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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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domingo, 8 de junho de 2025

Civilização é rir (parte 2) | Poesia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


O homem perfeito Jesus Cristo Senhor
Em vão riem-nO na roda dos escarnecedores
Dizia o Filósofo: a comédia é feita dos piores homens


Bichas, uma mulher qualquer, ó eu, bicha, venho, vãos, ó tu vens.
Riem os perdedores
Esquecidos nos seus maus costumes, mau hábito, banal penhor
Carnal


Banal
Há anos sem confissão sacramental, sem Missa, espiritual penhor
Vãos, vão nos córneos da vaca profana na manada


Mergulhada
Em vão clamor
Querem cadeia a Léo Lins
"Nada cai do céu, nem cairá"
Blasfema, Ivan Lins
Os verdadeiros reacionários, a esquerda
Querem eles cadeia ao civilizatório


Riso purgatório
Para as suas almas total perda
Desfila afetada a bicha De Lemos na Quintino Bocaiúva de patins
No Céu ela não subirá
Ridendo castigat  mores
Enquanto mau
Carnal 
Banal 
Tu fores.

domingo, 23 de julho de 2023

O porquê (parte II)

Autoria: João Emiliano Martins Neto


É muito baixo o meu porquê, eu, um grande covarde, fracote, rato e barata. É muito baixo o meu porquê, o meu quid, a minha dificuldade, o meu busílis para fazer o que eu faço de ser católico romano e direitista conservador, tradicionalista reacionário. Ao mesmo tempo eu noto que não é verdadeira coragem, seria uma forma de doença, eu me lançar à uma aventura conforme as minhas tentações - se eu tivesse uma suposta "coragem" para tal ou seria cara de pau - emoções ou paixões de eu mergulhar no ateísmo, agnosticismo preguiçoso quanto à consciência moral, segundo o atual Catecismo da Igreja Católica no número 2128, e eu mergulhar na homossexualidade absurda e degradante.


Não é verdadeira coragem, mas é temeridade e imprudência o lançar-se ao mal. Acho que é o Filósofo (Aristóteles) que assim abordou sobre a virtude da coragem em sua Ética a Nicômaco. É temeridade, imprudência o ateísmo, o agnosticismo preguiçoso e a homossexualidade. A não ser que eu concordasse estar conforme o sofisma contemporâneo das tais "narrativas" da revolução do indivíduo desconexo, atomizado, perdido, desgarrado e pulverizado tanto em sua solidão tomado ele individualmente quanto na solidão de um "coletivo" de esquerda socialista que é sempre em ambos os casos neste plano horizontal e realmente plano não raro onde se está sob uma obsessão demoníaca o homem ser a chave e fundamento da história e de sua história e não o Senhor Jesus Cristo, conforme diz o atual Catecismo da Igreja no número 450. O homem com sua razão querendo ser senhor do mundo, e os socialistas realizam isto bem, isto desta ideia de Immanuel Kant da razão humana por em ordem o que lhe vem pelos órgãos dos sentidos, então, o homem torna-se um reizinho, torna-se um deus mortal que comeu do fruto da árvore do bem e do mal e o único mal no mundo é que não são os socialistas que estão mandando com sua razão de carne, ele que não pode mais lançar mão do fruto da árvore da vida para não morrer.


Porém, é preciso que eu não mascare com toda essa sabedoria a minha baixeza covarde. Eu sou um covarde e eu com tal porquê, busílis lamentável, eu serviria ao primeiro tirano imundo seja até mesmo ele católico romano e direitista, ainda que ele como imundo seja um fariseu hipócrita daqueles que falam tão mal de nós, homossexuais, e na calada da noite são passivos com travestis que é o caso daquele tal André Valadão que apregoou recentemente a morte de nós, homossexuais, não que um Papa São Pio V com sua santidade e sabedoria não desejasse o mesmo, mas, o Papa Pio era de fato santo e sábio e não um falsário animal em forma de gente herege e herege protestante. Valadão hipócrita que pediu a um certo travesti enquanto ele o penetrava que vestisse a camisa de Valadão e portasse o seu boné na "transição" para o sexo feminino que muitos heterossexuais à luz do dia fazem quando todos os gatos são pardos ao relacionarem-se carnalmente com travestis que tem a aparência até mais bonita do que as mulheres, no entanto, são homens, contudo, desde a aparência deles de mulheres por isso tem a aquiescência de certos homens fracos tipo Valadão. 


