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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Somos todos sedevacantes!

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Fotografia retratando os novos bispos sagrados no dia 1° de julho de 2026 pela Fraternidade Sacerdotal São Pio X 



Somos todos sedevacantes! Sim, somos todos sedevacantes, nós, tradicionalistas de qualquer coloração. Na prática desobedecemos ao verdadeiro cismático, feiticeiro, pagão, herege que é o corifeu Prevost junto com seus predecessores de triste memória desde o depressivo ano de 1958 quando faleceu Pio XII que ainda permitiu as questionáveis reformas na Semana Santa, da parte do tal Anibale Bugnini.



Hoje foram sagrados verdadeiros e legítimos sucessores dos apóstolos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X em Écône. É uma dia para festejar e comemorar. Ninguém é cismático em tal ato, porque está em extrema necessidade a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana dado Prevost, feiticeiro, por exemplo, colocar um herege nestoriano, Isaque de Nínive, no martirológio romano; receber como ministro ordenado à uma duplamente falsária como Sarah Dame Mullally, duplamente falsária por ser mulher e anglicana, a tal arquiepiscopisa de Canterbury. Ele, Prevost, pagão, que deturpa a Bíblia Sagrada, ou talvez ele nem saber ler, porque a burrice é o carro-chefe dos corifeus conciliares, ele que deturpou as palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo na última ceia dizendo que o sangue do Senhor seria derramado por todos e não o correto por muitos. Prevost que deu uma interpretação cética, bem ao gosto moderninho para a multiplicação dos pães e dos peixes como se fosse uma mera partilha humana.



Enfim, parabéns à Fraternidade Sacerdotal São Pio X pela atitude piedosa que deve ser mais fecunda com esta comunidade tornando-se sedevacante que é ser o cristão verdadeiro, porque não há como achar que é Papa um homem que adota o corruptor conciliábulo Vaticano II com suas heresias esfregadas na cara de qualquer um.

quinta-feira, 25 de junho de 2026

A idolatria dos protestantes

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Acima duas estátuas da idolatria dos protestantes aos seus erros. Duas estátuas, à esquerda Daniel Berg e à esquerda Gunnar Vingren, os fanáticos que fundaram a seita maldita, maluca pentecostal, Assembleia de Deus, aqui na minha cidade de Belém do Pará no ano de 1911. Simplesmente o fundo do poço do fideísmo cego protestante com direito a surtos histéricos, psicóticos misturado à obsessão demoníaca, coisas que a seita conciliar adotou para eclipsar com insanidade e demonismo a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana.




E os protestantes ainda dizem que nós, católicos, somos idólatras por fazermos imagens, as imagens sagradas para serem com justiça e preceito cultuadas como ícones do divino, coisas comuns na Bíblia Sagrada e em todos os grupos humanos retratando os seus maiores mesmo que a intenção em todos eles não seja o culto ao sagrado.




Estas estátuas de Daniel Berg e de Gunnar Vingren são na verdade o culto à imagem das trevas daquele vagabundo Samuel Câmara, chefete da referida seita pentecostal ou hoje realmente neopentecostal, ele que ainda haverá de cair na própria cova que ele cava com muito trabalho como diz o salmo sétimo de MALDIÇÃO.

terça-feira, 23 de junho de 2026

O demônio (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto





O pedaço de ferro
O demônio e ou o homem
Vai com isto agredir
O perseguidor é mortalmente chato
Ele insiste
Tenta
Persiste
Tu demônio seduziste
Na paixão do sexo
Fugir da paixão da dor
Prepara-te crismado 
Soldado
A paixão de Cristo
É tua paixão 
És o corpo açoitado do Redentor
Além do Bojador?
Além da dor.





O demônio do medo
Ele, só medo
Confundiu liberdade com licença.



Ao Sumo Bem
Doa como doer
Coragem!
Violência contra si
Castidade 
Sem outros deuses
Para além da dor
Fora com buracos de ratos e baratas!
Infectos
Fenômenos
Acorda! Sai da caverna!
São infectos buracos!
Além do Bojador
Sofre a dor
O ferro, o soco
A paixão por Deus
Eis o demônio 
Eis os seus macacos
Homens maus
Neste mundo medíocres
No inferno menos do que pó!

sábado, 20 de junho de 2026

O pastor do demônio (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





O sorriso arqueja as rugas
Do pastor do demônio
A árvore da morte plantada no mundo
O fruto da obsessão à finitude
O tédio
Rugas do tempo
A interdita árvore da vida.



A criação é totalmente depravada 
Resta da neurose 
A trapaça
A vesga esposa branquelona enrugada com cara de tonta
A tonta Eva iludida
Desejar como se prostituta fosse.



O Senhor ignora o iníquo
Pelos seus frutos os conhecereis.



É o pastor do demônio 
É um vampiro
Sanguessuga, explorador
Tirano e tiranizado
Ajudante bem mesquinho do anticristo
Nada se compara a um Papa, a um cardeal.



A sua loucura será patente a todos
Naquele dia do juízo
Nu com sua amante
Ao soberbo a aparência de equilíbrio
Ao humilde e justo a demência?
O fogo eterno aguarda o cético
O pastor do demônio.

quarta-feira, 17 de junho de 2026

O filósofo: o metafísico e o ontológico

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






A vocação do filósofo é ser um metafísico e um ontológico. É impotente, é ridícula a tentação pós-moderninha atual do sofisma das narrativas, de querer-se manipular a realidade, o porquê profundo (metafísica) e a ciência da estrutura do real (ontologia) com discursos, na verdade tal sofisma é bem velho já da época de sofistas da Antiguidade Clássica como o fazia o vendilhão Protágoras de Abdera.




