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sábado, 18 de maio de 2024

Religião, política, ética e moral definem caráter

Autoria: João Emiliano Martins Neto


O caráter humano é revelado no não raro tumulto, até mesmo confusão, improviso, nas circunstâncias que podem ser as mais rudes e no imprevisto do cotidiano. É na arena do mundo que os canalhas ou honestos, íntegros, quiçá os santos são definidos como tais, que o digam os mártires que ao com mansidão e humildade deixam-se imolar-se recebem o céu no derramamento de seu sangue e assim são batizados com o definitivamente redentor batismo de sangue. Religião, política, ética e moral definem caráter. Qual seja o posicionamento que os homens adiram a esses assuntos práticos sobretudo no caso de política, ética e moral é o que definirá se estamos diante de um homem bom ou mal. Afora o caso de uma doença mental ou de uma ignorância invencível, e mesmo neste último caso, escusado o caso de um homem muito enfermo mentalmente, o homem é chamado a estar conforme o núcleo de sua consciência onde Deus inscreveu em cada homem a sua lei.


No núcleo da consciência humana, aquilo que torna o homem mais ele mesmo e não um falso deus mortal que é a tentação constante na política para torná-la em politicagem, estão inscritos os caracteres divinos que ordenam a todo o homem a ser católico romano, em religião. Em política a que ele defenda e lute com todas as suas forças e diuturnamente pelo fim dos Estados laicos que são cadáveres insepultos de monstrengos a serviço da amoral ou mesmo imoral razão de Estado e que tal homem defenda assim o direito único de expressão política nas pólis da religião de Jesus Cristo que é a Igreja Católica. Em ética e moral que sua ética seja cristã. Se no cristianismo Deus fez-se carne em Jesus Cristo, o homem é chamado à infinitude metafísica, a não fechar-se e reduzir-se à carne, a não fechar-se a um recorte ínfimo de si mesmo, tornando-se alienado e alienado, já que eu mencionei a política, ao ponto de entregar os pontos a algum demagogo e tirano que ofereça-lhe direitos trabalhistas que estrangulem o capital e o direito de propriedade indo contra o décimo mandamento. Tentando-o com aposentadoria, dinheiro, comida e sexo, e sexo hoje com estas ideias espúrias de gênero nas quais acha-se mesmo que a linguagem vai por mágica forjar a realidade e depois a esquerda ainda diz que só os hereges neopentecostais é que têm pensamento mágico.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Prada, lingerie e o brasileiro

Serena era uma doidinha aí, desgarrada,  personagem da atriz e modelo brasileira, Gisele Budchen, no filme O Diabo vestre Prada (2006). Nas poucas cenas em que aparece a modelo latinoamericana com muito dinheiro no banco, talvez perenemente sem parentes importantes e vinda do interior do mundo (Brasil), a personagem Serena já começa como todo brasileiro obstinadamente insiste em ser: sempre sem qualquer vestígio de caráter. Serena xinga a personagem principal do filme vivida pela atriz Anne Hathaway. A fulana critica a personagem citada por usar roupas recatadas bem ao gosto americano: biblicamente correto, "da avó da personagem", segundo palavras bem pouco serenas de Serena.

 
Ora, mas tal recato no vestir, seria impensável para o brasileiro materialista (metido a ser sensual) comum. Lembro-me de uma parente próxima minha ser insultada duramente para ela (será tão duramente mesmo? foi chamada de "protestante" {cristã bíblica, verdadeira} e daí?) por outro parente próximo nosso por se vestir com alguma - para o meu gosto - fidelidade bíblica.



O que fez-me escrever o presente artigo foi ter assistido, caro leitor, ontem se bem me recordo, a uma matéria em um famoso telejornal de que uma propaganda de roupas íntimas femininas estrelado por Gisele Budchen seria censurado no Brasil por desmerecer as sacrossantas fêmeas da espécie humana ao mostrá-las dignas de credibilidade para os seus parceiros somente quando usam lingeries...



Ué, mas, pelo exposto por mim, baseado no que percebo da cultura de meu pobre e infeliz País, o Brasil, acho que realmente p'ra brasileiro, o Diabo não precisa vestir Prada, lingerie já serve. Dona Gisele e o que sei de Brasil é que não deixam-me mentir.


JOÃO EMILIANO MARTINS NETO

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