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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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sábado, 25 de julho de 2026

Um anão sofístico

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Um anão sofístico é um derrotado filosófico, anti-metafísico, na certa que frequentador fortuito da seita do Prevost, que admira uma grande construção teórica como a obra de um Santo Tomás de Aquino, mas ao mesmo tempo reduz tudo ao iPhone da moda que comprou para repetir o legalismo de leis injustas, sem fundamento nas leis eternas, se o anão for um advogado e se for um professor de filosofia é mais um enjaulado na jaula kantiana de que o conceito kantiano de humano não permite nenhuma abertura para a verdade como a episteme de Michel Foucault é a forma de jaula kantiana para uma barreira inconsciente de um poder atuando em um certo período histórico em uma sociedade que não permite o acesso à verdade, ao real.

segunda-feira, 13 de julho de 2026

O perigo espiritualista

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


O anão disforme de Königsberg 



Na minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano há o perigo do espiritualismo. O perigo é o de levá-lo a tal ponto das ideias das coisas deste nosso mundo sensível cá de baixo, imperfeitas, certo, ele não nos dá a verdade completa das ideias ou das coisas mesmas, os fatos ásperos, tomando o avanço do conhecimento por presença de Olavo de Carvalho, mas é que sem levar em conta a correção feita pelo Filósofo (Aristóteles) ao seu mestre Platão, na concepção platônica de essências em um mundo à parte, o das ideias, e não a partir do que há de criado no mundo, sem odiar de forma gnóstica como Olavo de Carvalho os sensíveis corporais, caímos no kantismo do anão disforme de Königsberg (Immanuel Kant) com a sua incognoscibilidade da coisa em si, tudo neste mundo seria fenômeno, ou cai-se no racionalismo de querer-se junto com René Descartes, tirar tudo de mundo, corpos, toda a externalidade, da mente humana, do subjetivismo, da consciência diante da qual o mundo não deve-lhe prestar contas ele já está aí muito antes dela e a estapeia de vez quando despertando-a. 

domingo, 29 de março de 2026

A VERDADE sobre a Filosofia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






A VERDADE sobre a Filosofia é o que eu defino como Filosofia como uma perspectiva ou dizendo diretamente o sol que faz as pálidas perspectivas lunar e estrelares empalidecerem. É o olho do sol de minha filosofia campeã, verdadeiro amor à sabedoria, que é o espiritualismo meta-histórico ou cristianismo gnóstico tendo a Jesus Cristo como fim, fundamento e chave da história e cristianismo gnóstico, porque baseado na filosofia do conhecimento por presença de meu gloriosíssimo mestre gnóstico extremado Olavo de Carvalho.




Mas há uma mula no meio do caminho que é a filodoxia moderna. A mula maldita, herdeira do erro da busca representacional da verdade, uma fantasmagoria descritivista que vai desde a Antiguidade até o advento do sol presencional gnóstico de Olavo de Carvalho que corrigiu a porra toda mostrando a de fato presença rude de um ânus arrombado de um Pau na Bundadelli (Paulo  Ghiraldelli Júnior) deflorado pela piroca de um Josef Stálin dado o sujeitinho absoluto do interior do Estado brasileiro de São Paulo dizer-se esquerdista a vida inteira. Tal mula é o sujeito absoluto moderno, o total desconhecimento de si, que tem o seu abismo na distância que ele como um tal senhorzinho tirânico coloca-se acima de tudo e inclusive de si mesmo não enxergando-se como também um objeto. Ele vê-se com uma distância olímpica do objeto que nem o próprio Deus coloca-se, visto que o próprio Deus até às mais realmente desprezíveis criaturas deu-lhes algum bem nem que seja a fome que há de ser saciada para larvas de vermes intra-intestinais de mamíferos.





É uma forma de inexistência o sujeito absoluto de Immanuel Kant, o anão disforme de Königsberg, se a coisa em si é incognoscível dada à jaula lógica cognoscente humana armada por aquele maldito germânico nanico. A presença, o conhecimento por presença de autoria de Olavo de Carvalho, responde a isso com uma superação do dualismo sujeito e objeto, segundo eu entendo, a exemplo da apreciada por Olavo ideia de subjetividade de Edmund Husserl em sua fenomenologia fazendo-se voltar às coisas mesmas que o mundo externo por si dispersa, objetividade há na subjetividade fenomenológica, onde o homem pode ser o seu tirano por meio da técnica, do trabalho como se o mundo precisasse ser recriado por outros mais seis dias, agora da recriação causando a devastação, por exemplo, com um vírus chinês sendo espalhado mundo afora pelo capitalismo predatório chinês. É o sujeito absoluto que quer ser um tal senhor que nem o Deus Senhor o é, visto que Ele limita--se a fazer o bem sendo o que é realmente o mal e praticá-lo é uma patética impotência e uma noção equivocada de liberdade ou liberalismo moderno.

quinta-feira, 19 de março de 2026

Sim, a Santíssima Inquisição

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Acabei de chamar a Santa Inquisição de Santíssima Inquisição em um comentário no Facebook na página oficial deste idiota aqui: Helkein Filosofia, que certamente não foi - desgraçado dele - aluno de Olavo de Carvalho, o gloriosíssimo mestre gnóstico do bem (gnóstico tradicionalista). Porque, realmente, é santíssimo algo que faz queimar, em um auto de fé em praça pública para servir de lição à baixa patuleia, os livrecos de Immanuel Kant, o principal deles: Kritik der Rainer Vernunft, onde o anão disforme de Königsberg ignorou que uma pedrada bem dada em sua cabeça ôca revelaria a coisa em si bem dura de uma pedra chocando-se e rachando o seu crânio que encimava o seu corpo monstruoso e mandar-lo-ia para o quinto dos infernos o mais rápido possível, para a maior glória de Deus, para o triunfo da Igreja Romana, para alívio das almas do purgatório e alívio da humanidade.

segunda-feira, 6 de outubro de 2025

Comentário no Facebook para um animal

Autoria: João Emiliano Martins Neto 



Jáder Barbalho, dia dos animais é o teu dia, tu que como um animal roubaste dinheiro do povo expoliando a Sudam e o Banpará para admirar como um rato, barata o fenômeno subjetivo típico dos animais do teto de tua toca de rato, barata, ainda que luxuoso, de tua RBA,  holding de comunicação social mera repetidora da TV Bandeirantes, holding multimilionária azeitada com o dinheiro do povo paraense, porque se tu não fosses o animal selvagem kantiano moderninho e ou pós-moderninho que és tu, tu conhecerias a realidade para além das aparências, realidade que tem um Rei que é o SENHOR Deus, autor de tudo, que tudo deu ao homem sem ele precisar ser uma ave de rapina, um animal semelhante a ti.

quarta-feira, 1 de outubro de 2025

Ludwig Wittgenstein

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Olha a cara de psicopata de Ludwig Wittgenstein. Todos os direitos reservados da imagem.



