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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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terça-feira, 30 de abril de 2024

Os quase 77 anos de OIavo de Carvalho

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Os quase 77 anos de Olavo de Carvalho quase celebrados com ele vivo neste último dia 29 de abril deste ano de 2024 que para que Carvalho não mais pecasse felizmente ele morreu antes dos 77. Carvalho que foi uma besta formalmente dizendo coisas excelentes, porque socráticas sobre a Filosofia, usando a Filosofia como isca para o seu projeto de poder de seu ego, e no conteúdo sendo condenado por modernismo por um Papa São Pio X no decreto Lamentabili Sine Exitu do dia 3 de julho do ano de 1907 na ideia de Carvalho do fim do conhecimento racional por um conhecimento intuitivo. Carvalho usando dos conceitos, razão e ideia queria aboli-los, caindo no anátema do Santo Padre, pois que a humana razão pode com certeza conhecer a Deus, o contrário disso foi condenado por outro Papa, o Papa Beato Pio IX no Concílio Ecumênico Vaticano I do século XIX.



Pelo motivo do próprio Senhor Jesus Cristo ser Deus e homem por meio da razão, conceitos e ideias chega-se à formalização, iluminado pelo dom sobrenatural da fé e Cristo é o próprio Deus unido à humanidade sem divisão ainda que sem mistura, à doutrina celeste romano-católica e chega-se ao dogma que a besta Carvalho dizia serem construções tardias e problemáticas. Besta era Carvalho ou era um charlatão, porque a doutrina cristã já estava pronta quando o Senhor Jesus Cristo concluiu o seu Sermão da Montanha, segundo o relato bíblico, e o dogma não é nada problemático, mas é coisa certíssima para ser crida, segundo o Papa São Pio X em seu Catecismo Maior.



Olavo de Carvalho foi pior ainda, foi um bandido que quando teve oportunidades na vida éticas e políticas de por em prática o bem ele abandonou os ideiais. O abandono dos ideais é o título de um de seus textos. Não deu nem moradia ou escola para a primeira amante Eugênia com quem teve os quatro primeiros filhos que o filósofo não deu a eles escola e não os levou para vacinar, sendo que um deles, Luiz Gonzaga de Carvalho Neto, ficou morre e não morre no hospital por causa de sarampo. Hoje a filha mais velha de Carvalho, Heloísa de Carvalho Martin Arribas, que não teve escola na idade certa, escreve errado e não consegue passar no exame da sociedade classista dos advogados brasileiros para ser advogada e chora, porque não pôde ter uma carreira na vida graças ao pai bandido.



Ele que jogou fora oportunidades ético-políticas quando fez a cabeça do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro para que ele não comprasse vacinas deixando morrer pelo menos na conta do presidente e de Carvalho, 400 mil pessoas mortas de Covid-19.



Carvalho que, mais uma vez cuspindo na ética, em um depoimento em um filme falcatrua de um tal de Mauro Ventura, mentiu dizendo que fora internado em um hospital psiquiátrico por causa de uma taquicardia causada pelo consumo de maconha. Na verdade, segundo eu soube, Carvalho foi internado, porque teve um ataque de fúria na redação de jornal onde ele trabalhava, do Jornal da Tarde, porque os colegas dele o ridicularizaram, riram dele, porque ele não sabia a medida da Ponte Rio-Niterói (Ponte Presidente Costa e Silva).



O filósofo embusteiro Carvalho fugiu depois do hospício indo esconder-se com a família na calada da noite nas matas da cidade de Iguape, interior do Estado de São Paulo. E Carvalho, chutando finalmente para bem longe a ética disse mesmo ao seu pupilo foragido da Justiça, Allan dos Santos, que era para chupinhar todo o dinheiro do Estado que fosse possível.



Ética e politicamente, bem na prática do feijão com arroz eis Nicolau Maquiavel e Olavo de Carvalho ambos na confusão demoníaca, título aliás de um dos livros, Maquiavel ou a Confusão Demoníaca, de autoria de Carvalho sobre Maquiavel que não é de se jogar fora.

terça-feira, 23 de abril de 2024

Esquecer a influência política de Olavo de Carvalho?

