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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho
Olavo de Carvalho " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...
quinta-feira, 17 de setembro de 2026
O Diabo ninguém engana
sexta-feira, 31 de julho de 2026
O Diário
segunda-feira, 27 de julho de 2026
Querido diário
quarta-feira, 6 de maio de 2026
Penitência, penitência! (poema cristão)
domingo, 25 de agosto de 2024
Sacramento da confissão (poesia cristã)
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Aquele solícito padre inclinado a ouvir-me
Ah, eu o filho pródigo de novo e de novo ali no confessionário
Não tem mais padre
Basílica de Nazaré, Trindade, Mercês, Santo Antônio de Lisboa
Desperdicei a herança
Sêmen, dinheiro, justa honra viril
É a arma o Santo Rosário.
Não sei até quando o justo Pai quererá inclinar-se
Para receber-me
Ah, eu não compreendo o macho que sou
"Pois sou criança e não conheço a verdade"
Oh, eu iria tão longe por Sodoma?
Da privada, cocô humano non plus ultra
Espiritual burrice atroz.
terça-feira, 30 de abril de 2024
O convite-espelho
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Eu não sei se é o efeito do transtorno de minha covardia profunda, mas parece-me claro que se pode esperar uma reação de alguma forma violenta ao dizer para certas pessoas que até agiram de forma injusta contra aqueles de nós romano-católicos que formos realmente justos que elas devem. Se formos, e principalmente contra nós o corpus mysticum de ninguém menos do que Deus (Jesus Crristo), o convite para elas irem ao confessionário será um convite-espelho que mostrar-lhes-á a sua feiura.
É feio demais o rei Miraz usurpador e assassino do próprio irmão, ele um telmarino como são feios como um todo os telmairos piratas e náufragos que dominaram Nárnia.
segunda-feira, 29 de abril de 2024
Uma informação ao domínio telmarino em Nárnia
Autoria: João Emiliano Martins Neto
| (todos os direitos autorais da imagem estão sendo respeitados) |
Eu na minha preguiça ainda não li no livro que eu tenho em minha biblioteca pessoal onde estão todas as crônicas de Nárnia de autoria de C.S. Lewis a crônica do Príncipe Caspian. O personagem título que luta contra o seu tio, o usurpador do trono, rei Miraz, que matou o seu próprio irmão, Caspian IX, pai de Caspian, em disputa por poder. Eles são todos da raça dos telmarinos, todos na verdade bandidos que mataram narnianos, mas, sob Miraz Nárnia perdeu todo o seu encanto, diríamos nós, romano-católicos, o milagre deixou de acontecer no que poderia ser o panteísmo, semelhante ao de Adolf Hitler, na visão dele de divinização da natureza. Sendo Miraz como usurpador, um tirano que oprime Nárnia. No nosso mundo ocorre o mesmo uma certa raça de piratas náufragos homólogos aos telmarinos, ladrões e criminosos, filhos de Caim, de quando em vez usurpam o cetro de ferro que pertence por direito e conquista ao Senhor Jesus Cristo e à sua Santa Igreja Católica Apostólica Romana, fora da qual ninguém se salva, e quando informados que devem reconciliar-se com Deus de seus pecados - normalmente - através do sacramento da penitência, dizem, não raro irritados ou já loucos ou bandidos, que confessam-se direto para Deus.
Tal informação da necessidade dos sacramentos não raro os choca e que cause choque. Que, nós, romano-católicos que formos pobres e fieis, que não sejam covardes parecidos comigo, digamos-lhes a verdade, o abalo em seu reino tendo à frente Miraz (Lúcifer) será fortemente abalado só por essa informação, quando o ego infla esmaga o superego, e o Principe Caspian que é um justo terá reabilitado o seu cetro, ainda que os Estados ocidentais sejam infelizmente laicos, será retomado o legítimo poder de Jesus Cristo com o seu cetro em mãos.
sábado, 16 de março de 2024
Perdão, a lei estrutural do universo
Autoria: Olavo de Carvalho
quinta-feira, 8 de junho de 2023
Explorando um terreno corrompido
Autoria: João Emiliano Martins Neto
O meu blog eu quero que seja sempre a busca, se Deus me permtir, de explorar um terreno corrompido, o terreno do meu coração, pois que está escrito na Bíblia Sagrada que o coração humano é desesperadamente corrupto, que o conhecerá? Eu quero, Deus me permita, conhecer o meu coração, e eu menciono aqui Deus, mas, como eu referi em meu artigo logo anterior a este que eu vivo em uma situação por vezes de obsediante ceticismo e ateísmo, tendendo às tais condições, visto que eu sou homossexual, sem dúvida que a homossexualidade é uma situação de grave depravação e corrupção, tal condição faz-me duvidar de Deus e de querer abandonar a santa religião católica romana para colocar uns poucos segundo de prazer venéreo acima de tudo, acima até de Deus em um desespero erótico absolutamente frívolo.
