa visto a ignorância deste homem apedeuta, Lula é o Supremo Apedeuta de volta ao Palácio do Planalto, que disse de forma apedêutica sobre religião que tem gente que vive na Igreja Católica, mas sofre, enquanto ele que nunca levou um padre para benzer a banda dele dá-se muito bem, ganha muito dinheiro. Se eu fosse corajoso pelo menos uma vez na vida eu poderia dizer que ele é um idiota de pensar assim, pois que o Senhor Jesus Cristo disse que nunca teríamos aflições, mas, que é para termos coragem, pois Ele venceu o mundo.


O católico romano pode sofrer neste mundo, pode ter aflições, no entanto, mesmo assim bom ânimo, coragem, o Cristo e os seus verdadeiros e grandes santos que são sábios e corajosos, coisa que eu não sou, venceram o mundo. Foram homens espiriuais e não carnais no quais não cabia nenhum merecido e até medicinal espinho a precisar espetá-los. Mesmo sendo homens, o próprio Cristo, o Senhor, homem e os demais santos enfrentaram as suas fragilidades, ainda que tremendo de medo não foram ratos e baratas covardes semelhantes a mim e venceram o mundo, suportaram um tal tesouro em frágeis vasos de barros que foram eles. Vasos de barro é a comparação de São Paulo Apóstolo para a nossa fragilidade humana.


A metafísica está mais em voga do que nunca, dói o espinho metafísico da verdade na carne dos idiotas, apedeutas muitas vezes por culpa de desleixo próprio, nós, os orgulhosos, nós, os covardes, nós, os invertidos sexuais e no nós dos idiotas e apedeutas eu também incluo-me, idiota e apedeuta em certos aspectos. Aqueles de nós que ainda estamos vivos temos um chance de mudar de vida, os demais do passado talvez agora estejam no inferno tantos e quantos sofistas de desde a época de Sócrates que os combateu: Protágoras para quem o homem é o reizinho absoluto ditador do relativismo é a medida de todas as coisas e não Deus, conforme dizia Platão; Hípias, Górgias, Immanuel Kant, René Descartes, Richard Rorty, Benedito Nunes e tantos outros panacas agora face a face veem a Deus que é a verdade e não podem mais negar os fatos, a realidade, luminosa que coloca-lhes um espelho para eles mirarem as suas feiuras.

sábado, 26 de agosto de 2023

Um mal, felicidade ou coragem líquida e a desolação

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Ontem eu pratiquei um mal, o esporte (homossexualismo) regado à felicidade ou coragem líquida que é a catuaba que ajudou-me na desolação causada pelo próprio mal que é a prática de tal esporte. A bebida alcoólica serviu de óleo na engrenagem de minh'alma enferrujada pelo mal quando eu discutia com um rapaz na Basílica Santuário de Nossa Senhora de Nazaré do Desterro daqui de minha cidade de Belém do Pará (capital do Estado do Pará) ele que não queria que eu conversasse com um rapaz na fila para a confissão de tal igreja. Depois de pecar eu fui logo confessar, não se deve perder tempo em receber o perdão, a graça divina a fim de evitar que outro pecado maior seja cometido. Não sei se sob o efeito do àlcool eu falava muito alto, acho que não, eu discuti com o sujeito oponente e acho que toquei na ferida do jovem cavalheiro dizendo para ele aproveitar que estava na fila para a confissão que ele confessasse ao padre tal suposto na minha opinião pecado de intrusão ao meu ver injusta na minha conversa com o outro rapaz. O intruso indignado reagiu que eu não seria ninguém para dar tal conselho a ele, de todo jeito eu acho que tocou-lhe na ferida.


O rapaz com quem eu conversava no Santuário foi se entortando ao meu lado, enquanto eu com bom ânimo, espinha ereta, e os nervos suavizados pela bebida discuti com o sujeito intruso. Bebida alcoólica é felicidade e coragem líquida, normalmente eu que sou um rato e barata mesquinho e nojento de tanta covardia, eu suaria e tremeria frio, não reagiria, eu sou assim diante de uma briga apenas discursiva, a catuaba serviu-me de companhia líquida, eu que sou tão temente, antes ao homem do que a Deus, e já dizia o Papa Bento XVI que o medo é gerado pela solidão.


