Quando eu vivia no homossexualismo, JAMAIS, fui tão rejeitado quanto hoje só por ser católico e andar com imagens de devoções católicas, medalhinhas, penduradas ao pescoço, sou chamado de idólatra. Também jamais outrora como hoje sou discriminado por acender um cigarro na espera que o semáforo do trânsito sinalize para que nós pedestres possamos atravessar a rua, logo que acendo o cigarro alguém antitabagista odioso, mais um tabacofóbico esse sim fascista, sai de perto de mim.
#Literatura: O Polonês, de J. M. Coetzee(4)
-
Coetzee utiliza a estrutura dantesca para questionar se os conceitos
grandiosos e elevados da arte ainda têm espaço em um mundo moderno, plano e
pragmático
Há 3 horas










