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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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segunda-feira, 27 de julho de 2026

Uma antifilosofia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 



Se a filosofia é a preparação para morte, segundo Platão, os boiolas alemães do Christopher Street Day, deste domingo 26 de julho de 2026, arriscaram-se na comum antifilosofia sempre kantiana ocidental, de não terem nenhum preparo, e contando com o verdadeiro pão vindo do céu que é Jesus Cristo que o ocidente despreza a começar pelo Prevost e seus antecessores desde Roncali diferentemente do pobre Platão pagão que no diálogo Fédon ou da Alma ele menciona uma nova revelação que ainda viria com a Igreja Católica. Os veados passaram perto de morrer, pois no sábado (25) houve um atentado terrorista perpetrado por um islâmico cabeça-de-toalha, chamado Abdul Ballout, talvez mais uma versão bolsonarista e do MBL invejosa, ressentida que há no mundo. Gente invejosa, ressentida que  não pode por filiação supersticiosa religiosa forçada ou não consegue encher generosa e satisfatoriamente o cu de rola como os gays do Christopher Street Day alemão, mas com seu pinto de pequeno a médio tem que se dar ao trabalho de preencher o vazio que há entre as pernas de uma mulher qualquer. O terrorista matou uma pessoa e deixou 29 feridos.

sábado, 25 de julho de 2026

Um anão sofístico

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Um anão sofístico é um derrotado filosófico, anti-metafísico, na certa que frequentador fortuito da seita do Prevost, que admira uma grande construção teórica como a obra de um Santo Tomás de Aquino, mas ao mesmo tempo reduz tudo ao iPhone da moda que comprou para repetir o legalismo de leis injustas, sem fundamento nas leis eternas, se o anão for um advogado e se for um professor de filosofia é mais um enjaulado na jaula kantiana de que o conceito kantiano de humano não permite nenhuma abertura para a verdade como a episteme de Michel Foucault é a forma de jaula kantiana para uma barreira inconsciente de um poder atuando em um certo período histórico em uma sociedade que não permite o acesso à verdade, ao real.

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Contra o materialismo (marxista ou qualquer outro)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Contra o materialismo marxista ou qualquer outro. Ora, o esquerdismo que tem como base sofística o materialismo, além de ser a doença infantil do comunismo segundo o próprio Lênin, só uma besta é materialista de pensar uma matéria sem forma e assim erigir uma metafísica anti-metafísica, negando a metafísica quando se monta um aparato idealístico metafísico baseado em algo como a matéria que precisa de uma forma para ser reconhecida como tal como a alma, a abstração, as ideias e seu mundo de modelos lá em cima ou em Deus, a verdade das coisas de tudo o que há neste mundo cá embaixo, segundo Platão, ou a partir dos entes ordinários deste mundo sensível, segundo Aristóteles e Santo Tomás de Aquino, em analogia do ente rumo a Deus e não na bestialidade concretista material seja no sexo, comida, dinheiro, dominação física política por meio das armas, os meios de produção. 

segunda-feira, 13 de julho de 2026

O perigo espiritualista

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


O anão disforme de Königsberg 



Na minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano há o perigo do espiritualismo. O perigo é o de levá-lo a tal ponto das ideias das coisas deste nosso mundo sensível cá de baixo, imperfeitas, certo, ele não nos dá a verdade completa das ideias ou das coisas mesmas, os fatos ásperos, tomando o avanço do conhecimento por presença de Olavo de Carvalho, mas é que sem levar em conta a correção feita pelo Filósofo (Aristóteles) ao seu mestre Platão, na concepção platônica de essências em um mundo à parte, o das ideias, e não a partir do que há de criado no mundo, sem odiar de forma gnóstica como Olavo de Carvalho os sensíveis corporais, caímos no kantismo do anão disforme de Königsberg (Immanuel Kant) com a sua incognoscibilidade da coisa em si, tudo neste mundo seria fenômeno, ou cai-se no racionalismo de querer-se junto com René Descartes, tirar tudo de mundo, corpos, toda a externalidade, da mente humana, do subjetivismo, da consciência diante da qual o mundo não deve-lhe prestar contas ele já está aí muito antes dela e a estapeia de vez quando despertando-a. 