Vencida a falsidade dos falsos deuses do Olimpo tão panteísticamente próximos, em uma promiscuidade, dos mortais incluindo Zeus ou Júpiter querendo possuir carnalmente a Ganimedes, a Filosofia tornou-se uma mera empregadinha doméstica de sua senhora, a Sagrada Teologia. O Deus feito homem em Jesus Cristo com o Seu exemplo de sacrifício cruento deu o exemplo da contemplação do dogma, o horizonte definitivo dogmático do ideal na visão do mais real: Deus, dado como ideal para a insuficiência humana, que é o real querido pelo Sumo Bem, Deus, que a tudo que fez comunicou o seu bem.

terça-feira, 16 de junho de 2026

Um filósofo para adolescentes

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Friedrich Nietzsche é como dizia Olavo de Carvalho, ele era um filósofo para adolescentes. Porque só alguém com sintoma frontal ou com a confiança insana da própria sífilis terciária para dançar diante de um abismo, para alegrar-se com a falta de sentido, sendo um tal filósofo-legislador sem conseguir na verdade impor lei alguma, sem conseguir nunca transvalorar os valores existindo lei ou valor intrínsecos às coisas ou não. Se não existirem o dançarino é apenas alguém ridículo, um palhaço bobo alegre, bailando em meio ao caos, ao abismo invencíveis.

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Vampiros! (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Ah! Esta paixão
Perto do mar
Longe do cruz
Embotamento ontológico
Sem reflexão nada de luz
É a transformação do mundo
Ativismo
Complexo de Édipo
Não largou o seio da péssima mãe
Rancor a uma futura mãe
Sua esposa
Vitimismo 
É o homossexualismo 
Vampiros! Vampiros! Vampiros!
Ora heterossexualismo e homossexualismo 
Normalidade e anormalidade
Digladiam-se 
Monstros cegos do desejo
Da paixão 
Neste torrão 
Brasil
De católicos não praticantes
E evanjegues protestantes
Ó vampiros, orgulhosos 
Resistindo à Palavra 
Dou-lhes o humor, a piada
Humor metafísico 
Humor de qualidade 
Vossos brios
Vossa vanglória cairá
Pênis ao chão
Em trombose hemorroidária 
Cairão!
Um simples prognóstico
Pois não vive o homem
Só de pão!

terça-feira, 9 de junho de 2026

Por que a Republiqueta precisa da má notícia do Psicopata? (poesia cristã)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






Ei, bandido! Filho da puta! Psicopata!
Na Republiqueta no instante de dor
Ó voltem metafísica, ontologia
Vampirizadas pela cobiça
Lucro
Só se quer os fregueses na seita
Negócio privado do corifeu
O maldito psicopata.





Ó psicopata
Ridículo repetitivo 
Sem dar-se conta do mal
Sem memória afetiva
Aquela graça disputa a tua aparente solidão
Ó neste teu reino quebras os ossos, faze-os picadinho 
Calcula ao menos na tua gélida cuca
Como os demais não podem
Assírios, babilônicos, romanos o és
Punindo a pífia Republiqueta 
O remédio amargo aos maus católicos 
No inferno serás um punhado de cocô
Tu que aqui moves o Aqueronte.

sábado, 30 de maio de 2026

"antes que seja tarde"! (poesia cristã)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





A psicopatia expõe despudorada
Completos retardados mentais
Até ontem católicos não praticantes.



Relapsos, vazios, temerários, mortes-vidas fecais
"antes que seja tarde"!
Escreve o psicopata sem mais nada.



Diz ele:
"Nada a perder"!
O tudo da finitude a ter.



Sede de poder
Prazer (cochicha um demônio: para os mais frívolos)
Dinheiro (cochicha outro demônio: para os mais idiotas)



Bandido! Ei, bandido! Psicopata! Poder?
Um alerta! Poder só o piedoso vem a ter.

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Filosofia inorgânica, metafísica de galinheiro, ontologia de bosta

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





É uma filosofia inorgânica, é uma pedra no meio do caminho ou uma duna na praia, entes brutos. Típica filosofia de ressentidos esquerdistas assaltantes dos legítimos bens próprios dos burgueses a filosofia de um tipo filho da puta como o Pauno Bundadelli (Paulo Ghiraldelli Júnior), a besta pragmatista sofística das narrativas. Com uma metafísica de galinheiro, o que seria uma parte ínfima tomada do todo, e uma ontologia de bosta onde o real - dado por ele anarquizante como incognoscível a coisa em si - para ele consiste em algo inconsistente, ciscado por galináceos como ele, que não subsiste sem Jesus Cristo, a verdadeira ontologia, o Logos mesmo que bilhões de anos antes permitiu por um cálculo matemático evidentemente que vindo de algum tipo de inteligência ordenadora como a divina que permitiu a evolução para que ele fosse um ser humano para ser jogado um dia na lata de lixo do inferno.




A filosofia do Pauno Bundadelli consiste na teimosia, a burrice na prática tão típica de brasileiro capitalista dependente do império evanjegue protestante liberalóide, em por em perspectiva, doido, o sol que quando brilha faz empalidecer, de fato, as perspectivas pálidas das estrelas e da lua. Ele não quer a verdade, o maior, contenta-se em ser o mesquinho ressentido com subalternos subempregados camelôs, garis, porteiros de prédio nordestinos sem os dentes da frente, empregadinhas domésticas, funcionários de supermercados em necessária escala 6 x 1 que devem contribuir para prosperidade e moralidade só possível no capitalismo que lá na frente vai beneficiá-los. Ele prefere ficar com esses frustrados vendo defeitos no belo em si, verdade em si, o bem em si.



