Quando eu vivia no homossexualismo, JAMAIS, fui tão rejeitado quanto hoje só por ser católico e andar com imagens de devoções católicas, medalhinhas, penduradas ao pescoço, sou chamado de idólatra. Também jamais outrora como hoje sou discriminado por acender um cigarro na espera que o semáforo do trânsito sinalize para que nós pedestres possamos atravessar a rua, logo que acendo o cigarro alguém antitabagista odioso, mais um tabacofóbico esse sim fascista, sai de perto de mim.
#Livros: O fim da classe média
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Geógrafo francês Christophe Guilluy descreve o desaparecimento da classe
média ocidental e a separação silenciosa entre as elites metropolitanas e o
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Há 13 horas
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