Ante à desolação do pecado, desolação de sobretudo ofender a Deus a quem deve-se amá-Lo sobre todas as coisas, desolação da culpa e ante um mundo hipócrita e acusador de não raro na surdina praticantes de atos homossexuais, mundo que um dia experimentará da sorte dos hipócritas, eu prefiro por uma vida transparente ser sempre homossexual assumido. Infelizmente ontem não, mas, só hoje eu consegui confessar o meu pecado, não pude receber a graça atual ontem, apenas no dia de hoje. Porém, a graça de Deus que está em tudo, está na bebida alcoólica, bebida forte, diz a Bíblia Sagrada, que serve à todo aquele que perece - eu pereci espiritualmente pelo mal moral homossexual que eu pratiquei - e o vinho aos amargurados de coração para que bebam e esqueçam a sua miséria e já não se lembrarão de suas mágoas (Provérbios 31, 6-7). E é dito na Santa Missa que o vinho alegra e dá coragem, eu encarei com coragem raríssima o idiota lá na Basílica de Nazaré.

terça-feira, 22 de agosto de 2023

Vai, força! Vai, coragem! | Uma oração a São Dionísio de Paris e a todos os mártires

Autoria: João Emiliano Martins Neto


São Dionísio de Paris (todos os direitos reservados da foto)


Salve, salve, São Dionísio de Paris! Salve, salve, São Dionísio de Paris! Graças a Deus por vós a nós em nossas vidas, graças a Deus por tudo. Obrigado pelo vosso testemunho de fé, esperança e amor. Testemunho até mesmo de sangue. Por Deus vós derramastes o vosso sangue, por tudo o que há de melhor, Deus, tudo o que há de mais alto quanto ao que é o bem, a verdade e beleza, tudo o que abre os nossos olhos, encanta, eleva, instrui com uma ciência perfeita, mobiliza-nos a perder tudo neste mundo por um campo onde há um tesouro inestimável escondido, a perdermos tudo por uma pérola de valor único e já neste mundo ainda que com o lusco-fusco da doutrina da fé, na obscuridade.


Vai, força! Vai, coragem! Assim vós, São Dionísio de Paris, junto do Senhor Jesus Cristo tu nos dizes para enfrentarmos com força, com coragem este mundo, este sistema manipulado pelo demônio, e vencê-lo como Cristo o venceu e disse que venceríamos desde que o enfretássemos com coragem. Força, coragem! Eu, Dionísio de Paris e todos os demais mártires debaixo do altar estamos rezando por ti.


Amém.

domingo, 20 de agosto de 2023

Raiva!

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Ontem eu estava com raiva de mim mesmo. Raiva! Raiva de eu ser tão covarde, veadinho, rato e barata nojento, nocivo, infecto, nefasto, traiçoeiro, pestilento vendido e amando mais a esta coisa mesquinha que eu sou em minh'alma. Eu estava com raiva de não enfrentar um funcionário do restaurante e casa de eventos, o Casa Mia, que fica na rua de casa, na travessa Quintino Bocaiúva, no meu bairro de Nazaré de minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará. Ele ameaça me agredir fisicamente se eu parar ali para conversar com os funcionários do lugar como eu fazia antigamente e junto com ele. Em uma postagem passada neste meu blog ortônimo eu até aventei a possibilidade do sujeito, que parece que se chama Charles, estar a fim de mim, ele que até um dia desses era heterossexual, porque que eu saiba ele seria casado e com filhos, e de repente me conheceu e virou veado? Nós, LGBTQIA+ parece que a gente leva as pessoas para um mau caminho, seríamos nós sedutores.


Bom, ontem, eu fui à uma delegacia aqui na minha cidade de Belém para denunciar o cara, fazer um boletim de ocorrência, mas, não o fiz, apareceu um rapaz que também queria fazer uma ocorrência ali que conversou comigo e contou-me de estar com problemas com uma ex-amante que não o deixa ver o filho em finais de semana alternados conforme determinado pelo juiz, ela estaria usando o filho de ambos como arma contra ele no que se chamaria de alienação parental. Eu achei que o meu problema era de pequena monta se comparado ao dele e fui em seguida embora antes dei-lhe a minha senha para que ele fosse logo atentido, visto que a delegacia do bairro de São Brás já ia encerrar o recebimento de ocorrências naquele horário de dez minutos faltando para as treze horas e só reabriria às quinze horas, dei a chance, então, para o rapaz, pai de família. Charles é um bandidinho, enquanto é uma bandidona a mulher do rapaz ali da delegacia.


Fiquei com raiva de mim mesmo. Raiva! Por eu ser tão covarde e fugir da luta de sair até ferido fisicamente de uma briga, o tal Charles quer jogar em cima de mim um cone sinalizador de rua, Uma briga pode ser justa, a guerra justa, contra alguém injusto. O verdadeiro corajoso não teme apanhar e nem morrer e eu que por ser católico romano defendo até mesmo um Estado confessional católico para o Brasil como posso ser tão fraco? No entanto, eu o sou.


