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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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quarta-feira, 8 de julho de 2026

Gilles Deleuze, a besta "criadora" suicida

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Gilles Deleuze, a besta que para piorar suicidou-se, não teve a coragem de suportar mesmo que os mais atrozes sofrimentos, ele estava doente quando matou-se. Suicídio alegadamente motivado, segundo os que entendem de sua obra e segundo o que eu já pude entender da mesma, pela concepção vinda do ânus de Deleuze de achar que conceitos são "criados" pelo homem como se metafísica e moralmente somente Deus Senhor não fosse o de fato Criador. O homem não cria conceitos, mas por meio do pobre mundo sensível por analogia a alma humana compara entre este mundo nas circunstâncias concretas, históricas, ainda que por meio de situações as mais loucas e dolorosas deste mundo decaído, o homem analogicamente as espelha com sua alma que veio de Deus, que veio d'outro mundo, o que há de semelhanças e dessemelhanças com as qualidades de bem, verdade e beleza; Ens, Unum, verum, bonum cuja suma é Deus e compara o homem com este mundo cá de baixo que jaz sob o domínio do demônio.



E assim o homem concebe a verdade do ser adaptada ao particular da circunstância vivida pelo homem e abstrai o universal, faz ciência, finalizando com a devida ética para corrigir o mundo, se for o caso.

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Ontologia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


(todos os direitos reservados da imagem)



O real, o mais real, a verdade do mais real, do ser na minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano é que sendo tal substância, o ente algo espiritual na pessoa do Verbo divino encarnado, Jesus Cristo, como o sacrifício de um homem, a ontologia de minha filosofia, Ele que recapitula todos os seres, Ele, Jesus Cristo, em sua agonia mortal no horto das oliveiras, manietado como um bandido, flagelado, coroado de espinhos, negando-se a Si mesmo (kenósis) em sua inocência e potestade divina ao carregar a Sua cruz e enfim supliciado em uma cruz, tal ontologia, toca todos os seres, até porque Jesus Cristo é o Criador, ao ponto de no suplício da cruz Jesus Cristo fez as suas criaturas reagirem de alguma forma: o céu que escureceu, as pedras que fenderam. Decerto que os animais que se calaram, os anjos que colheram em cálices, tristes, o Seu sangue precioso, no inferno os demônios e os homens perversos de todos os tempos e lugares que estremeceram. Os justos no limbo dos patriarcas que decerto que tiveram um ressoar ali de sua libertação para verem a Deus, finalmente. O Ser par excellence, Jesus Cristo, é o que subsiste em todos os entes em seu trono e trono da cruz da mais esmagadora derrota, humilhação para os podres poderes humanos de todos os tempos e localidades para que nenhum sofredor se escandalize.

quinta-feira, 30 de abril de 2026

O Ser incontornável

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


(todos os direitos reservados da imagem)



O Ser incontornável mostrou-se patente em Jesus Cristo onde Ele parecendo estar largado no mundo, o Dasein heideggeriano ou estar votado ao nada, à morte, o ser-para-a-morte, também do nazistóide Martin Heidegger, mas Jesus Cristo foi fiel ao Pai em sua agonia mortal no horto das oliveiras dizendo que se fizesse a vontade do Pai e não a Dele, pois antes pediu que lhe fosse passado o cálice do vinho sem mistura da ira divina atiçada pelos pecados dos homens que Ele deveria beber até a última gota. Diante no nada da morte na cruz, o instrumento de punição cruenta dos dissidentes do poder tirânico humano da época, o ser-para-a-morte do nazistóide e dos incrédulos, se Jesus Cristo recitou o salmo que questiona Deus o porquê Dele tê-Lo abandonado, em seguida entrega ao expirar o seu espírito realmente livre e existente ao Pai, os incrédulos têm apenas um espírito de porco.