Ou é o caso de Jair Messias Bolsonaro que usou o nome do Senhor como cabo eleitoral em todo o seu mandato até mesmo para dizer que crê em Deus um tirano comunista cruel travestido de conservador como Vladimir Putin que envenena os seus adversários políticos para manter-se no poder ad aeternum. Bolsonaro, o Bozo que teleguiou um gado de gente para servi-lo com fake news sobre a pandemia de COVID-19, sobre vacinas, sobre os lockdowns mais do que necessários. Ele que praticava o crime de peculato com as chamadas "rachadinhas" de pegar parte do justo salário devido aos seus funcionários. Ele que roubava no abastecimento de combustíveis de seus automóveis. Ele que destruiu a Lava Jato e acabou com a prisão em segunda instância que livrou o Ladrão (Luiz Inácio Lula da Silva) da cadeia. Bolsonaro que é envolvido com as milícias, não que as milicias mesmo que depois farisaicas hipócritas bandidas posteriormente assim se revelassem não prestassem o excelente serviço de a princípio por para correr a bandidagem e o tráfico de drogas das favelas, todavia, aos bandidos depois elas se aliavam lavando dinheiro com os traficantes nas seitas evangélicas dos pastores bandidos.


É preciso para os fins certos haver os meios certos e a reta intenção, acho que era o Doutor Comum (Santo Tomás de Aquino) quem ensinava mais ou menos assim. Nada de maquiavelismo ou outras vias tortuosas das escuridão tal qual a minha do cagaço, portanto. É preciso um porquê decente. A ilusão de um fim nobre, mas, vindo de um ser baixo semelhante a mim, um rato ou barata imundos, infectos e nocivos, aí não dá. Tudo vale a pena se a alma não é pequena, disse o poeta Fernando Pessoa. O porquê de um rato ou barata semelhante a mim é apenas o eu gozar de viver no meu esgoto imundo ali escondido apavorado e até gostando do esgoto e da coceirinha gostosa causada pelos piolhos no meu pêlo de rato, eu, covarde gostando muito de estar no mais baixo dos vícios que é a covardia, esgoto, piolhos, coceirinha, o ser nocivo e nojento que eu sou que é o que está na raiz do meu pecado gravíssimo de covardia.

sábado, 10 de junho de 2023

Cagando de medo em um canto ou em busca da verdade?

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Será que eu estou me cagando de medo diante da ascensão das direitas no Brasil e no mundo, sobretudo nas redes sociais online onde o povo no mundo todo, em particular aqui no ocidente, com a sua salubridade e normalidade pode se manifestar ou estou em  busca da verdade? Será que eu não estou acuado cagando de medo em um canto arrogando-me católico romano e de direita no lugar de estar em uma busca ativa pela verdade?


Pela minha vida realmente marcada pela covardia, por eu ser frouxo, além de tremendamente burro, frango acovardado, veadinho e mulherzinha eu acho que eu estou acuado ante a massa de povo online e presencialmente do Brasil e do mundo, em particular aqui no Brasil que é saudável, que não é nem homossexual invertido como eu. Mesmo as melhores coisas como o ser católico romano e ser de direita se somos forçados a tal, Fiódor Dostoiévski já tinha visto isso em seus romances, essas referidas coisas se tornam em males, em uma doença, uma paixão.


Do jeito que eu sou indeciso e bipolar, seja clinicamente, seja porque a minha família Martins é bem dada à oscilação de humor, eu não duvido que se um dia eu deixar a Igreja Católica que eu sentirei saudades dela e começarei a agir catolicamente em uma verdadeira Igreja do Diabo de Joaquim Maria Machado de Assis na minha vida. Para mim nada nunca está bom, eu nunca sei o que eu quero e acho que isso ocorre seja talvez pela bipolaridade, seja por causa da minha crassa covardia que não me permite ter virtude alguma que ajuda o homem a dar o primeiro passo em qualquer direção na vida, sobretudo na direção do que é de fato o bem, a verdade e o belo.


Eu sou apenas um lixo humano, sou alguém fraco e débil o suficiente para eu não ter força de beber este cálice amaríssimo desta minha indigência e assim dizer para mim mesmo e para aquele de direito que eu nada sou e melhor eu não me comprometer nem com Deus, a Igreja Católica e a direita e nem com nada que não seja a minha própria fraqueza, mas, aí é preciso mesmo aí uma grandeza de alma e uma força que até para isso a minha debilidade o impede.

sexta-feira, 26 de maio de 2023

Curriculum vitae ou curriculum mortis?