Raiva! É preciso seguir os conselhos de Nosso Senhor Jesus Cristo e cingir os rins, segurar o coração para quem é ocidental, controlar as emoções ou paixões e manter acesa a lâmpada que é estar em estado de graça, estar de bem com o Espírito Santo para ser forte diante das batalhas da vida, batalhas até físicas, porém, eu que no fundo sou um ateu, niilista, agnóstíco, minha fé é pouca, enfim, preciso vencer estas minhas trevas e manter acesa a lâmpada, Deus me ajude.

domingo, 23 de julho de 2023

O porquê (parte II)

Autoria: João Emiliano Martins Neto


É muito baixo o meu porquê, eu, um grande covarde, fracote, rato e barata. É muito baixo o meu porquê, o meu quid, a minha dificuldade, o meu busílis para fazer o que eu faço de ser católico romano e direitista conservador, tradicionalista reacionário. Ao mesmo tempo eu noto que não é verdadeira coragem, seria uma forma de doença, eu me lançar à uma aventura conforme as minhas tentações - se eu tivesse uma suposta "coragem" para tal ou seria cara de pau - emoções ou paixões de eu mergulhar no ateísmo, agnosticismo preguiçoso quanto à consciência moral, segundo o atual Catecismo da Igreja Católica no número 2128, e eu mergulhar na homossexualidade absurda e degradante.


Não é verdadeira coragem, mas é temeridade e imprudência o lançar-se ao mal. Acho que é o Filósofo (Aristóteles) que assim abordou sobre a virtude da coragem em sua Ética a Nicômaco. É temeridade, imprudência o ateísmo, o agnosticismo preguiçoso e a homossexualidade. A não ser que eu concordasse estar conforme o sofisma contemporâneo das tais "narrativas" da revolução do indivíduo desconexo, atomizado, perdido, desgarrado e pulverizado tanto em sua solidão tomado ele individualmente quanto na solidão de um "coletivo" de esquerda socialista que é sempre em ambos os casos neste plano horizontal e realmente plano não raro onde se está sob uma obsessão demoníaca o homem ser a chave e fundamento da história e de sua história e não o Senhor Jesus Cristo, conforme diz o atual Catecismo da Igreja no número 450. O homem com sua razão querendo ser senhor do mundo, e os socialistas realizam isto bem, isto desta ideia de Immanuel Kant da razão humana por em ordem o que lhe vem pelos órgãos dos sentidos, então, o homem torna-se um reizinho, torna-se um deus mortal que comeu do fruto da árvore do bem e do mal e o único mal no mundo é que não são os socialistas que estão mandando com sua razão de carne, ele que não pode mais lançar mão do fruto da árvore da vida para não morrer.


Porém, é preciso que eu não mascare com toda essa sabedoria a minha baixeza covarde. Eu sou um covarde e eu com tal porquê, busílis lamentável, eu serviria ao primeiro tirano imundo seja até mesmo ele católico romano e direitista, ainda que ele como imundo seja um fariseu hipócrita daqueles que falam tão mal de nós, homossexuais, e na calada da noite são passivos com travestis que é o caso daquele tal André Valadão que apregoou recentemente a morte de nós, homossexuais, não que um Papa São Pio V com sua santidade e sabedoria não desejasse o mesmo, mas, o Papa Pio era de fato santo e sábio e não um falsário animal em forma de gente herege e herege protestante. Valadão hipócrita que pediu a um certo travesti enquanto ele o penetrava que vestisse a camisa de Valadão e portasse o seu boné na "transição" para o sexo feminino que muitos heterossexuais à luz do dia fazem quando todos os gatos são pardos ao relacionarem-se carnalmente com travestis que tem a aparência até mais bonita do que as mulheres, no entanto, são homens, contudo, desde a aparência deles de mulheres por isso tem a aquiescência de certos homens fracos tipo Valadão. 