O Ser incontornável dá-se no Cristo Jesus, Ele mesmo o Ser possibilitador dos entes e entregou-se à morte pela salvação dos entes humanos tornando-se o Ser, o Cristo Jesus, um ente ordinário em sua encarnação fazendo a eternidade vir ter no tempo, ínfimo período na eternidade que faz uma besta covarde como um Benedito Nunes capitular, desistir para viver o tempo de sua porca vidinha mortal cuja anti-ontologia hibernava a sua falsa consciência para idolatrar alguma coisa, uma entidade contingente, criada, que não poderia por si dar-lhe a verdade como o Ser incontornável, Deus, poderia dar-lhe, a besta Benedito Nunes quis contornar o Ser tornando-se o escolástico de ideologias funestas do século XX, o ideólogo de tiranos cegos para a ontologia, para a realidade enquanto realidade, o Ser, cuja substância é o espírito feito carne na pessoa de Jesus Cristo que é o ponto arquimédico da minha filosofia espiritualista meta-histórica e dialética platônica e agostiniana.

sexta-feira, 17 de abril de 2026

O "Nada"

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





O "Nada", entre aspas, é o Super-Ser. É na verdade o Ser, o infinito, não determinado, é a substância mesma divina ainda que paradoxalmente seja determinada nas três pessoas divinas do Pai, Filho e Espírito Santo do cristianismo, nada é mais indeterminado na revolução cristã do que a determinação familiar do verdadeiro Deus inefável que Pai, Filho, Espírito Santo sendo o filho concebido no seio da Bem-aventurada sempre Virgem Maria. É um "Nada" para as toupeiras com catarata como o Pauno Bundadelli (Paulo Ghiraldelli Júnior) que é a besta pragmatista sofística das narrativas ou para Friedrich Nietzsche, o bipolar (eu também sou bipolar), sifilítico terciário e com CADASIL, traidor intelectual com sua vontade de poder psicopatológica ou para um Samuel Câmara, o pelo menos suspeitíssimo de ser uma lavadeira de capitais e evasor de divisas, charlatão, muito mais um filho da puta inominável, pavão de densa plumagem do baixo secretariado do anticristo,  porque chefete de uma pocilga mequetrefe neopentecostal, mais bandido comum do que um heresiarca protestante, coronelzinho vulgar neopentecostal de cidade grande da periferia do mundo.






Para os filhos da puta supracitados e para tantos outros semelhantes é um "Nada", é treva o sol do Supra-Ser e Ser, o Bem, cristão, porque ofusca as suas reais trevas, a grave depravação que os assola semelhante à grave depravação que assola-me enquanto homossexual, pois para nós corruptos é preciso calarmo-nos como os pretensos filósofos de Platão até o advento de Olavo de Carvalho e um René Guénon precisam calar seus rótulos, estigmatizações, estereótipos, precisamos fazer silêncio para compreendermos não que a razão não possa ser um excelente chão, pois um Platão, Sócrates, Aristóteles,  Santo Agostinho,  sobretudo Santo Tomás de Aquino não são de jogar-se fora. Calo-me eu, pois há o heterossexual no meu caso homossexual ele que contribui por via carnal para a encarnação de uma nova gloriosa pessoa humana, pessoa que gesta ou não, imagem e semelhança do Super-Ser ou Ser não acabando tudo em uma ejaculação estéril anal ou bucal invertida. Precisamos silenciar diante do Pleno, do infinito, do interdeterminado, o Bem que parece o mal para a pobre finitude: homossexuais e demais LGBTs, Samuel Câmara, Friedrich Nietzsche, Pauno Bundadelli que querem ludibriar, trepar, roubar, matar, destruir monumentos reduzindo-os à pessimidade que são as ruínas com bosta e sangue que são as suas porcas vidas.



Mas o talvez autointitulado Papa Leão XIV é um FRACOTE, de fato, junto com os talvez autointitulados papas desde a morte do gloriosíssimo Pio XII, porque subscreveram as heresias crassas do conciliábulo Vaticano II. Mas o Pastor Angélico (Pio XII) foi mais um defensor da institucionalidade católica, um quase Brahman, do que advogado de pobres entes manifestos como os judeus.