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Olavo de Carvalho, a besta gnóstica concretista

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






Olavo de Carvalho, talvez inspirado pela besta humanista Mário Ferreira dos Santos junto com a gnose olavista, era de um concretismo bestial, junto com Mário Ferreira dos Santos. É evidente que toda a prática humana basear-se-á em um idealismo, em um abstracionismo e não no casuísmo, no suborno ou até chantagem de uma circunstância qualquer desconexa por mais dolorosa que seja que o diga os mártires que derramaram com angústia e dor insuportável o seu sangue pelo tal "abstracionismo" das "ideias cristãs". Mas Olavo de Carvalho era mais um idiota brasileiro, portanto, um católico de IBGE. Neste sentido pode-se dizer, sim, a burguesia, a Igreja Católica, a Maçonaria nas quais os seus membros mais eminentes, capazes ou até sortudos em um dado momento propício reuniram-se para fazer algo e agiram ou até uns dois ou só um deles genial agiu e venceu, mas em nome, sim, de um ente ideal, abstrato, porque só uma besta não consegue apreender a essência, o universal depois do trabalho no particular, individual, mesmo que de um dado aparentemente solto. 



A gnose de Olavo de Carvalho era tão, tão, tão acentuada que no afã de livrar-se de clichês como ideias, universais abstratos e semelhantes, ele acabou burro a fim de "presentificar", segundo a "ideia", o universal abstrato no fim das contas do conhecimento por presença dele. "Presentificar" o real para sentir a aspereza do real, porque a até chantagem, suborno de circunstâncias concretas podem ser acessíveis a um só indivíduo, mas a dois ou três ou mais indivíduos só a "ideia", "hipostasiada" daquela coisa é que é acessível a mais gente. O homem é um bicho metafísico até ao fim.

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Gilles Deleuze, a besta "criadora" suicida

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Gilles Deleuze, a besta que para piorar suicidou-se, não teve a coragem de suportar mesmo que os mais atrozes sofrimentos, ele estava doente quando matou-se. Suicídio alegadamente motivado, segundo os que entendem de sua obra e segundo o que eu já pude entender da mesma, pela concepção vinda do ânus de Deleuze de achar que conceitos são "criados" pelo homem como se metafísica e moralmente somente Deus Senhor não fosse o de fato Criador. O homem não cria conceitos, mas por meio do pobre mundo sensível por analogia a alma humana compara entre este mundo nas circunstâncias concretas, históricas, ainda que por meio de situações as mais loucas e dolorosas deste mundo decaído, o homem analogicamente as espelha com sua alma que veio de Deus, que veio d'outro mundo, o que há de semelhanças e dessemelhanças com as qualidades de bem, verdade e beleza; Ens, Unum, verum, bonum cuja suma é Deus e compara o homem com este mundo cá de baixo que jaz sob o domínio do demônio.



E assim o homem concebe a verdade do ser adaptada ao particular da circunstância vivida pelo homem e abstrai o universal, faz ciência, finalizando com a devida ética para corrigir o mundo, se for o caso.

quarta-feira, 17 de junho de 2026

O filósofo: o metafísico e o ontológico

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






A vocação do filósofo é ser um metafísico e um ontológico. É impotente, é ridícula a tentação pós-moderninha atual do sofisma das narrativas, de querer-se manipular a realidade, o porquê profundo (metafísica) e a ciência da estrutura do real (ontologia) com discursos, na verdade tal sofisma é bem velho já da época de sofistas da Antiguidade Clássica como o fazia o vendilhão Protágoras de Abdera.




Vencida a falsidade dos falsos deuses do Olimpo tão panteísticamente próximos, em uma promiscuidade, dos mortais incluindo Zeus ou Júpiter querendo possuir carnalmente a Ganimedes, a Filosofia tornou-se uma mera empregadinha doméstica de sua senhora, a Sagrada Teologia. O Deus feito homem em Jesus Cristo com o Seu exemplo de sacrifício cruento deu o exemplo da contemplação do dogma, o horizonte definitivo dogmático do ideal na visão do mais real: Deus, dado como ideal para a insuficiência humana, que é o real querido pelo Sumo Bem, Deus, que a tudo que fez comunicou o seu bem.

terça-feira, 16 de junho de 2026

Um filósofo para adolescentes

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Friedrich Nietzsche é como dizia Olavo de Carvalho, ele era um filósofo para adolescentes. Porque só alguém com sintoma frontal ou com a confiança insana da própria sífilis terciária para dançar diante de um abismo, para alegrar-se com a falta de sentido, sendo um tal filósofo-legislador sem conseguir na verdade impor lei alguma, sem conseguir nunca transvalorar os valores existindo lei ou valor intrínsecos às coisas ou não. Se não existirem o dançarino é apenas alguém ridículo, um palhaço bobo alegre, bailando em meio ao caos, ao abismo invencíveis.