Ou é o caso de Jair Messias Bolsonaro que usou o nome do Senhor como cabo eleitoral em todo o seu mandato até mesmo para dizer que crê em Deus um tirano comunista cruel travestido de conservador como Vladimir Putin que envenena os seus adversários políticos para manter-se no poder ad aeternum. Bolsonaro, o Bozo que teleguiou um gado de gente para servi-lo com fake news sobre a pandemia de COVID-19, sobre vacinas, sobre os lockdowns mais do que necessários. Ele que praticava o crime de peculato com as chamadas "rachadinhas" de pegar parte do justo salário devido aos seus funcionários. Ele que roubava no abastecimento de combustíveis de seus automóveis. Ele que destruiu a Lava Jato e acabou com a prisão em segunda instância que livrou o Ladrão (Luiz Inácio Lula da Silva) da cadeia. Bolsonaro que é envolvido com as milícias, não que as milicias mesmo que depois farisaicas hipócritas bandidas posteriormente assim se revelassem não prestassem o excelente serviço de a princípio por para correr a bandidagem e o tráfico de drogas das favelas, todavia, aos bandidos depois elas se aliavam lavando dinheiro com os traficantes nas seitas evangélicas dos pastores bandidos.


É preciso para os fins certos haver os meios certos e a reta intenção, acho que era o Doutor Comum (Santo Tomás de Aquino) quem ensinava mais ou menos assim. Nada de maquiavelismo ou outras vias tortuosas das escuridão tal qual a minha do cagaço, portanto. É preciso um porquê decente. A ilusão de um fim nobre, mas, vindo de um ser baixo semelhante a mim, um rato ou barata imundos, infectos e nocivos, aí não dá. Tudo vale a pena se a alma não é pequena, disse o poeta Fernando Pessoa. O porquê de um rato ou barata semelhante a mim é apenas o eu gozar de viver no meu esgoto imundo ali escondido apavorado e até gostando do esgoto e da coceirinha gostosa causada pelos piolhos no meu pêlo de rato, eu, covarde gostando muito de estar no mais baixo dos vícios que é a covardia, esgoto, piolhos, coceirinha, o ser nocivo e nojento que eu sou que é o que está na raiz do meu pecado gravíssimo de covardia.

domingo, 18 de junho de 2023

Cães sarnentos de rua e os ratos e as baratas

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Os evanjegues protestantes heréticos são cães sarnentos de rua da Igreja Católica que ladram e ladram muito bem tocando o terror contra os demônios e possessos esquerdistas, da última vez um deles queria que se arrebentasse e já se arrebentasse tarde e na mandíbula o Supremo Apedeuta e Supremo Ladrão da República Bananeira inútil, o Sapo Cachaceiro Barbudo (Luiz Inácio Lula da Silva). Eles são realmente cães sarnentos, alguns deles são tão cães que são judaizantes, o Apóstolo (São Paulo) chamou de cães na carta aos Filipenses aos que queriam recuar ao judaísmo de sua época. Evanjegues adoram chamar Jesus pelo nome hebraico, Yeshua, Yahushua, alguma coisa assim. 


Eles são cães, mas, e eu? Eu sou rato e barata. Muitíssimo pior no meu caso. Sou um covarde de marca maior, ainda estou longe de ser o ex-covarde que com satisfação dizia ser Nelson Rodrigues em um texto de sua autoria. Eu acho mesmo que eu peitar outro ser humano eu acabarei esmagado, mesmo fisicamente, como uma barata imunda ou à semelhança de um rato de esgoto nojento, uma ratazana. Se eu até mesmo apanhar fisicamente de um outro semelhante ser humano tal qual a mim eu posso até sangrar, posso acabar contundido, se pelo menos o meu oponente não tiver uma faca ou uma arma de fogo, como uma barata ou um rato eu não acabarei, porque espiritualmente e moralmente eu posso até ser uma barata ou um rato, na realidade física e ontológica eu ainda sou um ser humano. Por que eu temo tanto, então?


De nada adianta eu agir tipo rato e barata. Até quando que o meu inimigo todo-poderoso para mim vai manter-me vivo, e intacta a minha toca de rato e barata? Ele só mantém o meu escondeirijo pulgueiro intacto por estratégia, o dia que ele quiser arrasa tudo o que é meu e arrasa o ser nojento, sabujo e rastejante que sou eu. Quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la, mas quem perder a sua vida por amor a mim vai achá-la, disse o Senhor Jesus Cristo. É melhor morrer pelo que é a verdade, o bem e o belo do que manter-se fisicamente vivo, no entanto, com a moral de um rato e barata em uma vida biológica de um ser nojento e acovardado que só está biologicamente vivo estrategicamente, isto é bem fato e eu acho que é bem fato que tal qual ratos e baratas talvez assim pensem aqueles são muito apegados a o que é a História ou ao historicismo em detrimento do dogma de fé divina e católica romana. Para os tais acovardar-se às circunstâncias e aos casuísmos de um determinado povo, cultura e época é a desculpa para a covardia deles.

domingo, 23 de abril de 2023

Da fraqueza à maldade

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Que todos nós, homens, somos fracos, insuficientes, de carne e osso, pó e cinza, diria o pai Abraão, isso é fato. Estamos sempre aprendendo e nos espantamos diante de certas coisas que vemos no mundo. Jesus Cristo espantou-se com a incredulidade de seus contemporâneos, sendo Ele Deus, para Deus nada é estranho, mas Cristo foi Deus feito homem. Cristo mesmo vem em nosso socorro, Ele nos compreende, Ele que foi homem e foi tentando em tudo, diz o autor da carta aos Hebreus, contudo, não pecou. Nós tememos e trememos com o nada de nossa humandade diante do que é o real, a verdade, diante do estado degradado deste mundo caído, pobres e miseráveis de nós, homens.