O coração humano seria um terreno corrompido, pantanoso, com uma terra movediça, árida, com serpentes, escorpiões ali, jacarés à espreita, monstros marinhos e lagartos carnívoros gigantes. A minha alma que é de um grande e na verdade gigantesoco covarde que eu sou, frouxo, frango, mulherzinha e veadinho que eu sou, uma verdadeira barata e rato sempre entocado com medo que eu sou sem estômago para nada semelhante ao ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, o Bozo miliciano e genocida, que fugiu do Brasil no finalzinho de seu mandato presidencial para evitar a Justiça brasileira que agora está em cheio à cata dele, e ele deixou o seu povo eleitor tomando chuva, sol, intempéries climáticas e apanhando da policia nas portas dos quartéis onde ele pedia, clamava em sua simplicidade e sinceridade que as Forças Armadas brasileiras também acovardadas reagissem de alguma maneira à retomada do poder pelos comunistas petistas.
No meu blog eu procuro abrir a caixa preta de mim mesmo e quem sabe assim pela palavra, pelo uso da linguagem curar a minh'alma que por minhas tentações não raro obsediantes de eu me tornar um ateu e cético homossexual, vive minh'alma em um gravíssimo risco de restar doente, prostrada, fraca, morta e sepultada pelo pecado mortal em uma situação de pequenez irrisória na qual nada vale a pena.
Eu prefiro que o meu blog explorando um terreno corrompido como o meu coração humano seja assim do que ficar julgando e condenando a quem quer que seja e assim eu acabar um triste, enfadonho, farsesco, sem caridade e inflexível juiz odiento do meu próximo o que torna-me incapaz de pela minha própria doença de meu coração, dureza e farsa de que eu possa ajudar a curar o coração do mundo, os corações das pessoas, pois que o bom exemplo é óbvio que vem a partir de si mesmo. Que eu me converta primeiro a mim mesmo. Médico cura-te a ti mesmo.
Hoje que é dia de Corpus Christi, o Corpo de Deus, vale a pena que normalmente por uma boa confissão sacramental o nosso coração humano, explorando assim um terreno corrompido para saneá-lo, sejamos curados a fim de que nos transfiguremos em Jesus Cristo pela comunhão de seu bendito corpo e sangue no sacramento da Eucaristia, em boa disposição para tal.
sexta-feira, 26 de maio de 2023
Manda logo para o inferno e acabou
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Ontem eu estava na rua lendo enquanto eu caminhava um excelente livro sobre demonologia que eu havia acabado de comprar, o Summa Daemoniaca do Padre José Antonio Fortea, ontem à noite na hora de dormir estava lendo este livro eu que sou preguiçoso para ler os livros que eu compro, sou o filisteu da cultura, ao saber algo ali dos demônios eu acho que vi um deles mostrando os dentes para mim parecendo um vampiro. Dizia que eu estava na rua e pela manhã e um sujeito talvez morador de rua, pelo menos um pedinte que esperava algum dinheiro de mim, ele me alertou para o carro que vinha logo atrás em uma ruazinha do bairro do Comércio daqui da minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará. Ele deu graças a Deus por me encontrar e eu disse a ele que se ele quisesse ter algo de Deus que ele estivesse de bem com Deus através do sacramento da penitência, que ele confessasse os seus pecados a um sacerdote. Disse também que não adiantava ele querer estar de bem com Deus indo em uma seita herética evangélica.
O homem ficou enrolando e quando disse logo que não daria dinheiro para ele, pois não tinha dinheiro para dar a ele, o pedinte tirou a máscara e repetiu a cantilena protestante que ele só se confessava diretamente para Deus. Na hora eu não me lembrei de mandar ele logo para o inferno e acabou, manda logo para o inferno e acabou talvez seja a melhor linguagem para o populacho. O inferno todos entendem pelo meio mais simples e dos simples e idiotas que é o argumento de fé. Eu só encerrei dizendo polidamente como se ele fosse alguém de uma classe social mais elevada, claro que não era o caso, que o perdão vem através do padre, foi o mesmo que nada.
