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sexta-feira, 2 de julho de 2021

O fanatismo da esquerda e os homossexuais como seus reféns

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Print da fala intolerante de Jean Wyllys contra Eduardo Leite em uma rede social

Diante da recente assunção como homossexual praticante do atual governador do Estado do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), Leite assumiu-se um homossexual, cabe refletir o fanatismo da esquerda diante das reações de alguns de seus representantes como o mais notório dos homossexuais assumidos e militantes da atual cena política brasileira, o ex-deputado federal Jean Wyllys (PT) que simplesmente xingou o governador de "bicha de direita", desconfiado da atitude do governador de sair do armário, como se uma representação política homossexual fosse uma necessidade, negada pelo governador em sua fala ao dizer e deixar bem claro que ele não é um gay governador, mas um governador gay.

 

O fanatismo da esquerda não tem limites. Fanatismo político do lado sinistro do espectro que absolutiza o homem, o homem que pelo seu exercício de pensar, René Descartes isto queria, acho que pode determinar assim um mundo que se impõe, a realidade se coloca queira-se ou não. Para a esquerda é impensável que possam haver, por exemplo, homossexuais independentemente do que preconiza a sua cartilha pretensamente crítica e bem pensante.

 

A esquerda, como fruto da modernidade, tem por irmãos mais velhos os protestantes e como irmãos do meio os liberais, o que inclui os burgueses neoliberais, mas, os primeiros, os protestantes estão fora do seu alcance, junto com os liberais burgueses neoliberais, mas os três não escapam da ditadura do relativismo e da autonomia autista humana, o individualismo seja do indivíduo, seja das seitas evangélicas em discórdia individualmente umas contra as outras, seja o individualismo dos coletivos de esquerda emancipados todos em relação a Deus e à Igreja Católica Romana.

 

Os homossexuais podem entrar em tal roda viva da modernidade de liberdade divorciada da razão e da verdade se pelo menos os homossexuais não cogitarem em seguindo os bons conselhos da Igreja Católica optarem pela pureza e pela castidade, a fim de não serem reféns (reféns da esquerda) de uma época moderna como a nossa onde a ditadura da opinião da revolução promovida pelo indivíduo, lá atrás, no século XVI de Martinho Lutero, que torna a mera opinião individual naturalmente irrelevante.

Eduardo Leite, Padre Leonardo Lucian Dall Osto e os mártires

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Eduardo Leite, governador do Estado do Rio Grande do Sul


Está causando sensação na imprensa e na internet, nas redes sociais, o outing, a saída do armário do governador do Estado do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), ontem, no programa Conversa com Bial da TV Globo. 


Eu sinceramente não sei o que há de novo em uma pessoa assumir a própria homossexualidade, no caso a prática homossexual. Nada de novo debaixo do sol. Novo seria alguém dizer-se um ex-gay, por um milagre de Deus, ser uma pessoa em que houve uma reversão da condição desordenada que é a homossexualidade, ou mais corajosamente, ainda, seria algo de novo e luminoso, alguém que se decidisse pela pureza e castidade a que é chamado todo homossexual, conforme ensina o Catecismo da Igreja Católica.


A coragem de viver a verdade e a sabedoria na pureza e castidade que supre o martírio (segundo o Papa Pio XII), por exemplo, verdade e sabedoria cuja fonte de ambas é Deus que condena severamente a prática homossexual como o pecado que clama ao céu por vingança tal a sua obtusidade. Tal coragem seria algo de novo dada a decadência em que se encontra o mundo cuja inspiração indireta é Satã cuja fumaça entrou na própria Santa Igreja Católica Romana tornado-a, hoje, em uma seita insossa liberal do pós-Concílio Vaticano II.


Algo de novo, luminoso e que temperaria o Brasil e este mundo, sal e luz haveria neste mundo seria se o governador Leite e um Padre Leonardo Lucian Dall Osto defendessem a verdade, não a relativizassem como seu contrário, tal qual faz o Padre apóstata Dall Osto, em nome de um humanismo desconhecido pelos mártires, os quais não negociaram nem mesmo em poupar as suas vidas, pois derramaram o seu sangue pela verdade e sabedoria, por Deus e sua Santa Igreja. O próprio Cristo, diz a Bíblia Sagrada, Ele, Deus, mas também homem, com toda a fraqueza e limite humano, diz a Bíblia, deixou-se moer pelos pecados humanos, a fim de por seu sacrifício vicário único e de valor infinito conquistar a remissão dos pecados dos homens, conquistar que a verdade e a sabedoria fossem repostas no mundo.


Nada de novo debaixo do sol. O governador da República rio-grandense é só mais um gay, é só mais um candidato a ser não só presidente do Brasil, contudo, a ser outrossim mais um tirano no mundo a com o seu sub pensamento, assim queria René Descartes, colocar a reboque a si mesmo que é e sempre será um homem, um macho da espécie humana, não obstante a sua vida desregrada.


Eu sou homossexual, entretanto, sou um homossexual não praticante, graças a Deus, pois sou um católico romano praticante.

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