Pauno Bundadelli não quer o maior. Não quer assentar-se sobre os ombros de gigantes para enxergar melhor o horizonte, mas contenta-se com detalhes desprezíveis na metafísica que não ousa dizer o nome de tomar o todo pela parte terminando menos do que pó no materialismo histórico marxista em uma casuística historicística vendido às circunstâncias corruptoras de condições econômicas desfavoráveis como se até mesmo um povo norte-coreano não tenha muito mais fé em Jesus Cristo, ainda que sob uma maldita tirania marxista-leninista, do que um ocidental preguiçoso, acomodado, com a barriga cheia.

terça-feira, 19 de maio de 2026

A minha filosofia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





A minha filosofia, a verdadeira e definitiva filosofia é a vinda do homem para a luz. O homem inteligente deve adotar a ontologia da minha filosofia espiritualista meta-histórica e dialética platônica e agostiniana, onde no embate dialético contra as meras e enganosas sensações rumo às ideias platônicas fulgurantes. Ele com as qualidades de belo, verdadeiro, bem, sumo bem em si mesmos abrindo-se à revelação de Jesus Cristo na dialética agostiniana, Ele, Jesus Cristo, o fundamento, fim, chave da história ou meta-história, verá tal homem educado ele por mim, um filósofo de peso, porque cristão, ele verá a luz, ainda que ferido de morte junto com Jesus Cristo, humilhado, esmagado, moído, enfermado pelas pompas deste mundo. As chagas mortais dele, dolorosíssimas com a Virgem das Dores, Nossa Senhora da Soledade, chorando e rezando por ele, sentindo dores junto a ele. As dele feridas mortais junto com as de Jesus Cristo serão luzes que iluminarão as trevas materialistas marxistas que obliteram a verdadeira consciência humana que é espiritual, para as coisas do Alto e não as deste mundo do trabalho, atvismo humano mesquinho, cego, onde o homem marxistóide ateu, quer transformar como um robô, lerdo anti-metafísico como as bestas Paulo Ghiraldelli Júnior ou Márcio Rolim, loucos desconhecendo a causa deste mundo estar como está desde a rebelião de Adão. Estes marxistas desgraçados, escravos, deste mundo decaído, estragado, amaldiçoado pelo pecado de Adão e nosso.

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Uma dialética da retidão

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




A dialética de
minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano começa pela dialética platônica na qual chega-se por meio da razão do jeito fulgurante tão próprio a Platão à contemplação das ideias, os modelos de tudo o que há em seus gêneros e espécies e tais ideias, modelos, estão em Deus e não em u'a alma preexistente ao corpo, já em um platonismo que desceu ao batistério. O diálogo da alma com ela mesma como Platão conceituava a filosofia dá-se por intermédio e culminação na ideia dos graus de perfeição em Deus, a ideia do Bem em Platão em termos cristãos e agostinianos, já desaguando em uma dialética agostiniana no encalço da terceira navegação rumo a Jesus Cristo que dá consistência a tudo, assim escreveu São Paulo Apóstolo. 




Em tudo isso há uma dialética da retidão em minha filosofia onde a alma dialogando com ela mesma tem por modelo o Bem, Deus, em Jesus Cristo que torna reta a alma dando-lhe uma substância, pois Jesus Cristo, é o que subsiste e sustenta todos os seres, a verdadeira ontologia que permite a vida refletida para além da sensibilidade. Ao longo da história da dialética chegando à falsa superação (Aufhebung) do sofisma do sofista que foi Hegel, ele se tornaria o último filósofo ou realmente o ideólogo do Estado prussiano em uma tecnocracia mais tarde positivista de Auguste Comte tornando o homem medíocre com sua alma vendida a uma política pública, a ter um iPhone, a ter uma bolsa-farelo governamental e ó horror para homens com perfeita saúdes mental e física, suprema injustiça.

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Ontologia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


(todos os direitos reservados da imagem)



O real, o mais real, a verdade do mais real, do ser na minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano é que sendo tal substância, o ente algo espiritual na pessoa do Verbo divino encarnado, Jesus Cristo, como o sacrifício de um homem, a ontologia de minha filosofia, Ele que recapitula todos os seres, Ele, Jesus Cristo, em sua agonia mortal no horto das oliveiras, manietado como um bandido, flagelado, coroado de espinhos, negando-se a Si mesmo (kenósis) em sua inocência e potestade divina ao carregar a Sua cruz e enfim supliciado em uma cruz, tal ontologia, toca todos os seres, até porque Jesus Cristo é o Criador, ao ponto de no suplício da cruz Jesus Cristo fez as suas criaturas reagirem de alguma forma: o céu que escureceu, as pedras que fenderam. Decerto que os animais que se calaram, os anjos que colheram em cálices, tristes, o Seu sangue precioso, no inferno os demônios e os homens perversos de todos os tempos e lugares que estremeceram. Os justos no limbo dos patriarcas que decerto que tiveram um ressoar ali de sua libertação para verem a Deus, finalmente. O Ser par excellence, Jesus Cristo, é o que subsiste em todos os entes em seu trono e trono da cruz da mais esmagadora derrota, humilhação para os podres poderes humanos de todos os tempos e localidades para que nenhum sofredor se escandalize.

domingo, 10 de maio de 2026

Mães protestantes catam cocô (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Entre um e outro dogma católico sagrado
Desprezado


Pelo pastor protestante bandido psicopata 
Insultado na cara
Os anjos alegraram-se.


Mães protestantes catam cocô
Sapatos no meio da casa
Sujos na lama


Cocô
Das periferias de Belém 
Sapateadores vendilhões pentecostais


Elas são um triste robô?
Ignorância invencível?
Em ocidental megalópole incrível 


Mulheres não são leais
Filhas de Eva 
Cadelas ferais.