Vai se ferrar, zé mané pedinte, vai para o inferno ou vai te confessar! Fim de papo assim quando se fala com o povão, a massa indistinta da qual qualquer merda pode sair.
Vai para o inferno, porque Jesus Cristo instituiu o sacramento da penitência quando ressuscitado apareceu aos apóstolos dizendo-lhes que a quem eles perdoassem os pecados serão perdoados e a quem eles retivessem os seus pecados, seus pecados serão retidos: não seriam perdoados. O povão não tem cabeça e nem tempo para ouvir tal argumento até simples, então, que trema e tema a autoridade da Igreja Católica que é a mais antiga e que educou o Brasil. Mais antiga do que as seitas malditas pestilentas evanjegues Assembleias do Diabo (Assembleias de Deus), Seita do Satanismo Quadrangular (Igreja do Evangelho Quadrangular), O Diabo é Ódio (Deus é amor) e tantas outras porcarias.
quinta-feira, 4 de maio de 2023
A insignificância, o inominável e a penitência dando nome aos bois
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Dia desses eu estava conversando pelo aplicativo WhatsApp, com o irmão Diogo Rafael Moreira, que é um sedevacante e cismático do canal no site YouTube e blog na internet chamado Controvérsia Católica. Eu ali no aplicativo expressei-me no diálogo com ele somente por texto, o sedevacante e cismático respondeu-me por áudio. Eu disse a ele que eu sou homossexual. Ele talvez um tanto indignado foi logo dizendo, citando São Paulo em uma de suas epístolas, que um tipo de pecado e mal tal qual a homossexualidade é algo inominável, logo, digo eu, é algo com uma insignificância.
Olavo de Carvalho comentando sobre a miséria brasileira onde pelo menos nos últimos quarenta anos e principalmente nos anos de ascensão das esquerdas ao poder, o sofrimento, dor e drama brasileiro tornou-se inominável, insignificante, que o diga a ausência de escritores que expressassem literariamente os mais de sessenta mil assassinatos por ano nas eras Luiz Inácio Lula da Lula e Dilma Rousseff no poder. Poderiam ser escritores, também poderia ser até mesmo santos ou pelos menos católicos dispostos à penitência para ajudar por meio da simples fé divina e católica romana acessível aos pobres, a massa de povo que não é tão erudita assim e dada a ler muitos livros de literatura. Santos ou penitentes dispostos a dar a sua vida por amor a Deus sobre todas as coisas e por amor ao próximo como a si mesmos para pararem esta sangueira. Todavia, onde está a Igreja Católica Apostólica Romana neste país, Igreja que se encontra em ruínas por causa do maligno Concílio Ecumênico Vaticano II e por causa do marxismo que se infiltrou nela.
E sendo assim algo dado como insignificante o próprio morticínio de brasileiros pela classe letrada que é toda de esquerda, por conseguinte, formada de cabos eleitorais de Lula e Dilma e de toda a esquerda, segue-se que não o denunciaria tal fato macabro fruto do tráfico de drogas e do consumo de drogas que no Brasil só aumenta a cada ano. É considerado insignificante pelos pretensos intelectuais e pretensos escritores nada menos do que o banho de sangue de seus próprios compatriotas. Tal situação não poderia ser expressa na literatura nacional, ainda mais se a classe falante é engajada à esquerda. Tal classe odeia o cristianismo, a Igreja Católica. A maioria deles são agnósticos, ateus e indiferentes religiosos. Os escritores precisam do signo, explicou Olavo, precisam de alguma coisa com algum tipo de linguagem que dê nome aos bois. Olavo, que já infelzmente faleceu, era sempre um mestre ao ensinar a nós, seus pupilos e alunos, discípulos, a cultivarmos a literatura, pois que por meio dela as possibilidades de experiências humanas aparecem. Por exemplo, na poesia e assim no mito que se encontra o primeiro degrau dos quatro discursos de Aristóteles, sistematizado pelo grande professor Olavo em seu livro Aristóteles em Nova Perspectiva - Introdução à Teoria dos Quatro Discursos, onde começa o entendimento discursivo humano acerca do mundo culminando na ciência.