Ludwig Wittgenstein é a besta sofística dos joguinhos de linguagem, sopinha de letrinhas do positivismo lógico ao arrepio dos reais ingredientes presentes na cozinha da realidade, diria o grandioso mestre Olavo de Carvalho contra a jumentice pseudofilosófica da linguagem. Wittgenstein era do círculo de jumentos anti-metafísicos que era o tal Círculo de Viena. Anti-metafísica é coisa de além de jumentos, é coisa de junentos do mundo da Lua, de Plutão, do inferno onde o real, Deus no final das contas, não entra no mundinho deles niilista, satanista, enfim. Para ele o mundinho kantiano lunático sem acesso algum ao mundo para ele limitava-se ao vocabulário do bárbaro germânico que era ele. Ou seja, o abominável homem das neves do extremo-norte europeu fazia ao contrário do que é o filosofar que pressupõe o espanto e como tal há de haver auroras que ainda não raiaram, diria Friedrich Nietzsche, há coisas que ultrapassam a vida dicionarizada da cria de Immanuel Kant que era o bugre germânico Wittgenstein.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

Doutor Filício Mulinari, sifilítico terciário e cabo eleitoral de Lula

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Filício Mulinari é um doutor em filosofia que neste vídeo aqui ele talvez mostra que ele estaria com a sífilis terciária, já subiu para a cabeça dele, o Doutor que deveria ficar internado em hospícios como eu também fiquei internado em hospícios, eu que sou doente mental da mais alta gravidade. Ele estaria sifilítico como aconteceu com o provável sofista favorito dele, Friedrich Nietzsche, o filósofo para adolescentes, segundo dizia o bandido Olavo de Carvalho e grande filósofo que introduziu a gnose na filosofia ao bem fundamentar o fim do conhecimento racional pelo intuitivo o que pode livrar o estudante sério de filosofia da caverna tenebrosa de fenômenos de Immanuel Kant que em uma noção espúria de razão humana e apegado ao engano dos sentidos fecha o homem em uma jaula que não o permite acessar as essências, as substâncias, o ser, a verdade, o real, a coisa em si. A tal filosofia brilhante de Olavo de Carvalho que suprime o conhecimento racional pelo intuitivo pode livrar os alunos de mediações espúrias como gente como o tal Doutor Filício Mulinari, professores brasileiros universitários doutrinadores de esquerda cabos eleitorais de Lula que ainda é Lula da falsa esquerda que sempre deu aos banqueiros os maiores lucros da história do pobre Brasil, a exemplo dos dois primeiros mandatos de Lula e ainda agora no terceiro mandato o Sapo Barbudo enviou um tal ajuste fiscal tão draconianamente capitalista selvagem que até os delirantes da direita bolsonarista deram uma desidratada no projeto no Congresso Nacional, porque ninguém é de ferro, por mais que um político seja de direita, a serviço sempre das classes dominantes, ele precisa dar umas migalhas ao povão que votou neles. Olavo de Carvalho, negacionista da sindemia de Covid-19 que morreu de Covid-19, porque não quis se vacinar e fez a cabeça do Bozo (Jair Messias Bolsonaro) para que ele não comprasse vacinas, para que o presidente fosse contra os lockdowns e quarentenas e o uso de máscaras, além de promover aglomerações na época da sindemia. 



O Doutor Filício Mulinari já estaria sifilítico terciário de tão ateu que ele o é, e ele disse que supostamente os sempre sofismas ateus venceriam os argumentos de nós, religiosos, ele o disse em um vídeo de um outro idiota ateu chamado Daniel Gontijo, o Conselheiro Acácio do ateísmo, diria dele o falso Conde Loppeux de la Villanueva (Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira), que reside aqui na minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará, ele que tem fotografia pública dele fazendo saudação nazista. Doutor Filício Mulinari que é ateu, é sem eira e nem beira, vagabundo, "bandido solto na vida", diz a canção de Chico Buarque, ateísmo que teria feito ele talvez pegar sífilis em suas orgias homossexuais e ou com prostitutas, ele pegou tal enfermidade, porque para o governo dele existe, sim, regulamentada no Brasil, a profissão de filósofo segundo uma lei do ano de 1978, lei de número 6.546, normatizada a profissão de filósofo pelo decreto 82.164 do mesmo ano de 1978, havendo também uma resolução de número 1 de um tal CFE, que eu não sei o que significa tal sigla, resolução do ano de 1984 que define diretrizes para a profissão de filósofo. A profissão de filósofo faz parte da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) do Ministério do Trabalho e Emprego.

terça-feira, 14 de janeiro de 2025

O inferno é kantiano?

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Ontem eu estava assistindo a um vídeo de um rapaz chamado Daniel Cidade, ele que comemorou quarenta e um anos no dia da postagem de seu vídeo no site YouTube, não foi possível publicar o meu comentário no mural do material dele, mas eu escrevi-lhe mais ou menos o que exponho aqui neste artigo que ele deveria crescer, que ele deveria sair daquele que seria o inferno kantiano. É o inferno kantiano, conforme o sofisma de Immanuel Kant, o sofisma da incognoscibilidade da verdade? O kantismo que influenciou a filosofia dos últimos quase duzentos e vinte e um anos depois da morte de Immanuel Kant, talvez influenciando o próprio Daniel Cidade, influenciando a Friedrich Nietzsche, que no livro Humano demasiado Humano diz que a coisa em si - a verdade, o real - seria incognoscível, como queria Immanuel Kant, talvez querendo desmentir o que seria a realidade do céu e do inferno vistos por Emanuel Swedenborg, cujas visões pode-se dizer que foram a sociologia da filosofia ou do sofisma de Immanuel Kant. O inferno é kantiano? Ora, era Immanuel Kant que dizia, citado por Daniel Cidade, no que Daniel Cidade no referido vídeo menciona experiências que ele diz serem oceânicas, cósmicas e abissais, era Immanuel Kant que dizia que estava entre um céu estrelado ou um "fenômeno", conforme a armadura lógica dos conceitos do sofisma de Immanuel Kant que blinda o homem do acesso ao real, de céu estrelado e mais nada contemplada tal aparência, fenômeno de céu estrelado por isso mesmo pelo prisioneiro da caverna platônica que foi Immanuel Kant; ora diz Immanuel Kant que há dentro dele a lei moral, eu diria que do mesmo jeito uma aparência de código moral tão incognoscível em sua coisa em si como aquela aparência, fenômeno de céu estrelado, incognoscíveis nas estruturas de ambos, pois a lei moral para Immanuel Kant obedece-se a ela cegamente e fim de papo sem qualquer porquê, substância, essência, o que é que realmente vai-se servir, obedecer, daí para um crítico impotente de Immanuel Kant como Friedrich Nietzsche dizer que a moral seria a "Circe dos filósofos" que torna-os em animais como a bruxa da ilha de Eana onde aportou Ulisses ou Odisseu no poema da Odisseia de Homero, realmente o moralismo kantiano torna os homens em bestas como Friedrich Nietzsche que mal interpretando a moral, porque em chave kantiana, talvez tenha entregado-se a excessos com prostitutas e segundo consta contaminou-se com a sífilis, ele que, segundo também consta, sofria de minha doença mental o transtorno bipolar.



