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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

Suportar, ter esperança e interceder na terra e no céu

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Hoje eu estava maquinando em ir mais uma vez àquela casa de perdição daqui da minha cidade de Belém do Pará que é o Cine Ópera, point gay e cinema pornográfico daqui da capital e assistindo ao capítulo de ontem da novela Renascer em que a personagem principal José Inocêncio sonha com sua esposa falecida, a personagem Maria Santa vinda d'outro mundo para visitá-lo, afagando-o no rosto envelhecido enquanto ele dormia, eu pensei que eu me digo católico romano e nós, católicos, cremos na comunhão dos santos e em destaque cremos na intercessão dos santos no céu e no purgatório beneficiários da Igreja militante aqui na terra, eu pensei que esta vida no nosso itinerário de crescimento no amor, amor a Deus sobre todas as coisas e amor ao próximo como a nós mesmos, devemos tudo suportar no amor, e o amor tudo suporta, escreveu o divino Apóstolo São Paulo aos coríntios e também disse ele aos romanos que a tribulação que suportamos gera a paciência e a paciência gera a experiência e a experiência concebe a esperança.


A esperança que não perdemos, ensinava Santo Tomás de Aquino, se não nos entregarmos à luxúria, ao sexo desregrado em um lugar semelhante ao Ópera, gera a santidade de já aqui neste mundo, na terra, sermos intercessores em benefício dos homens e n'outro mundo sermos intercessores no céu ali bem mais fortes sem arrastarmos o corpo mortal nosso e o que é do corpo que é o tempo que nos foge e envelhece e enfraquece o corpo. O tempo, fugaz instante da eternidade, o corpo com sua duração, com o historialismo com sua, segundo pensava Karl Marx o que eu acho duvidoso que seja correto, a luta de classes fratricida, rebelde e invejosa. Sem arrastarmos o corpo com sua mutabilidade.

sexta-feira, 26 de maio de 2023

Macho pela metade

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Hoje, dia 26 de maio deste ano da graça de Nosso Senhor Jesus Cristo de 2023, eu pratiquei o esporte (homossexualismo) ali no Cine Ópera, daqui da minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará, um cinema pornográfico de filmes heterossexuais, mas, muito frequentado por nós, gays e por travestis e transexuais mulher trans. Hoje eu tive ali a minha cota de ser um macho pela metade, fui ativo com um camarada ali, "comi" ele, fui o sodomita ou devasso na tradução católica da Bíblia Sagrada.


Acho que eu já mencionei, arrisco me repetir aqui, em outro artigo neste meu blog que o que me resta de masculinidade é eu ser ativo com homens, nunca o fui com mulheres. Fui o macho pela metade, mas, é melhor do que nada, é melhor do que sempre ser o passivo, o afeminado ou macio, segundo o Livro por excelência. O ativo é o chamado veado superior, assim eu o chamo, ele é melhor do que o passivo. O ativo talvez possa ousar dizer com mais orgulho o amor que o move a possuir outro homem sendo ele homem pela metade, macho pela metade, ele ainda é lobisomem, porque só com uma mulher seria homem, é o que aconteceu hoje à tarde comigo.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023

Os evanjegues e os excluídos sexuais: fanatismo e desilusão amorosa

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Ontem eu estava novamente no famoso cinema pornográfico daqui da minha cidade de Belém do Pará, o Cine Ópera, e apesar da minha - na minha opinião - sensualidade e eu estar ali nu e abrindo as minhas partes íntimas só uma pessoa pertencente a um grupo seleto me sodomizou, mas, muito rapidamente, não chegou ao orgasmo, ele disse que o meu ânus é apertado e a camisinha, segundo ele, teria se rasgado. O grupo de homens a que ele pertencia e ele próprio depois me excluiu, contudo, logo no início uns dois homens ali queriam curtir comigo, um deles um corôa muito atraente, todavia, eu disse que acabara de chegar e ainda ia beber umas garrafinhas buchudinhas de catuaba que eu tinha comprado.


Eu acabei no final de tudo da minha estada excluído ali no Ópera, fui um excluído sexual, apesar de eu me insinuar para os homens ali, um deles ali riu do meu erotismo de abrir as minhas partes íntimas, as minhas nádegas, para conquistá-lo, será ridículo no final de tudo o erotismo? Seria o deus Cupido um deus menor? Eu acho que a não satisfação sexual pode gerar opções na vida como o ser fanático por ordem e limpeza, seria esse o caso de minha mãe perfeccionista? Seria o caso dos malditos evanjegues, os protestantes pentecostais ou neopentecostais que têm os seus pastores que gritam, que berram de seus púlpitos imperativos categóricos? Dane-se o real para eles, o dever ser é tudo e aos berros, isso seria sintoma de uma falta de sexo aguda e da mais alta gravidade?


A desilusão amororosa, quando não nos querem afetiva e carnalmente ou a repressão sexual, a fim de se propiciar a civilização e todo o bem que disso advém poderia gerar fanatismo religioso ou um apego quase que militarista a ordem e limpeza e aos imperativos categóricos aos berros dos pastores protestantes. A repressão sexual propicia a civilização a exemplo do amor a Deus sobre todas as coisas. Civilização ainda que com mal-estar, diria Sigmund Freud, contudo, ele era suspeito visto que pegou a própria cunhada, então, para ele era algo bem enjoado a civilização. E Deus seria algo como que de fato pouco interessante sexualmente, ainda mais para os evanjegues protestantes que não concebem nada de criado e natural como expressão do divino. Deus que é expressamente uma vacuidade para o bandido psicopata, aquele tal Samuel Câmara, líder da primeira seita Assembleia de Deus que surgiu no mundo na minha cidade de Belém, e se Deus seria uma vacuidade faltar-lhe-ia o corpo que para o qual se apegam os mais eróticos tipo eu e o bandido. Com a civilização temos o amor ao próximo, o próximo que pode ser bem desinteressante sexualmente, pode estar doente, muito pobre, pode ser feio, cheirar mal, pode estar afetado pelos mais baixos vícios, pode ser burro, ignorante, pode ser tosco, é um pobretão qualquer que o que é a civilização, no seu aporte cristão pelo cultivo do amor no sentido caritas, aí entraria o Deus cristão que é caritas, parece, portanto, ser o verdadeiro, o mais sublime e estaria acima de Cupido se o erotismo acabar ridículo, risível. A divindade cristã, chefe desta que chamamos de civilização ocidental manda amar o próximo, ajudá-lo.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023

O que resta da minha masculinidade

Autoria: João Emiliano Martins Neto


O que resta da minha masculinidade é eu praticar a sodomia com um outro homem. Nos últimos dias eu sodomizei três homens, em especial ontem, eu sodomizei dois homens em um famoso e antigo cinema pornográfico daqui da minha cidade de Belém do Pará, o Cine Ópera. O gay sodomita seria melhor, mais viril do que o sodomizado. Mesmo que seja um homossexual ainda resta algo de masculinidade em quem faz o papel de ativo, o sodomita.


No instante em que eu estava penetrando os rapazes eu fiquei na dúvida se eu daria conta do recado, homens heterossexuais também duvidam se darão conta de suas parceiras do sexo oposto. Eu já ouvi de um amigo que sobretudo a sombra da dúvida vem se a mulher é muito fogosa, porque parece que é muita areia para o caminhãozinho do homem.


Eis-me aqui ainda que a sombra de uma silhueta de homem, com alguma masculinidade, eu fui capaz de ser o ativo nas três últimas relações que eu tive, porque a forma real de um homem com sua masculinidade íntegra se dá na prática heterossexual de um homem com uma mulher.


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