Autoria: João Emiliano Martins Neto


 

Eu estava assistindo a um vídeo de um olavete chamado André Assi Barreto, um sujeito que até onde eu vi do vídeo e foi bastante ele não soube citar uma só ideia das ideias malucas e geniais de Olavo de Carvalho, o rapazote ali com cara de rapazote da branquitude de classe média brasileira propõe deixar de lado e deixar morrer o lado político do olavismo, de Olavo de Carvalho. Se a política junto com a ética e a moral fazem parte da filosofia prática, fazem parte da ação e uma pessoa é conhecida por sua ética ou falta de ética e também por suas escolhas políticas jamais deverá ser esquecida a influência nefasta de Carvalho, e ele influenciou não um vereador de cidade do interior mas o próprio Senhor Presidente do Brasil, que é a burrice olavista de querer acabar com o conhecimento racional em prol de um conhecimento intuitivo condenando as ideias, a razão humana e o trabalho por conceitos que por incrível que pareça Carvalho usou de ideias, a razão humana e o trabalho por conceitos para condenar tudo isso. Olavo condenava as ideias, a humana razão no que se referia à religião católica romana no que o Papa São Pio X o condenou por antecipação no documento Lamentabili contra as teses modernistas, pois que Olavo dizia que a religião cristã católica não é doutrina e nem dogma. Ele desconfiava das formulações racionais e ainda desconhecia de Bíblia Sagrada já que acabado o sermão da montanha São Mateus relata a admiração da multidão com relação à doutrina de Jesus Cristo. Olavo dizia que a doutrina e também o dogma eram construções posteriores, de séculos depois e problemáticas, para piorar ele dizia que o dogma seria problemático, logo o dogma que é divino para o romano-catolicismo, é coisa certíssima, com condenação de São Pio X a quem dissesse o contrário.


 

Polticamente temos o olavismo no bolso-olavismo que compõe com o petismo e as seitas evanjegues caça-níqueis o suco da corrupção brasileira. Temos o olavismo político na prática da porca reflexão de Olavo de Carvalho onde não há ideias, conceitos e razão há a política para Olavo como a tomada de espaços por grupos. Deveria o brasileiro à direita adorar os belos olhos azuis de Jair Messias Bolsonaro como um Führer ou um Duce e basta só ver o semblante vazio de Bolsonaro ao lado de Carvalho na embaixada americana nos Estados Unidos. Bolsonaro um vazio, um nada de um parlamentar de décadas de Congresso Nacional incapaz de um mínimo acordo em torno de um mínimo de bem para o Brasil a fim de que algum projeto dele fosse aprovado por seus pares, não que eles também fossem grande coisa. Bolsonaro presidente, o Führer, o pedaço de carne sem ideias e conceitos e sem razão alguma no lugar de um pedaço de carne petista, que não quis comprar vacinas, influenciado por Olavo, ele que provavelmente por castigo morreu de Covid-19. Bolsonaro que não fez uma só lei a favor do armamento da população somente portarias e decretos que foram derrubados por seu sucessor Luiz Inácio Lula da Silva. Bolsonaro que não foi à canonização de Santa Dulce dos Pobres no Vaticano, não fez um só aceno aos católicos não indo nem à Santa Missa no dia de sua posse. Bolsonaro que aprovou a lei de esterilização humana, uma lei antiga que ele defendia que agora pemite que um homem ou mulher submeta-se à esterilização sem o consentimento de seu cônjuge.



Enfim, jamais esquecer o lado político de Olavo de Carvalho, ele quem em um artigo disse que em um certo sentido filosofia é política e eu acredito que seja porque Olavo tinha clarões até bem duradouros de genialidade a exemplo de Olavo decifrar os três sonhos de René Descartes e desmascarar o gênio maligno que enganou o filósofo francês, além de Olavo ter matado, ao meu ver, a charada com relação a Nicolau Maquiavel. Olavo não é de se jogar fora de todo. Porém, jamais esquecer o lado político de quem quer que seja, porque política, ética e moral, a prática pesa sobre uma alma humana, seremos todos julgados por nossas obras, disse o santo, bem-aventurado e glorioso Apóstolo São Paulo.

