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sexta-feira, 7 de abril de 2023

A paixão de Cristo e a degradação homossexual

Autoria: João Emiliano Martins Neto




Nesta Sexta-feira Santa da paixão de Cristo e se Jesus Cristo restaurou todas as coisas por seu sacrifício cruento que é o mesmo sacrifício - até de derramamento de sangue - por que passaram e podem passar os grandes e verdadeiros santos. Se é assim, valeria aqui uma meditação sobre o que seria a degradação homossexual.


É impressionante como nós, gays, acabamos em um não pequeno número em sombras de machos, sombras de homens se ser homem é "gênero", segundo a concepção trazida pela contemporânea teoria de gênero e usando o termo "narrativa" também algo bem atual, pós-moderno, a "narrativa" homossexual para os homens e também para as mulheres lésbicas é bem triste, é de pessoas tornadas sombras. Na homossexualidade homens tornam-se até mesmo grotescos, afeminados, ridículos e mulheres lésbicas se tornam grossos machos mal acabados.


Ontem eu estava no Cine Ópera daqui da minha cidade de Belém do Pará, que é um cinema de filmes pornográficos, e eu pratiquei sexo anal com um rapaz ali que não era exatamente afeminado, contudo, era meio tosquinho talvez tosquinho de uma tosquice tipicamente homossexual. Nem sei como acabei me deixando penetrar por ele. Antes, bem antes viver a castidade e a duras penas, a castidade que torna os homens em anjos e substitui o martírio, explicou o Papa Pio XII. Antes até ser desprezado, quiçá ser chamado de "bicha" quando alguém como eu que sou do tipo eloquente, graças a Deus falo bem e sou expansivo bem sagitariano atualmente uma mulher que trabalha em um restaurante ali da Avenida Comandante Braz de Aguiar daqui da capital, a mulher ali eu acho que pensaria de mim que eu seria "bicha" ou doido ou não gosta do meu jeito, alguém como eu que tem a alegria e eloquência de quem convive com o que seja o verdadeiro, porque eu sou católico romano. Ou antes viver a heterossexualidade com uma bela mulher para quem é homem como a imagem do casal de cinema mais acima.


Sem dúvida que a santidade ou pelo menos a vivência da penitência pela castidade pode fazer no fim de tudo os homens serem como anjos e mais, se divinizarem, mas, já humanamente os santos e os penitentes tornam-se homens e mulheres em seus "gêneros" com uma "narrativa" de glória de beleza física e de ideal de macho ou fêmea e transfigurada espiritualmente que nós, gays, eu acho que sem a graça divina vamos decaindo ou nunca sem dúvida alguma que chegamos a um ideal de perfeição. Cada vez mais largados a nós mesmos iríamos decaindo a não ser que nos disponhamos a sofrer a punição ou o que seria um ônus devido já neste mundo por nossa opção na homossexualidade. É possível isso e não raros homossexuais se honestos, mesmo que praticando o esporte, a homossexualidade, foram muito sinceros, até sábios ou pelo menos perspicazes a exemplo de um Reinaldo Arenas que era um escritor cubano que fugiu da ilha-cárcere de Cuba, era homossexual e eu já ouvi dizer que ele era um grande escritor, ele que infelizmente se matou.

A paixão de Cristo. De Platão a Olavo de Carvalho

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Neste dia de Parasceve, Sexta-feira Santa, vale a pena refletir que Jesus Cristo e seus verdadeiros e grandes santos não compraram a ideia de uma guerra suja com os poderes deste mundo. Na seara dos verdadeiros cristãos que são sempre os católicos romanos não cabe golpe baixo. Era Tibério o imperador romano e Pôncio Pilatos o governador da Judeia naquela época. O verdadeiro poder e era Olavo de Carvalho que ensinava isso que aprendeu dos esquerdistas começa e é muito mais um Zé Mané no seio da sociedade influenciando longe dos centros dos cargos decisórios. Zé Mané sem perspectiva alguma de que ele chegaria ao poder. Os esquerdistas materialistas do jeito que são sabiam domar a matéria, a natureza que é tudo. O Cristo era apenas um filho de carpinteiro que morrendo a pior das mortes de sua época, a morte de cruz, começou o movimento cristão da Igreja Católica Apostólica Romana que corroeu pelas bases o Império Romano que cairia quatro séculos depois.


O poder corrompeu Olavo de Carvalho. Ele dizia ao comentar o posicionamento de Joice Hasselmann contra o Bozo (Jair Messias Bolsonaro), criticando-o, que ela ou qualquer outro ficaria fraco se fosse contra o Bozo. De Platão a Olavo de Carvalho, então. Assim como o Divino Platão vendeu suas ideias e consciência para o tirano de Siracusa (Dião), Olavo vendeu a sua consciência para o Bozo. Que força que haveria com o Bozo um deliquente comum ladrão de combustíveis, praticante de peculato (rachadinhas), ele que comprou cinquenta e um imóveis com dinheiro vivo e que dizia que não era coveiro diante da pilha de cadáveres vitimados pela peste (Covid-19), sobretudo na cidade de Manaus, capital do Estado do Amazonas, onde dois dias antes da maior catástrofe sanitiária causada pela peste o Bozo aumentou o imposto do oxigênio oferecido pela White Martins? O Bozo, um sujeito que deixou morrer pelo menos 400 mil pessoas de Covid-19 influenciado por Olavo que ainda tinha um aluno, Hélio Angotti Neto, no setor de insumos do Ministério da Saúde que fez uma tabela dizendo: CLOROQUINA - SIM; VACINA - NÃO. Eu sou aluno de Olavo de Carvalho no Curso Online de Filosofia (COF) mesmo com Olavo já morto, e eu sou de direita, sou bozoista (bolsonarista), contudo, por favor, sem ser gado, deve-se baixar a cabeça diante da sabedoria, dos fatos, da realidade. Sapientiam autem non vincit malitia, citava Olavo no seu site oficial inspirado da Bíblia Sagrada católica (Sabedoria 7, 30). Portanto, contra a sabedoria o mal não prevalece. Olavo, ele um grande e sumo filósofo com sua ideia do conhecimento por presença, mas, por favor, diante da peste do coronavírus fazer tal tabela que fez Angotti cria de Olavo é maluquice. Olavo acabou como ele disse em um trecho do livro O Futuro do Pensamento Brasileiro, ele deixou atrás de si "a sombra de um pesadelo" no lugar de com lealdade e sem jogo sujo apegar-se à sabedoria sempre vencedora vencer o mal esquerdista com o bem."

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