A ontologia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


(todos os direitos reservados da imagem)



A ontologia de minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano consiste em que o ser, o real, o mais real, é o espírito como substância do real para desespero dos idólatras de jezabeis feministas ou mulherezinhas ressentidas diante do fogão e do tanque de lavar roupas que querem prostituir os homens a elas e a fazê-los comer as carnes dos próprios filhos homens sacrificados a elas, autonomeadas deusas, senhôras, deixando o resto apodrecido largados no meio do caminho na forma de seus filhos depravados gravemente na forma de ridículos gays e machos travestidos de fêmeas. E tal espírito é uma pessoa e tal pessoa é Jesus Cristo que aceitou ser o sacrifício de um homem para que nós também sejamos sacrifícios de nós mesmos e com Ele vençamos negando-nos a nós mesmos, ainda que estejamos apodrecidos pelo homossexualismo ou pior pelo comunismo, a cada dia e tomando a nossa cruz após Ele. A ontologia de minha filosofia seria uma ontologia que desceu ao batistério. O espírito como o mais real em minha filosofia não é um espírito como um epifenômeno do cérebro, mas é Jesus Cristo, o homem espiritual par excellence. Ele foi real gostem ou não os incrédulos que têm não raro uma filha de Eva, mulher qualquer, Jezabel. Homens com complexo de Édipo, incontinentes homossexuais, comunistas, homens fantasiados de mulheres e tantos outros da raça de Caim. O espírito em minha filosofia não é uma no mínimo esquisitice de um cérebro superexcitado por algum mero trabalho do homem sobre a natureza como querem os materialistas históricos marxistas, o que condicionaria os homens como a animais na verdade sendo que a materialidade tomada por si só pode ser o apagão de toda a consciência que o diga Sócrates ensinando ao fogoso Alcibíades de que fazendo sexo com ele, Alcibíades não chegaria à verdade. E algum Dom Juan ou prostituta, um Benedito Nunes que escreveu um broxante ensaio chamado A Filosofia e o Milênio, já foi algum grande sábio ou na verdade alguém mesquinho, tirânico nas coisas deste mundo? Basta ver exemplos nojentos como um tal Márcio Rolim, obliterado no homossexualismo, ridículo, dando risadas patéticas repetitivas em monotom, não dizendo coisa com coisa em seus vídeos, magoado e frustrado por não ter os encantos de uma mulher, ele que é materialista histórico marxista precisa virar um idealista como eu para tentar explicar que o ele quer não é só a sodomia ao ponto que ele assim na prática sodomítica acabou aidético. A ontologia de minha filosofia não é um epifenômeno do cérebro o espírito ou até a loucura de alguém exótico ou psicótico que precisaria de "choque" para dormir, diria aquele bandido, ateu, Samuel Câmara, satanista, niilista, travestido de pastor, xingado de bandido na cara dele por mim, ele que toma um armário inteiro de medicamentos psicotrópicos controlados para controlar acessos de fúria incontroláveis os quais ele padece, o que podem ser tais sintomas fruto de uma obsessão demoníaca dado ele ser um chefe de uma seita protestante herética ao extremo.

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Penitência, penitência! (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






Ó eu aqui no exílio penitenciária 
Exílio do mundo
Onde bem, verdade e beleza
Ocultam-se e mostram-se
A quem não seja um cego, pária
Depois da confissão não mais imundo
É a penitência! Penitência!
Onde bem, verdade e beleza
Antes em orações
A cada palavra, boas ações
No suor da lei do trabalho
Bem, verdade e beleza
Na luz de Deus Luz
Veremos a luz
A luz dos entes
Neste mundo
Pobres aparentes
Coam e fazem brilhar a Luz.


terça-feira, 5 de maio de 2026

As férias de Márcio Rolim ou o incômodo da cruz

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






Eu estou aqui cagando-me de medo de ser processado judicialmente e com justiça por Márcio Rolim, pois eu o injuriei referindo-me ao seu vício em homossexualismo e à AIDS que o acomete que ele contraiu por motivo fútil: farras homossexuais e sem ele ser um viciado em drogas injetáveis ou hemofilia se bem que é viciante o homossexualismo, eu digo isso por experiência própria. Injuriei-o no mural de comentários de um vídeo recente dele no site YouTube, pequei por ofendê-lo, segundo o Papa São Pio X em seu catecismo, até pedi perdão a ele na mesma área de comentários do referido site, mas ele está intratável, é infinita a mágoa da frustração homossexual misturada com a peste aidética sexualmente transmissível comum em LGBTs e prostitutas. Agi na raiva dado o anticristianismo dele causado pelo seu ressentimento de ser um invertido e esquerdista com aquela forma mentis canhota que inverte a verdadeira consciência a partir de meros bens sensíveis. Ele mais um convocado que o foi por Karl Marx junto com todos os ressentidos do mundo a unirem-se. Mas, desafiando um pouco a minha covardia escreverei aqui o que vejo.