Contudo, o que não se justifica é a maldade. Ainda que pelo dogma da remissão dos pecados nós possamos ser perdoados normalmente pelo sacramento da penitência dos maiores pecados e malignidades por mais que em grande número nós os tenhamo-nos cometido. O que não se justifica é dar uma desculpa à covardia e à consequência dela que é a maldade que certamente tem como ponte a soberba, o orgulho. Não podemos acabar pobres diabos altivos, em um pedestal sendo malignos e na verdade covardes ou sendo patologicamente temerários comprando briga por aí por um nada.


Que vençamos o mundo com a nossa fé verdadeira que é a divina e católica romana. Que vençamos o mundo que é o sistema indiretamente inspirado por Satã, evitando assim a pusilanimidade revestida com o vício brilhante do orgulho e tendo como consequência nós nos tornarmo-nos maus, sendo a maldade uma forma de sermos braços e pés, ministros da loucura e do nada.

domingo, 16 de abril de 2023

Abriu os meus olhos

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Dia desses abriu os meus olhos, eu descobri que realmente eu sou um covarde. Abriu meus olhos de tal maneira que uma coragem, força rara me veio até ao ponto de eu ponderar que é preciso ser corajoso e não temerário, isto é, não se achar que se pode fazer tudo, não se pode correr todos, absolutamente todos os riscos. Eu pelo menos umas duas ou até três vezes já me referi aqui neste meu blog de que eu sou covarde. Mas, há uns dois ou três dias atrás diante do fato de uma mulher funcionária do Amazon Deli - Coffee Shop, um tipo de café ou restaurante ali da chique e elitista Avenida Comandante Braz de Aguiar, quase esquina com a Travessa Benjamin Constant, que fica aqui na minha cidade de Belém do Pará, capital do Estado do Pará, ela supostamente na minha opinião e dada a pelo menos uma reação dela, uma reação emitindo um som de "hum", linguagem misto de inveja, esnobação e rancor próprio da impotência feminina e é possível falta de encanto de certas mulheres que chegam ao ponto de perder para nós, homossexuais, pobres e miseráveis diabos invertidos. Gesto dela típico da disputa que existe entre nós, gays, e as mulheres na disputa pelo corações dos homens, ela estaria me discriminando injustamente por eu ser gay. Acho eu que ela estaria pensando que eu iria quiçá assediar os rapazes outros funcionários como ela ali, o que não é verdade. Não era a minha intenção. Eu só gosto de conversar e se Deus me permitir sempre conversar de forma fecunda, em busca da simples verdade. Ao longo dos dias que se seguiram eu pensei, talvez covardemente, em talvez amaciar com ela, tentar um acordo com a fulana. No fundo uma atitude bem covarde e ao estilo de um capacho que é o meu caso. Ao longo dos dias meus olhos estavam sendo preparados para se abrirem para o fato sonante e real de meu medo, de minha covardia, o mais baixo dos vícios, condenado por Deus no livro do Apocalipse onde os primeiros a serem precipitados no inferno somos nós, os covardes, os frouxos, os frangos, os "veadinhos" e mulherzinhas no pior sentido de alguém ser gay ou mulher, e não quaisquer outros pecadores que descerão ao inferno depois.


Nós, os covardes, por sermos covardes, medrosos, a gente inventa um monte de subterfúgios, desculpas, para o nosso cagaço. O último deles, que talvez até seja verdade, antes das escamas caírem dos meus olhos, foi eu dizer para uma pessoa que eu seria covarde, porque eu convivi desde criança com um excesso de mulheres em casa. Talvez seja isso o motivo de eu ser homossexual, e até de ter acabado doente mental. Em particular, provavelmente, por causa de minha mãe que tem um gênio terrível, é histérica com mania de ordem e limpeza; que sempre quis ser "o meu pai um dia", sempre disse ela. Somada à uma irmã das três que eu tenho que me parece até meio psicopata ou é só uma rancorosa cujo lugar é na geena que me odeia até hoje, brigávamos muito na infância e sobretudo na adolescência.


