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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho
Olavo de Carvalho " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...
quinta-feira, 9 de outubro de 2025
Quem é o bem mesmo?
quarta-feira, 19 de julho de 2023
O idiota do bom contra o bem
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Paulo Ghiraldelli Júnior é o idiota do bom contra o bem ou pelo menos distinto do bem. Neste vídeo aqui, Ghiraldelli tenta refutar o excelente artigo mais recente de Luiz Felipe Pondé publicado no site do jornal Folha de S.Paulo, o link é este aqui onde Pondé brilhantemente mostra que os deuses das demais religiões não cristãs são puras projeções dos homens e projeções de suas fraquezas e vícios com exceção de Nosso Senhor Jesus Cristo que realmente é bom. Agora, e onde há em ser bom uma contradição ao que é o bem?
Um outro idiota do bom contra o bem que eu encontrei na internet uma frase dele, ele diz que nem tudo que é o bem é bom. Talvez o bem se oponha ao bom quando o sujeito queira viver no bem-bom de sua zona de conforto na peste do erro e do vício. É bom para tal pessoa a "narrativa" dela do que é na verdade o falso bom e falso bem que ela gosta muito de experimentar.
Ghiraldelli cita o exemplo do paganismo grego em que Zeus rapta um jovem adolescente, Ganímedes, por desejá-lo carnalmente em um desejo homossexual, eis uma fraqueza humana projetada em um falso deus, conforme a astúcia dos antigos para legitimar os vícios humanas de uma classe dirigente corrupta, Zeus ou Júpiter dos romanos. Ghiraldelli coloca como um exemplo do que seja o bem o discurso de todas as religiões, mesmo diante de um Zeus com uma paixão baixa humana homossexual. Somente uma religião é verdadeira e foi revelada por Deus que é a Igreja Católica, contudo, para um relativista, ateu, niilista, talvez satanista, comunista semelhante a Ghiraldelli é difícil concordar com isso.
Realmente os demais deuses e as demais religiões por serem falsas e vindas do demônio, porque os deuses das nações são demônios, diz o salmista, não tem algo de fato de bem o que causa a falsa dicotomia de bem e bom, o que é até um dualismo meramenrte gramatical, bem é advérbio, acompanha um verbo e bom é um mero adjetivo que qualifica um substantivo na forma de algo que obviamente remete-se ao bem.
O idiota do bom contra o bem tipo Paulo Ghiraldelli Júnior deveria no caso dele purificar o seu olhar sempre voltado para o corpo e o erotismo, o estabelecimento da putaria social que é o que ele expressamente já disse várias vezes querer para o Brasil e outros idiotas que opõem bom contra o bem deveriam muitos deles parar com o consumo de drogas para perceberem a unidade de bem, bom, beleza e verdade que só os que dormem, dizia o filósofo Heráclito de Éfeso, não conseguem perceber.
sexta-feira, 29 de outubro de 2021
O verdadeiro e o teratológico
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Eu ainda estou nas fraldas nos meus estudos filosóficos, mas, eu ouvindo à uma excelente aula de Filosofia no site YouTube do filósofo Olavo de Carvalho na qual ele menciona do filósofo e teólogo medieval, Beato João Duns Scot, para quem o bom, o uno e o verdadeiro são uma coisa só, Olavo que é um sumo e grande filósofo, ainda que diante do que ele ensina de verdadeiro, ele na prática tenha preferido o teratológico, aquilo que é mais conforme os monstros, mais adiante darei um exemplo concreto maligno na vida de Olavo a respeito. Olavo que deveria ter ficado dando as suas humildes aulinhas de Filosofia do que ter se metido em Política e da forma mais alucinada possível, porque vendo comunistas debaixo da cama, atrás dos arbustos e atrás das portas.
É comum, comentava Olavo de Carvalho no vídeo e outrossim em um texto, que hoje o que seja o verdadeiro, o real, seja decididamente o mal, o feio, o deprimente e o que seja o bom seja largado para a esfera do sonho e da fantasia, ou para a esfera do dever ser, a ética. Ora, no mínimo a ética dizendo como as coisas devem ser é o bom conselho para que alguma coisa não acabe muito mal, muito distante de suas possibilidades, não acabe na teratologia. A direita representada por Olavo defendendo concepções clássicas como uma verdade absoluta e universal e a união do bom, do uno e do verdadeiro acabou na prática em uma briga pela tais "narrativas", fanfics e com um psicopata da marca de um Jair Messias Bolsonaro no poder dando de ombros diante da montanha de cadáveres vitimados pela Covid-19 encerrando o diálogo dizendo que não é coveiro, além de contar com um plano de saúde para idosos como a Prevent Senior fazendo uso de cobaias humanas com remédios ineficazes contra o coronavírus e dizendo que "óbito é alta" ou com um Olavo em sua vida familiar e social como um monstro, são fariseus hipócritas, portanto, esses direitistas.