O inferno, pelo supra exposto, parece ser kantiano?

domingo, 1 de setembro de 2024

Crítica da Razão Pura

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Os livros de Immanuel Kant, pelo menos Kritik der reiner Vernunft (Crítica da Razão Pura), não servem nem para a limpar a bunda. Kant estabeleceu que doravante a partir dele, bem demonstrou Olavo de Carvalho na aula sobre Kant da coleção História Essencial da Filosofia da editora É Realizações, não se tem mais o cuidado de falar em realidade, mas só em humanidade ou diria-se subjetividade, intersubjetividade sendo que o que se pode conhecer é o que é conforme o que universalmente todos os homens podem enquanto homens saber, porém, não se sabe se as coisas são assim mesmo. Tudo parece muito cuidadoso, diz Olavo, contudo é efetivo o resultado anarquizante pela falta de objetividade e ainda vem a esquerda dizer que Pablo Marçal é o bandido que ele de fato o é, fato e ser que só são acessíveis a quem renuncie o kantismo e de resto renuncie a esquerda que é amoral.

sábado, 20 de julho de 2024

O pressentimento de Friedrich Nietzsche

Autoria: João Emiliano Martins Neto


É digno de nota que só de Friedrich Nietzsche dizer de uma dança diante do abismo como um caráter de sua filosofia ele aí já pressentia que havia algo de real com sua axiologia própria e que na axiologia, que é a teoria dos valores, o que pode ser conhecido não é só conforme que queria Immanuel Kant: a validade uniforme do que pode ser conhecido para todos os homens para ser conhecimento, mas, o real, os entes, as substâncias condicionam o que o homem pode saber e o podem fazer dar-se de cara no fundo de um buraco.

 

A noção anarquizante kantiana de valor e que se dane o teste do real foi o que inspirou Nietzsche, que dizia odiar o anão de Königsberg, contudo Nietzsche foi o seu bobo da corte.

domingo, 2 de junho de 2024

Cães danados do relativismo, do desconstrucionismo, da incognoscibilidade da coisa em si

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu estava assistindo hoje a um vídeo ao mesmo tempo maluco e revoltante de um dos cães danados do relativismo, do desconstrucionismo, da incognosbilidade da coisa em si. O vídeo é daquele tal Rodrigo Kenji do canal Normose do site YouTube. O vídeo ainda é maluco, porque desconhece o brocardo latino que diz ars longa, vita brevis. Qual é o homem de carne e osso que pode tudo saber, ter toda a ciência a não ser Deus, diria Pitágoras de Samos ou ele teria dito os deuses, dado o politeísmo de sua época? Coisa certíssima, a ciência absolutamente certa é a dos dogmas católicos, assim a Igreja Católica sempre reinvindicou para si tal estatuto. Quem é que pode com toda a bibliografia e fontes sobre um assunto ou uma ciência enumerado em um único artigo acadêmico querer que um grande público, e não só especialistas ou um raro gênio que já as tenham lido e estudado e quem pode saber o que virá sobre sua própria ciência depois de sua morte? Retomando o dogma, o dogma católico garante a vida eterna a quem nele crê, a humana ciência pode depois da morte do intelectual relegá-lo ao esquecimento por insciência mesmo que ele tenha sido um gênio


A questão toda de Kenji é a de querer evitar as famigeradas fake news usadas e abusadas pela direita, por hora fora do Palácio do Planalto, porém, reinante e assunto obsessivo no Brasil dos dias que correm. A esquerda de Kenji é a dos cães danados, porque já bem disse Luiz Felipe Pondé de que depois de décadas de professores universitários de esquerda dizendo que a verdade não existe, a coisa em si é incognoscível da filosofia de Immanuel Kant, a besta germânica que dizia que nem é possível fazer-se relações de causa e efeito, que a direita deslumbrada pelo poder na época de Jair Messias Bolsonaro, pôs em prática o que há gerações aprendeu de ditadura do relativismo, perspectivismo nietzscheano e usou e abusou da farsa das fake news e do termo "narrativa", do discurso meramente sofístico da Atenas de outrora, para manter-se no poder.


A esquerda, os socialistas, falarem de verdade, fazem-me rir, o que há para eles é sempre ideologia a não ser na própria esquerda. Não pode haver neutralidade, imparcialidade, objetividade isso desde pelo menos o subjetivismo de René Descartes e turbinado por Kant. O que há é um ser absolutamente inexistente por não ser objeto de conhecimento nem para si mesmo. O que há são impulsos e forças, uma vontade cega e louca, não iluminada pelo intelecto, em busca de viver, poder e crer. São uns cães danados estes escarlates que foram destronados no Brasil de hoje, depois de décadas de sólio de poder exclusivo, mesmo que a quadrilha petista do Foro de São Paulo tenha voltado desde 2023 a ser inquilina no Palácio da Alvorada.

domingo, 19 de maio de 2024

A Jaula de Kant - Olavo de Carvalho

 


Excelente trecho de uma aula do mestre Olavo de Carvalho, ele que abortou o filho que ele teria com uma das amantes dele chamada Silvana Panzoldo. Nesta aula Carvalho mostra a jaula que foi a filodoxia de Immanuel Kant que criou uma armadura lógica que impede o contato com a realidade. A filodoxia ou a linguística de Ferdinand de Saussure é um dos exemplos marcantes que Carvalho dá nesse vídeo. Saussure entendia a linguagem como um sistema, algo fechado em si mesmo, diz Carvalho, uma entidade onde, exemplifica o grande filósofo brasileiro, se alguém vai comprar uma salsicha no mercado ele comprará, na linguagem de Saussare, a diferença entre o salsicha e todo o resto do mercado. Ou seja, a pessoa obterá não uma salsicha real, mas, uma batata negativa, um pepino negativo, uma abóbora negativa ou, diria eu, compraria o filho negativo que Carvalho matou, o aborto do filho do grande mestre, se o homem no mercado fosse comprar uma criança viva.

terça-feira, 26 de março de 2024

Olavo de Carvalho e família Carvalho, católicos à brasileira

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Olavo de Carvalho (todos os direitos reservados da fotografia)

 