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Filosofia inorgânica, metafísica de galinheiro, ontologia de bosta

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





É uma filosofia inorgânica, é uma pedra no meio do caminho ou uma duna na praia, entes brutos. Típica filosofia de ressentidos esquerdistas assaltantes dos legítimos bens próprios dos burgueses a filosofia de um tipo filho da puta como o Pauno Bundadelli (Paulo Ghiraldelli Júnior), a besta pragmatista sofística das narrativas. Com uma metafísica de galinheiro, o que seria uma parte ínfima tomada do todo, e uma ontologia de bosta onde o real - dado por ele anarquizante como incognoscível a coisa em si - para ele consiste em algo inconsistente, ciscado por galináceos como ele, que não subsiste sem Jesus Cristo, a verdadeira ontologia, o Logos mesmo que bilhões de anos antes permitiu por um cálculo matemático evidentemente que vindo de algum tipo de inteligência ordenadora como a divina que permitiu a evolução para que ele fosse um ser humano para ser jogado um dia na lata de lixo do inferno.




A filosofia do Pauno Bundadelli consiste na teimosia, a burrice na prática tão típica de brasileiro capitalista dependente do império evanjegue protestante liberalóide, em por em perspectiva, doido, o sol que quando brilha faz empalidecer, de fato, as perspectivas pálidas das estrelas e da lua. Ele não quer a verdade, o maior, contenta-se em ser o mesquinho ressentido com subalternos subempregados camelôs, garis, porteiros de prédio nordestinos sem os dentes da frente, empregadinhas domésticas, funcionários de supermercados em necessária escala 6 x 1 que devem contribuir para prosperidade e moralidade só possível no capitalismo que lá na frente vai beneficiá-los. Ele prefere ficar com esses frustrados vendo defeitos no belo em si, verdade em si, o bem em si.



Pauno Bundadelli não quer o maior. Não quer assentar-se sobre os ombros de gigantes para enxergar melhor o horizonte, mas contenta-se com detalhes desprezíveis na metafísica que não ousa dizer o nome de tomar o todo pela parte terminando menos do que pó no materialismo histórico marxista em uma casuística historicística vendido às circunstâncias corruptoras de condições econômicas desfavoráveis como se até mesmo um povo norte-coreano não tenha muito mais fé em Jesus Cristo, ainda que sob uma maldita tirania marxista-leninista, do que um ocidental preguiçoso, acomodado, com a barriga cheia.

terça-feira, 19 de maio de 2026

A minha filosofia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





A minha filosofia, a verdadeira e definitiva filosofia é a vinda do homem para a luz. O homem inteligente deve adotar a ontologia da minha filosofia espiritualista meta-histórica e dialética platônica e agostiniana, onde no embate dialético contra as meras e enganosas sensações rumo às ideias platônicas fulgurantes. Ele com as qualidades de belo, verdadeiro, bem, sumo bem em si mesmos abrindo-se à revelação de Jesus Cristo na dialética agostiniana, Ele, Jesus Cristo, o fundamento, fim, chave da história ou meta-história, verá tal homem educado ele por mim, um filósofo de peso, porque cristão, ele verá a luz, ainda que ferido de morte junto com Jesus Cristo, humilhado, esmagado, moído, enfermado pelas pompas deste mundo. As chagas mortais dele, dolorosíssimas com a Virgem das Dores, Nossa Senhora da Soledade, chorando e rezando por ele, sentindo dores junto a ele. As dele feridas mortais junto com as de Jesus Cristo serão luzes que iluminarão as trevas materialistas marxistas que obliteram a verdadeira consciência humana que é espiritual, para as coisas do Alto e não as deste mundo do trabalho, atvismo humano mesquinho, cego, onde o homem marxistóide ateu, quer transformar como um robô, lerdo anti-metafísico como as bestas Paulo Ghiraldelli Júnior ou Márcio Rolim, loucos desconhecendo a causa deste mundo estar como está desde a rebelião de Adão. Estes marxistas desgraçados, escravos, deste mundo decaído, estragado, amaldiçoado pelo pecado de Adão e nosso.

