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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho
Olavo de Carvalho " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...
segunda-feira, 27 de julho de 2026
Uma antifilosofia
sábado, 25 de julho de 2026
Um anão sofístico
segunda-feira, 20 de julho de 2026
Contra o materialismo (marxista ou qualquer outro)
Contra o materialismo marxista ou qualquer outro. Ora, o esquerdismo que tem como base sofística o materialismo, além de ser a doença infantil do comunismo segundo o próprio Lênin, só uma besta é materialista de pensar uma matéria sem forma e assim erigir uma metafísica anti-metafísica, negando a metafísica quando se monta um aparato idealístico metafísico baseado em algo como a matéria que precisa de uma forma para ser reconhecida como tal como a alma, a abstração, as ideias e seu mundo de modelos lá em cima ou em Deus, a verdade das coisas de tudo o que há neste mundo cá embaixo, segundo Platão, ou a partir dos entes ordinários deste mundo sensível, segundo Aristóteles e Santo Tomás de Aquino, em analogia do ente rumo a Deus e não na bestialidade concretista material seja no sexo, comida, dinheiro, dominação física política por meio das armas, os meios de produção.
segunda-feira, 13 de julho de 2026
O perigo espiritualista
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| O anão disforme de Königsberg |
quinta-feira, 9 de julho de 2026
Olavo de Carvalho, a besta gnóstica concretista
Olavo de Carvalho, talvez inspirado pela besta humanista Mário Ferreira dos Santos junto com a gnose olavista, era de um concretismo bestial, junto com Mário Ferreira dos Santos. É evidente que toda a prática humana basear-se-á em um idealismo, em um abstracionismo e não no casuísmo, no suborno ou até chantagem de uma circunstância qualquer desconexa por mais dolorosa que seja que o diga os mártires que derramaram com angústia e dor insuportável o seu sangue pelo tal "abstracionismo" das "ideias cristãs". Mas Olavo de Carvalho era mais um idiota brasileiro, portanto, um católico de IBGE. Neste sentido pode-se dizer, sim, a burguesia, a Igreja Católica, a Maçonaria nas quais os seus membros mais eminentes, capazes ou até sortudos em um dado momento propício reuniram-se para fazer algo e agiram ou até uns dois ou só um deles genial agiu e venceu, mas em nome, sim, de um ente ideal, abstrato, porque só uma besta não consegue apreender a essência, o universal depois do trabalho no particular, individual, mesmo que de um dado aparentemente solto.
A gnose de Olavo de Carvalho era tão, tão, tão acentuada que no afã de livrar-se de clichês como ideias, universais abstratos e semelhantes, ele acabou burro a fim de "presentificar", segundo a "ideia", o universal abstrato no fim das contas do conhecimento por presença dele. "Presentificar" o real para sentir a aspereza do real, porque a até chantagem, suborno de circunstâncias concretas podem ser acessíveis a um só indivíduo, mas a dois ou três ou mais indivíduos só a "ideia", "hipostasiada" daquela coisa é que é acessível a mais gente. O homem é um bicho metafísico até ao fim.
quarta-feira, 8 de julho de 2026
Gilles Deleuze, a besta "criadora" suicida
quarta-feira, 17 de junho de 2026
O filósofo: o metafísico e o ontológico
terça-feira, 16 de junho de 2026
Um filósofo para adolescentes
quinta-feira, 28 de maio de 2026
Filosofia inorgânica, metafísica de galinheiro, ontologia de bosta
terça-feira, 19 de maio de 2026
A minha filosofia
sexta-feira, 15 de maio de 2026
Uma dialética da retidão
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025
O escravo Aristóteles
Autoria: João Emiliano Martins Neto
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025
O desastre gnóstico de HEGEL - Olavo de Carvalho
terça-feira, 28 de janeiro de 2025
Tradições de homens, rudimentos deste mundo
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Tradições de homens, rudimentos deste mundo é que o que caracteriza os perigos da filosofia sobre os quais fez alerta o divino Apóstolo (São Paulo) aos cristãos de Colossos e realmente é tradição humana, é um balbuciar mundano, rudimento para uma certa ideia de razão que não permite que nada lhe escape, a pequena razão humana, a razão que é tão poderosa em Platão para chegar às verdades eternas, para chegar ao mundo das ideias, para chegar aos universais seja ante rem em Platão ou in re em Aristóteles, os universais o um de cada coisa individual que torna os indivíduos dispersos mas identificáveis como pertencentes à gêneros e espécies até chegar a Deus que é único em seu gênero