Se for verdade o relato de Heloísa de Carvalho Martin Arribas sobre Olavo de Carvalho e sua família Carvalho, e ela diz ter provas documentais do que diz, é Olavo e sua família uma família de católicos à brasileira. O que não blindou Carvalho da corrupção que ele a sete chaves encerrou e que foi desmascarada pela sua excelente filha mais velha Heloísa, foi além de uma corrupção familiar, o fato dele ser católico só de IBGE, nominal. A corrupção familiar desde o pai Luiz Gonzaga de Carvalho que largou a mulher racista Nicéa Pimentel com dois filhos, ela que não gostava dos três mais jovens netos, "filhos da negra", segundo a velha, filhos de Eugênia com Olavo, a primeira amante dele. Depois tem o irmão estelionatário, já falecido, Luiz Otávio, que mandava a mãe no extremo da velhice fazer café para ele, ele achava o café quente e dizia, se eu bem me recordo do relato de Heloísa, "Veinha, veinha, o café tá quente." E a racista assoprando esfriava o café quente. Nicéa que morreu nas garras do filho Luiz que, o que foi fatal para a mulher já às portas de ser centenária, mandava ela ser submetida a extenuantes sessões de fisioterapia para que ela logo andasse depois de uma fratura. Imagine, caro leitor, uma idosa ser obrigada a logo andar como se fosse uma pessoa em seus melhores anos. Luiz, sem ser gay, nunca casou, foi empurrando com a barriga o relacionamento com uma concubina e ele dizia ter uma invenção fantástica que nunca a concluiu. Depois tem o filho de Olavo, Luiz Gonzaga de Carvalho Neto, vulgo "Gugu", que foi laranja de empresários inescrupulosos e já deu outros golpes. Durante o desgoverno Bozo, Olavão mesmo, deu no site O Antagonista, que ele disse para Allan dos Santos, foragido da Justiça e praticante de lavagem de dinheiro, que era para usar-se e abusar-se de todo o dinheiro do Estado. Para Olavo em sua filosofia a religião católica era apenas na verdade um enfeite inútil de mais um católico à brasileira, ele que em uma aula gravada em áudio diz algo digno de uma besta do laicismo ímpio e incicurciso como um Paulo Ghiraldelli Júnior ou Martin Heidegger que não é para a religião mandar na suposta filosofia de um pretenso filósofo. Se Deus me permitir não é como eu quero para mim na minha filosofia do espiritualismo histórico e dialético, dialético, porque eu pretendo usar de uma perspectiva dialética teológica católica que pode-se dizer-se com lastro no projeto socrático para realmente um diálogo filosófico fecundo iluminado pela revelação divina e católica para um renascimento da alma não deixando-a ser sufocada pela humana razão, como fez o preclaro e bendito filósofo Sócrates. A fim de que a alma não seja sepultada em sete palmos de terra pela ciência e razão humanas que sepultaram os pseudosábios com os quais Sócrates conversava em Atenas que não se davam conta da própria ignorância e mataram Sócrates. Hoje a razão e a ciência sepultam no kantismo a alma humana que não reconhece no temor do Senhor o princípio da sabedoria (Provérbios 9, 10). Senhor que para o ideólogo do kantismo, Immanuel Kant, era apenas um "fantasma".

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

Perguntas que não querem calar

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Sobre a besta Immanuel Kant, eu queria só entender a neurose anti-metafísica e anti-dogmática do anão disforme de Königsberg que ao invés de estudar ficava só jogando sinuca. Por que ele que escreveu um livro inteiro sobre uma suposta história futura do colosso da espiritualidade que é a filosofia primeira, a metafísica (leia-se, Sagrada Teologia Católica) se eram para ele só "fantasmas" assuntos fulcrais como Deus, o mundo, a imortalidade d'alma e o livre-arbítrio? Por que ele fazia questão de amarrar-se ao próprio tálamo ao dormir para não se masturbar? Por que Immanuel Kant amarrava-se à própria cama ao dormir se para ele, anti-metafísico e anti-dogmático, com o seu colosso da materialidade, se para ele tanto faria a masturbação ou a não masturbação durante o sono e masturbação ou mais propriamente polução noturna involuntárias de quem não era transante como ele? Ou será que lá no fundo Kant tinha era medo de que fossem verdade as visões místicas do céu e do inferno de seu xará Emanuel Swedenborg, visões que despertaram a Nêmesis anti-filosófica idiota do homúnculo de Königsberg?

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

Realidade para quando no cristianismo?

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Enquanto nós, católicos romanos e mais ainda os protestantes moralistóides que tem um sofista como Immanuel Kant, ideólogo deles, que quis impor o seu imperativo categórico por assim dizer pragmatista sem o conhecimento das essências ou das substâncias, os macumbeiros na canção Lua Soberana de Sérgio Mendes, trilha sonora da novela Renascer, entoam uma lua-rainha que veio de Madagascar e que tal lua chegou a Salvador (capital do Estado da Bahia) arrastada por um pescador com uma Ilha das Marés cujo nome é de uma navegação de causar pânico e terror em qualquer israelita bíblico. Nas águas do ídolo Iemanjá restava em um mar de rosa branca.


O que é que fazem normalmente os protestantes, e nós católicos do passado querendo um poder neste mundo? O que fez um Papa Pio XII de forma omissa e alusiva de bem longe se referindo à matança altamente cruenta de judeus por parte do Führer (Adolf  Hitler) em uma fala deste Papa no rádio no dia 13 de dezembro do ano de 1942, queremos cagar regras e o Papa, que sofria um apagão cognitivo com seus olhões grandes dele arregalados quando alguém era mais familiar com ele, quando conveio a ele foi omisso apesar de muitos judeus terem sido salvos por Pio XII e o ex-rabino-chefe de Roma, Israel Anton Zoller, converteu-se ao catolicismo.e mudou o seu nome para o nome do Romano Pontífice, de Israel mudou o seu próprio nome para Eugênio Maria Zolli.


É muito moralismo da parte de nós, cristãos, ao ponto do esgoto do cristianismo que é o protestantismo acabar no sofista de Immanuel Kant com a moral sendo um camisa-de-força, usou este termo camisa-de-força Olavo de Carvalho ao falar do moralismo na religião, em um dever-ser sem se saber o porquê, sem se saber bem ao certo o do que obedecer em sua essência, substância, coisa em si. Enquanto somos uns mal humorados cristãos, sobretudo os falsos cristãos protestantes, ainda que seja uma falsa realidade a dos feiticeiros dos ritos afro-brasileiros tem algo de concreto para oferecer, nós, cristãos, ficamos com nossos punhos de ferro, obsessivos atualmente só falando mal de gente LGBT, querendo controlar, renunciando a autoridade pelo poder de Estado, que é uma dicotomia entre poder e autoridade que faz Olavo. Com tudo esse tumulto de apedrejamento contra os pecadores, realidade para quando no cristianismo?