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Uma dialética da retidão

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




A dialética de
minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano começa pela dialética platônica na qual chega-se por meio da razão do jeito fulgurante tão próprio a Platão à contemplação das ideias, os modelos de tudo o que há em seus gêneros e espécies e tais ideias, modelos, estão em Deus e não em u'a alma preexistente ao corpo, já em um platonismo que desceu ao batistério. O diálogo da alma com ela mesma como Platão conceituava a filosofia dá-se por intermédio e culminação na ideia dos graus de perfeição em Deus, a ideia do Bem em Platão em termos cristãos e agostinianos, já desaguando em uma dialética agostiniana no encalço da terceira navegação rumo a Jesus Cristo que dá consistência a tudo, assim escreveu São Paulo Apóstolo. 




Em tudo isso há uma dialética da retidão em minha filosofia onde a alma dialogando com ela mesma tem por modelo o Bem, Deus, em Jesus Cristo que torna reta a alma dando-lhe uma substância, pois Jesus Cristo, é o que subsiste e sustenta todos os seres, a verdadeira ontologia que permite a vida refletida para além da sensibilidade. Ao longo da história da dialética chegando à falsa superação (Aufhebung) do sofisma do sofista que foi Hegel, ele se tornaria o último filósofo ou realmente o ideólogo do Estado prussiano em uma tecnocracia mais tarde positivista de Auguste Comte tornando o homem medíocre com sua alma vendida a uma política pública, a ter um iPhone, a ter uma bolsa-farelo governamental e ó horror para homens com perfeita saúdes mental e física, suprema injustiça.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025

O escravo Aristóteles

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Tem gente que nasceu escravo, o caso de nós, brasileiros, povo inferior que vota nas falsas direita e esquerda, povo com uma subcultura de samba, brega, funk e pagode. Tem gente que nasceu escravo dizia o Filósofo (Aristóteles) e talvez fosse o caso do próprio referido Filósofo que era uma besta que dizia que a alma humana é mortal tanto quanto a alma do besouro rola-bosta e ele dizia que a felicidade (eudaimonia) dependeria de bens externos como riquezas materiais e boa-fama. Talvez de tanto o Filósofo (Aristóteles) catar cocô de bicho no primeiro jardim zoológico que ele inventou no mundo, ele acabou achando que o homem funciona como as bestas, os bichos que ele tratava, antes ele ficasse com a matemática do platonismo. Ainda bem que foi Espeusipo, sobrinho de Platão, que herdou a Academia, Aristóteles deu o fora e fundou o seu Liceu.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025

O desastre gnóstico de HEGEL - Olavo de Carvalho

 



Meu comentário: excelente trecho de uma aula do filósofo ou sofista Olavo de Carvalho sobre o filósofo ou sofista Georg Friedrich Wilhelm Hegel em que Olavo de Carvalho procura mostrar que o grande erro do filósofo ou sofista foi colocar ele mesmo como espírito universal e não Deus, suprimindo a transcendência, Hegel e não Deus como espírito universal não concebendo, sugere Olavo de Carvalho, a gnose ou intuição como algo que apreende o conjunto, enxergando, melhor dizendo, o espírito universal ou ser como Deus, sem o apego à conceitualização lógico-racional que sepultaria o homem na razão que só consegue ver como um vazio o espírito absoluto ou universal, porque tal ser ou espírito universal não percebe-se como nada determinado; espírito absoluto ou universal o qual inclui o homem, diria eu também os anjos que são superiores aos homens e algo mais, infinitamente mais em Deus. Olavo de Carvalho sugere termos teológicos, menciona Deus nesta aula o que para a filosofia é a eternidade com a posse plena e simultânea de passado, presente e futuro, segundo Boécio, mas, eu percebi que quando Olavo de Carvalho em um instante sofístico, gnóstico ele menciona os termos teológicos ele mostra-se no vídeo meio que incomodado, meio que tirando um certo veneno invisível que escorria pelo canto de sua boca, porque Olavo de Carvalho era gnóstico e filósofo ou sofista introdutor da gnose na filosofia e o que seria para a gnose em sua teologia senão o seu falso deus malvado o demiurgo que forjou a matéria e com ela a razão humana, natural, a qual quis aboli-la Olavo de Carvalho com o seu intuicionismo gnóstico defendido? Razão natural e comum que faria perceber a Olavo de Carvalho o perigo que era a Covid-19 durante a sindemia e ele não teria sido o negacionista do perigo que era a peste vinda da peste que é o socialismo chinês do século XXI, morrendo ele mesmo Olavo de Carvalho de Covid-19 por falta de vacina e ele fazendo a cabeça do maldito Bozo (Jair Messias Bolsonaro) para que ele não comprasse vacinas.