Com todo o respeito pela autoridade do Apóstolo (São Paulo), mas, eu acho que a minha revelação causou espécie a tal ponto no irmão Diogo Rafael Moreira do Controvérsia Católica que ele se esqueceu, talvez por um estrabismo da parte dele não só físico (ele é vesgo), também, espiritual, que São Paulo concedeu um signo, um significado, uma linguagem escrita à homossexualidade classificando-a é verdade de como algo cujos nomes são horrorosos. Nós, homossexuais, seríamos os sodomitas ou devassos, nas traduções biblicas, respectivamente dos hereges protestantes e na tradução escriturística e santa católica romana. Nós também podemos ser os afeminados, segundo o grande, bem-aventurado e glorioso Apóstolo que aliás, na cidade grega de Corinto, ele converteu gays ali, coisa rara, hoje. Na verdade é o incesto que é inominável, segundo o Apóstolo. Brincar de homossexualismo é besteira diante da defesa de nada menos do que o referido incesto no passado na diocese de Corinto e hoje por Max Horkheimer da Escola de Frankfurt defendido pelo atual ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em seu livro Em Defesa do Socialismo. Diante do intercurso sexual entre pais e filhos e irmãos de sangue entre si a homossexualidade é um nada, concluiu o magno filósofo Olavo quando no ano de 2018 em um vídeo no YouTube, ele comentou sobre tal livro de Haddad.
Eu acho que a penitência pode dar nome aos bois ao pecado ou maldade do maior dos pecadores, que eu costumo dizer que sou eu mesmo o maior dos pecadores. São Paulo dizia que ele era o maior dos pecadores, então, imagina eu que não sou digno de nem me abaixando desatar as correias das alparcas do Divino e Beatíssimo Paulo. Pela penitência que restitui, normalmente através do sacramento da confissão ou penitência, ao homem a sua inocência. Mistério ou sacramento por meio do qual o homem concretamente mostra o seu arrependimento, é possível que os maiores pecados a exemplo do grande e terrível pecado que é o do homossexualismo, é possível tranquiilamente à homossexualidade e às piores coisas lhes dar um nome e até acabarem em um excelente livro de contos abrilhantando as nossas bibliotecas ou os PDFs e ebooks na internet. É possível fazer a coisa cair em uma alguma forma de discurso inteligível e de entendimento, de auto-conhecimento e de luz que na fé verdadeira que é a divina e católica encontra uma luz ainda maior. A luz da verdadeira fé revelada por Deus que é somente a católica diante da qual, por uma infelicidade muito comum sobretudo na classe mais falante e letrada, dificilmente se dobra a razão humana ciosa e orgulhosa.
Ou sejamos canalhas honestos, diria o escritor Nelson Rodrigues. Talvez não tão canalhas por admitirmos com uma linguagem qualquer que somos canalhas, então, e reconheçamos que certas opções nossas de vida são ruins de fato e de forma sonante. Seriam com efeito más. São inferiores que o diga a homossexualidade que imita a fecunda heterossexualidade e dela depende na materialidade para que novos homossexuais venham ao mundo. E desde que o nosso pecado, maldade ou canalhice não chegue ao ponto extremo do caos social de badernas, arruaças, quebra-quebras, terrorismo bolsonarista ou comunista, assassinatos e roubos a mão armada. Se é só brincar de homossexualismo, podemos, se providencialmente somos católicos, pelo menos atritos podemos dar nome aos bois diante não de qualquer idiota ou ignorante da rua, no entanto, diante de quem interessa que é o padre no confessionário admitir a nossa maldade ou canalhice gay, ou qualquer outra coisa menos mal, semelhante ou ainda pior e mesmo que cometamos o pior dos pecados em grande e numerosíssimo número podemos ser perdoados no confessionário e saímos de lá inocentes e puros como uma criança, conforme diz o dogma de fé católica da remissão dos pecados. O padre que é o próprio Jesus Cristo diante de nós. O padre que age in persona Christi que é quem pode livrar-nos das penas eternas no inferno.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023
Repetente
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Eu sou repetente, fui de novo, hoje, ao confessionário confessar o meu pecado contra o sexto mandamento, o pecado contra a castidade. De novo, de novo e de novo vivo no confessionário confessando a minha prática no esporte, o esporte da homossexualidade. Sou o repetente. Eu sou um desafio à fé dos padres daqui da minha Arquidiocese de Belém do Pará para os quais eu me confesso a que durante um dia que poderia ser simbolicamente o período de um milênio ou de uma vida em que por sete vezes eu a eles peça perdão no confessionário, eles por sete vezes, número da perfeição, a perfeita trangressão, eles tenham fé e me perdoem, conforme ensinou Jesus Cristo na Bíblia Sagrada.