terça-feira, 9 de janeiro de 2024

A filosofia é metafísica ou ela não será nada

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Sem o questionamento sobre o fundamento último da realidade absolutamente não há filosofia. A filosofia é metafísica ou ela não será nada se não se ousar ir para além das vicissitudes do corpo com suas necessidades físicas, com sua emoções ou paixões ainda que doam e doem bastante, o martírio da paixão de Jesus Cristo e seus mártires ou o pavor que um ferimento ou mesmo a morte causa-nos a nós, pobres mortais. O medo que um materialista empedernido semelhante a Karl Marx queira infundir - pelo menos foi o que eu soube que Marx teria feito isso se é que não mentiu Luiz Felipe Pondé que é um ideólogo do bolsonarismo até impaciente diante de gente idiota que pródiga doa todos os seus bens para uma organização criminosa semelhante àquela seita Igreja Universal do Reino de Deus e Pondé é ridículo, é afeminado - em alguém de que os corpos pesam e se mergulhados em águas eles afundam, o que é verdade, no entanto, eu penso que a atitude perfeitamente metafísica contra o colosso da imbecilidade ou o tal "colosso da materialidade" de Felipe Maestrello, atitude metafísica de querer salvar uma pessoa que está se afogando vence o egoísmo do materialismo do salve-se quem puder e do foge da dor e busca o prazer são vencidos pelo realmente colosso da espiritualidade, da metafísica, da ideia nobre e da verdadeira liberdade, sim meus amigos a liberdade existe apesar do medo infundido pelos materialistas psicopatas ou bestas, de arriscar a própria pele pelo que seja o bem. E ainda que devorem-nos a sede e a fome, frio e calor, ainda que a castidade e até mesmo a mais absoluta continência, pureza, sejam uma violência e para além das vicissitudes d'alma humana, pois que não só o corpo é o culpado de tudo, não sejamos gnósticos, a alma tem as suas falhas com sua preguiça, orgulho, soberba, ira, avareza, falta de perdão a quem evidentemente peça a nós o perdão, pois perdão é a quem arrependido, humilhado, sinceramente o pede não a uma bandida Márcia Costa, autointitulada "pastora" cunhada de um psicopata e bandido Samuel Câmara, casada com um vagabundo condenado pela Justiça chamado Dan Câmara, com aquela voz dela desafinada xingar de ter a mente confusa a quem ela supostamente pede perdão e ela exigindo e com pressa uma tal "agilidade para perdoar".


O verdadeiro estudante de filosofia e quem queira ser consagrado como filósofo no futuro não pode deixar-se enganar pelos Pântanos da Tristeza do filme A História sem Fim baseado no romance de Michael Ende. Pântanos da Tristeza com sua lama movediça de um lixo pseudofilosófico tal qual o idealismo crítico de Immanuel Kant com a depressão que sofria esse anão disforme de Königsberg, pois que para ele e a partir dele não se buscaria mais objetivamente o real, mas, tudo voltar-se-ia ao sujeito, um sujeito em uma perfeita forma de inexistência, explicara o mestre Olavo de Carvalho em uma aula sua sobre Kant, pois que nunca tal sujeito é objeto para si mesmo, já que para Kant podia dar-se adeus à objetividade ou o conhecimento da coisa em si, o tal sujeito ele mesmo não se conhece a si mesmo. Ou seja, é uma besta um Luiz Inácio Lula da Silva, atual presidente brasileiro, esquerdista logo herdeiro de Kant na solidão cósmica ateia de sua pseudofilosofia, dizer cheio de cachaça na cabeça e antes de ser preso que ele não é mais um homem, ele seria uma "ideia". Em outras palavras, é a gula dos sentidos grosseiros e da cienciazinha materialista sofisticada unida à vã filosofia kantiana transcendental onde o que chega fenomenicamente pelos sentidos é organizado pela pequena razão humana e ai de quem questionar a humana demasiado humana razão organizadora de tudo no tempo e no espaço. No tempo ou a interioridade muito superficial que não se dá conta que mesmo no fluxo do tempo algo permaneceria nem que fosse o fluxo do tempo, quando na verdade é o Logos que permance trazendo tal entendimento, Ele que é Jesus Cristo, o Verbo que dá sentido a tudo o que há. E o espaço, ah, o espaço como se tudo se resumisse a corpos que o diga quem já sofreu de uma obsessão ou até de uma possessão demoníaca, quem nem a psiquiatria conseguiu desmentir, onde que puros espíritos tais quais os demônios demandam de espaço? Só pela atuação metafísica ou pelo menos preternatural dos demônios já podemos considerar a Immanuel Kant que ele talvez fosse um obsesso pelo demônio, Kant que lutou para que o demônio passasse despercebido em sua atuação maléfica no mundo que o diga a revolta do anão às visões místicas de Emanuel Swedenborg do céu e do inferno.


Quem somos, de onde viemos, para onde vamos? Questões do beabá metafísico, a verdade para além do sexo que Alcibíades queria fazer com o sábio Sócrates, além da comida, para além do dinheiro e da justiça social da zona de conforto distraída de quem quer um teto para um tal fenômeno que é um teto vindo no limite na proteção do Estado, segundo o comunistas ou o que é pior, o teto proveniente da ganância do lucro e da mais-valia exploratória vindos do capitalismo, pois a filosofia para ser filosofia sendo metafísica não demanda teto algum. O noumeno sobe acima das estrelas, muitíssimo acima ele sobe, nem o céu é o limite, a filosofia sendo metafísica chega até o infinito, chega a Deus. Deus, a questão filosófica ou metafísica a mais alta que definindo o finito ainda que ao eventualmente humilhá-lo, torna-o Deus dependente de Si, todavia, ao mesmo tempo torna-o pleno de possibilidades e sábio ou pelo menos converte-o em um verdadeiro amante da sabedoria, alguém verdadeiramente filósofo.

terça-feira, 2 de janeiro de 2024

O colosso da idiotice

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Como primeiro artigo deste ano que se inicia de 2024 vale afirmar que o conhecimento é possível para além e muito além do relativismo e da idolatria, para além do Führer (Adolf Hitler), para além do Duce (Benito Mussolini), para além muito além de Mao Tsé-Tung, Fidel Castro, Joséf Stálin, Luiz Inácio Lula da Silva, Jair Messias Bolsonaro ou para muito além de qualquer outro homem por definição idiota se fechado em si mesmo, Protágoras de Abdera era um idiota, que queira impor o homem como a medida de todas as coisas, o homem com sua vontade tirânica sobre o mundo, querendo ser o colosso da idiotice já que nestes poucos dias um certo idiota chamado Felipe Maestrello, um professorizinho de filosofia brasileiro formado nas madrassas de marxismo cultural que são as universidades brasileiras, veio para cima de mim com o tal "colosso da materialidade" dele. Ele disse que Deus é algo "atrasado", ele quer ser, por conseguinte, bem da moda, quer ser "um homem do seu tempo". Daqui a cem ou mais mil anos Deus será lembrado ele terá passado, e disse que Deus não é um assunto filosófico, para ele Deus é puro argumento de autoridade, porque talvez o pai dele foi muito cruel com ele ou distante dele.


