1° de agosto de 2026. Georges Bernanos adiantou a podridão do conciliábulo Vaticano II em sua literatura chamando de miseráveis os que se dizem cristãos como os malditos brasileiros dizem-se cristãos, católicos de IBGE, sentimentalóides sem fé alguma como o próprio antipapa Wojtyla reconheceu, mas nada fez para combatê-lo. Eles vão do descaso, a indiferença que confunde-se com a miséria sem qualquer peso, perda, renúncia de monta, ante a pérola de raro valor que é o Reino do Céu, até um dia chegar ao despertar sedevacante. Há idiotas como o tal Gabriel Sapucaia, por causa de mulher e dinheiro de venda de livrinhos em feira com o ingrediente do delírio persecutório gnóstico, que depois da luz sedevacante, que é o outro nome hoje do cristianismo, como o cão retorna ao vômito começando pela resistência até ir hoje para o continuísmo como se o Vaticano II não tivesse sido o ano um da revolução, 1789 no cristianismo católico.
Nos últimos dias eu passei por algo assim do descaso e miséria, tão próprio do capitalismo onde não se sabe o custo para um dia colher um maço de cheiro-verde já compra-se-o em um maço no supermercado da esquina, mas pelo menos nas últimas horas algo da língua de fogo do Espírito Santo acendeu-se em mim. Diariamente eu tenho o costume de ir às igrejas católicas da minha cidade para rezar diante de seus sacrários, diante de imagens de madonas santíssimas e de São José. Consta que nos sacrários só há pão ázimo, pois sabe-se que as validade das ordenações cessaram na seita conciliar dado Montini ter adulterado a fórmula consecratória episcopal no ano de 1968. Que lástima esta horda desde Montini ter tomado os prédios públicos da Igreja Católica e nós, católicos, sermos mau-vindos dentro de nossa própria casa.
Eu ainda estou tentando cumprir o preceito dominical na Roma modernista, vai lá que algum sacramento é válido. Vai lá que Deus até dobra o meu joelho se eu entrando em uma igreja católica modernista eu não me ajoelhar ao negar a validade do sacramento ali no sacrário. O demônio é capaz dessa proeza, também, cuidado! Meu Deus, diário, meu diário, aqui escrevo em ti, que covardia, boiolice minha de não dar logo o passo da fé, o passo de sedevacantismo. Mas, pelo menos o meu dízimo e a minha oferta eu venho dando para um lugar seguro desde o mês passado de julho de 2026 para o sedevacante Seminário São José de Dom Rodrigo da Silva.