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Ontem, finalmente, ó, até que enfim, até que enfim, eu fui buscar um emprego e deixei um curriculum vitae lá na loja Riachuelo ali no caótico bairro do Comércio que pela cobiça e ganância de lucro faz jus ao nome pela bagunça de lojas em seus imóveis ali e para piorar na frente das mesmas concorrem com elas aquela maldição que são os ambulantes vendedores de rua que oferecem as suas quinquilharias, daqui de minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará. Vencendo eu o torpor da minha preguiça, decerto que fruto de minha covardia, o pior dos vícios que impede toda e qualquer outra virtude como a diligência para o trabalho, estudos, e sobretudo o serviço a Deus, diz o Papa São Pio X em seu catecismo, diligência que é a virtude de se cumprir os deveres de estado que exige servir e amar a Deus acima de todas as coisas e por isso verdadeiramente amar ao próximo como a si mesmo e exige o suor do trabalho de qualquer natureza honesta e justa para se comer o pão.


Venci a vagabundice e a zona de conforto e fui atrás de um serviço. Mas, a pergunta que fica diante do meu curriculum vitae é se o meu curriculum na verdade não é um curriculum mortis. Um curriculum sem praticamente nenhuma qualificação profissional, a não ser que no longínquo ano de 1998 eu trabalhei durante poucos dias do mês de abril nas Lojas Americanas S/A. Um curriculum sem praticamente nenhuma ou nenhuma qualificação acadêmica oficial, salvo um título de ensino médio que em 1997 eu o concluí no Centro Educacional Olimpus não sem ali ficar famoso por eu ser um esquisito invertido homossexual. Seria mais um curriculum mortis, isto é, fruto de uma pessoa preguiçosa, vagabunda, covarde, além de minha vida ter sido interrompida por uma doença mental gravíssima, mistura de transtorno bipolar com talvez esquizofrenia. 


Qualificação acadêmica afora uma qualificação de eu ter um ensino médio conforme eu referi supra, e um curto período no ano de 2016 quando eu tentei fazer um curso de Filosofia em uma faculdade EAD, a Uniasselvi, e ali eu sempre falante e comunicativo fui xingado de doido pela professora, então, decidi me afastar do curso, evadi. Vai lá que eu exagerei na dose por isso fui insultado com razão, sagitarianos e um sagitariano bipolar e esquizofrênico são impossíveis na ideia de liberdade sem uma visão clara do bem, apesar de que eu defendia ali ideias de direita que são as melhores para a subseção da razão prática ética e moral que é a política. A professora não foi com a minha cara, e eu achei, também, que em tal curso EAD de Filosofia estudava-se tudo ali, menos a Filosofia.


Na minha formação acadêmica a única coisa que constou ali no curriculum vitae ou curriculum mortis que realmente vale a pena é que eu estou fazendo o Seminário de Filosofia do meu mestre Olavo de Carvalho, aquele mesmo que quis dar uma de gostosão e quando foi internado em um manicômio como eu fui internado duas vezes em manicômios ele mentiu a causa de sua internação em um recente filme sobre ele de Mauro Ventura, o Olavo tem Razão, dizendo que foi internado por causa de uma taquicardia causada pelo consumo de maconha quando na verdade ele foi internado, pois teve um ataque de fúria dado o ridículo que ele passou no jornal que ele trabalhava, o Jornal da Cidade, pois não sabia a medida exata da Ponte Rio-Niterói (Ponte Presidente Costa e Silva) e ainda mentiu no filme de Ventura e em uma perfeita atitude satânica de que ali no manicômio ele era paciente-atendente que até saiu do hospital para ir atrás de um paciente que fugiu. Eu fui internado duas vezes em hospícios e que me conste uma tal atividade para um interno pelo menos na minha época seria impossível. Tudo bem, corrupção de Olavo noves fora, uma aula dele de Filosofia aprende-se mais de Filosofia do que em anos em uma faculdade brasileira de Filosofia sempre ou marxista ou pós-modernista. Aprende-se mais com Olavo para alguém de fato tornar-se um filósofo, alguém que busca a unidade do conhecimento na unidade da consciência e vice-versa, que é como o professor Olavo definia de forma genial a Filosofia.