terça-feira, 28 de janeiro de 2025

Tradições de homens, rudimentos deste mundo

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Tradições de homens, rudimentos deste mundo é que o que caracteriza os perigos da filosofia sobre os quais fez alerta o divino Apóstolo (São Paulo) aos cristãos de Colossos e realmente é tradição humana, é um balbuciar mundano, rudimento para uma certa ideia de razão que não permite que nada lhe escape, a pequena razão humana, a razão que é tão poderosa em Platão para chegar às verdades eternas, para chegar ao mundo das ideias, para chegar aos universais seja ante rem em Platão ou in re em Aristóteles, os universais o um de cada coisa individual que torna os indivíduos dispersos mas identificáveis como pertencentes à gêneros e espécies até chegar a Deus que é único em seu gênero


A filosofia pode degringolar em uma razão sepultada em si mesma sem o absoluto, valendo-se só de si mesma e como o caipira ou ímpio irreligioso que não quer venerar nada que lhe exceda caso a razão prescinda do referido absoluto, perdida a filosofia exatamente em tradições de homens, rudimentos deste mundo, acabou assim aquele idiota Olavo de Carvalho que idólatra, revoltado, certa vez, disse que não é para a religião mandar na pretensa filosofia de um autonomeado filósofo.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

Doutor Filício Mulinari, sifilítico terciário e cabo eleitoral de Lula

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Filício Mulinari é um doutor em filosofia que neste vídeo aqui ele talvez mostra que ele estaria com a sífilis terciária, já subiu para a cabeça dele, o Doutor que deveria ficar internado em hospícios como eu também fiquei internado em hospícios, eu que sou doente mental da mais alta gravidade. Ele estaria sifilítico como aconteceu com o provável sofista favorito dele, Friedrich Nietzsche, o filósofo para adolescentes, segundo dizia o bandido Olavo de Carvalho e grande filósofo que introduziu a gnose na filosofia ao bem fundamentar o fim do conhecimento racional pelo intuitivo o que pode livrar o estudante sério de filosofia da caverna tenebrosa de fenômenos de Immanuel Kant que em uma noção espúria de razão humana e apegado ao engano dos sentidos fecha o homem em uma jaula que não o permite acessar as essências, as substâncias, o ser, a verdade, o real, a coisa em si. A tal filosofia brilhante de Olavo de Carvalho que suprime o conhecimento racional pelo intuitivo pode livrar os alunos de mediações espúrias como gente como o tal Doutor Filício Mulinari, professores brasileiros universitários doutrinadores de esquerda cabos eleitorais de Lula que ainda é Lula da falsa esquerda que sempre deu aos banqueiros os maiores lucros da história do pobre Brasil, a exemplo dos dois primeiros mandatos de Lula e ainda agora no terceiro mandato o Sapo Barbudo enviou um tal ajuste fiscal tão draconianamente capitalista selvagem que até os delirantes da direita bolsonarista deram uma desidratada no projeto no Congresso Nacional, porque ninguém é de ferro, por mais que um político seja de direita, a serviço sempre das classes dominantes, ele precisa dar umas migalhas ao povão que votou neles. Olavo de Carvalho, negacionista da sindemia de Covid-19 que morreu de Covid-19, porque não quis se vacinar e fez a cabeça do Bozo (Jair Messias Bolsonaro) para que ele não comprasse vacinas, para que o presidente fosse contra os lockdowns e quarentenas e o uso de máscaras, além de promover aglomerações na época da sindemia. 



O Doutor Filício Mulinari já estaria sifilítico terciário de tão ateu que ele o é, e ele disse que supostamente os sempre sofismas ateus venceriam os argumentos de nós, religiosos, ele o disse em um vídeo de um outro idiota ateu chamado Daniel Gontijo, o Conselheiro Acácio do ateísmo, diria dele o falso Conde Loppeux de la Villanueva (Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira), que reside aqui na minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará, ele que tem fotografia pública dele fazendo saudação nazista. Doutor Filício Mulinari que é ateu, é sem eira e nem beira, vagabundo, "bandido solto na vida", diz a canção de Chico Buarque, ateísmo que teria feito ele talvez pegar sífilis em suas orgias homossexuais e ou com prostitutas, ele pegou tal enfermidade, porque para o governo dele existe, sim, regulamentada no Brasil, a profissão de filósofo segundo uma lei do ano de 1978, lei de número 6.546, normatizada a profissão de filósofo pelo decreto 82.164 do mesmo ano de 1978, havendo também uma resolução de número 1 de um tal CFE, que eu não sei o que significa tal sigla, resolução do ano de 1984 que define diretrizes para a profissão de filósofo. A profissão de filósofo faz parte da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) do Ministério do Trabalho e Emprego.