terça-feira, 14 de abril de 2026

Teologismo e revelacionismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Chamo de teologismo e revelacionismo a estar aferrado à uma separação rígida entre a filosofia e a teologia junto com a revelação o que não permite ver a evidência da pessoalidade, paternidade, o design inteligente de Deus ou do Ens (ser) que sustenta os entes até porque sem tal Luz e por primeiro por meio de tal Luz vemos a luz, o que há de luz nas coisas ordinárias e iluminando as trevas. Trevas, luz das entidades possibilitadas pelo Ens. Os entes e criaturas podem ser desnecessários, não raro desvia-nos do Ens por suas deformidades. Com tais entes o que temos é um mundo falso, perigoso que o diga a influência demoníaca nefasta renegada até o fim catastrófico pela falsa ciência moderna, decepcionante de homens conforme a limitada episteme. A conclusão que eu cheguei depois de uma pesquisa que fiz na inteligência artificial do Meta do WhatsApp sobre o ontologismo dos padres Vincenzo Gioberti e Antônio Rosmini onde concluiu-se que o Ens, o ser ou Deus, que para Gioberti permite em sua luz, a Luz que Ele é - veja alguma determinação aí - vermos a luz, a verdade que há nos entes, nas coisas ordinárias, seria tal Ens impessoal e vazio, porque indeterminado, diz a inteligência artificial. Mas só o é assim por um estranho apego a um rótulo mental, à uma ideia que não faz jus ao Ens que é o próprio Ens, o infinito e nós, os ordinários entes, temos algo dele em nossa miserável finitude decepcionante, limitada e até tirânica finitude, em nosso humanismo totalitário no limite.

domingo, 15 de fevereiro de 2026

Gnosticismo ou nada

Autoria: João Emiliano Martins Neto 



Gnosticismo ou nada. Sem gnosticismo só há o império dos meios, a verdade, o ser que é Deus, causa incausada sempre houve e afeta os nós, entes, sabendo nós acerca da verdade ou não ou havendo ou não os entes: dos anjos passando pelos homens e as bestas alimárias até as partículas subatômicas.



Se eu bem me recordo de uma aula sobre Sócrates, O Projeto Socrático, de Olavo de Carvalho, o glorioso mestre gnóstico incubado medroso de perder o Pix da plateia de cristãozinhos jumentóides, haveria um nexo intuitivo, propriamente gnóstico (conhecimento por presença, por exemplo), no velho silogismo concluído com a sentença de que Sócrates é mortal, pois, se eu recordo-me do que disse o glorioso, haveria um logicismo ou uma fraseologia de premissas infinitas se não se enxergasse que o exemplo dado de Sócrates ser homem, portanto, realmente viu-se: Sócrates por ser homem é mortal, o que para Olavo de Carvalho o gnosticismo dele é uma revolução nos manuaizinhos das bestas ilógicas especialistas na tal da lógica ou a perda de tempo ou arte de enlouquecer de querer que o real caiba nas sentenças possíveis logicamente caberem na cabeça humana por meio dos manuaizinhos.





Gnosticismo ou nada. Porém um gnosticismo metodológico, nuançado, de quem quer enxergar a cova aberta e não somente vê a pá que permite cavar a terra. Não me refiro, e nem Olavo de Carvalho referia-se, ao falso gnosticismo condenado pela Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana que condena a criação como má isentando o pretenso pobrezinho homem de suas culpas sonantes.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

O ser instituinte

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Coleções de entes por si mesmos nada são, eles são ridículos. É o que deu para notar naquele pretenso padre, Frei Tiago de São José, reclamando dos padres da Fraternidade Sacerdotal São Pio X cansados e não raro seduzidos pelo mármore de um cristianismo eclipsado do Vaticano com razão de sobra em vias de por estado de necessidade sagrarem novos bispos à revelia da Roma atual sal sem sabor, que perdeu a fé, aderiu à heresia desde o conciliábulo Vaticano II. Ele disse que os padres estavam com um tal "espiritualismo", pois rezaram e refletiram para a decisão da em tempo póstera sagração de bispos. Ué! E religião, ainda mais se for a cristã, não é coisa do espírito ou do Santo Espírito, o Ser que é instituinte e sustenta existindo os entes, instituições, deste mundo nem que seja um boteco de esquina onde não raro impera o espírito de porco?



O sujeito quer a obediência pela obediência ao seu totem. Ele é um idólatra. O ser é no ente, mas o que é um ente sem o ser instituinte, criador, mantenedor, que o sustenta no ser? É uma vacuidade panteísta, humanística, totalitária, monstruosa, é o deus mortal Estado, é uma besta nos seus mais espertos ainda assim desconhecendo os seus limites, porque cegos pelo príncipe deste mundo, incendiados pelas más paixões, por causa de sua incredulidade.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Olavo de Carvalho e o desespero do mundo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Olavo de Carvalho padecia do desespero do mundo. Desespero em relação desde a Deus até os animais como no chimpanzé, segundo ele, capaz de aprender lógica e bem antes no homem, para Olavo, incapaz de com lógica e pensamento expressar o real como no caso de poder dizer o homem o porquê de outro homem estar triste. No desespero de Olavo de Carvalho quanto à coletânea mundana, não que Deus inclua-se em algo mundano, até os mencionados chimpanzés pensariam.