Vale como primeiro artigo propor o dogma que é Deus, e dogma entendido no melhor sentido filosófico de dogma como a capacidade intelectualista de conhecer, mandando às favas o pragmatismo com sua genringonça na forma de uma panaceia onde se faz vistas grossas às substâncias, ao ser, a verdade, à coisa em si. O dogma na fé católica romana é uma afirmação forte e deve ser crido qual coisa certíssima. Graças a santa religião católica e à filosofia a depender dos grandes e verdadeiros filósofos com o dogma nem tudo está na dependência da fraqueza, miopia, corrupção e da instabilidade humana deste mundo, pois a lua que é o símbolo de instabilidade encontra-se sob os pés da Virgem e Sempre Virgem Maria. Se Deus não é a medida de todas coisas resta um tirano qualquer, "homem do seu tempo", acabar sendo a medida e quem a ele serve é o seu poodle de madame, é o seu vil empregadinho doméstico, um vil menos do que homem que realmente só vê a materialidade como colossal por seu próprio desleixo, ou burrice ou maldade em não querer ou não compreender que deve servir a Deus em sua Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana e com Deus ele reinará semelhante aos anciãos com suas corôas nas suas cabeças descritos no livro do Apocalipse.


Deus é a questão filosófica mais alta, e filosófica com toda a força da vocação do filósofo que é ser metafísico. Sem Deus tudo o mais se obscurece e mesmo com o o homem sendo com sua mente a res cogitans de René Descartes, o qual evocava Deus para protegê-lo do gênio maligno, contudo, ele mesmo renunciou a Deus e o que existe depende que o homem pense, depende da mente humana para existir quando a existência precede o pensar, é preciso existir e existir com sanidade mental ou nada feito se se quer destacadamente pensar, e havendo existência independentemente do ditadorzinho humano, é Deus a medida de todas as coisas. E Deus é o sol que torna tudo bem conhecido e iluminado, dizia Platão de tal sol do lado de fora da caverna em seu diálogo A República no livro VII. O homem por si mesmo, querendo ser o reizinho oblitera tudo o mais, o mundo e ele mesmo, o homem e o mundo tornam-se um enigma para ele mesmo, o mundo vira um dos "fantasmas" de Immanuel Kant. Em tais trevas temos a besta Jean-Paul Sartre junto com sua concubina Simone de Beauvoir abusando sexualmente de uma moça, na liberdade total que eles queriam para o homem em sua existência precedendo a essência, o que acabou enlouquecendo tal moça que começou a ferir-se a si mesma.


Vale esta reflexão neste começo de ano contra as bolhas de idiotices, do homem fechado em si mesmo, em sua pequena razão segundo o idealismo crítico de Immanuel Kant cujos dados lhe chegam pelos sentidos grosseiros e mais sofisticadamente pela sua cienciazinha materialista que é a tentação maior que ao longo de um ano, mais anos e uma vida inteira leva muitos homens ao engano e ao mal.

segunda-feira, 25 de dezembro de 2023

O Santo Natal e Kant contra a encarnação do Verbo

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Natividade do Senhor (todos os direitos autorais reservados da gravura)


Hoje, dia 25 de dezembro, que é dia do Santo Natal de nosso Senhor Jesus Cristo, vale uma reflexão sobre as ideias ou na verdade repetição chata apriorística uniforme em todos os homens segundo via o anão, o homúnculo disforme, mesquinho em sua compleição física e em sua alma que era Immanuel Kant. Eu quero fundamentar aqui nesta reflexão que ele era contra a encarnação do Verbo. Como pode para Kant com seu idealismo transcendental, seu idealismo crítico apriorístico e fenomênico, o Verbo ter-se feito homem se é somente pensável jamais ocorre neles a experiência (Anschauung) através dos sentidos que é o caso dos tais "fantasmas", dizia ele, tais quais Deus no Verbo, o livre-arbítrio, a imortalidade d'alma e etc, itens da luminosa e realista coisa em si que o disforme dizia ser incognoscível?



Foto tirada por mim do Santo Presépio da casa dos meus pais



O mundo fictício e de papelão de Kant é por isso apenas fenomênico. Captado pelos sentidos é posto em ordem pela nossa razão humana, ó pobre mundo cujo único problema é que não são os petistas ou os fascistas e nazistas herdeiros do anão que não estão mandando. Não temos o "direito", dizia Kant, nem mesmo de fazemos relações de causa e efeito dada a prisão na caverna platônica, cego para a coisa em si em que se encontrava o sofista do protestantismo, que é o charlatanismo religioso onde qualquer idiota com um livreco adulterado em mãos dito ser a "bíblia" é na sua cabeça ou razão ou preconceito apriorístico a interpretação verdadeira para ele ou o "para nós" kantiano no hoje mais um desigrejado ou é mais um chefete de seita não raro bandido. Kant que por ser protestante com certeza ficou puto nas calças diante das visões supostamente muito liberalmente extra-bíblicas de seu xará Emanuel Swedenborg, ó horror de tais visões segundo a interpretação bíblica privada do homúnculo de Königsberg e de cada protestante com suas bíblias adulteradas servos do anticristo.



Immanuel Kant (todos os direitos autorais reservados da imagem)


Como o Verbo faria-se carne em Jesus Cristo e viria ao mundo no Santo Natal e faria-se algo tão limitado, mesquinho e reles que é um homem sem "direito" de unir lé com cré e idiota só tendo acesso a fenômenos sem nada saber através dos noumenos? Homem tais quais os mesmos homens pares das academias que concordam uns com os outros à semelhança de um rebanho, um gado, no centralismo democrático leninista de Kant se a coisa em si é algo que encontra-se para Kant no reino da liberdade ilimitada, não pode ser uma ciência a metafísica, segundo o pequena bosta baixinha Kant. É São Paulo em suas cartas quem diz que a paz de Deus e não a paz perpétua de um governo mundial laico que era o que queria o homúnculo, é tal paz que excede todo o entendimento (Filipenses 4,7) e que nem olhos viram e nem ouvidos ouviram o que Deus tem preparado para os que o amam (1 Coríntios 2,9). Ou seja, então, aquele protocolo bom para peer reviews de academias encalacradas nos Estados Unidos da América na filosofia ou sofisma analítico com seus joguinhos de linguagem ou no marxismo cultural sobretudo aqui no Brasil em uma Universidade de São Paulo (USP) com suas intertextualidades hermeticamente fechadas para o real ou que o nosso aparato humano de percepção e racional é uniforme, segundo o idealismo crítico ou transcendental, tudo isso já é uma furada perante algo maior, do Alto, escreveu o Apóstolo, algo metafísico e espiritual. As visões de um Swedenborg, por exemplo, ou de uma Santa Tersa d'Ávila vendo-se ser transverberada por um anjo, eventos que nos tornam mais inteligentes e que nos causam espanto tirando-nos do mar de obviedades do banal próprio do apriorismo kantiano. O espanto é o príncípio, aliás, da filosofia, segundo Platão.