Acabei de ficar sabendo no site YouTube que vai tirar férias Márcio Rolim, um militante LGBT, homossexual assumido, esquerdista anticristão assumido também e, ele próprio assim amaldiçoa-se vitimado pela imaturidade, inveja e misoginia extremada própria de homossexuais viciados na prática do esporte do mundo às avessas ao ponto de serem afeminados, ridículos como o próprio Márcio Rolim. Isto tudo junto à frustração, incapacidade homossexual que eu também padeço. Ele é aidético confesso. Ele é uma versão, pelo que é assumidamente anticristão e ateu, do anticristão, ateu, Samuel Câmara, outro ressentido, frustrado pelo moralismo puritano pentecostal, ambos recusam-se a pisar com pés santos em Belém do Pará, a minha cidade natal e onde eu vivo a vida inteira, e assim santificá-la. Márcio Rolim sendo natural do Estado do Amazonas, mas foi criado em Belém do Pará com pai ausente e mãe feiticeira. Recusam-se a bendizer Belém do Pará assim como os santos apóstolos São Pedro e São Paulo santificaram Roma, chamada de Babilônia por São Pedro Apóstolo em uma sua epístola católica (1 São Pedro 5, 13). Ele, primeiro Papa, em Babilônia onde fica a chamada por ele de eleita, a Igreja romana, à qual eu pertenço,  Igreja na qual ele pastoreou. O sangue de São Pedro e São Paulo apóstolos que santificou o próprio centro do império opressor. Que Márcio Rolim desapareça da Internet para não pecar mais na Internet com suas seitas, bolhas de radicalização para o bem ou para o mal. Que suma junto com Samuel Câmara, o mais bandido do que sucessor de Martinho Lutero em sua barraquinha feita pelo germânico no século XVI ao lado do trono tirânico do Papa, visto que se São Paulo Apóstolo, foi a inspiração de Martinho Lutero que desafiou o Sinédrio romano que cobrava um pedágio do homem aterrorizando-o com as penas meramente temporais do purgatório, apesar de que ai de quem não seja romano-católico, não terá garantido para si nem o aflitivo purgatório, ínvio vestíbulo de purificação das almas. E ele, o Apóstolo, desafiou com uma justificatória e aparentemente fiduciária fé em Jesus Cristo, se tomar-se isoladamente certos versículos de autoria do Divino Paulo, o pedágio cobrado pelo tirânico Sinédrio hebreu com o sangue de prepúcios, animais e com muitas centenas de legislações para o homem achegar-se a Deus. Os sucessores de Martinho Lutero aqui na borda do mundo como Samuel Câmara reinstituíram o pedágio por meio do vil metal, semelhante ao cobrado por Roma para a construção da Basílica de São Pedro, a fim de que tais sucessores luteranos falsos pastores possam levar uma vida nababesca no reino dos céus que eles imanentizaram aqui mesmo neste mundo em carrões, mansões, dinheiro lavado para empresas off-shore em paraísos fiscais.




O incômodo da cruz é que há uma chaga, a de Jesus Cristo, a verdade do ser da minha filosofia espiritualista que desafia o materialismo histórico marxista no qual há a fuga covarde da dor para buscar o prazer, que este mundo precisa aceitar segundo insistem os luteranos por meio somente da fé (sola fide) na dialética Lei x Evangelho luterano, aí o incômodo foi mais objetivo que é o que importa só da parte de Jesus Cristo, seja mais na subjetividade individual de cada crente no romano-catolicismo completando em si as chagas faltantes, do sofrimento de Jesus Cristo, segundo o mesmo Apóstolo (Colossensses 1, 24). O que pode ser um arroubo devoto da parte do Apóstolo, pois Jesus Cristo mesmo disse na cruz que sua obra estava consumada e só Jesus Cristo poderia substancialmente com caráter infinito dar uma satisfação em favor do homem à justiça divina ofendida pelo pecado humano, pois Deus é infinito.




A cruz incomoda o ressentimento humano, pois combate o contágio vitimário, diria René Girard. Um sacrifício já foi oferecido pelos erros humanos, o sacrifício de Jesus Cristo foi oferecido por Ele mesmo vítima e sacerdote, de uma vez por todas. Não faz sentido, é só amargor de uma alma o longo braço ressentido da revolução de Vladimir Lênin. Dor de cotovelo que poderá fazer o tal Márcio Rolim insistir em processar-me judicialmente, ele é de esquerda estará apenas cumprindo a sua função vil de subalterno da revolução, de uma revolução que é na verdade um atraso para a humanidade em manter os holocaustos humanos, sanguinários, fruto do da maligna falta de perdão e de quem como eu que pedi-lhe um sincero perdão e ainda fui confessar-me ao padre. Vem da parte de ateus e esquerdistas a inveja da luta de classes marxista de pobretões ignorantes proletários querendo roubar a legítima propriedade privada dos burgueses, passando por gays e lésbicas fracotes, incapazes, como se fossem emasculados, do relacionamento correto com o sexo oposto, até machos fantasiados de fêmeas e vice-versa achando que não são machos e fêmeas confundindo o travestismo, a fantasia, os trajes, o Carnaval com a realidade sonante da biologia que marca fortemente como machos ou fêmeas os mamíferos mais superiores como orangotangos, macacos-pregos, micos leões dourados, chimpanzés e homens.

quinta-feira, 30 de abril de 2026

O Ser incontornável

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


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O Ser incontornável mostrou-se patente em Jesus Cristo onde Ele parecendo estar largado no mundo, o Dasein heideggeriano ou estar votado ao nada, à morte, o ser-para-a-morte, também do nazistóide Martin Heidegger, mas Jesus Cristo foi fiel ao Pai em sua agonia mortal no horto das oliveiras dizendo que se fizesse a vontade do Pai e não a Dele, pois antes pediu que lhe fosse passado o cálice do vinho sem mistura da ira divina atiçada pelos pecados dos homens que Ele deveria beber até a última gota. Diante no nada da morte na cruz, o instrumento de punição cruenta dos dissidentes do poder tirânico humano da época, o ser-para-a-morte do nazistóide e dos incrédulos, se Jesus Cristo recitou o salmo que questiona Deus o porquê Dele tê-Lo abandonado, em seguida entrega ao expirar o seu espírito realmente livre e existente ao Pai, os incrédulos têm apenas um espírito de porco.