O Papa Bento XVI, in memoriam, dizia de gnósticos como Olavo de Carvalho que eles sofriam do desespero do ser. Eu digo: os gnósticos padecem do desespero do mundo, nomeio logo os entes, possibilitados pelo ser ou o Ser que é Deus que os criou e sustém por amor e misericórdia, porque o louco e ou charlatão, mas genial Olavo de Carvalho falava muito de realidade, mas o que é a realidade sem a coleção que a expressa desde Deus, a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana até ao homem com a lógica que o abrange, o pensamento que de alguma forma cogitante o expressa, a linguagem, nem menciono os animais que para Olavo de Carvalho, mormente os chimpanzés, são uma caricatura grotesca, e as bestas alimárias prestam-se muito a isso, de tudo que há: vão aí os meios de expressão humana, o pensamento, a linguagem que aquele gago Ernesto Araújo, ex-chanceler brasileiro da época de Jair Messias Bolsonaro, reclamar que sem pensamento, linguagem a verdade fica humanamente inviabilizada e Araújo teve o azar de ser aluno do charlatão gnóstico genial Olavo de Carvalho, este que ao fim e ao cabo nos meios de expressão do real, parte do real, parte do ser, parte do mundo, "gnosticando", desesperava do ser, desesperava do mundo assombrado pelo seu único falso deus por ele temido e crido: o demiurgo.



Vade retro, Satanás (Olavo de Carvalho)!

segunda-feira, 13 de outubro de 2025

A metafísica vive!

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Círio de Nossa Senhora de Nazaré (todos os direitos reservados da imagem supra)



Ontem, dia 12 de outubro do ano de Jesus Cristo de 2025, foi dia do Círio de Nossa Senhora de Nazaré aqui na minha cidade natal de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará, e apesar do isolamento de uma cidade como a minha que além de ser latino-americana para piorar é amazônica, mas eu aposto que pode irradiar-se muito longe para dar um gás a quem seja inteligente e por isso indispensavelmente piedoso para perceber que a metafísica vive!



Vive a metafísica para quem tem olhos de ver com o Círio de Nossa Senhora de Nazaré, sobretudo quem não se deixa vencer pela perversão da falta de fé divina e católica apostólica romana. Vive a metafísica que realiza-se realizando o homem no espraiar-se do bem que cala o charlatanismo de um Benedito Nunes, cala o auto-engano das tais narrativas ou discursos sofísticos niilistas, agnósticos preguiçosos, pragmatistas de fato de quem não se dispõe a buscar a verdade e ou sendo animaizinhos poodles, pugs do demônio e de psicopatas neste mundo manipulam com discursos a realidade que é o que é o narrativismo pós-moderno.



Ao contrário do que queria o nazista a vida inteira, Martin Heidegger, o Ser que é o SENHOR Deus e que não nos largaria a nós mesmos em um Dasein neste mundo a crer-se que é veraz a revelação cristã substanciada por algo tão magnífico como o Círio de Nossa Senhora de Nazaré. Heidegger que queria tirar Deus da metafísica para por no lugar do Ser ou para encarná-lo o espírito hegeliano com bigode o Führer (Adolf Hitler), se não mentiu sobre Heidegger o grandioso mestre e vigarista em tudo na vida dele que foi Olavo de Carvalho.

quarta-feira, 23 de novembro de 2022

Satanás e os filósofos

Autoria: João Emiliano Martins Neto




Satanás, se se entende por Satanás um ser que disse para Deus, non serviam, ele emancipou-se de algo qual o divino que é a possibilidade mesma de tudo o que há, seja visível, seja invisível. Satanás para o qual o serviço e culto a ele está acima de tudo, isto é, está acima de tudo o serviço à natureza, podendo ser tal natureza o homem. Homens malignos a exemplo dos políticos corruptos tem tal ideia realmente satânica que é o próprio triunfo da vontade. Ideia satânica que se põe acima de qualquer consideração de infinitude e metafísica, então, pode-se dizer que Satanás coloca ideias nas cabeças dos filósofos para que não sendo mais a Filosofia serva da Teologia, então, que os filósofos coloquem a razão acima de tudo, fazendo-a não raro descer ao irracional ou à cegueira. Isso ocorreria na questão da ideia de ser ou do ente quando da emancipação da Filosofia em relação à Teologia. Segue-se que ser ou ente torna-se algo vazio e não na verdade o que é o correto que é ser ou ente ser uma ideia de algo muito cheio que é o caso de Jesus Cristo, o homem-Deus, e aí entra bem a Teologia no papel de senhora da Filosofia, em quem o que é o ser e a humanidade tem parte inseparável com Deus e tal ser é algo além de humano ou natural, é também divino.