Neste Santo Natal de 2023 e sempre, é bom sabermos que a nossa pequena razão, "pequena razão" era o que dizia da razão o macaco do kantismo que era Friedrich Nietzsche, tão pequena quanto Immanuel Kant o era fisicamente e no espírito, deve ser dilatada em uma filosofia aberta, Olavo de Carvalho classificava as filosofias em abertas e fechadas, para algo do mistério que fez-se carne em Cristo que com certeza nasceu no dia 25 de dezembro, segundo a Tradição Sagrada católica e certos cálculos. Ele fez milagres, morreu e ao terceiro dia ressuscitou tendo sido visto ascender aos céus por mais de quinhentas pessoas e que celebre-se o Natal, celebre-se o nascimento do Verbo que encarnou-se no seio da Sempre Virgem Maria quem não quiser ser uma figura tão mesquinha fisicamente tal qual Kant e n'alma dele como nós, homossexuais, tão inimigos sedentos sem sabedoria de corpos e de sexo colocando-os acima de tudo verdadeiros prisioneiros do apriorismo racional kantiano ou até abaixo dele e prisioneiros do fenomenismo o mais lamentável, não vemos a coisa em si do que são realmente machos e fêmeas. É o mesmo caso o dos esquerdistas, dos protestantes, e dos bolsonaristas com um Allan dos Santos, o Gengivão bolsonarista acusado de lavagem de dinheiro, é um bandido foragido, hoje. Quem não quiser ser tão mesquinho vivendo no seu mundo banal garantido por algum Estado laico ou bolsonarista ou comunista ou islâmico tendo à frente um caudilho bandido facínora Jáder Barbalho, Lula, Bolsonaro, Samuel Câmara ou Edir Macedo, que celebre o Santo Natal. Contudo, que muitos de nós, homens, só por sermos homens, somos frágeis, somos tentados à rebeldia e que se formos rebeldes, sob o império preternatural do príncipe da potestante do ar (o demônio em Efésios 2,2), saibamos que lá na frente podemos cair de nossos cavalos de soberba, pois "a altivez de espírito precede a queda" (Provérbios 16,18), misturada com a idiotice quando algum fortuitamente simplesmente gaiato, quiçá de rua, fazendo só uma piadinha de nossa cara de palhaço, segue-se que fácil cairemos de nossos cavalos que não podem entrar na igrejinha da Natividade na Terra Santa onde de forma humilde cultua-se o santo Cristo onde ele nasceu; o Verbo que se fez carne unindo o finito ao infinito ao contrário de Kant que quis cavar um fosso entre ambos. Verbum caro factum est é o exemplo magnífico e miraculoso para que não nos fechemos em nossos preconceitos humanísticos ou "progressistas" que são nomes polidos e ilusórios para a temível e árdua jaula kantiana transcendental dos preconceitos racionalistas e empiristas fenomenistas do idealismo crítico da besta Kant.


Feliz e Santo Natal a todos!

segunda-feira, 11 de dezembro de 2023

Pray Away e os mendigos do materialismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto


(todos os direitos autorais reservados da fotografia)


Eu assisti ao filme Pray Away da Netflix que trata das pessoas que passaram pelas terapias de reversão sexual nas seitas caça-níqueis evangélicas e só pude perceber ali o abuso destas seitas que com técnicas pseudocientíficas e de lavagem cerebral com um falso cristianismo freestyle que é o protestantismo como um todo levam pessoas até mesmo ao suicídio, o que é muito comum na comunidade LGBT, pois a auto-estima de nós, LGBT, vai lá para baixo diante das críticas até intrinsecamente justas e corretas com relação à nossa condição quebrada e desordenada. Mas, as pessoas não se tornam ex-gays, pelo menos não ex-gays no sentido de uma perda dos desejos homossexuais a não ser que ocorra um verdadeiro e grande milagre que deve sempre ser buscado com fé, o que foi o caso da suicida Karol Eller, bolsonarista e evangélica, que recentemente se suicidou deixando o recado que era uma "perdedora", pois que certamente teria tido uma recaída no esporte (homossexualismo) e/ou não conseguira perder os desejos gays invertidos segundo a pressa neoliberal ou hoje anarcocapitalista das seitas bandidas caça-níqueis.


Em Pray Away eu vi o que já tinha visto em mim mesmo homossexual que nós, homossexuais e demais LGBT, nós somos os mendigos do materialismo. Um homem ali, John Paulk, hoje cozinheiro, ele disse querer muito um homem. E em Pray Away e nas vidas de gays ex-ex-gays que desestaram da virtude e da obediência racional à lei natural e ao seguimento de um espiritualismo abundam no filme e mundo afora os casos de mendicância no materialismo o mais tosco que é o dos instintos sexuais, nem um Friedrich Nietzsche talvez com algum pudor oitocentista ostentava desejos sexuais só as comidas que ele degustava em suas viagens. O sexo, o corpo, a pele, a carne, ter um par romântico em uma literatura trovadoresca obessiva é o samba de uma nota só de nós, homossexuais, em a gente fazendo ouvidos moucos ao chamado divino para nós para a castidade, assim diz o atual catecismo da Igreja Católica. 


Não há, segundo Olavo de Carvalho, místicos e santos homossexuais, talvez só os relatados na primeira carta de São Paulo aos Coríntios, capítulo 6 e versículo 11. É bom que nós, homossexuais, se fomos católicos entronizarmos imagens de São Paulo Apóstolo em nossos oratórios de nossas casas com velas sete dias bentas para que ele nos ajude, ele que domou a como sempre selvagem e terrível homossexualidade no caso a dos helenos coríntios. A nosssa ligação ao corpo, às riquezas e bens deste mundo é medonha, que rezemos com fé e devoção o terceiro mistério gozozo. A castidade parece impossível e para piorar estas malditas seitas evangélicas que querem só níqueis, o vil metal, dinheiro e poder para bancar o luxo de um bandido, homossexual nas horas vagas, André Valadão que já comprou uma camiseta básica de mais de quatro mil reais.


É bom lembrarmos, nós, homossexuais tão materialistas que Sócrates em um diálogo com o seu amigo o jovem fogoso Alcibíades que queria fazer sexo com ele, o velho filósofo disse que pelo sexo seu jovem amigo não chegaria à verdade. O corpo por si só, os sentidos, que pela nossa razão de forma a priori e transcendental processa-lhes deles os fenômenos que ele e a natureza em globo emitiriam, conforme queria Immanuel Kant, pode este nosso aparato humano em uma contração do finito com o finito fechado em si e em um abismo a separá-lo do infinito dar-nos a verdade? Se por verdade referimo-nos à coisa em si incognoscível para Kant, então, nem pelo corpo e nem pela nossa razão o mais sofisticada que seja nada de verdade teremos e Sócrates acertou no que disse a Alcibíades.