terça-feira, 19 de novembro de 2024

Platão e o erro do conhecimento sensível, empírico

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Platão ensinava o erro que há no conhecimento sensível, empírico e defendia o conhecimento por via racional para acessar a intelegibilidade real, o mundo das ideias ao contrário do vigarista a vida toda que foi Olavo de Carvalho, o qual, gnóstico como o cão, queria o fim do conhecimento racional em prol do conhecimento intuitivo, diria um nazifascista extremista chamado Rafael Queiroz mas eu concordo com ele que não somos nós, homens, anjos, para uma compreensão intuitiva e sim dedutiva conduzidos por princípios quando não perdemo-nos na indução induzidos ao erro por nossas próprias paixões, ignorância, maldade. Olavo de Carvalho gnóstico pensava contra o pensamento e usava a razão contra a razão assim como os catáros e albigenses gnósticos no século XIII resolveram por fim ao casamento e a geração de filhos, pondo fim, matando mulheres grávidas. Há algo superior à razão como a fé e a divina revelação em Santo Agostinho, mas, por favor, passando pela razão e também passando pela sensibilidade corpórea não deixando-se enganar com ela como os gulosos ou os desordenados sexuais, Olavo de Carvalho queria um salto sem passar pela razão rumo ao nada que não era a fé e nem a revelação no agostinianismo, isto é, no cristianismo, era apenas o pesadelo causado pelo demônio disfarçado de demiurgo, o falso deus dos gnósticos, ao qual servia ao combatê-lo, ou ao qual o temia Olavo de Carvalho.


Mas, voltando a Platão e o erro do conhecimento sensível, empírico é interessante na impulsividade meio que louca, a falta de uma real e concreta liberdade para dizer sim ou não das pessoas contingenciárias ou contingenciadas envolvidas com tudo o que são bens meramente passageiros, as questões econômicas, o mundo meramente estético, estetizante: sem substância, pragmático, o pobrezinho estetizante artista de teatro esperando o aplauso de uma plateia ignara e que não raro o despreza profundamente ainda mais se for uma plateia brasileira reacionária diante de uma elite que é ralé esquerdista. É patente a chamada cultura do descarte de que fala o Santíssimo Padre Francisco I, o reducionismo de quem vive só de pão e não também da palavra que sai da boca de Deus.


A razão que acessaria o mundo das ideias, segundo Platão, como a ideia do bem que no cristianismo mostrou-se tal bem ser Deus, o sumo bem e digno de ser amado sobre todas as coisas, ante uma poeira desconexa de bens passageiros. A razão diante do que é empírico, sensorial é guiado no fim de tudo pela razão que contém a ideia do bem, que contém a ideia dos universais que para Platão é ante rem, vem a ideia das coisas antes das coisas ou que para o cristianismo estão contidas as suas ideias na sabedoria divina segundo uma cristianização do platonismo.


O erro do conhecimento sensível, empírico pode se dar perenemente, quando é uma atitude de boa fé que chega a ser inocente como uma criança, na sincera busca de quem se diga filósofo, o filósofo tem muito de criança porque ele simplesmente na real ignora e quer saber, pelo esclarecimento quando parece sinceramente que não bastaria conformar-se a um mar de obviedades ou o que é o sensível e empírico, o que é o senso comum que é o sofisma da ralé de gente em sua zona de conforto semelhante aos idiotas atenienses com os quais Sócrates tinha paciência de dialogar, o que é o sensível, empírico com o nome de senso comum, mar de obviedades, neste sentido o primeiro passo de todo filósofo é platônico, é socrático todo filósofo pode dizer de si mesmo: sou um platônico, sou um socrático, o próprio Aristóteles com todas as divergências que tinha do seu mestre, à semelhança do a meu ver erro aristotélico de dizer que os universais a ideia que se tem das coisas partem das coisas mesmas ou in re caindo no erro do conhecimento sensível, empírico, mas era Aristóteles que dizia do seu grupo não como os peripatéticos ou a galera do Liceu e sim como "nós, os platônicos".  

segunda-feira, 11 de novembro de 2024

Bibliografia básica para a dialética platônica e agostiniana

Autoria: João Emiliano Martins Neto


1) Fedro (dialética platônica com relação à segunda navegação).


2) Cidade de Deus (terceira navegação agostiniana).


3) Sobre o livre arbítrio (Santo Agostinho).