Eu poderia até considerar que o sexo fosse o mais importante. Sexo ou mais, o erotismo que os psicólogos dizem ser importante para uma vida psíquica saudável. Se eu não achasse que só o sexo, ou uma genitalidade, tornaria a vida limitada, mesquinha e acanhada. O sexo - ou mais propriamente a genitalidade - como solução de tudo se eu não levasse em conta os frutos das castidade e da continência ensinadas pela Igreja Católica Apostólica Romana que deram ao mundo civilização, ordem, sobretudo amor a Deus sobre todas as coisas, Ele que aprendemos na religião que é digno de ser amado sobre todas as coisas, e o amor ao próximo mesmo o próximo o mais "broxante", triste, pobre que ele seja, um próximo sem nenhum erotismo ou sex appeal que seja.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2022
O caminho é a humildade
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Nesta época próxima do Santo Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo dia a respeito do qual rezamos nas segundas e sábados o terceiro mistério gozozo do Santo Rosário aprendemos o desapego à riquezas e um amor à probreza, visto que Jesus que é o próprio Logos que aceitou vir como pobre e homem, servo, e nascido de mulher em uma pobre manjedoura, eu noto que o caminho é a humildade. O caminho para Deus é a humildade e eu percebo isso quando eu peco normalmente contra a castidade, nem que seja o pecado solitário e até simples, contudo sempre grave, que é o pecado da masturbação. Eu busco logo o sacramento da penitência. Talvez se eu não tivesse problemas com o sexto e o nono mandamentos provavelmente eu nunca me confessasse e ainda acharia-me sem pecados, o Senhor meu pai João Tadeu Garcia Martins diz isso dele, que ele é sem pecados, ele que há décadas não sabe o que é receber os sacramentos da confissão e da Eucaristia e nem vai nos domingos e nas festas à Santa Missa e posa de conservador e é anti-gay ao ponto dele achar que eu levaria um homem na casa dele na presença dele, já levei escondido homens na casa pressionado pela solidão e o desejo venéreo, por eu quase nunca ter trabalhado na vida, em particular por causa da minha doença mental bipolar que torna-me frágil para o trabalho. Se eu não tivesse problemas com a castidade, ainda mais pela questão gravíssima da homossexualidade, possivelmente eu seria um monstrinho de farisaísmo e soberba que é o que acontece com muitos heterossexuais que se estão na Igreja Católica pelo menos nunca mais se confessaram ou nunca mais fizeram uma boa confissão ou outros já abandonaram há muito a Igreja Católica, é o caso do Senhor meu pai que é um incompreensivo conservador vulgar.
Com relação aos católicos, certamente não raramente eu já fui tentado e caí na tentação de ser um fariseu hipócrita por arrogar-me católico romano e também seria o caso de alguns homens casados heterossexuais comuns, esses que talvez fariseus nunca mais fizeram uma boa confissão, eu acho que os pecados que mais doem são os sexuais contra a castidade dada a questão da afetividade e a intensidade do desejo ligado à prática venérea. O homem é sempre tentado à arrogância nem que seja quando ele se diz católico romano o mais observante e rigoroso ou quando ele tem uma profissão clássica na sociedade como ser advogado, médico ou engenheiro ou ele tem um cargo estável de funcionário público ou político que o diga o nosso atual Presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, que se deixou corromper junto com muitos da direita midiática na internet, e o maior e pior deles foi um Olavo de Carvalho, um hipócrita de marca maior cuja vida pessoal concreta só foi devassada pela excelente filha primogênita dele, Heloísa de Carvalho Martin Arribas. Bolsonaro e a direita agiram mal, porque tinham um projeto de poder e prestígio pessoal para ganhar muito, em particular Bolsonaro com sua família, que tinham um projeto sobretudo de poder, e dinheiro. A tentação da soberba vem de se impor a ferro e fogo, nestes últimos tempos de direita no poder, com armas mesmo as melhores coisas, uma delas em impor em maior número o falso cristianismo herético protestante neopentecostal e em menor número o cristianismo santo que é o do catolicismo romano algumas vezes em sua versão praticamente sedevacante tradicionalista em um materialismo tão brutal e violento, jogo sujo, quanto o dos liberais e da esquerda com suas bandeiras.