Deixei o curriculum lá na Riachuelo. Espero que me chamem, porque apesar do torpor de anos causado por doença mental, preguiça, vagabundagem e sobretudo covardia, eu ainda vivo. Curriculum vitae ou curriculum mortis? De alguma forma o hibernar ainda é viver, a vida está ali, mas em um ritmo mais lento causado no meu caso pelos vícios e pela enfermidade.

domingo, 16 de abril de 2023

Abriu os meus olhos

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Dia desses abriu os meus olhos, eu descobri que realmente eu sou um covarde. Abriu meus olhos de tal maneira que uma coragem, força rara me veio até ao ponto de eu ponderar que é preciso ser corajoso e não temerário, isto é, não se achar que se pode fazer tudo, não se pode correr todos, absolutamente todos os riscos. Eu pelo menos umas duas ou até três vezes já me referi aqui neste meu blog de que eu sou covarde. Mas, há uns dois ou três dias atrás diante do fato de uma mulher funcionária do Amazon Deli - Coffee Shop, um tipo de café ou restaurante ali da chique e elitista Avenida Comandante Braz de Aguiar, quase esquina com a Travessa Benjamin Constant, que fica aqui na minha cidade de Belém do Pará, capital do Estado do Pará, ela supostamente na minha opinião e dada a pelo menos uma reação dela, uma reação emitindo um som de "hum", linguagem misto de inveja, esnobação e rancor próprio da impotência feminina e é possível falta de encanto de certas mulheres que chegam ao ponto de perder para nós, homossexuais, pobres e miseráveis diabos invertidos. Gesto dela típico da disputa que existe entre nós, gays, e as mulheres na disputa pelo corações dos homens, ela estaria me discriminando injustamente por eu ser gay. Acho eu que ela estaria pensando que eu iria quiçá assediar os rapazes outros funcionários como ela ali, o que não é verdade. Não era a minha intenção. Eu só gosto de conversar e se Deus me permitir sempre conversar de forma fecunda, em busca da simples verdade. Ao longo dos dias que se seguiram eu pensei, talvez covardemente, em talvez amaciar com ela, tentar um acordo com a fulana. No fundo uma atitude bem covarde e ao estilo de um capacho que é o meu caso. Ao longo dos dias meus olhos estavam sendo preparados para se abrirem para o fato sonante e real de meu medo, de minha covardia, o mais baixo dos vícios, condenado por Deus no livro do Apocalipse onde os primeiros a serem precipitados no inferno somos nós, os covardes, os frouxos, os frangos, os "veadinhos" e mulherzinhas no pior sentido de alguém ser gay ou mulher, e não quaisquer outros pecadores que descerão ao inferno depois.


Nós, os covardes, por sermos covardes, medrosos, a gente inventa um monte de subterfúgios, desculpas, para o nosso cagaço. O último deles, que talvez até seja verdade, antes das escamas caírem dos meus olhos, foi eu dizer para uma pessoa que eu seria covarde, porque eu convivi desde criança com um excesso de mulheres em casa. Talvez seja isso o motivo de eu ser homossexual, e até de ter acabado doente mental. Em particular, provavelmente, por causa de minha mãe que tem um gênio terrível, é histérica com mania de ordem e limpeza; que sempre quis ser "o meu pai um dia", sempre disse ela. Somada à uma irmã das três que eu tenho que me parece até meio psicopata ou é só uma rancorosa cujo lugar é na geena que me odeia até hoje, brigávamos muito na infância e sobretudo na adolescência.


Mas, bom, o que se vai fazer com o que o mundo faz da gente? O mundo, um dos inimigos da alma humana junto com o Diabo e a carne. É preciso não aderir ao mundo, é preciso não aderir ao sistema esmagador do mundo, ainda que Jesus Cristo e os seus verdadeiros e grandes santos tenham sido e sejam esmagados pelo mundo, porém, a ele não disseram sim. Foram eles feitos de pano de chão velho e rasgado pelo mundo, no entanto, não incorporaram em seu ser tal condição. E por que não disseram sim e por que não assumiram a identidade ou ontologia de pano de chão? Porque tiveram coragem, o contrário da covardia, e a coragem é a mãe de todas as demais virtudes.


