Pesquisar este blog

Postagem em destaque

O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

Mostrando postagens com marcador Professor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Professor. Mostrar todas as postagens

sábado, 5 de outubro de 2019

Reeditando o meu objetivo na vida

Autoria: João Emiliano Martins Neto



Há já algum tempo atrás eu fiz um vídeo que se encontra presente no número das páginas deste meu blogue (conferir aqui) em que expresso o meu objetivo na vida. Então, aqui por escrito reedito tal objetivo meu na vida qual seja que é o objetivo de sendo professor de Filosofia expressar o que seja propriamente o amor à sabedoria, o amor a querer descobrir o que está encoberto pela miopia ou mesmo cegueira a que o cristianismo imputa tais deficiências ao pecado original que relegou a consciência humana tornando-a em inconsciência humana a tantos homens que como nós podemos andar neste mundo como mortos-vivos, viventes, mas mortos e sepultados na ignorância e no que o cristianismo chama de pecado cuja raiz é o orgulho que faz o homem achar-se como Deus ainda que o homem tenha se tornado, deveras, como Deus ao transgredir no Éden, mas mortal por estar privado do fruto da árvore da vida (Gênesis 3,22), por isso está o homem a errar por aí no mundo sendo um pequeno deus, porque em estado de maioridade, mas perecível.


Platão

Meu objetivo na vida é o ensino do amor ao diálogo da alma consigo mesma, como Platão define o conhecimento, que é também um diálogo com outras almas no que a alma humana ou a capacidade de racionalidade para além das meras sensações apropriadas ao mundo instintivo dos animais há no homem e que o homem tem de descobrir o que há de mais raiz, o que há de mais fundamental pela crítica às noções consagradas pelo costume que é próprio do filósofo a desbanalizar o banal, a fazer uma crítica da cultura.

sábado, 27 de maio de 2017

Quem é o professor?

Estou fazendo uma licenciatura em Filosofia, a distância, e percebo que o professor é a autoridade do conhecimento em sala de aula e deve ser reconhecido como autoridade e com poder de ter a sua assistência cativa que são os seus alunos que devem reverenciar o professor, devem honrá-lo, respeitá-lo, em vista de sua idade e em vista, sobretudo, de seu maior conhecimento acerca da ciência que ele estiver a professar, mas também em vista de alguma punição prevista por mau comportamento da parte de seus alunos. Autoridade é o que eu vejo como mais importante na relação professor-aluno, pois o professor não é um amiguinho de seus alunos, não há é um igual, há uma hierarquia. O aluno não sabe o conteúdo afeito àquela ciência, matéria, tema ou disciplina e o professor sabe, ao aluno cabe com humildade e reverência estar aos pés de seu mestre, de seu professor para aprender. Mas é claro que um professor carismático, simpático e bondoso pode com mais facilidade relacionar-se com seus alunos. Ora, estou aqui falando de poder e autoridade, mas, por favor, não confundam-me com um troglodita.

sexta-feira, 17 de março de 2017

PAREM DE TER GURUS

Um filósofo, dentro de minha área de atuação a Filosofia. Um filósofo não pode ter gurus, ainda mais segundo o conceito clássico, indiano, de guru, sendo o oriente tão avesso ao oriente indiano, no compromisso clássico ocidental com a razão natural, com a ciência, tão típico do ocidente aonde nasceu a Filosofia. Claro, pessoas podem inspirar-nos, mas um filosofante, como diria o Beato João Duns Scot, ele chamava o filósofo de filosofante, então, um filosofante, precisa preparar-se para que o seu guru seja destronado, caia, perca a credibilidade, a não ser que seja um guru indiano hindu ou cristão, seja Jesus Cristo, o papa ou São Paulo Apóstolo ou Moisés cujos escritos e idéias não são dele, são inspirados infalivelmente por Deus, ou pelos deuses, são do domínio da fé, acima da pobre e pecaminosa humana razão. Intelectual tem que ser indigesto para ser bom, concordo. 


Intelectual, sobretudo o mais excelso de todos, o filósofo, que caminha rumo aos arcanos e arquétipos da metafísica é aquele que questiona com profundidade rumo aos fundamentos, ou seja, rumo às raízes, o filosofante deve ser indigesto, deve ser a "mosca de Atenas", como Sócrates era chamado.

 

quinta-feira, 16 de março de 2017

Eu, futuro professor protestante de Filosofia e contra o Escola sem Partido

Amigos leitores, eu sou protestante e pretendo, com a graça de Deus, ser professor de Filosofia, pois estou graduando-me em licenciatura plena em Filosofia na Uniasselvi, e penso o seguinte, caros amigos, que uma educação cristã, no escopo protestante reformado calvinista ao qual eu sou filiado, deve ter como teto, como limite e céu, a supremacia das Escrituras. A supremacia da inerrante, poderosa e suficiente Palavra de Deus como aquela lente, que pode vencer, na força do Espírito Santo, a miopia e cegueira do homem pecador. A Bíblia pode, por conseguinte, ajudar os discentes, os alunos, como uma tocha a iluminar a caverna platônica tenebrosa deste mundo que jaz no maligno. Agora, é bom que o projeto Escola sem Partido, ao meu ver, não seja aprovado no parlamento de nosso Brasil amado, porque é um projeto legalista e liberal que nivelará a transmissão de saberes a uma neutralidade radical diante da qual os professores não poderão dar qualquer indicação, com asserção, do que seja a verdade, pois parecerá doutrinação pura e simples.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Sobre o Dia dos Professores

Santa Teresa D'Ávila

Estágio pra ser professor de Filosofia ou filósofo é a coisa mais bizarra que existe, porque não ganhar nada ou ganhar muito pouco para ver as pessoas tão jovens como essa garotada de Ensino Médio fazerem o contrário do que ensinou Hobbes, ou seja, primeiro filosofar para depois viver, é deprimente.

Santa Teresa D'Ávila, padroeira dos professores, rogai pelos vossos pupilos aspirantes à professores de Filosofia, diante de tão grande absurdo.

sábado, 27 de outubro de 2012

Que é ser Professor de Filosofia?

Por João Emiliano Martins Neto

Eu penso que um professor de Filosofia digno desse nome, porque também filósofo, deve ser qual um maquinista de um trem. Ele é alguém que conhece os caminhos subterrâneos ou, no caso dos metrôs de superfície, sob o solo, os caminhos para conduzir seus alunos como um dia ele conduziu a própria alma rumo à verdade, rumo à filosofia. Ou seja, rumo a unificação da consciência dele e dos alunos na unidade do conhecimento por ele obtido e que um dia será obtido por aqueles de seus alunos predestinados para serem filósofos.

Highlights

Outros sites relevantes