O caminho é a humildade. E melhor em todo o caso reconhecer o quanto é bem limitada a finitude humana, ainda que as armas, falei de armas acima, usadas por direita e esquerda expandam um pouco mais o poderio humano, expansão ilusória sendo sempre ilusório o materialismo com sua ideia unidimensional de homem em que não se leva em conta que as qualidades de bem, verdade e beleza, a lei divina e a lei natural, já se encontram n'alma humana e que apenas as coisas materiais fazem com que a alma tenha um como que um despertar ou como que uma reminiscência através das qualidades que este mundo tem, inclusive pelo que é o material.
quinta-feira, 3 de março de 2022
Na fila da confissão
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Na fila da confissão, desafortunadamente pela segunda vez consecutiva dado que eu expus-me às chamas do pecado na mesma noite do dia no qual eu havia recebido o sacramento da penitência, ontem, diante de uma pintura retratando Jesus Cristo apontando o seu coração em chamas, na fila eu disse sinceramente para Jesus que na revolta do pecado que arma eu poderia, já que estamos em época de guerra no mundo, apontar para o Céu que alcançasse o mais alto do Céu e pudesse fulminar a Deus?
Que arma poderia matar a Deus, já que estamos na época da morte de Deus? Porque qual arma que poderia fulminar o absoluto, a estrutura do real, das coisas como elas são? Talvez eu pareça dogmático, mas, de fato, todo homem precisará um dia provar de um banquete de consequências, não lembro agora qual autor disse algo parecido, que eu li em um livro de introdução à Filosofia. A vida não é nunca um ensaio, nem mesmo geral, e ao menos que alguém seja muito enfermo mental, nem mesmo se for o mais isolado dos selvagens da floresta poderá deixar de experimentar de tal banquete dizendo-se ignorante total da verdade, enfim, podemos chamá-la de Deus, que se mostra a todo homem são na natureza.
Na fila da comunhão, então, no todo passou-me pela mente as palavras, acima, eu disse-as diante de Jesus Cristo para fazer-lhe, através do sacerdote, uma boa confissão que espero que finalmente tenha sido dessa vez a minha rendição diante das tropas celestes de Deus: a Virgem Maria, São José, São João Batista, São Miguel Arcanjo, todos os anjos, santos e as almas dos fiéis defuntos que intercedem pelos homens neste mundo, sobretudo pelos membros da Igreja militante que é a deste mundo para que não nos atinjam o fermento dos grandes males deste mundo a exemplo dos fariseus hipócritas ultra-conservadores, Vladimir Putin e Alexandre Dugin, no entanto, que eles sejam vencidos, eles que como fariseus e hipócritas tem um bom e nutritivo prato escondido nele o veneno, o fermento farisaico que é o ensinar coisas excelentes, mas praticarem o mal.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2020
O tribunal da misericórdia e o tribunal do mundo
Resumo: O tribunal da misericórdia é o do Deus que espera para perdoar-nos e curar-nos e há o tribunal do mundo que seduz o homem ao mal e depois hipocritamente o acusa e condena.
Há dois tribunais neste mundo, há o do mundo propriamente dito e há o tribunal da misericórdia que é o de Deus aplicado a todo homem de boa vontade na busca do bem e da verdade normalmente pelo sacramento da penitência em o qual os méritos infinitos de Cristo obtidos na cruz por Cristo pela redenção objetiva da humanidade são aplicados ao homem penitente que confessa os seus pecados ao sacerdote.
O tribunal do mundo age de forma ambígua, porque a cultura do mundo é a diabólica, é influenciada por Satã que hipocritamente seduz o homem e o leva a pecar para depois condená-lo, acusá-lo, sem possibilidade de remissão.
O tribunal da misericórdia que é o de Deus, como diz o próprio nome, Deus aplica o seu coração à miséria humana, pois Deus compadece-se do homem e de todas as criaturas que criou que podem por fraqueza vir a cometer pecados graves, sobretudo, que são os piores.