Ou seja, em Cristo, ou antes na Filosofia propriamente dita, o ser predica tudo, é o conceito, todavia, em Cristo não é algo evanescente ou um nada, já que predicaria tudo e mesmo predicaria o nada ou o mal. Em Cristo neste mundo visível é algo o ser ou o ente concretamente e de forma eminente é o ser ou o ente algo humano e é algo divino pela encarnação do mesmo Cristo. Se mesmo o nada e o mal tem sua predicação no ser e isso esvaziaria, supostamente, a ideia de ser e ente, contudo, é uma predicação de forma negativa da mesma forma como nós, homens, e o Cristo disse e dizemos sim e não em nossas vidas eventualmente para evitarmos o mal ou por ser um simples não para coisas que não nos convém no momento.


Satanás agirá sempre nos filósofos dizendo que a questão da Teologia e da Igreja Católica é só dogma ou é disputa por poder, é questão ideológica. A miséria de Satanás e de quem o segue na Filosofia ou fora dela é a questão do império de um modernismo cartesiano sofístico, nada filosófico, no qual se quer convir que pensar é condição para existir, isso é algo estranhíssimo. A presença do que existe pode realmente impor-se até de forma dolorosa diante do homem como o ladrão que surpreende alguém para assaltá-lo, independentemente se o homem sobre ele pensou. Tal miséria se dá pela vontade desordenada e da disputa partidária por poder querendo fazer triunfar a mesma vontade desordenada sem nenhum pudor ou por causa de uma ignorância crassa.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Olavo de Carvalho, o filósofo?

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Aqui dou uma espécie de advogado do diabo, diante de tantas excelências humanas, e defendo que Olavo de Carvalho seria um filósofo, sim, ao meu ver, até a parte que li de sua obra.




domingo, 2 de dezembro de 2018

Gratidão!

Autoria: João Emiliano Martins Neto



Aqui agradeço a Deus, demonstro gratidão a Deus por mais um ano de vida, hoje completo a minha quarta década de vida. Espero que goste da postagem, meu caro leitor.


sábado, 6 de outubro de 2018

Deus como fundamento do ser

Autoria: João Emiliano Martins Neto

No mais íntimo, idéia de Santo Agostinho diante de um mundo que desmoronava em sua época: o Império Romano, particularmente e não exteriormente, a verdade, o absoluto, aquilo que é, o Eu sou: Deus, o ser é uma pessoa e pessoa divina, Deus reside nos íntimo de todas as coisas, primeiramente nos anjos e logo depois nos homens.

quarta-feira, 22 de março de 2017

O ser de esquerda ou o homem de esquerda

Karl Marx, o Olavo de Carvalho da esquerda
Ser de esquerda, mesmo que falar em ser pareça ser um luxo liberal e burguês de direita de gente que prefere nunca mais voltar para resgatar os seus outros companheiros escravos na caverna platônica do pecado ou da ignorância, mas em termos de definição e aprendizado, ser de esquerda é ser homem, é ser propriamente homem, artífice, artista ou ainda filósofo. Já comecei, então, a identificar o que seria ser de esquerda com o homem de esquerda, logo, o ser parece ser a própria ética do homem de esquerda no mundo. Então, ser de esquerda, seria ser propriamente humano, isto é, alguém que como os deuses tem-lhes o fogo roubado do Eterno, por Prometeu. Ser de esquerda, o homem de esquerda, é alguém que comeu do fruto proibido no Éden, mas ainda que não sendo imortal como os deuses, têm-lhes como que algo que é o de ser filósofo, como dito, é o conhecedor de bem e mal, artista e artífice, esse seria o esquerdista e isso seria, por fim, ser de esquerda, ao meu ver pessoal.