A filosofia pode degringolar em uma razão sepultada em si mesma sem o absoluto, valendo-se só de si mesma e como o caipira ou ímpio irreligioso que não quer venerar nada que lhe exceda caso a razão prescinda do referido absoluto, perdida a filosofia exatamente em tradições de homens, rudimentos deste mundo, acabou assim aquele idiota Olavo de Carvalho que idólatra, revoltado, certa vez, disse que não é para a religião mandar na pretensa filosofia de um autonomeado filósofo.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2025
Doutor Filício Mulinari, sifilítico terciário e cabo eleitoral de Lula
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Filício Mulinari é um doutor em filosofia que neste vídeo aqui ele talvez mostra que ele estaria com a sífilis terciária, já subiu para a cabeça dele, o Doutor que deveria ficar internado em hospícios como eu também fiquei internado em hospícios, eu que sou doente mental da mais alta gravidade. Ele estaria sifilítico como aconteceu com o provável sofista favorito dele, Friedrich Nietzsche, o filósofo para adolescentes, segundo dizia o bandido Olavo de Carvalho e grande filósofo que introduziu a gnose na filosofia ao bem fundamentar o fim do conhecimento racional pelo intuitivo o que pode livrar o estudante sério de filosofia da caverna tenebrosa de fenômenos de Immanuel Kant que em uma noção espúria de razão humana e apegado ao engano dos sentidos fecha o homem em uma jaula que não o permite acessar as essências, as substâncias, o ser, a verdade, o real, a coisa em si. A tal filosofia brilhante de Olavo de Carvalho que suprime o conhecimento racional pelo intuitivo pode livrar os alunos de mediações espúrias como gente como o tal Doutor Filício Mulinari, professores brasileiros universitários doutrinadores de esquerda cabos eleitorais de Lula que ainda é Lula da falsa esquerda que sempre deu aos banqueiros os maiores lucros da história do pobre Brasil, a exemplo dos dois primeiros mandatos de Lula e ainda agora no terceiro mandato o Sapo Barbudo enviou um tal ajuste fiscal tão draconianamente capitalista selvagem que até os delirantes da direita bolsonarista deram uma desidratada no projeto no Congresso Nacional, porque ninguém é de ferro, por mais que um político seja de direita, a serviço sempre das classes dominantes, ele precisa dar umas migalhas ao povão que votou neles. Olavo de Carvalho, negacionista da sindemia de Covid-19 que morreu de Covid-19, porque não quis se vacinar e fez a cabeça do Bozo (Jair Messias Bolsonaro) para que ele não comprasse vacinas, para que o presidente fosse contra os lockdowns e quarentenas e o uso de máscaras, além de promover aglomerações na época da sindemia.
terça-feira, 19 de novembro de 2024
Platão e o erro do conhecimento sensível, empírico
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Platão ensinava o erro que há no conhecimento sensível, empírico e defendia o conhecimento por via racional para acessar a intelegibilidade real, o mundo das ideias ao contrário do vigarista a vida toda que foi Olavo de Carvalho, o qual, gnóstico como o cão, queria o fim do conhecimento racional em prol do conhecimento intuitivo, diria um nazifascista extremista chamado Rafael Queiroz mas eu concordo com ele que não somos nós, homens, anjos, para uma compreensão intuitiva e sim dedutiva conduzidos por princípios quando não perdemo-nos na indução induzidos ao erro por nossas próprias paixões, ignorância, maldade. Olavo de Carvalho gnóstico pensava contra o pensamento e usava a razão contra a razão assim como os catáros e albigenses gnósticos no século XIII resolveram por fim ao casamento e a geração de filhos, pondo fim, matando mulheres grávidas. Há algo superior à razão como a fé e a divina revelação em Santo Agostinho, mas, por favor, passando pela razão e também passando pela sensibilidade corpórea não deixando-se enganar com ela como os gulosos ou os desordenados sexuais, Olavo de Carvalho queria um salto sem passar pela razão rumo ao nada que não era a fé e nem a revelação no agostinianismo, isto é, no cristianismo, era apenas o pesadelo causado pelo demônio disfarçado de demiurgo, o falso deus dos gnósticos, ao qual servia ao combatê-lo, ou ao qual o temia Olavo de Carvalho.
Mas, voltando a Platão e o erro do conhecimento sensível, empírico é interessante na impulsividade meio que louca, a falta de uma real e concreta liberdade para dizer sim ou não das pessoas contingenciárias ou contingenciadas envolvidas com tudo o que são bens meramente passageiros, as questões econômicas, o mundo meramente estético, estetizante: sem substância, pragmático, o pobrezinho estetizante artista de teatro esperando o aplauso de uma plateia ignara e que não raro o despreza profundamente ainda mais se for uma plateia brasileira reacionária diante de uma elite que é ralé esquerdista. É patente a chamada cultura do descarte de que fala o Santíssimo Padre Francisco I, o reducionismo de quem vive só de pão e não também da palavra que sai da boca de Deus.