Eu tremendo de medo igual vara verde daquela mulher do Amazon Deli, eu me cagando, preciso ainda ter a virtude, força da coragem. Que Deus me ajude. Sem a coragem a minha condenação ao inferno é certa, visto que claramente as demais virtudes a mim faltarão para uma vida católica no rumo da santidade, fecunda, interessante, que enfrente mesmo os poderosos dentro e fora da Igreja Católica. Eu tenho um temor servil pelo alto clero que vem errando clamorosamente nos últimos sessenta anos depois do malfadado Concílio Ecumênico (também no mau sentido de ecumênico) Vaticano II.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

O ataque das piadas e a humildade como escudo perfeito

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu sou feio, gordo, gay, covarde, preguiçoso, pobre e doente mental sou o alvo perfeito e certeiro para o ataque das piadas, da comédia, aí, então, entra a humildade como escudo perfeito. Se eu me humilhar, diria Friedrich Nietzsche do verme que se encolhe sendo assim humilde para não ser vulnerável, eu serei forte com tal escudo perfeito de humilde que não almeja a desmedida, o subir nas tamancas tentando ser superior se de fato se é inferior.


A comédia é feita acerca dos piores homens, ensinava o Filósofo (Aristóteles). Certamente eu sou um desses piores homens. Pelo menos na comédia ganha-se no bom humor se o bom humor for salvo pela boa reflexão que conduza à uma honestidade, boa confissão e abertura corajosa à verdade que aí já estará vencendo o meu vício da covardia e se eu for também orgulhoso, adeus ao vício do orgulho e com a humildade pode-se dar adeus à desmedida impensada.


Eu estou fazendo um bico com um ambulante perto de minha casa e ali eu sofro as piadinhas das pessoas que atuam ali, porque eu sou gay, sobretudo por isso, e porque eu sou doente mental. Ostra feliz não dá pérolas, diria o teólogo protestante Rubem Alves, e o símbolo cristão da ostra para o batismo mostra que no sofrimento o cristão produz algo de precioso, uma pérola de sabedoria e santidade. Eis uma chance, então, de se ser uma boa árvore dando-se um bom fruto e precioso fruto.

sexta-feira, 8 de julho de 2022

Uma desgraçada negação

 Autoria: João Emiliano Martins Neto




Olavo de Carvalho, em alguns tópicos filosóficos um gênio na definição absolutamente luminosa que ele dá do que seja a Filosofia que concede-nos uma noção de filosofia perene no sentido de sua conceituação, também na questão da teoria dos quatro discursos de Aristóteles que Olavo sistematizou que é uma chave de ouro para compreender-se a cultura e o conhecimento humano e não é ocioso relembrar as críticas arrasadoras que ele fez à filosofia transcedental de Immanuel Kant que realmente livram os filósofos da jaula armada por Kant contra eles. Mas, Carvalho foi desgraçadamnente a negação de todas estas qualidades por ele elencadas na imagem supra. Ele era rindo como um demônio e decididamente mau, desprezou a um pobre e miserável aluno dele esquizofrênico que estava em crise paranoica, dizendo que não falaria com alguém com a cabeça cheia de haloperidol. E Olavo era um doente mental que foi internado em um manicômio, não recebeu alta dos médicos, os médicos não queriam que ele saísse dali e ainda fugiu do manicômio paulista indo com a família na calada da noite esconder-se nas matas do município de Iguape, interior do Estado de São Paulo. Eu estive duas vezes internado em manicômios e saí de ambos uma nova pessoa. Se Olavo tivesse se submetido a um tratamento psiquiátrico poderia ter sido um bom professor de Filosofia e não um chefe de seita de extrema-direita. 


Só pelo que foi relatado acima, Olavo não era nem bom, nem valente e nem humilde. Também terminou um incapaz sem conseguir enxergar um só palmo na frente do nariz terminando a sua imunda vida como um reles ideólogo chinfrim de direita.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

O que é fidelidade?