Busquemos sempre, com a ajuda da graça de Deus e pela força do Espírito Santo, o tribunal da misericórdia normalmente pela recepção frequente do sacramento da penitência que é o da confissão, pois com paciência e conselho, Deus, por seus sagrados ministros, os sacerdotes da Igreja Católica Romana Santíssima, está Ele a aguardar-nos para curar-nos (Êxodo 15, 26), pois é bom lembrar é dogma de fé divina e católica que há a remissão dos pecados, há o perdão, sim, há a misericórdia de um Deus que não se cansa de atrair-nos para Ele e sabe também Ele, o nosso Deus, que pode ser muito longo, de fato, o caminho da maioria dos homens rumo à luz, rumo à sabedoria, rumo ao Amor, enfim, rumo a Deus.
Enfim, o homem não deve temer sempre todo o juízo neste mundo, não precisa temer todo o discernimento, porque se um juiz humano mesmo que seja um magistrado ligado ao Estado possa simplesmente como é próprio do Estado jamais perdoar os crimes ou pecados cometidos, que é o que é próprio do tribunal estatal deste mundo ser normalmente inclemente, mas o tribunal da misericórdia, o juízo divino que conduz com paciência e conselho o homem a discernir a verdade do erro, enquanto vige o tempo da Igreja antes da segunda vinda de Cristo, em tal tribunal divino o homem que faz ao padre uma confissão sincera, honesta, lúcida, arrependida e com o propósito de não mais pecar, com a ajuda de Deus, pode encontrar assim a cura e o perdão.
sábado, 13 de julho de 2019
Carta fictícia a Silva e Silva
Caro amigo, a minha vontade meio de minha liberdade estava desviada da inteligência das coisas e ontem eu me masturbei e consultei a pornografia. Sei que pequei gravemente e no mesmo dia eu havia recebido o sacramento da confissão depois de poucos dias eu haver me confessado. Já perdi as contas de quantas vezes eu já me confessei ao padre este ano, mas com a ajuda da graça de Deus eu não penso em desistir, não, ser católico romano para mim é tudo, é algo que ilustra e dá sentido maravilhosamente à minha vida e ao mundo, estou convencido que ser cristão é estar assentado firmemente no ser. Não tenho, caro amigo Silva e Silva, um padre confessor fixo e talvez nem mesmo confiável, até porque a decadência romana aqui no Brasil é grande, então alterno em paróquias diferentes para diferentes padres as frequentes vezes que acorro ao sacramento de cura que é o da reconciliação, até porque dá uma vergonha danada para gente que não se confia repetir para a mesma pessoa desconhecida a confissão do mesmo pecado.
Um abraço para ti, caríssimo e até a próxima cartinha.
quarta-feira, 14 de novembro de 2018
Entusiasmo, eudaimonia e alegria da verdade
Se no cristianismo Deus é a verdade, a palavra entusiasmo de origem grega significa ser transportado, arrebatado por uma entidade divina e Deus mesmo por seu Espírito Santo é o Espírito de verdade e tal Espírito divino habita no homem, no corpo do homem como Seu templo, eis que o verdadeiro cristão, o orante a todo instante, aquele que recebe com frequência os sacramentos da penitência e da Eucaristia,
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
Uma oração de joelhos
Obrigado, ó meu Deus e meu Pai, aqui de joelhos rezo a Vós, porque na força de Vosso Espírito de amor, de tal maneira com efeito amastes o mundo que destes o Vosso único Filho Jesus Cristo, eterno Verbo divino, para que todo homem que n'Ele crê não pereça, mas tenha vida eternal.
quinta-feira, 9 de novembro de 2017
O recomeço...