Mas, bom, o que se vai fazer com o que o mundo faz da gente? O mundo, um dos inimigos da alma humana junto com o Diabo e a carne. É preciso não aderir ao mundo, é preciso não aderir ao sistema esmagador do mundo, ainda que Jesus Cristo e os seus verdadeiros e grandes santos tenham sido e sejam esmagados pelo mundo, porém, a ele não disseram sim. Foram eles feitos de pano de chão velho e rasgado pelo mundo, no entanto, não incorporaram em seu ser tal condição. E por que não disseram sim e por que não assumiram a identidade ou ontologia de pano de chão? Porque tiveram coragem, o contrário da covardia, e a coragem é a mãe de todas as demais virtudes.


Eu tremendo de medo igual vara verde daquela mulher do Amazon Deli, eu me cagando, preciso ainda ter a virtude, força da coragem. Que Deus me ajude. Sem a coragem a minha condenação ao inferno é certa, visto que claramente as demais virtudes a mim faltarão para uma vida católica no rumo da santidade, fecunda, interessante, que enfrente mesmo os poderosos dentro e fora da Igreja Católica. Eu tenho um temor servil pelo alto clero que vem errando clamorosamente nos últimos sessenta anos depois do malfadado Concílio Ecumênico (também no mau sentido de ecumênico) Vaticano II.

domingo, 6 de novembro de 2022

Diagnóstico e memória: o escândalo da fraqueza mental e a coragem de encará-la

Autoria: João Emiliano Martins Neto



Ontem eu assistia à uma live no canal de O Antagonista no site YouTube, o CD Talk, apresentado por Cláudio Dantas, no qual ele entrevistou o auto-intitulado filósofo Luiz Felipe Pondé e em certa altura ali da live Dantas se referiu aos dez anos de lançamento de um livro de Pondé, o Guia Politicamente Incorreto da Filosofia, um clássico brasileiro preparatório da obsessão política em que vivemos ou a sabedoria e os bons sentimentos serem coisas de "politicamente corretos" de esquerda. Ponto para a esquerda que é mais sábia e até mais cristã. Pondé referia-se que o que teria inspirado para escrever tal livro foi um certo General George Smith Patton Jr., o qual durante a Segunda Guerra Mundial em um hospital de campanha ficou escandalizado com um pobre soldado com uma crise de nervos, enquanto dava valor a um outro soldado que perdera as duas pernas.


Pondé, autor das "narrativas" ou ideologias de direita de nossa época das fake news ou pós-verdade já que em nossa època possivelmente de uma vez por todas a civilização e a sabedoria parecem estar sepultadas há muito sob sete palmos de terra. Nem menciono a Igreja Católica que deve ser alguma coisa de uma era geológica muito pretérita ou pré-histórica ou alguma coisa de algum universo paralelo. Pondé assim não enxerga que apesar do testemunho de fraqueza lamentável que possa ser um diagnóstico de fraqueza mental, e que com diagnóstico e memória a família do próprio soldado e ele mesmo deveria diante de sua condição ter se abstido de guerrear. Caso a família do soldado não fosse cega, incompreensiva e sem memória tal qual o é a minha família e até eu mesmo, alertados que fomos por um antigo médico meu psiquiatra que alertara há muito em uma consulta acerca do limite imposto para o trabalho a quem é doente bipolar que é o meu quadro clínico. Se não se quer ser católico, é ser inteligente, é ser minimamente humano eu acho que em qualquer época e sábio o reconhecimento sem escândalo insensato e com coragem que existe a fraqueza das enfermidades mentais. É, de fato, ao se reconhecer que a cabeça pode adoecer é ser inteligente e é também ser corajoso, é ter até mais coragem e fortaleza do que o soldado que perdera as suas duas pernas, no entanto, não perdeu praticamente tudo, a começar pela cabeça, ao ser doente mental. Patton que era nada menos que um alto dignitário das forças armadas de um país importante como a América, deveria conhecer bem o mundo e deveria ter encarado sem escândalo que há fraquezas mentais, em saúde mental, isso é fato queira ou não a pessoa mais preconceituosa do mundo muito mais um chefe militar. O general que pode até ser um politicamente incorreto tosco e burrão, porém, ele era são mentalmente, devendo, então, ter compreendido a situação do pobre soldado com crise de nervos com coragem, sem uma atitude tão incompreensiva, burra, cruel e de um senso comum de uma vulgaridade digna de qualquer homem-massa - Pondé na live em um lampejo de lucidez e honestidade definiu o que é o homem-massa politicamente incorreto promovido por ele nos últimos anos - bebedor de cachaça do boteco da esquina com ideias fixas e irrefletidas. Se tivesse sido sábio o tal general, ele teria sido mais corajoso e forte, além de compreensivo e bondoso. Não encarar que os nervos de homem algum são de aço é algo que se deveria aprender em casa, mas, talvez nos lares americanos protestantes seguidores da falsa religião protestante por sua falsidade e erro o protestantismo não ensine sabedoria alguma aos seus seguidores e os falsos pastores protestantes não ensinam ninguém a ser gente que o digam os falsos pastores protestantes que eu conheci em minha vida, em minha cidade de Belém do Pará, que com uma tal burrice crassa ou maldade mesmo beirando a psicopatia odiavam-me por eu ser doente mental. O general burrão ainda reclamou, junto com o com trejeitos homossexuais Pondé, de estar no século XX. Pondé disse se lamentando na live, imagine se Patton vivesse em nosso século XXI. Pondé no século idealizado por Patton, o XIX, talvez fosse condenado a trabalhos forçados, pois ele tem um jeitinho gay que não engana. A verdade é filha do tempo, disse um sábio, e parece ser verdade. Talvez antes, nós, doentes mentais, éramos um dos tipos de gente os mais incompreendidos no passado. Foi dissipada a partir do século XX em diante a névoa de burrice sobre a nossa condição.