Fidelidade é antes fidelidade a si mesmo. Fidelidade é ser fiel à própria consciência, é ser fiel, é ser leal às mais altas aspirações pessoais que de alguma forma são as aspirações no macrocosmo de toda a humanidade vividas no microcosmo de cada indivíduo. Um vício, algo que debilita e incapacita a função pessoal, individual e até mesmo social de um homem, uma paixão que não seja como a de Cristo que padeceu pelos pecados do mundo inteiro que Ele levou sobre Si,

sábado, 24 de junho de 2017

O orgulho incapacitante

O que fecha os olhos, os ouvidos, ata as mãos e tapa a boca do homem é de longe o original, capital dos capitais pecados cujo nome é o orgulho. Rebaixe-se, portanto, meu amigo, com a graça de Deus, tornado-se dessarte capaz, útil e válido, como Jesus Cristo Nosso Senhor, Ele não temeu um juízo infamante e condenatório, mesmo sendo Ele inocente e teve bom ânimo para vencer o mundo e ser o maior dos humanitários, amou o homem carregando o fardo da condenação de um mundo perdido, sendo Ele mesmo homem. Rebaixe-se, seja humilde, reconheça as cagadas que você possa ter feito na vida, porra, se você, de fato, as fez, é justo, é bom, é belo e é moral agir assim. Porque Alguém como Cristo em benefício de todos os homens de todos os tempos e povos, conhecidos por Ele individualmente, suportou a afronta de pecados e delitos que não Nosso Senhor cometera. Amém?

segunda-feira, 25 de abril de 2016

A infância espiritual dos gays

Conforme minha experiência pessoal, pois sou ex-gay, eu percebo que o homossexualismo é um tipo de infância espiritual, é uma pobreza de mundo que limita drasticamente a vida de uma lésbica e de um gay a transas casuais promíscuas, porres homéricos de bebidas e narcóticos; temos também o impacto do tipo de relação como a homossexual em que você mesmo estando ao lado de alguém do mesmo sexo, mas essa pessoa, insana, não está a altura de quem é: macho ou fêmea, ao menos de direito, mas não de fato, pois se estivesse não seria gay de forma alguma.

Outro aspecto da parva infância espiritual gay e que é corroborada pelo senso comum cruel ignorante do povão, insuflado pela propaganda do movimento LGBT, é que o gay teria certa dificuldade de se ver, junto com a referida parcela ignorante da sociedade, como ex-gay, mesmo depois que essa pessoa já deixou as suas práticas sexuais pagãs malucas. Ora, um outrora bêbado alcoólatra que abandonou a bebedeira ou um ex-drogado, claro, podem ter o apetite insaciável para os seus respectivos vícios, mas se consideram tranquilamente ex-viciados se abandonaram os mesmos. Ora, com os gays o oposto ocorre e para sempre essas pessoas se não lutarem muito, facilmente tornarão a amor perigoso gay e à uma besta infância espiritual que os tornarão anões feios e deformados já nesta vida incapazes de amar, porque escravos dos instintos, incapazes de Deus: homens bestializados.

sábado, 23 de abril de 2016

Ser ex-qualquer doideira, apanágio dos homens

Qualquer outro animal jamais será ex-qualquer coisa, porque um animal não pode dizer não a si mesmo. Ser ex-gay, ex-comilão, ex-bêbado, ex-puta, ex-fofoqueiro ou ex-qualquer doideira que o valha é para homens, é para a humanidade que é um ser moral, que pode fazer escolhas.. Um animal não pode se auto-contrariar, enquanto isso um ser humano pode em vista do discernimento exato do certo e do errado pela sua alma humana sábia que faltam ao animal tanto a alma quanto a sabedoria.

Malvados favoritos

Como disse um internauta lá no sítio Youtube e eu o subscrevo, Eduardo Cunha é meu malvado favorito. Aliás, eu diria que eu me considero um dos meus malvados favoritos, pelo menos o primeiro deles por ser eu mesmo, pois já que o ser humano é sempre mau e pecador, eu acho que eu mesmo sempre posso aproveitar as cagadas que fiz na vida para adubar o solo do jardim que é meu coração para que um dia eu possa dar frutos e ir para o Céu.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Nietzsche entre erros e acertos

Friedrich Nietzsche estava certíssimo em muitas das críticas que fez, sobretudo contra uma concepção de moral de tipo kantiana, de autoria de Immauel Kant (o anão de Koenigsberg, segundo Nietzsche), que é uma concepção absolutamente cega quanto ao que seria a realidade, pois a tal coisa-em-si seria incognoscível, tese a respeito da qual, paradoxalmente, o filósofo bigodudo concordava em "Humano, demasiado Humano".