4) Confissões (sobre a terceira navegação de Santo Agostinho).

Algumas notas sobre a minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Já que a minha filosofia pretende usar as dialéticas platônica e agostiniana, quais seriam as relações entre as duas dialéticas? 


1) Busca pela verdade: Tanto os pré-socráticos quanto Platão e Santo Agostinho buscam a verdade, embora em contextos diferentes.


2) Transcendência: A Segunda Navegação e Platão e a Terceira Navegação de Santo Agostinho envolvem a transcendência da razão humana o que já desde a atividade filosófica de Sócrates na pesquisa dele sobre se estaria certo o oráculo de Delfos de que ele era o homem mais sábio de Atenas, as questões de Sócrates para com os seus concidadãos ocasionava um renascimento da alma, porque não a fechava na razão humana onde parece-me que reside no limite a opinião humana e não a verdade revelada pelo deus de Delfos.


3) Influência do Platonismo: O pensamento de Platão influenciou significativamente a filosofia cristã, incluindo Santo Agostinho.


4) Evolução da Busca: As Três Navegações de Santo Agostinho podem ser vistas como uma evolução em busca pela verdade, iniciada pelos pré-socráticos e continuada por Platão. 


Em resumo, embora as "Navegações" tenham contextos diferentes, é possível identificar relações entre elas, destacando a busca pela verdade, transcendência e influência do platonismo na filosofia cristã.


As "Navegações" de Santo Agostinho:


1) Primeira Navegação: A conversão de Santo Agostinho ao Cristianismo, que ocorreu após uma longa busca espiritual e filosófica.


2) Segunda Navegação: Seu desenvolvimento teológico e sua luta contra as heresias do seu tempo, como o Maniqueísmo e o Pelagianismo.


3) Terceira Navegação: Sua profunda reflexão sobre a natureza de Deus e a humanidade, expressa em obras como "Confissões" e "A Cidade de Deus".


As "Navegações" na filosofia grega e em Platão:


Primeira Navegação (Pré-socráticos)


a) Busca pelas causas fundamentais do universo.


b) Interrogação sobre a natureza da realidade.


c) Filósofos como Tales, Anaximandro e Xenófanes.


Segunda Navegação (Platão)


a) Busca pela verdade eterna e imutável.


b) Transcendência da razão humana.


c) Teoria das Formas e da Alma.


Fundamento Filosófico


O espiritualismo baseado nestas Navegações platônica e agostiana oferece um fundamento filosófico parr a história, considerando:


1) Teleologia: A história tem um propósito e direção, orientada pela realidade divina e espiritual.


2) Transcendência: A história transcende a dimensão material, envolvendo aspectos espirituais e metafísicos.


3) Eternalidade: A história é conectada à eternidade, sendo parte de um processo mais amplo e duradouro.


4) Unidade: A história é una, com todos os eventos e processos interconectados e significativos e não uma poeira desconexa de eventos históricos fechados em seu tempo, época e lugar, segundo o historicismo que pode ser o mais extremado, o que resultaria na ideia de certos homens "filhos do seu tempo" sem qualquer possibilidade de apreensão da verdade, porque sem qualquer apreensão de algo realmente conceitual, universal e atemporal.


Meta-história


O espiritualismo oferece uma perspectiva meta-histórica, considerando a história como:


1) Expressão da realidade divina: A história é uma manifestação da realidade divina ou espiritual.


2) Processo de revelação: A história é um processo de revelação da verdade e propósito divino que é o que diz o número 750 do atual Catecismo da Igreja Católica de que Jesus Cristo é a chave, sentido e fim da história.


3) Caminho para a salvação: A história é um caminho para a salvação ou realização espiritual.

quinta-feira, 31 de outubro de 2024

Uma abordagem filosófica (teológica romano-católica e filosófica)

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Uma abordagem filosófica que eu acho interessante destacar que é uma abordagem teológica romano-católica e filosófica, e também política e que por ser uma abordagem teológica romano-católica e política é contra o Estado laico a favor da instauração de um Estado católico com o reinado social de Jesus Cristo, uma abordagem filosófica teológica romano-católica também política já que estamos em uma época de forte politização e o crivo, eu diria assim, político é importante, porque é da esfera da ação hieraquicamente inferior à ética em que se encontra a política na sua questão do poder. 