Comentava, ontem, a questão do jogador de voleibol Maurício Luiz Souza que criticou muito brevemente e de forma vaga, pretendendo-se um tanto profético, a prática homossexual, mas, o que faz a direita, pelo menos a atual, senão, tal qual faz Olavo, esconder suas fraquezas para na calada da noite, com relação à homossexualidade, pelo menos relacionando-se com travestis sendo esses cidadãos de bem e cristãos tradicionais desde criancinhas sendo penetrados via anal por esses que são homens vestidos de mulher e tem pênis, porém, aparentando mulheres são como que um rito de passagem para a homossexualidade noturna sob medida a conservadores muito rígidos.
Muito rígidos que o diga Olavo Carvalho para quem a sua direita extremada quer a nós, doentes mentais, no hospício, in limine, conforme eu lia um desses extremistas que bloqueou-me em uma rede social online. Olavo, então, negando uma sua fraqueza, mas, de maneira teratológica, mostrou-se, certa vez, um hipócrita ao negar que já foi internado em um hospital psiquiátrico manicômio, isso foi no ano de 1977 no Instituto de Psiquiatria Comunitária da cidade de São Paulo, e ainda discriminou injustamente a um pobre, desgraçado e miserável aluno dele, esquizofrênico, dizendo para um interlocutor dele na internet que não falaria com alguém "com a cabeça cheia de haloperidol". Discriminação altamente injusta, pois que qual problema há em se necessitar de um remédio para saúde mental e ainda mais o haloperidol ou Haldol que é um santo remedinho controlado psicotrópico antipsicótico atípico de primeira geração que eu já tomei e que certamente ajudou-me muito, apesar dos efeitos colaterais desagradáveis?
Aqui comento o que na prática fez Olavo de Carvalho mais conforme à teratologia do que ao verdadeiro ou agindo à maneira de quem dorme, diria o filósofo pré-socrático Heráclito de Éfeso, ele desmembra verdade, bem e beleza. Todos sabem que Olavo foi um péssimo pai, foi um Jean-Jacques Rousseau só que de direita, largou os filhos ao relento. Pelo menos o autor do Emílio, ou da Educação, largou os filhos aos cuidados da Igreja Católica, no entanto, um Olavo envolvido em seitas malucas e malignas islâmicas esotéricas não poderia ter feito o mesmo. Ora, uma das filhas de Olavo abandonada, a filha mais jovem, Leilah Carvalho, foi deixada à intempérie de uma hipóxia que é a baixa oxigenação de tecidos ao nascer, não sendo tratada pelo pai acabou que hoje ela é uma moça que sofre de risadas involuntárias e tem um dos braços, ao vê-la em um vídeo recente, seria o braço direito que gira para trás também involuntariamente.
Eis em tudo isso a fraqueza humana fragmentando o que poderia ser a unidade da consciência humana em uma poeira de mais de mil cacos atomizados e estanques, unidade que conduz ao uno, ao verdadeiro e ao bom para quem é inteligente, segundo a concepção lúcida scotista. A verdade e o real é o bom e o uno, porém, não negando que uma doença ou uma má inclinação humana que não seja fruto de nenhuma decisão intencional humana possa ocorrer, ainda que levando-se em conta o mito hebraico-cristão de criação, queda e redenção, saibamos que somos herdeiros de nossos pais Adão e Eva que traíram o pacto para com Deus e com isso feriram o mundo inteiro. Alguém como Olavo de Carvalho intencionalmente causou males à sua família ao não vacinar os filhos, ao não levá-los à escola, segue-se que, hoje, uma sua excelente filha que o denuncia, Heloísa de Carvalho Martin Arribas, tem dificuldades ortográficas e gramaticais ao escrever e por isso não consegue passar no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para ser advogada. E Olavo causou danos à família brasileira mesma ao produzir no Brasil uma seita política de extrema direita onde a direita é colocada como a encarnação de todo o bem e a esquerda a encarnação de todo o mal com a ideia, por exemplo, de que o nazismo seria de esquerda, não que não hajam elementos revolucionários no nazismo e que o nazismo como fascismo alemão que foi, de fato, era uma dissidência nacionalista e por isso mais inteligente do movimento socialista ou comunista que é internacional.
quinta-feira, 12 de agosto de 2021
Heróis da liberdade ou do instinto?