A meu ver, Nietzsche propôs o remédio errado para os males que identificara na cultura e no mundo, pois opondo-se ao Cristianismo e ao famoso ideal ascético entregava inermes criaturas fragilizadas pelos vícios ao poderio socialista que Nietzsche dizia opor-se em "Humano, demasiado Humano", apesar de em "O Anticristo", o alemão teceu loas ao Império Romano que foi uma forma de poderio estatal histórico brutal.

Enfim, a meu ver Nietzsche viveu entre erros e acertos seus, pois, como diz a Bíblia, dizendo-se sábio, acabou louco, aliás, clinicamente louco.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Rir é fundamental

Rir é fundamental. Rir, fazer sarcasmo e ironia exorciza ninguém menos que o próprio Satã que é eminentemente mau humorado por ser orgulhoso. Contra o orgulho de quem idolatra suas misérias, incluso o orgulho, só o sarcasmo mesmo.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Da ausência e presença de Deus

Criação de Adão (Michelangelo)

Quem não tem Deus só pensa em sexo e quem só pensa em sexo faz muito sexo e acaba engravidando ou pegando alguma doença. 

Quem não tem Deus se não pensa só em sexo pensa também em comida e acaba engordando e ficando doente de tanta comida e sexo.

Quem tem Deus, pensa em Deus que é o seu próprio Criador que o fez, que o quis, que o sonhou e fez você vir ao mundo, enfim, quem tem Deus cuida do corpo e da alma.

Sem Deus, invariavelmente o sexo e a comida, algo para preencher o vazio infinito que há no homem sem Deus, tornam-se Deus.

Pense nisso.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Da droga para a lama: imagens chocantes mostram a destruição física de viciados


"Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é santo." - 1 Coríntios 3: 17 (ACF)


Deu na Veja!



Por essas e por outras é que defendo entusiasticamente a volta do hábito de consumo do bom e velho cigarro de tabaco e congêneres.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Paulo Rocha é detido pela Polícia em Belém

"Tanto mais que, por ser dado ao vinho é desleal; homem soberbo que não permanecerá; que alarga como o inferno a sua alma; e é como a morte que não se farta, e ajunta a si todas as nações, e congrega a si todos os povos." - Habacuque 2:5 (ACF)


"E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito;" - Efésios 5:18 (ACF)



Segundo a Polícia, Paulo Rocha estava embriagado e dirigiu-se aos policiais proferindo impropérios.

O deputado federal e ex-candidato ao Senado pelo PT no pleito de 2010, Paulo Rocha se

envolveu em uma confusão na madrugada de ontem, domingo (16) com policiais da Ronda Tática Metropolitana (ROTAM).

O político, que estava acompanhado da esposa, foi detido durante uma operação conjunta das equipes do Detran e da Polícia Militar, na avenida Doca de Souza Franco com rua Municipalidade, no bairro do Umarizal, em Belém. Enquanto os policiais faziam vistoria no carro de Rocha, foi constatada uma infração e encaminhada a lavratura do auto de infração.

Segundo o Tenente Freitas, que coordenou a operação, Paulo Rocha estaria embriagado, e dirigiu-se aos policiais proferindo impropérios, o que levou à sua apreensão por desacato às autoridades envolvidas no incidente.

Paulo Rocha foi liberado logo após receber o auto infracional. De acordo com o Tenente Freitas, ele não chegou a ser conduzido à Seccional do Comércio.

Fonte:


Meu ponto de vista: Paulo Rocha deu uma de Pacheco metido e rebelou-se, em estado de embriaguês contra as autoridades policiais. Bem, sendo um pouco filósofo aqui ou compreensivo mesmo que para isso eu favoreça um esquerdista como esse Paulo Rocha, ora, é difícil para um brasileiro que é um povo colonizado por portugueses não dar uma de Pacheco ou aquele personagem satânicamente orgulhoso - todo orgulho é de fundo satânico - da obra de Eça de Queirós. Mas, o que vejo é que o vinho que alvoroça ou tira o juízo, como ensina a Bíblia, só causa transtornos a um camarada esclarecido como o tal de Paulo Rocha, porque o PT do ex-deputado ébrio mais o resto da esquerda brasileira inteira (incluindo o PSDB) promoveram a mudança radical do vício de muitos brasileiros. Ou seja, de simples tabagistas muitos brasileiros tornaram-se bêbados meio malucões (Paulo Rocha e até alguns indivíduos de minha família) ou, então, tarados por drogas pesadas.

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