O Ser incontornável dá-se no Cristo Jesus, Ele mesmo o Ser possibilitador dos entes e entregou-se à morte pela salvação dos entes humanos tornando-se o Ser, o Cristo Jesus, um ente ordinário em sua encarnação fazendo a eternidade vir ter no tempo, ínfimo período na eternidade que faz uma besta covarde como um Benedito Nunes capitular, desistir para viver o tempo de sua porca vidinha mortal cuja anti-ontologia hibernava a sua falsa consciência para idolatrar alguma coisa, uma entidade contingente, criada, que não poderia por si dar-lhe a verdade como o Ser incontornável, Deus, poderia dar-lhe, a besta Benedito Nunes quis contornar o Ser tornando-se o escolástico de ideologias funestas do século XX, o ideólogo de tiranos cegos para a ontologia, para a realidade enquanto realidade, o Ser, cuja substância é o espírito feito carne na pessoa de Jesus Cristo que é o ponto arquimédico da minha filosofia espiritualista meta-histórica e dialética platônica e agostiniana.

terça-feira, 28 de abril de 2026

Metafísica e ontologia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


(todos os direitos reservados da imagem)



Metafísica e ontologia na minha filosofia do espiritualismo (decididamente a presença chagada de Jesus Cristo na história) meta-histórico e dialético platônico e agostiniano são algo que não restringem-se a um sistema, rótulo, um estigma da pequena razão humana com sua biblioteca de ideias. O ser, o Ser Supremo, a mais alta ideia humana e o sistema que tudo enfeixa, encerrando tudo em Si e ao mesmo tempo abrindo para possibilidades infinitas, porque é bem triste acabar como o psicopata Samuel Câmara acabar buscando a segurança humana em um divã de psicólogo ou de um psiquiatra enquanto o demônio é mais forte impondo uma obsessão sobre esse infeliz que tem acessos de fúria incontrolável que o faz tomar um armário inteiro de medicamentos psicotrópicos, um informante meu de dentro da seita protestante do maldito disse-me isso. Tal Ser Supremo, Deus, tal ideia, a infinitude metafísica em minha filosofia espiritualista ou melhor cristã da história ou meta-história é Jesus Cristo, é algo que nasceu, cresceu, comeu, dormiu, morreu e ressuscitou. É tal homem, Jesus Cristo, carne divinizada que foi torturado, assassinado cruelmente que recapitula todos os seres em Si e que é o Senhor da história que convida todos os homens por meio de minha filosofia a fazerem da história, a fazerem de suas biografias, histórias pessoais e institucionais não uma comédia de erros segundo sistemas, rótulos ideológicos, racionais, religiosos, estatais, lógicos, meramente moralistas, legalistas, mas Ele nos convida junto com o gloriosíssimo mestre gnóstico extremado Olavo de Carvalho a que SEJAMOS, que SEJAMOS reais mesmo que nos calemos ante ao fulgor, o brilho da luz do Ser, Deus Jesus Cristo, do qual participamos e até nos ofusca com sua luz, Ele que é a Luz e por sua luz vemos tal Luz e a luz das coisas, nas chagas e humilhação até ao pó desse Deus encarnado punido pelos nossos pecados os mais nefastos que sejam assim as coisas são participantes das ideias de cada uma delas no mundo puro das ideias platônicas que encontram-se em Deus apesar de ideias serem ainda rotulagens, Ele nos dá a lucidez.


Metafísica e ontologia para a minha filosofia é algo que sangra, é o Cristo ferido de morte. 

sábado, 25 de abril de 2026

Iluminados para amar | E servir (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Iluminados para amar 
E servir
A luz do fogo iluminava as janelas em volta
Os iluminados gritavam: Viva Nossa Senhora de Nazaré!
Iluminados pela luz da verdadeira fé
A chama do incêndio destruindo a seita protestante de Belém do Pará marca o porvir
Um belo necrológio a João amando a Deus sobretudo
Pois contas serão cobradas no Juízo Final que há de vir
Com gasolina se armar
O ódio perfeito 
Espera-se mais que tudo
Àquele protestante herege muito mais niilista
Satanista
Mais que tudo.

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Fé (somente?) em Jesus Cristo (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Até quando a fé em mim?
Logo chega ao fim
A cultura local, as circunstâncias, a mente.



Quando peco o ódio cai em Cristo Jesus
Não é a mim que o vaidoso coração desmente
Até o fruto do coração amadurecer
A finitude enfim apodrecer.



Que eu um dos fariseus
Um louco católico com os seus
Morresse em uma cruz
Por um punhado de gente
Circunstancialmente
Culturalmente 
Alcançaria a mente?



A fé (somente?) em Jesus Cristo
Uma Missa constante
Devorando constante 
De Cristo a carne e o sangue
No mesmo instante
Em qualquer circunstância 
Em que a fé (somente?) se dê, é isto:
É fato por mim decaio em Cristo,
É fidúcia?
Ou é falta de argúcia
O eterno Cristo em tudo, em todos
Cultura
Ceticismo anticristão na capitalista fartura
Circunstância?



É fé somente?
Quem a São Paulo desmente?
Ele judeu legalista ingrato e orgulho filho
Ele e nós gentios o primeiro cristão somente.



É a fé (somente?)
A mente em uma corrente
Aguenta a pequena razão impassível a mente
Não é muito vaidosamente?
Asperamente 
Desgraçadamente.