A razão que acessaria o mundo das ideias, segundo Platão, como a ideia do bem que no cristianismo mostrou-se tal bem ser Deus, o sumo bem e digno de ser amado sobre todas as coisas, ante uma poeira desconexa de bens passageiros. A razão diante do que é empírico, sensorial é guiado no fim de tudo pela razão que contém a ideia do bem, que contém a ideia dos universais que para Platão é ante rem, vem a ideia das coisas antes das coisas ou que para o cristianismo estão contidas as suas ideias na sabedoria divina segundo uma cristianização do platonismo.
O erro do conhecimento sensível, empírico pode se dar perenemente, quando é uma atitude de boa fé que chega a ser inocente como uma criança, na sincera busca de quem se diga filósofo, o filósofo tem muito de criança porque ele simplesmente na real ignora e quer saber, pelo esclarecimento quando parece sinceramente que não bastaria conformar-se a um mar de obviedades ou o que é o sensível e empírico, o que é o senso comum que é o sofisma da ralé de gente em sua zona de conforto semelhante aos idiotas atenienses com os quais Sócrates tinha paciência de dialogar, o que é o sensível, empírico com o nome de senso comum, mar de obviedades, neste sentido o primeiro passo de todo filósofo é platônico, é socrático todo filósofo pode dizer de si mesmo: sou um platônico, sou um socrático, o próprio Aristóteles com todas as divergências que tinha do seu mestre, à semelhança do a meu ver erro aristotélico de dizer que os universais a ideia que se tem das coisas partem das coisas mesmas ou in re caindo no erro do conhecimento sensível, empírico, mas era Aristóteles que dizia do seu grupo não como os peripatéticos ou a galera do Liceu e sim como "nós, os platônicos".
segunda-feira, 11 de novembro de 2024
Bibliografia básica para a dialética platônica e agostiniana
Autoria: João Emiliano Martins Neto
1) Fedro (dialética platônica com relação à segunda navegação).
2) Cidade de Deus (terceira navegação agostiniana).
3) Sobre o livre arbítrio (Santo Agostinho).
4) Confissões (sobre a terceira navegação de Santo Agostinho).
Algumas notas sobre a minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Já que a minha filosofia pretende usar as dialéticas platônica e agostiniana, quais seriam as relações entre as duas dialéticas?
1) Busca pela verdade: Tanto os pré-socráticos quanto Platão e Santo Agostinho buscam a verdade, embora em contextos diferentes.
2) Transcendência: A Segunda Navegação e Platão e a Terceira Navegação de Santo Agostinho envolvem a transcendência da razão humana o que já desde a atividade filosófica de Sócrates na pesquisa dele sobre se estaria certo o oráculo de Delfos de que ele era o homem mais sábio de Atenas, as questões de Sócrates para com os seus concidadãos ocasionava um renascimento da alma, porque não a fechava na razão humana onde parece-me que reside no limite a opinião humana e não a verdade revelada pelo deus de Delfos.
3) Influência do Platonismo: O pensamento de Platão influenciou significativamente a filosofia cristã, incluindo Santo Agostinho.
4) Evolução da Busca: As Três Navegações de Santo Agostinho podem ser vistas como uma evolução em busca pela verdade, iniciada pelos pré-socráticos e continuada por Platão.
Em resumo, embora as "Navegações" tenham contextos diferentes, é possível identificar relações entre elas, destacando a busca pela verdade, transcendência e influência do platonismo na filosofia cristã.
As "Navegações" de Santo Agostinho:
1) Primeira Navegação: A conversão de Santo Agostinho ao Cristianismo, que ocorreu após uma longa busca espiritual e filosófica.
2) Segunda Navegação: Seu desenvolvimento teológico e sua luta contra as heresias do seu tempo, como o Maniqueísmo e o Pelagianismo.
3) Terceira Navegação: Sua profunda reflexão sobre a natureza de Deus e a humanidade, expressa em obras como "Confissões" e "A Cidade de Deus".
As "Navegações" na filosofia grega e em Platão:
Primeira Navegação (Pré-socráticos)
a) Busca pelas causas fundamentais do universo.
b) Interrogação sobre a natureza da realidade.
c) Filósofos como Tales, Anaximandro e Xenófanes.
Segunda Navegação (Platão)
a) Busca pela verdade eterna e imutável.
b) Transcendência da razão humana.
c) Teoria das Formas e da Alma.
Fundamento Filosófico
O espiritualismo baseado nestas Navegações platônica e agostiana oferece um fundamento filosófico parr a história, considerando:
1) Teleologia: A história tem um propósito e direção, orientada pela realidade divina e espiritual.
2) Transcendência: A história transcende a dimensão material, envolvendo aspectos espirituais e metafísicos.
3) Eternalidade: A história é conectada à eternidade, sendo parte de um processo mais amplo e duradouro.