É possível que diante do horror máximo que é a própria guerra a prova maior de sabedoria e coragem seja a de encarar a derrota quase que máxima que é a de um homem sofrer de uma doença mental. Porém, ideólogos como Pondé e os falsos pastores protestantes mais importantes do Brasil atual, eles padecem da realmente derrota máxima que é a falta de caráter com sua crueldade para fornecerem a "narrativa" psicótica ou melhor dizendo, psicopata, para darem poder e sem nenhum pudor a qualquer chefete tosco de direita como um Jair Messias Bolsonaro e que não conseguiu nem sequer se reeleger presidente nas eleições deste ano de 2022.

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Discriminando com justiça os homossexuais

Comentário meu com relação a este vídeo aqui https://youtu.be/8nivKeeEPeU

É justo uma pessoa ser discriminada por uma orientação sexual ou seria melhor dizer, uma desorientação sexual como a homossexual ou poderia ser a pedófila ou zoofila ou qualquer outra loucura afetiva e sexual que destoe da normalidade heterossexual. Ou seja, é justo ser discriminado por causa de qualquer capricho afeito sexual que não seja a normalidade sexual e afetiva heterossexual aberta à concepção de filhos. Outra coisa é que é justo uma discriminação contra certas pessoas como as homossexuais que desonram carreiras guerreiras e de honra como a militar, é muito justo, porque o militar especialmente é um homem de guerra, vigilância e força, virtudes como a vigilância e a força e uma atividade como a da guerra que a homossexualidade deprime, porque a homossexualidade é o crepúsculo do macho que é o ser humano cuja vocação é para a guerra, a força e a vigilância.

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domingo, 16 de outubro de 2016

Filosofemas cáusticos


Eu acho a maior veadagem de todos os tempos a vitimização, dar o cu perto disso é um ato de heroísmo.

Detesto vitimização, prefiro respirar fundo, seguir em frente e pensar que bem antes eu sou um bosta inútil neste mundo.

Eu odeio vitimização, odeio, sou muito macho pra isso.

Respiro fundo e sigo em frente.

Eu devo ser alguém terrível, mesmo, como diz o Friedrich Nietzsche, por isso sofro o que sofro.

terça-feira, 28 de junho de 2016

A coragem, a sinceridade e a solidariedade contra o recalque

É preciso que o homem coloque sempre um espelho diante de si e com coragem encare quem é e como ensina o Cristianismo ame quem é, por pior que seja, a fim de que ame o outros homens, sem recalque algum, mas na verdade e sinceridade, em uma civilização e sociedade mais solidária e compreensiva diante da miséria humana tão comum e compartilhada entre todos.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Filosofia e coragem

Filosofia é coragem, é a coragem de ser o homem por excelência que é o filósofo, se a definição de homem é o animal dotado de linguagem, discurso com sentido. O filósofo não teme nem mesmo a morte, sendo-lhe somente temível o fim do discurso, ou seja, tropeçar no caminho com meros animais, isto é, humanos com máscara de homem, mas que de homem nada tem, pois não são filósofos.

domingo, 17 de abril de 2016

Nós não temos medo!