Ah, mas eu não deixo de rezar em minha enferma mente
À Bem-aventurada sempre Virgem Maria, a soberanamente 
Concebe, gesta e pari a mim
Ai de mim!
Um partícipe de Seu Filho natureza
A católica apostólica romana Igreja
Quem sou eu fraco, viciado
Ai de mim!
Que eu tenha Jesus Cristo sempre ao meu lado
Crendo e assim enraizado
Começarei a ser justificado
Nunca serei um desgraçado
Incapaz de dar um único óbolo
De boas intenções que seja
A quem muito precise, deseja.





domingo, 19 de abril de 2026

O que É DE FATO a Filosofia?

Autoria: João Emiliano Martins Net






DE FATO a Filosofia é uma certa elevação d'alma - perdoem-me materialistas se uso o termo alma e não o reducionista por exemplo pênis, vagina, o poder político e econômico, pernas ou seios de melão - na qual reflete-se sobre o ser - que é tudo e é o Bem ou Deus confundido por sua luz ofuscante maravilhosa com o Brahman ou nada dos pagãos hindus -  para conhecer a sua verdade sobre tal ser e dizê-la. Eu digo e repito que a Filosofia é algo muito mais teológico ao tentar dar conta do ser maior: Deus não só pela razão, episteme, mas por uma gnosis até abolindo a limitada razão, também abrindo-se a Revelação. E a verdade ou obtêm-se-na por PRESENÇA, bem na cara ferindo-nos até com a sua aspereza e rudeza, ou é tudo uma questão representacional por intermédio de algum professoreco cabo eleitoral de Lula, charlatão ou por um porre homérico ou orgia sexual no Vadião da UFPA de Belém do Pará ou no CRUSP da USP paulista.

Tome cuidado com o que assiste! (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





O pastor protestante fingindo choro
O dinheiro ainda não pingou
Por uma bagatela a barganha restou.



O pastor é um aliado do de São Paulo Foro?
Deus dinheiro virou.
Quem comanda a economia?



Ó cristão e capitalista no ascetismo persiste
Tome cuidado com o que assiste
O choro fingido do pastor



Deus virou dinheiro
A só das pobres ovelhas dor
O pastor
Traidor! Traidor!
E heresiarca protestante do laico tiranete adulador
Arde para ele o infernal braseiro.

sábado, 18 de abril de 2026

Quase um luterano (soneto cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Em Cristo com mais força ainda só crê
Na crise do mundo maldito, só, que aquela mulher o teu mal torça, Nele crê
A fraqueza, no destino desdito, o vício vê.



Aquela de Cristo pelos carrascos costa 
Descomposta
O verdadeiro influenciador diante do Império derrota posta.






A boa obra 
Do católico brasileiro, do fariseu
Exige o disfarçado bandoleiro, orgulho seu.



A propaganda de si cobra
A no fundo autossuficiência
Fé em si mesmo, o sepulcro caiado da ineficiência.



Eu quase um luterano
Soy profundamente cristiano.


sexta-feira, 17 de abril de 2026

O "Nada"

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





O "Nada", entre aspas, é o Super-Ser. É na verdade o Ser, o infinito, não determinado, é a substância mesma divina ainda que paradoxalmente seja determinada nas três pessoas divinas do Pai, Filho e Espírito Santo do cristianismo, nada é mais indeterminado na revolução cristã do que a determinação familiar do verdadeiro Deus inefável que Pai, Filho, Espírito Santo sendo o filho concebido no seio da Bem-aventurada sempre Virgem Maria. É um "Nada" para as toupeiras com catarata como o Pauno Bundadelli (Paulo Ghiraldelli Júnior) que é a besta pragmatista sofística das narrativas ou para Friedrich Nietzsche, o bipolar (eu também sou bipolar), sifilítico terciário e com CADASIL, traidor intelectual com sua vontade de poder psicopatológica ou para um Samuel Câmara, o pelo menos suspeitíssimo de ser uma lavadeira de capitais e evasor de divisas, charlatão, muito mais um filho da puta inominável, pavão de densa plumagem do baixo secretariado do anticristo,  porque chefete de uma pocilga mequetrefe neopentecostal, mais bandido comum do que um heresiarca protestante, coronelzinho vulgar neopentecostal de cidade grande da periferia do mundo.






Para os filhos da puta supracitados e para tantos outros semelhantes é um "Nada", é treva o sol do Supra-Ser e Ser, o Bem, cristão, porque ofusca as suas reais trevas, a grave depravação que os assola semelhante à grave depravação que assola-me enquanto homossexual, pois para nós corruptos é preciso calarmo-nos como os pretensos filósofos de Platão até o advento de Olavo de Carvalho e um René Guénon precisam calar seus rótulos, estigmatizações, estereótipos, precisamos fazer silêncio para compreendermos não que a razão não possa ser um excelente chão, pois um Platão, Sócrates, Aristóteles,  Santo Agostinho,  sobretudo Santo Tomás de Aquino não são de jogar-se fora. Calo-me eu, pois há o heterossexual no meu caso homossexual ele que contribui por via carnal para a encarnação de uma nova gloriosa pessoa humana, pessoa que gesta ou não, imagem e semelhança do Super-Ser ou Ser não acabando tudo em uma ejaculação estéril anal ou bucal invertida. Precisamos silenciar diante do Pleno, do infinito, do interdeterminado, o Bem que parece o mal para a pobre finitude: homossexuais e demais LGBTs, Samuel Câmara, Friedrich Nietzsche, Pauno Bundadelli que querem ludibriar, trepar, roubar, matar, destruir monumentos reduzindo-os à pessimidade que são as ruínas com bosta e sangue que são as suas porcas vidas.