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Conversando com um amigo que é protestante e como é comum em qualquer protestante ou homem comum moderno, mas em especial se ele é protestante e também os ateus eu noto que por causa do protestantismo, o primeiro alento do homem moderno, eu noto que o meu amigo e tais pessoas como ele legaram ao mundo uma perigosa banalidade e cegueira total ao mundo que é a dissolução da verdade em nome da liberdade ou seria em nome do instinto, visto que a liberdade pressupõe o conhecimento da verdade e do bem que se quer seguir, aderir livremente?
O homem moderno, a partir do protestante, estabeleceu no mundo o direito ao erro. Ele querendo ser herói da liberdade em verdade ao instinto deu direitos, deu cidadania. Um menino assim deveria dizer primeiro se o protestantismo ou o liberalismo, o socialismo ou qualquer outra ideia que ele quer aderir se ele a quer com direitos no mundo não seriam para ele, portanto, a verdade e o bem. O homem move-se pela verdade que é a notícia que a realidade dá de si e assim desperta-lhe, fecunda-lhe, dá sentido e luz ao seu pensamento.
O homem moderno é louco, vive fora de si, quer direitos ao que pode ser o erro quando o erro pode ser apenas tolerado, porque errar os homens erram, contudo mais cedo ou mais tarde se não forem débeis mentais depois que se dão conta do erro devem aderir à verdade e também ao bem. O homem moderno quer que a sua única verdade seja o seu Estado laico ateu republicano democrático e liberal onde na verdade só tal Estado em tal república é sujeito e ente de plenos direitos, porque na verdade diante do cipoal de ideias divergentes em realidade tais ideias são meramente toleradas.
Triste fim e forma tomou o mundo ocidental e que vem engolindo o oriente cismático e muçulmano em que toda a sabedoria que é a alegria na verdade está proibida não naturalmente em nome da liberdade, mas em nome do puro instinto, em nome da vontade de poder para muito além do bem e do mal, onde qualquer sensação agradável como a do viciado em drogas é mais crível do que a verdade, ainda que a mais dura, mas que sempre pode dar a mais perene e estável alegria por sua fecunda luz a guiar-nos.
segunda-feira, 29 de março de 2021
Semana Santa - do amor ao ódio ao bem
Autoria: João Emiliano Martins Neto
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Nós, cristãos católicos, estamos na chamada Semana Maior, a Semana Santa que vai até o dia da Solenidade da Páscoa da Ressurreição do Senhor no domingo próximo. Começamos ontem no domingo de Ramos e Paixão do Senhor. Ontem de uma vez só vimos na liturgia da Palavra o nosso caminho humano de amor e ódio ao bem, amor e ódio à sabedoria, a Deus.
Jesus Cristo foi homenageado pelas pessoas em sua entrada triunfal e humilde em Jerusalém com o povo depondo vestes e palmas de plantas ao chão onde pisou o jumentinho em que estava montado o Salvador. Depois na mesma liturgia presenciamos a última ceia com a instituição da Eucaristia e a traição de Judas Iscariotes. Em seguida contemplamos a agonia mortal de Cristo no jardim das aflições que é o horto das oliveiras, a prisão de Cristo a mando do Sinédrio. Cristo diante de Pôncio Pilatos que na sua prática política se ele não sabia o que era a verdade e questionou acerca da mesma diante de Cristo, mas algo de verdade é que ele não via nenhum crime em Jesus. Contemplamos em seguida a via dolorosa de Cristo rumo ao monte da caveira até a sua crucificação e morte.
É digno de nota a disparidade, a relação de amor e ódio, que nós, homens temos com relação ao que é o bem e a verdade. Primeiro na entrada triunfal em Jerusalém é capaz o homem de receber com alegria aquele que alegou ser a verdade, o Cristo, a quem São Paulo, o apóstolo, chamou de sabedoria de Deus, e o Verbo divino, segundo São João. Uma tal alegria diante da promessa de verdade, sabedoria, luz, sentimos nós, que queremos ser estudantes de Filosofia, quando optamos por estudar o amor ao saber que é a Filosofia, todavia, diante da atividade árdua que é a busca do conhecimento, fundamentalmente a pesquisa da estrutura do real que é a pesquisa filosófica, desviamo-nos incontáveis vezes do que é o mais real, hoje em Filosofia evitam-se estudos metafísicos que é a busca do que seja a estrutura do real, ou míopes erramos miseravelmente em nossas conclusões sobre o que seja o mais real, verdadeiro, sábio.