A cada vez que se recebe o sacramento da penitência, isto é, a cada vez que alguém se confessa a um sacerdote, tal pessoa está a recomeçar a sua vida, ela recomeça sua vida com Deus, vida e caminho e verdade, como Cristo disse de Si mesmo quem Ele o é. Vida e vida em abundância sem no final terminar com os restolhos de cinzas de uma vida consumida pelas promessas de vida e liberdade meramente mundanas. Caminho, o caminho é retomado com a confissão, o caminho que é Deus e que com a confissão tal pessoa dá o primeiro passo em um caminho aberto por Cristo em Sua vida de perfeita obediência e serviço ao Seu Deus e nosso Deus, ao Seu Pai e nosso Pai que pela fé viva colhemos os frutos de tal redenção e em tal caminho encaminhamo-nos para o Alto para o Céu em tal fé viva, porque plena de obras que para as quais Deus destina-nos e habilita-nos para as mesmas por sua graça. Com a confissão voltamos a firmamo-nos na verdade, no chão ainda que duro, com suas amargas raízes, mas cujos os frutos são doces, já diria o Filósofo (Aristóteles) ao falar da Ciência. A verdade é dura no instante de penitência e reconhecimento de nossas cagadas diante do tribunal do confessionário, mas depois disso firmados na verdade e caminhando na mesma como o chão que se pisa é duro e áspero, mas é firme, caso contrário resvalaríamos facilmente e afundaríamos.
Muito bem, amigos, recomeço é o que marca o sacramento da confissão para quem o recebe com o propósito de não mais pecar, com a ajuda da graça divina, e para quem o recebe com frequência é esperança de amar mais e mais ter fé, as virtudes teologais de fé, esperança e amor, jamais sentido-se o que seria o contrário de tais virtudes um como que homem cético, desesperado e sem amor: sem vontade doar-se a Deus e ao próximo, fechado em seu próprio egoísmo.
quinta-feira, 26 de outubro de 2017
Um alto preço
É alto o preço que se paga por se ser um católico romano relapso, tão comum no Brasil, segundo os entendidos em Brasil. Não, amigos leitores, não é fanatismo, obsessão maluca por algo como religião e nem idéia fixa pela mesma. Aliás, a própria religião e verdade católica romana não se presta ao fanatismo, não se presta à uma fé fiduciária cega e fideísta de tipo luterana protestante, em geral. A religião católica defende a chamada analogia do ente e não a analogia da fé de Karl Barth, famoso e virtuose teólogo protestante do século XX. A analogia do ente, de fato, é referida em um dos salmos, é referida no livro Sabedoria da Bíblia católica, retirado pelo monge doido que só falava merda, Martinho Lutero, é também referida à carta aos Romanos de S.Paulo, tal analogia ao ser ou ao mundo e não à analogia fortuita da psicose fideísta qualquer de algum monge sequelado por pais extremamente doidos rigorosos.
É alto o preço, amigos, e faço referência à falta aos relapsos que faz o sacramento da penitência. Sim, amigos, a confissão de pecados, a honestidade, o olhar-se de frente no espelho da própria biografia e dos passos que se tem dado neste mundo, com honestidade, e com isso um lavar o próprio rosto sujo e imundo pelo pecado, quiçá nas lágrimas da tristeza do mal que se tem feito, caso o confessante não seja um rematado canalha ou mesmo um psicopata, tal atitude de tristeza, não segundo o mundo de quem apenas teme uma punição segundo as leis dos homens que seja, mas segundo a lei de Deus, todavia, sobretudo, sobretudo, repito, porque deixou de amar a Deus sobre todas as coisas, Deus, sim, o Sumo Bem e digno de ser amado, consequencialmente, acima de todas as coisas. Tal atitude de reconhecimento é a tristeza que conduz à vida, como diz o mesmo S.Paulo, à vida que é Cristo Jesus, também caminho e verdade, que lava com o seu sangue precioso ao confessante de toda a mácula do pecado tornando-o alvo como a neve, como diz Davi, e purificado de toda a má consciência quando o homem recebe a absolvição do sacerdote.
O que é mal é mal, não só porque uma tábua de leis ou um livro, mesmo que seja a própria Bíblia, no-los diz, mas porque o mal é na raiz uma defecção à reta consciência e a consciência de anjos e homens sãos mentalmente ou não tão radicalmente encruados no mal, exige retidão. A tábua e o livro de regras está no coração de todas as criaturas de Deus, livres e inteligentes. Tal tábua e livro encontra-se no ser que quando seguida liberta o homem fazendo-o amar. O fim da lei é o amor, diz a Escritura Santíssima. A finalidade é o homem e o anjos serem as criaturas supremas de Deus, serem o que são, supremas e excelentes: livres e inteligentes, aptas ao amor, aptas a não temerem dar, se preciso for, o dom inteiro de si mesmas, as suas próprias vidas em martírio por Deus e pelo próximo, por amor, a ambos como a si mesmas. Amém.
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