A Santa Madre Igreja Católica que magnificamente dá ao mundo há mais de 2000 mil anos a Igreja de Cristo como um existente triunfante neste mundo o que é próprio do Reino de Deus, é a Igreja mais simples e sábia pedindo a nós, LGBT, que a gente seja casto. A mera inclinação, aliás, para qualquer pecado por mais grave que seja, não é pecado; sentir não é pecado, o pecado é consentir. Estas seitas evangélicas são um caso de polícia e um problema sanitário pelos males psicológicos que causam, o suicídio da pobre Karol Eller e que o digam os surtos psicóticos de falsas línguas que vemos nos grupelhos pentecostais e neopentecotais, e devem ser fechadas. Estados católicos romanos no Brasil e no mundo todo resolveriam maravilhosamente a questão fechando as portas destas espeluncas protestantes e encerrando em presídios os falsos pastores mais famosos brasileiros que são todos bandidos e sem qualquer exceção junto com os charlatães americanos retratados em Pray Away.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

Uma sociologia de uma filosofia em Olavo de Carvalho

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Se as filosofias tem um terreno social, sociológico, histórico e econômico para surgirem, segundo a ciência da sociologia da filosofia, eu por um vislumbre baseado em algumas notícias que tive acesso pude perceber nos últimos dias que uma sociologia do abandono parental de um determinado filósofo como Olavo de Carvalho teria feito surgir a filosofia dele, e certas filosofias mais parecem uma tentação ou erro racionalizado.


Luiz Gonzaga de Carvalho, pai de Olavo de Carvalho, abandonou a esposa, uma mulher racista chamada Nicéa Pimentel que odiava os três, segundo, terceiro e quatro primeiros netos dela, acerca dos quais ela dizia serem "filhos da negra", filhos de Eugênia, primeira amante de Olavo, e a velha comprava brinquedos baratos de feira para os três netos. Então, Olavo precisou deixar a escola para ter que trabalhar. Desfez-se a escola como a primeira mediação do filósofo ou sofista do fim do conhecimento racional em prol de um suposto conhecimento intuitivo, imediato, segundo ele mesmo dizia de sua teoria. Ele que também defendia o conhecimento por presença, não representado por nenhum professor esquerdista marxista desgraçado doublé de pensador com camisa básica retratando na estampa a Che Guevara. 


Olavo de Carvalho nem completou a quarta série do ensino fundamental ou ginásio de sua época. Ele que falava tanto de realidade, dispensava como "filosofia de segundo grau" ou de segunda mão questões escolares como livre-arbítrio e determinismo e em seu curso interminável do Seminário de Filosofia passava quase ao largo dos textos dos filósofos e dizia que a filosofia não são textos ou não se restrigem tanto assim a eles como queria um praticamente novo clérigo do novo alto clero de nossa era moderna cética que dispensa a Igreja Católica, ele que era professor da Universidade de São Paulo (USP), José Arthur Giannotti. No que eu tendo a concordar com Olavo, que já desde já eu deixo claro que por mais críticas até acérrimas que eu possa ter a ele, para mim OIavo é um mestre eu tenho até uma fotografia retratando ele emoldurada em um quadro na parede do meu quarto. 


Se a filosofia é um trabalho com textos, segundo Giannotti, vamos aprisionar a filosofia como queria aquela besta analítica Ludwig Wittgenstein ao número de palavras que conhecemos de nosso vocabulário? Vamos aprisionar a filosofia qual psicóticos tipo Martin Heidegger que dizia que a linguagem é a casa do ser, pois pensava ele que o ser se reduz a qualquer ente mesmo que seja a própria linguagem e não na verdade a condiciona possibilitando a sua existência para que ela não acabe a exemplo de certos gays afeminados, um trapo humano, de tão fanáticos na homossexualidade, porque cavaram um abismo entre o ser que lhes dá serem o que realmente são, homens, machos, pois afastaram-se terrivelmente da Igreja Católica, a Igreja do Ser supremo? Vamos aprisionar a arte e técnica do esclarecimento ao nosso vocabulário, às palavras conhecidas de nosso idioma? E o espanto, princípio da filosofia, segundo Platão, não é algo que nos tira do chão a tal ponto que não há palavras escritas ou faladas que possa expressá-lo pelo menos no momento? A filosofia, dizia Olavo de Carvalho, corrigindo um Carlos Nougué católico ideólogo do tomismo, que não é um trabalho com textos, mesmo que sejam os textos maravilhosos de um Santo Tomás de Aquino, é a pesquisa acerca dos enigmas da existência, da realidade. Que o diga o fundador da filosofia qual a conhecemos até hoje que foi Sócrates que nada escreveu e desconfiava da escrita que era novidade na época dele.


Olavo ao filosofar ficava visivelmente deslumbrado com o que ia discursivamente descobrindo sem tantas mediações, apesar de que para falar de canetas ou de cavalos por ele desenhados com maestria, ostentava livros a respeito desses assuntos ou o homem ia lá ser um adivinho ou ter a sabedoria infusa, dom de Deus, mas que não viria a um pecador endurecido tal qual Olavo que escondeu a sete chaves tantos pecados: o contexto mesmo sociológico de sua filosofia ou sofisma que dispensa categoricamente as mediações para o conhecimento; o aborto de um filho com a segunda amante Silvana e o roubo do dinheiro devido a um amigo judeu que com ele escrevera um trabalho sobre o falso profeta pedófilo Muhammad premiado pela tirania sanguinária saudita tão sanguinária e tirânica quanto o seu falso profeta? Conhecimento imediato e intuitivo até um certo ponto, Olavo não dispensava a mediação de uma grande biblioteca pertencente a si para falar de canetas e cavalos, acervo de livros maior fisicamente do que a casa suja com baratas ali hospedadas em que ele habitava com a família e agregados na Virgínia. O abandono do pai Luiz Gonzaga não o tornara um idiota para dispensar todas as mediações a partir do que foi forçado a abandonar como mediação primeira que foi tem que dispensar a escola.


Bem diz a filha primogênita de Olavo, Heloísa de Carvalho Martin Arribas, ele foi um vigarista em tudo em sua vida. Parece que as filosofias se formam não raro de tentações e achaques até esmagadores de circunstâncias em que viveu o filósofo e que ele precisa superá-las, ainda que de forma pungente um Miguel Unamuno existencialista típico tenha escrito que o homem filosofa com la carne e con los huesos, a fim de ver claro, ver claro assim queria Olavo para filosofar e ser um confessante sincero não fariseu hipócrita semelhante a ele. É preciso a confissão, defendida por Olavo o que ele se esqueceu de fazer e ele se dizia católico, não podem haver filósofos mais prolíficos do que nós, católicos romanos, que buscamos a sacramento da penitência. Ou vamos acabar como um Immanuel Kant na verdade tomado de raiva pelas visões do céu e do inferno do místico seu xará Emanuel Swedenborg, por isso Kant quis limitar o homem a um animal melhorado fechando-o em uma armadura de sensações e na razão, sensações que um Senhor Jesus Cristo mortificou-as ao ponto de suportar ser flagelado de forma cruenta na casa de Pôncio Pilatos e os santos, todos homens Cristo e os santos, suportaram a mesma coisa ou a que raça estranhíssima de homens referia-se o anão de Königsberg?

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