Eduardo Cunha é de longe o meu malvado favorito. Cunha é um político de virtude, como queria Maquiavel, virtuoso no sentido grego arcaico de virtude, ou seja, que almeja a glória do poder, mas não ao ponto da maldade dos esquerdopatas. Cunha não fiou-se na fortuna, mas soube e fez a hora, não esperou acontecer, como diz o hino preferido dos esquerdopatas, aproveitou-se de ter sido o homem certo na hora certa a fim de derrubar os monstros totalitários marxistas-leninistas.
“O Quarto Segredo de Fátima”
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Um autor italiano de renome demonstra que o Terceiro Segredo de Fátima não
foi totalmente revelado. Uma das últimas testemunhas vivas, o Arcebispo
Lo...
Há 2 dias
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