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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho
Olavo de Carvalho " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...
quinta-feira, 30 de abril de 2026
O Ser incontornável
quinta-feira, 21 de setembro de 2023
Espinhos metafísicos na carne
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Benedito Nunes, um sofista daqui da minha cidade de Belém do Pará, capital do Estado do Pará, que ainda votou em Luiz Inácio Lula da Silva, votou na esquerda, no ano de 2002 em pleno século XXI, ainda que ainda no início da centúria, depois de um século passado em que rios de sangue e lágrimas escorreram graças à esquerda, era Nunes sofisticamente que dizia que a metafíica acabou depois de realizar-se. Acabou mesmo? Há espinhos metafísicos na carne que insistem em ser mais dolorosos do que muitos ferimentos físicos neste mundo a cortarem a carne.
Eu voltei a falar com aquele Carlos da banca Odineia aqui na rua de casa, na travessa Quintino Bocaiúva, bairro de Nazaré de Belém onde eu resido, e eu acho que um espinho espiritual bem que poderia fustigar a carne dele, o lado humano enjoativamente humano dele, se eu fosse homem o suficiente para dizer para ele que, ele que diz não querer saber de política só de religião, nem para a religião ele se interessa visto a ignorância deste homem apedeuta, Lula é o Supremo Apedeuta de volta ao Palácio do Planalto, que disse de forma apedêutica sobre religião que tem gente que vive na Igreja Católica, mas sofre, enquanto ele que nunca levou um padre para benzer a banda dele dá-se muito bem, ganha muito dinheiro. Se eu fosse corajoso pelo menos uma vez na vida eu poderia dizer que ele é um idiota de pensar assim, pois que o Senhor Jesus Cristo disse que nunca teríamos aflições, mas, que é para termos coragem, pois Ele venceu o mundo.
O católico romano pode sofrer neste mundo, pode ter aflições, no entanto, mesmo assim bom ânimo, coragem, o Cristo e os seus verdadeiros e grandes santos que são sábios e corajosos, coisa que eu não sou, venceram o mundo. Foram homens espiriuais e não carnais no quais não cabia nenhum merecido e até medicinal espinho a precisar espetá-los. Mesmo sendo homens, o próprio Cristo, o Senhor, homem e os demais santos enfrentaram as suas fragilidades, ainda que tremendo de medo não foram ratos e baratas covardes semelhantes a mim e venceram o mundo, suportaram um tal tesouro em frágeis vasos de barros que foram eles. Vasos de barro é a comparação de São Paulo Apóstolo para a nossa fragilidade humana.
A metafísica está mais em voga do que nunca, dói o espinho metafísico da verdade na carne dos idiotas, apedeutas muitas vezes por culpa de desleixo próprio, nós, os orgulhosos, nós, os covardes, nós, os invertidos sexuais e no nós dos idiotas e apedeutas eu também incluo-me, idiota e apedeuta em certos aspectos. Aqueles de nós que ainda estamos vivos temos um chance de mudar de vida, os demais do passado talvez agora estejam no inferno tantos e quantos sofistas de desde a época de Sócrates que os combateu: Protágoras para quem o homem é o reizinho absoluto ditador do relativismo é a medida de todas as coisas e não Deus, conforme dizia Platão; Hípias, Górgias, Immanuel Kant, René Descartes, Richard Rorty, Benedito Nunes e tantos outros panacas agora face a face veem a Deus que é a verdade e não podem mais negar os fatos, a realidade, luminosa que coloca-lhes um espelho para eles mirarem as suas feiuras.
terça-feira, 24 de agosto de 2021
Ateus, os degenerados
Autoria: João Emiliano Martins Neto
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| Casa aonde viveu na infância o filósofo Benedito Nunes na Avenida Gentil Bittencourt de Belém do Pará (fotografia tirada por mim) |
Publiquei o texto que se segue, infra, em um grupo de ateus no Facebook, dizendo-lhes que ateus seriam degenerados.
CAROS AMIGOS ATEUS, eu acho que se Deus fosse mulher eu seria ateu como vocês, porque como eu tive uma mãe muito ruim e severa para comigo, uma mãe ausente diferentemente das outras mães que são carinhosas, então, eu acho que isso fez com que eu tornasse-me homossexual, apesar de que a gênese psíquica da homossexualidade é desconhecida, e também dizem que uma mãe muito controladora e protagonista seriam causas da homossexualidade masculina e de alguma forma a minha mãe foi controladora e sem dúvida alguma protagonista, histérica, com mania de limpeza e ordem.
Mas, ainda bem que Deus é identificado com o homem, porque Deus é Pai, pelo menos no cristianismo, então, o trauma com o pai eu deixo na conta de vocês, ateus - homens - que desprezam o cristianismo, que podem ter tido, é uma das causas psicológicas do ateísmo, o complexo de Édipo, em o qual o menino quer matar o pai que não deixou com sua força e tamanho o menino ter um relacionamento incestuoso com a mãe, daí que já adulto a pessoa do sexo masculino, ateia, costuma ter um relacionamento promíscuo com múltiplas mulheres, eu mesmo conheci uma pessoa assim, cujo pai era viciado em álcool e nunca sustentou o filho. O pai, o homem que identifica-se com Deus Pai no cristianismo as vezes é um mau pai, muito autoritário, então, o filho torna-se ateu, porque odeia qualquer princípio de ordem, limite, autoridade, absoluto e universal que tem a ver com o pai, o homem e com Deus na religião cristã. Outrossim, o ateísmo vem de um pai fraco ou que simplesmente morreu como o filósofo brasileiro que nasceu, viveu e morreu em minha cidade de Belém do Pará, Benedito Nunes, cujo pai morreu quando a mãe o esperava, estava gestante dele, e Nunes foi criado pela mãe e pelas tias em uma casa ali na Avenida Gentil Bittencourt no bairro de Batista Campos de minha cidade de Belém. Não deu outra, Nunes largou a Igreja Católica e dizia-se que não era "em sã consciência um beneficiário da Fé."

