Chamo de teologismo e revelacionismo a estar aferrado à uma separação rígida entre a filosofia e a teologia junto com a revelação o que não permite ver a evidência da pessoalidade, paternidade, o design inteligente de Deus ou do Ens (ser) que sustenta os entes até porque sem tal Luz e por primeiro por meio de tal Luz vemos a luz, o que há de luz nas coisas ordinárias e iluminando as trevas. Trevas, luz das entidades possibilitadas pelo Ens. Os entes e criaturas podem ser desnecessários, não raro desvia-nos do Ens por suas deformidades. Com tais entes o que temos é um mundo falso, perigoso que o diga a influência demoníaca nefasta renegada até o fim catastrófico pela falsa ciência moderna, decepcionante de homens conforme a limitada episteme. A conclusão que eu cheguei depois de uma pesquisa que fiz na inteligência artificial do Meta do WhatsApp sobre o ontologismo dos padres Vincenzo Gioberti e Antônio Rosmini onde concluiu-se que o Ens, o ser ou Deus, que para Gioberti permite em sua luz, a Luz que Ele é - veja alguma determinação aí - vermos a luz, a verdade que há nos entes, nas coisas ordinárias, seria tal Ens impessoal e vazio, porque indeterminado, diz a inteligência artificial. Mas só o é assim por um estranho apego a um rótulo mental, à uma ideia que não faz jus ao Ens que é o próprio Ens, o infinito e nós, os ordinários entes, temos algo dele em nossa miserável finitude decepcionante, limitada e até tirânica finitude, em nosso humanismo totalitário no limite.
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