4) Unidade: A história é una, com todos os eventos e processos interconectados e significativos e não uma poeira desconexa de eventos históricos fechados em seu tempo, época e lugar, segundo o historicismo que pode ser o mais extremado, o que resultaria na ideia de certos homens "filhos do seu tempo" sem qualquer possibilidade de apreensão da verdade, porque sem qualquer apreensão de algo realmente conceitual, universal e atemporal.
Meta-história
O espiritualismo oferece uma perspectiva meta-histórica, considerando a história como:
1) Expressão da realidade divina: A história é uma manifestação da realidade divina ou espiritual.
2) Processo de revelação: A história é um processo de revelação da verdade e propósito divino que é o que diz o número 750 do atual Catecismo da Igreja Católica de que Jesus Cristo é a chave, sentido e fim da história.
3) Caminho para a salvação: A história é um caminho para a salvação ou realização espiritual.
quinta-feira, 31 de outubro de 2024
Uma abordagem filosófica (teológica romano-católica e filosófica)
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Uma abordagem filosófica que eu acho interessante destacar que é uma abordagem teológica romano-católica e filosófica, e também política e que por ser uma abordagem teológica romano-católica e política é contra o Estado laico a favor da instauração de um Estado católico com o reinado social de Jesus Cristo, uma abordagem filosófica teológica romano-católica também política já que estamos em uma época de forte politização e o crivo, eu diria assim, político é importante, porque é da esfera da ação hieraquicamente inferior à ética em que se encontra a política na sua questão do poder.
Tal abordagem filosófica é como diria Blaise Pascal, que apesar de ter sido um herege jansenista, não que na raiz de toda a minha abordagem filosófica não esteja o platonismo com as devidas correções aristotélicas e era o mesmo Filósofo (Aristóteles) que dizia do seu grupo como o grupo do "nós, os platônicos" e o jansenismo por seu pessimismo antropológico fecundo tinha algo de platônico, gnóstico, apesar de louco, herético: rigorista, injusto, fanático, Pascal dizia de que não há nada mais conforme a razão do que a retratação da razão no que se refere à fé, ainda que seja a falsa fé herética jansenista irracional de Pascal, porque a verdadeira fé que é a divina e católica se coloca a razão humana como sua escrava contudo não maltrata a sua escrava da mesma forma que não deve-se dar um tiro no pé ou cortar um dedo só porque a senhora é a alma e o corpo é o seu escravo.
Platão dizia que a alma humana é o que eu diria que é o que faz o homem conhecer por excelência, a alma humana dá acesso "ao que" e o corpo acessaria "o como", então, com agudeza a minha abordagem filosófica é um filosofar teológico só o é com força teológica quando o é romano-católica, o resto das pretensas teologias pelo menos no crisitanismo genérico e falso como o do protestantismo ou dos cismáticos orientais não passam de uma antropologias com o homem pelo método indutivo à semelhança das pseudo filosofias emancipadas da teologia induzindo o homem a si mesmo ao erro nos erros mais crassos seja no cisma quando nega-se a autoridade suprema do Sumo Pontífice e nega-se estar ao lado das pessoas a ele sujeitas ou na heresia a exemplo da protestante quando alguma verdade de fé é negada após a recepção do batismo. Diria Etienne Gilson que a filosofia torna-se mesmo impossível no calvinismo do protestantismo visto a negação da liberdade humana nesta ideologia.
Politicamente a minha defesa é a do principado eclesiástico a respeito do qual o Old Nick (Nicolau Maquiavel) não tecia nenhuma crítica dado ser a sociedade perfeita a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana que é uma instituição divina, portanto, sendo Jesus Cristo o Rei dos reis e Senhor dos senhores os Estados nacionais do mundo devem estar debaixo da autoridade do Sumo Pontífice, o Papa em Estados não mais laicos e sim católicos e assim regular as suas leis pela lei divina para serem leis justas e exequíveis.
quarta-feira, 30 de outubro de 2024
A vocação mais meta-histórica do que histórica do espiritualismo
Autoria: João Emiliano Martins Neto
É campeã a filosofia que eu quero construir do espiritualismo cuja vocação é mais meta-histórica do que histórica que pretende embasar os direitos de Deus antes que os direitos do homem, de todo homem que não se venda e renda mesmo que as circunstâncias de tempo e espaço as mais rudes. Espiritualismo cuja dialética é marcadamente platônico-agostiniana sem o tecnicismo obscurecedor e no fim erístico aristotélico de um bandido como um Olavo de Carvalho queria vencer um debate sem ter razão e sem acabar no enfim imanentismo e historicismo de uma segunda navegação platônica que não reconhece divina Revelação da terceira navegação do Doctor Gratie (Santo Agostinho).
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