Ludwig Feuerbach

Também o grande ateu Ludwig Feuerbach que influenciou o ateísmo de um Karl Marx e de Sigmund Freud, Feuerbach teve um pai que na infância do ateu causou-lhe um grande trauma e a coisa foi um escândalo à época, que foi ser um pai alcoólatra que largou a mãe de Feuerbach por outra mulher, ele era um adúltero. Ou há o caso de Sigmund Freud que via o pai ser agredido nas ruas da Áustria por antissemitas e não reagia, tal fraqueza do pai teria feito Freud projetar a sombra do pai supostamente fraco em Deus, não deu outra, Freud restou ateu.
Bom, eu graças a Deus, gay, só tenho raiva e um pouco de inveja, que é algo comum a gays que não têm a vagina e o encanto que as mulheres, contudo, como o Deus da religião que por sorte é a verdadeira que é o cristianismo é Pai, é identificado com o pai e o meu pai é uma pessoa maravilhosa, eu sigo sendo cristão devoto, praticante, graças a Deus, sempre podendo dizer com São Paulo, o apóstolo, que de todo o jeito mulher, e até como uma forma de vingar-me das mulheres, na Igreja elas devem ficar caladas e que elas devem ser submissas aos seus maridos, mulher não apita, é o provinciano e o particular, o absoluto, o rei é o homem figura de Deus, o Deus cristão, Deus Pai.
sexta-feira, 20 de agosto de 2021
O alcance da radix
Autoria: João Emiliano Martins Neto
A origem psíquica da homossexualidade é desconhecida e assim o reconhece a própria Santa Igreja Católica Apostólica Romana, mas nem por isso pode-se deixar de pelo menos especular, tentar ver no speculum, ao espelho d'alma algo do mundo. Tentar ver o alcance da radix, o alcance da raiz de meu pavor da presença feminina hoje no mundo de forma tão protagonista e exagerada, e atualmente na forma demoníaca daquela mulher insana desgraçada que persegue-me nas igrejas que eu costumo frequentar já que eu mesmo sou homossexual e parece que uma das causas para a homossexualidade é uma mãe com um protagonismo, muito controladora ou ausente (o caso da senhora minha mãe) na educação de um menino.
Há um abismo de trevas, um mistério de trevas, de absurdo, eu não teria dúvida de dizer, já que se trata de uma anormalidade um homem deitar-se com outro homem como se fosse mulher ou uma mulher deitar-se com outra mulher como se fosse homem. Há um abismo de trevas onde a radix, a raiz que deu origem a gente como eu está assentada, não se sabe a origem psíquica da homossexualidade. Eu recordo-me que à primeira vez em que eu estive internado em um hospital psiquiátrico manicômio, no Hospital de Clínicas Gaspar Vianna, havia um internado ali muito enfermo e que passava o dia todo gritando. Diziam, os enfermeiros, que é porque ele era um homossexual que a mãe não permitia-lhe viver conforme a sua paixão por ser muito conservadora, eis, parece uma causa para o mistério da homossexualidade.
O alcance de tal radix, no caso a homossexualidade, é um abismo sem fundo por ser desconhecido, porque, também, por que não pensar que gosta-se do mesmo sexo, porque é simplesmente bom? Há um aspecto de inversão na homossexualidade, ok, algo meio louco, contudo, há na homossexualidade algo de simétrico, ainda que invertido, em relação à homossexualidade, pois o universo de afetividade é o mesmo da normalidade heterossexual e que já inspirou grandes obras artísticas que em nada deixam a dever às dos heterossexuais comuns.
Uma coisa eu posso dizer com Friedrich Nietzsche e talvez também o ateu Benedito Nunes, e um ateu é tão na raiz (radix) revoltado quanto um homossexual praticante, que não é o meu caso, graças a Deus, nós, Nietzsche e eu, e talvez Nunes que foi criado pela mãe e por várias tias em um casarão no começo da Avenida Gentil Bittencourt no bairro de Batista Campos daqui de Belém do Pará, nós deploramos o fato de como homens termos sido criados com um excesso de mulheres, pois o pai de Nietzsche, o pastor luterano Carl Ludwig Nietzsche, e seu irmão haviam morrido e Nietzsche ainda sonhou com eles desaparecendo e eu fui criado por uma mãe que hoje age de forma estúpida comigo, maltratando-me, e ainda tive mais três irmãs, nenhum só irmão homem que poderia ser um parceiro, amigo, sendo que uma delas sempre invejou-me nos brinquedos, por exemplo, que eu ganhava do senhor meu pai e ainda detesta-me até hoje. Mulher é uma desgraça, desde Adão.
terça-feira, 14 de junho de 2016
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Minha iniciação filosófica (esboço para uma autobiografia)
Highlights
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