Com a graça de Deus nosso Criador e nosso tudo, nós, os brasileiros de bem não temos medo da sedução e acusação do diabo (esquerdistas).

FORA, REVOLUCIONÁRIOS! FORA, DILMA!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

A essência da coragem

Por Olavo de Carvalho

"Toda covardia é um egoísmo e uma falta de amor ao próximo. Se o sujeito é covarde, é porque ele está querendo se preservar em primeiríssimo lugar, ou seja: aconteça o que acontecer — pode cair o mundo —, ele tem de sair inteiro. A pergunta é: por que você e não o seu vizinho? Lembrando a frase de Eric Voegelin: “Toda vida humana está integrada em uma hierarquia de bens”. Isto é básico. Hierarquia de bens: este bem que eu desejo não é tão valioso quanto aquele outro. Por exemplo, a vida moral começa no instante em que o bebê tem de escolher entre a posse de um objeto desejado e a amizade com o irmãozinho, não dá para ter as duas coisas ao mesmo tempo. Sempre se tem de fazer uma escolha, e nessa escolha entra uma hierarquia de bens. Nós estamos fazendo essas escolhas o tempo todo e quando fazemos a escolha errada, em geral, é porque não nos lembramos que existe uma hierarquia, que existe o mais importante e o menos importante; [que existe] a perspectiva da vida eterna ou a limitação da vida a este espaço terrestre. Como seres biológicos, nossa tendência é defender, em primeiro lugar, nossa subsistência biológica — é instintivo. E é um valor, sem dúvida. Você continuar vivo é um valor. Por que você e não o outro? Por exemplo: há um incêndio, você vai salvar a si mesmo e deixar seu filho queimando lá dentro ou vai salvar seu filho com o risco da sua própria vida? Você terá de fazer uma escolha. O problema da coragem, no fim das contas, é apenas uma questão de [escolher] qual é o bem que você preza mais. Se você descobre bens maiores, no fim das contas a sua própria vida não tem mais importância; o importante não é conservar a vida, mas gastá-la e se preciso perdê-la em função de um bem maior, de um bem que merece ser mais amado. É só este o problema, ou seja, a covardia é uma falta de amor ao próximo, em primeiro lugar, e de amor a Deus, em segundo lugar [que morreu na cruz por nós]. [A coragem] não é uma virtude que tem em si a sua própria substância, ela deriva de uma outra coisa, ela deriva da noção do bem maior. Não se trata de se tornar mais corajoso fazendo exercícios (alguns exercícios podem ser úteis, evidentemente).

(...)

Quando fomos fazer o recenseamento escolar no sul do Estado, estávamos em quatro, e um deles era um sujeito meio — como diria o povo — boiola. A primeira vez que ele meteu o pé na lama, disse que não ia mais, que ia voltar. Vamos supor que eu fosse ele, que eu tivesse ficado desesperado porque meti o pé na lama e quisesse voltar para casa. Se eu voltasse para casa, estaria deixando os três sozinhos lá, eles poderiam precisar de mim. Ele só pensou no seu conforto, ou seja, a hierarquia de bens dele termina aí: o meu conforto acima de tudo. Isto é apenas covardia? Não, o básico da covardia é a maldade. Quando você se tornar um sujeito bom, tiver amor pelas pessoas, você cuida delas primeiro.
Hoje mesmo eu estava lembrando, está aqui a Stella Caymmi: uma vez eu estava dando aula na Casa do Estudante, no Rio de Janeiro, e de repente chega a Stella e começa a soprar na orelha de um por um (estávamos no nono andar), sem criar alarme: “Vá descendo a escada devagar porque está pegando fogo no sétimo andar”. E um por um [os alunos] foram descendo. Um sangue frio admirável. Ela poderia ter dado no pé, gritando [e pensando] em se salvar. Ela não poderia ter feito isso? No entanto, ela ficou mais tempo lá, se arriscando para que o mal não acontecesse aos outros. E a Stella não é nenhum Schwarzenegger, não é nenhum soldado da guerra do Afeganistão.
A coragem nasce do amor ao próximo, é só isso.

Então, não se preocupe em ser corajoso, pois a coragem é um resultado, não uma causa. A causa é o amor ao próximo ou falta dele."

domingo, 6 de outubro de 2013

Método da loucura

Por João Emiliano Martins Neto


Ele não pagou ao tráfico aqueles quilos de drogas apreendidos pela polícia, estava, então, marcado para perecer nas garras dos criminosos. No dia do acerto de contas como é a praxe desse tipo de mal, estava a vítima acompanhado de seu irmão e então!


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