segunda-feira, 20 de março de 2017

Um adendo ao ex-gay e o descrente

Acho que postei algum texto neste meu blog Crassus Philosophus, ou em alguma outra rede social, falando acerca do erro de dizer-se que haveria uma natureza homossexual. Ora, caros leitores, eu mesmo retornei à esquerda e venho aprendendo, na busca - com a graça de Deus - de uma sabedoria acerca das questões politicas, que a esquerda ressalta, o que é muito real, algo de irracional, de inacessível à pobre humana capacidade de inteligir, pois não somos como os deuses, só Deus - ensinavam os filósofos gregos clássicos antigos - é o sábio, é onisciente, sabe tudo, nós, homens, podemos ser apenas filósofos, somos sempre aprendizes do princípio ao fim. Ora, caros amigos, então, nada justifica na tradição esquerdista de crítica e desafio ao que seria apenas o status quo de homens ávidos pelo poder, que justo a esquerda defenda uma tal bandeira de apoiar-se em um tal conhecimento cabal, como que digno de deuses, no que tange à uma tal natureza do real, no que se refere à homossexualidade, quando parece evidente que onde há natureza homossexual, se um gay ou uma lésbica não têm em suas naturezas físicas, de fato, anatomo-fisiológicas, também genéticas, uma como que constituição ao menos híbrida, porque segundo às suas fantasias sexuais? Ora, um homem gay não tem o que os gays popularmente chamam de "cuceta", ou seja, uma mistura jocosa de ânus e vagina, assim como o clítoris ou o famoso grelo da vagina de uma lésbica, por maior que seja, não se compara e não funciona como um pênis de um homem para penetrar, dar prazer e fecundar à outra fêmea.

A esquerda, com razão, vê uma crítica, vê um limite para o humano saber, para o humano acesso à verdade do ser, e por isso não perde tempo em defender os pobres e proscritos como os gays ou encarcerados ou as prostitutas, contra uma concepção quase ou senão exatamente como que iluminada da parte de conservadores de direita que achando-se como que deuses, os verdadeiros sábios, tendem a ser capazes de discriminar e alijar dos meios de ação, do poder, alijar do convívio social, à todos aqueles incapazes de estarem à altura do mundo. Porém, a esquerda gayzista radical erra ao defender uma tal natureza gay, evidentemente para mim absolutamente fantasmagórica no que os psiquiatras dizem que os homossexuais sofrem mais ou menos de um delírio alucinatório. Defende a esquerda atual, uma como que natureza LGBT, quando não há, porque o que aparentemente há é que vemos, machos e fêmeas da espécie humana, se têm tendências homossexuais, com idéias sui generis, invertidas com relação à própria sexualidade, em choque com o próprio corpo e em choque com a afetividade humana e animal complementar, oposta, mas complementar, ou seja, macho e fêmea e vice-versa.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

O que é o meu Socialismo e Comunismo


Eu pessoalmente não gosto muito do Capitalismo, porque as relações humanas ficam muito mais condicionadas ao ter e não ao ser, eis o que é para mim o meu Socialismo ou Comunismo. Imagino eu com minha amada namorada em uma pracinha de minha cidade a namorar e seu não tiver uma flor para oferecer-lhe, mas somente uma poesia que escrevi como quem dá a luz a um filho não serei tão querido pela minha namorada.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Conselho às lésbicas e aos gays

Caros amigos gays e lésbicas,

Permitam-me propiciar-lhes uma obra de misericórdia espiritual, como manda a Santa Igreja de Roma, ao dar-lhes o conselho que se segue infra.

Ei-lo. Sejam filósofos, caríssimos, tenham uma bíos theoretikós, ou seja, uma vida dedicada aos estudos que seria, segundo o Filósofo (Aristóteles) a mais alta realização e glória humana.

Ou seja, caríssimos, sejam o homem do amor, o amante, pois o filósofo é alguém que contempla, é alguém como em um templo, como em uma Igreja, embevecido e venerante ama ao querer e aprender que tudo o que vê naquele lugar seja o que é para sempre, não acabe por ser perfeito e acabado como o são, porque se forem outra coisa serão destruídos.

A Filosofia para além de nossa incultura atual do descartável, do consumismo, eis que é uma incultura do útil e do hedonismo, a Filosofia é inútil, sim, é inútil, pois não se presta a modificar as coisas, mas contemplá-las, amá-las, quer saber o que são, fora isso o que há é a violência querendo calar a boca do discurso do ser que diz que gays ou lésbicas SÃO machos e fêmeas, é o que eles SÃO e que o homossexualismo lhes é uma violência ao mergulhá-los no não-ser do pecado da homossexualidade em vista de fúteis caprichos e preferências pelo mal e pelo impróprio.


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