Tal abordagem filosófica é como diria Blaise Pascal, que apesar de ter sido um herege jansenista, não que na raiz de toda a minha abordagem filosófica não esteja o platonismo com as devidas correções aristotélicas e era o mesmo Filósofo (Aristóteles) que dizia do seu grupo como o grupo do "nós, os platônicos" e o jansenismo por seu pessimismo antropológico fecundo tinha algo de platônico, gnóstico, apesar de louco, herético: rigorista, injusto, fanático, Pascal dizia de que não há nada mais conforme a razão do que a retratação da razão no que se refere à fé, ainda que seja a falsa fé herética jansenista irracional de Pascal, porque a verdadeira fé que é a divina e católica se coloca a razão humana como sua escrava contudo não maltrata a sua escrava da mesma forma que não deve-se dar um tiro no pé ou cortar um dedo só porque a senhora é a alma e o corpo é o seu escravo.


Platão dizia que a alma humana é o que eu diria que é o que faz o homem conhecer por excelência, a alma humana dá acesso "ao que" e o corpo acessaria "o como", então, com agudeza a minha abordagem filosófica é um filosofar teológico só o é com força teológica quando o é romano-católica, o resto das pretensas teologias pelo menos no crisitanismo genérico e falso como o do protestantismo ou dos cismáticos orientais não passam de uma antropologias com o homem pelo método indutivo à semelhança das pseudo filosofias emancipadas da teologia induzindo o homem a si mesmo ao erro nos erros mais crassos seja no cisma quando nega-se a autoridade suprema do Sumo Pontífice e nega-se estar ao lado das pessoas a ele sujeitas ou na heresia a exemplo da protestante quando alguma verdade de fé é negada após a recepção do batismo. Diria Etienne Gilson que a filosofia torna-se mesmo impossível no calvinismo do protestantismo visto a negação da liberdade humana nesta ideologia.


Politicamente a minha defesa é a do principado eclesiástico a respeito do qual o Old Nick (Nicolau Maquiavel) não tecia nenhuma crítica dado ser a sociedade perfeita a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana que é uma instituição divina, portanto, sendo Jesus Cristo o Rei dos reis e Senhor dos senhores os Estados nacionais do mundo devem estar debaixo da autoridade do Sumo Pontífice, o Papa em Estados não mais laicos e sim católicos e assim regular as suas leis pela lei divina para serem leis justas e exequíveis.

quarta-feira, 30 de outubro de 2024

A vocação mais meta-histórica do que histórica do espiritualismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

É campeã a filosofia que eu quero construir do espiritualismo cuja vocação é mais meta-histórica do que histórica que pretende embasar os direitos de Deus antes que os direitos do homem, de todo homem que não se venda e renda mesmo que as circunstâncias de tempo e espaço as mais rudes. Espiritualismo cuja dialética é marcadamente platônico-agostiniana sem o tecnicismo obscurecedor e no fim erístico aristotélico de um bandido como um Olavo de Carvalho queria vencer um debate sem ter razão e sem acabar no enfim imanentismo e historicismo de uma segunda navegação platônica que não reconhece divina Revelação da terceira navegação do Doctor Gratie (Santo Agostinho).



Espiritualismo que fundamentaria a história em uma que poderia ser uma perfeita filosofia da história onde eu quero buscar no espírito que seria a verdadeira substância que dá fundamento, sentido, chave e fim à história na pessoa de Jesus Cristo, chave, sentido, fim e fundamento da história segundo o que diz o número 750 do atual Catecismo da Igreja Católica, tudo isso com uma dialética decente, platônica e agostiniana que visa a ciência e não ser o pretenso filósofo um homo dialethicus que o Doctor Gratie (Santo Agostinho) quis desvincular-se e que o bandido Olavo de Carvalho quis chafurdar-se, onde busca-se primeiro com o platonismo a segunda navegação rumo ao certo lugar das ideias, uma busca corajosa de um lugar de inteligibilidade para além do que é o sensível, corporal, carnal diríamos nós, os cristãos, rumo à intelegibilidade, o racional por meio da alma. 



Os pré-socráticos em sua primeira navegação partiram do sensível, fisiologoi que eles o eram, cujos ventos fortes como um ímpio Janer Cristaldo já escrevera que a carne seria forte, porém forte e que está de prontidão é o Espírito Santo, disse Jesus Cristo aos seus apóstolos preguiçosos para perseverarem na oração na agonia do Horto, para além do arco-íris, além do Kansas sépia: além da physis pré-socrática, o Espírito que condiz à uma terceira navegação agostiniana rumo a Jesus Cristo, Cristo é nossa metafísica dizia São Boaventura, através da que seria a dialética agostiniana.

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