Mas o talvez autointitulado Papa Leão XIV é um FRACOTE, de fato, junto com os talvez autointitulados papas desde a morte do gloriosíssimo Pio XII, porque subscreveram as heresias crassas do conciliábulo Vaticano II. Mas o Pastor Angélico (Pio XII) foi mais um defensor da institucionalidade católica, um quase Brahman, do que advogado de pobres entes manifestos como os judeus.

terça-feira, 14 de abril de 2026

Teologismo e revelacionismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Chamo de teologismo e revelacionismo a estar aferrado à uma separação rígida entre a filosofia e a teologia junto com a revelação o que não permite ver a evidência da pessoalidade, paternidade, o design inteligente de Deus ou do Ens (ser) que sustenta os entes até porque sem tal Luz e por primeiro por meio de tal Luz vemos a luz, o que há de luz nas coisas ordinárias e iluminando as trevas. Trevas, luz das entidades possibilitadas pelo Ens. Os entes e criaturas podem ser desnecessários, não raro desvia-nos do Ens por suas deformidades. Com tais entes o que temos é um mundo falso, perigoso que o diga a influência demoníaca nefasta renegada até o fim catastrófico pela falsa ciência moderna, decepcionante de homens conforme a limitada episteme. A conclusão que eu cheguei depois de uma pesquisa que fiz na inteligência artificial do Meta do WhatsApp sobre o ontologismo dos padres Vincenzo Gioberti e Antônio Rosmini onde concluiu-se que o Ens, o ser ou Deus, que para Gioberti permite em sua luz, a Luz que Ele é - veja alguma determinação aí - vermos a luz, a verdade que há nos entes, nas coisas ordinárias, seria tal Ens impessoal e vazio, porque indeterminado, diz a inteligência artificial. Mas só o é assim por um estranho apego a um rótulo mental, à uma ideia que não faz jus ao Ens que é o próprio Ens, o infinito e nós, os ordinários entes, temos algo dele em nossa miserável finitude decepcionante, limitada e até tirânica finitude, em nosso humanismo totalitário no limite.

domingo, 12 de abril de 2026

Entre o Ser e o Parecer (conto poético cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Ambientação: (uma casinha de madeira no bairro do Guamá em Belém do Pará, norte do Brasil, onde um pastor protestante um tanto mercenário e incréu foi chamado para um exorcismo)

Sacode com violência a janelinha
O resto de galinha
Depois da sodomia beliscado na panelinha
A causa da possessão
Vício em questão.

Na França de Beauvoir ou aqui no Guamá
Na seita maldita do pastor ou na Santa Igreja Romana ao homem uma boa cova e uma bela pá.


Demônio:

A tua cabeça grande de melão
A tua cara murcha enrugada de podre mamão
É para tu cresceres no amor, ó bandidão!
Branquelão, grandalhão!
Anta daquele por enquanto ex-veadão!
Queres ser espertalhão!
Ó vendilhão!
Com tua acídia sois só um mandrião!
Charlatão!
Assassino do Cristo, do cristão.


Pastor: (fazendo o exorcismo)

Calado!
Calado!
Calado!
Desde jovem fiz um contigo pacto
Vou destruir o judeu, aquele 
Há anos naquela de Belém seita parado
Auferindo o meu dinheiro de fato
Quero o poder confessei para o veadão
Com o tal deus ele por hora fez um trato
Aquele lúcido malucão
Mostrei nu o meu duríssimo coração.
Quero o poder
De uma ignara massa a minha vontade ela fazer.


Demônio: (expondo a língua, enrolando-a de um lado a outro e sacudindo a cabeça violentamente de seu possuído)

Entre o ser e o parecer
És tu um bosta,
Desprezível ser
Tu vás destruir o judeu
Ó torpe ateu?
(cai na gargalhada o demônio amarrado à cama)
Depois do por hora ex-veadão
Conhece-te bem ele e o W. Costa
Sem intermitências um boiolão.


Pastor: (franzindo o cenho do rosto enrugadíssimo como uma bolsa escrotal com sobrancelhas maligna e afeminadamente arqueadas)

Ah, entre o ser e o parecer
Minha Laodiceia você ainda vai ver
Sou rico e de nada preciso
Aquela vesgota minha esposa eu escravizo
Ah, de todos eu preciso
O pobre povo do judeu
Deu tudo o que é seu
Depois do culto retornam de ônibus seus
Eu sei que não precisam absolutamente de mim 
Tudo em todos é o tal maldito deles deus.


Demônio:

Eu ainda na tua mão
Entrego-te o por enquanto ex-veadão
Ele é inteligente mesmo na época de malucão
Assola-lhe a solidão
As vezes o atormenta a amargura
Mas ele é muito sagitário
Rilha-me os dentes, ele é solidário
Aquela seita conciliar
É uma só secura
Entre crianças e doentes 
A palha dos inúteis entes
Melhor o Deus constituinte das humanas almas
Os entes pular
O pântano saltar
Já era seita antes de ser conciliar?
O Vigário antes de amar
Queria mandar
Miguel I Cerulário quis vomitar
Vomitou
No oriente ficou.


Entrego-te ele em tuas garras
Veremos até quando ele resiste sem farras
É uma madeira seca e mais seca
Um pedaço de carne sangrando do judeu
Madeira verde
O que será destes catoliquinhos brasileiros 
Ralé que mais cedo ou mais tarde peca
Com muitas farpas.


É preciso na homossexualidade maturidade
O Coração Imaculado daquela Mulher
Estremeço se menciono-lhe o nome
Em suas sete dores, a Mulher da Soledade
Ele pode vencer se insistir
Invocando-lhe o nome de renome
Para viver a castidade
Senão tu o poderás colher
E a tua verdade, bandido safado, tolher
Bandido! Entre o ser e o parecer
De longa data
Ele escolher e com bom humor ser.


(o demônio sacudiu o corpo de seu possesso, vomitou um líquido verde e saiu)


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