Diante de Pilatos o Cristo disse que quem é da verdade ouve a sua voz e Pilatos perguntou-lhe em que consistia a verdade, "quid est veritas", sendo que Pilatos mesmo não viu crime algum no Cristo. Algo da verdade estava-lhe diante dos olhos, contudo o procurador romano na Judeia ainda colocou-se como em uma condição de cegueira em relação ao real, à verdade, porque certamente seus olhos tinham o cisco de querer agradar o imperador romano que não suportaria disputar com Cristo o senhorio sobre o mundo.
O ódio à verdade chegou ao máximo quando o povo gritou diante de Pilatos para que Jesus fosse crucificado e que como profetizou o sumo sacerdote Caifás que um só, Jesus Cristo, fosse sacrificado injustamente para que toda a população judia não perecesse merecidamente.
A verdade liberta, disse Jesus. A verdade ilumina, Jesus é a luz do mundo, mas ao mesmo tempo a verdade por sua luz torna bem nítido diante de nossos olhos os contornos e estrutura do real que pode e é bem feio, a condição degenerada humana pelo pecado. Tal visão terrível pode, de fato, libertar-nos do pecado e do mal que nos deforma, só que a nossa vergonha de nossa nudez e maldade nossa de também vermos com malícia a inocência nossa de estarmos nus, tal qual crianças, quando ainda obedecíamos a Deus, tal visão esmaga-nos. Por esmagar-nos queremos a morte da luz, que tal lâmpada se apague, que a verdade não esteja como está diante de nossos olhos. Queremos que a sabedoria seja um besteirol, segue-se que crucificamos o Cristo mesmo que como Pilatos queiramos livrá-lo da injusta condenação imposta pelos pérfidos judeus, figura que eles são da perfídia de todos nós com relação à verdade, ainda que pagãos como Pilatos não estejamos no fundo do inferno em que se encontravam os líderes judeus e a ralé de povo judeu que o queria condenar o seu Messias verdadeiro à crucificação e até aos dias de hoje, porque a maioria dos judeus não querem ser cristãos.
Eis a Semana Maior, a Semana Santa até a Páscoa em um só dia, no dia de ontem de Domingos de Ramos e Paixão do Senhor. Eis o nosso relacionamento humano ambíguo, débil, cego e prático desorientado qual foi a atitude de Pôncio Pilatos, diante da verdade e do bem. Eis em particular a situação dos judeus até aos dias de hoje que tendo a Lei, os profetas e os escritos estão em um sono de morte profundo de quem não quer aceitar Jesus como o Cristo. Que vivamos esta Semana Santa prevenidos pelo que ocorreu nas divinas e dolorosas estações de Cristo, a fim de firmamos o nosso compromisso com o que é a verdade e o bem que é Deus que revelou-se, veio em nosso socorro, pois o último e mais sábio de todos os filósofos com toda a verdade nas mãos não existe, e por nós Deus Jesus Cristo reconciliou-nos na cruz e em sua ressurreição gloriosa, fez a paz entre nós e a verdade e o bem às quais devíamos uma dívida impagável que encher-nos-ia de vergonha, esmagaria-nos e matar-nos-ia com toda a justiça. E rezemos pela conversão dos judeus, a Igreja reza por eles na Sexta-feira Santa, pois que filosoficamente, de forma natural, a verdade sendo o Cristo é mais difícil de ser apreendida, mas com o auxílio da Bíblia Sagrada, cujo Antigo Testamento é a escritura dos hebreus, a verdade e a sabedoria plena revelada na Escritura torna-os indesculpáveis.
sexta-feira, 12 de julho de 2019
domingo, 29 de maio de 2016
DEUS, a unidade do conhecimento
Eis que Deus é a personificação do que seja o bem, o verdadeiro e a beleza, é o ens realissimum, o ser mais real. Nada na natureza, nada criado, a não ser por analogia, ou seja, por semelhanças, apesar das dessemelhanças, só, então, confusamente a criação a nós remete o que Deus consegue cabalmente sê-lo. Deus, portanto, eis que é a idéia mais clara, eis que é o sol, a lâmpada que torna tudo conhecido, é a causa de nosso autoconhecimento, do conhecimento d'Ele mesmo e causa do conhecimento do mundo.
terça-feira, 1 de março de 2016
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