domingo, 30 de outubro de 2022

Voto sem escândalo

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Gabriel García Moreno


Em um voto sem escândalo, votei em Jair Messias Bolsonaro para presidente neste segundo turno destas eleições 2022 aqui no Brasil, hoje, dia 30 de outubro de 2022. É verdade que o Papa São Pio X em seu Catecismo Maior ao definir escândalo escreveu que é escândalo qualquer não só palavra e omissão, mas, também ação que seja ocasião para outrem cometerem pecado. Votar é uma atitude, é uma flagrantemente ação, bem dentro do âmbito da ética, moral e política que têm a ver com a razão prática. Ressalvado que deve ser dito, denunciado por alguém que seja honesto e vote - a fim de se evitar o escândalo - em Bolsoanro a malignidade que há em votar nele. Ele que é o famigerado Bozo miliciano e genocida que recomendou expressamente em um áudio que bandidos milicianos do Estado da Bahia viessem estabelecer-se no Estado do Rio de Janeiro, reduto eleitoral do Bozo. Se bem que a milícia é uma reação à ausência histórica de Estado, de segurança, nas comunidades favelas do Rio de Janeiro (capital) dominadas pelo banditismo que depois se tornou a própria milícia que lava dinheiro junto com o tráfico de drogas nas igrejas evangélicas caça-níqueis. E, na pessoa de seu filho 01, Flávio Bolsonaro, ele que condecorou com a medalha Tiradentes - a mais alta comenda da Assembleia de Legislativa do Rio - já na cadeia um perigoso miliciano assassino que era Adriano da Nóbrega. E sobre o Bozo ser genocida, ele deixou morrer por descaso e prevaricação pelo menos quatrocentas mil pessoas de Covid-19, quase o quádruplo da média mundial de mortes por Covid no mundo que é só de 3%.


Em vista do que foi dito, eu acho que pior do que fazer propaganda e omitir-se, é se votar em Luiz Inácio Lula da Silva candidato à Presidência do Brasil pelo Partido dos Trabalhadores (PT) que financiou ditaduras sanguinárias socialistas pelo mundo: América Latina e África e ainda financiou a tirania que é o Irã que mata de forma brutal a quem é gay e demais LGBT e Lula e o PT de forma hipócrita ainda dizem apoiar os gays e demais LGBT. Lula tem um apparatchik que é um José Dirceu, ex-ministro-chefe da Casa Civil de seu governo, que já disse que virá o socialismo em um seu possível futuro governo. Ideia que é o socialismo condenado pela Igreja Católica, não sem razão por ser o encarceramento e brutalização da alma nas questões mundanas e materiais. Ideia totalitária e perigosa que é o socialismo, que viria, segundo Dirceu em uma entrevista recente, se Lula for eleito. Lula que é alguém que tem entre seus partidários um influenciador importante do tipo de um filósofo Paulo Ghiraldelli Júnior, que tem como religião a sede de controle das massas e do mundo pela ideologia que é o discurso ou "narrativa" hipnótica em vista do poder, ainda que Ghiraldelli não seja conceitualmente de se jogar fora. Ghiraldelli já disse que nada tem a ver com Jesus Cristo. Eu diria que não tendo nada a ver com Jesus, Ghiraldelli em nome da ideologia dele de esquerda da luta de classes cerra o galho em que está assentado que é o cristianismo e a Igreja Católica Apostólica Romana que fundaram o ocidente que dão o verdadeiro poder que não se resume a armas e a um cargo. É o cristianismo vivido de forma eminente e correta na Igreja Católica Romana, é um tiro certeiro e letal para denunciar as mazelas que levam os pobres a sofrerem, que são o orgulho, a ganância, o egoísmo, a idolatria às riquezas e aos bens materiais e a autossuficiência humana.


Votei em Jair Messias Bolsonaro para presidente. Mas, por favor, com toda a discrição. Políticos brasileiros nunca foram grandes coisas. Não se trata Bolsonaro - um bostinha tão miúdo - de nenhum Gabriel García Moreno, São Luís IX ou Carlos Magno.

quarta-feira, 30 de março de 2022

Will Smith

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Will Smith com seu troféu Oscar de melhor ator de 2022 mesmo depois de ter agredido seu colega Chris Rock


Há horas na internet, nas redes sociais, eu repito que Will Smith, o ator americano, deveria ser católico para ter conseguido levar na esportiva a piada que o também ator, ele é comediante, Chris Rock, fez da esposa de Smith, Jada Pinckett, rindo de sua calvície causada por uma alopecia que eu já ouvi falar que nem doença é. Smith deu um tapa na cara de Rock, ao vivo, no dia da cerimônia do Oscar deste ano de 2022.


Se Smith fosse católico, em primeiro lugar nunca teria aceito um relacionamento aberto com Pinckett no qual ela já o traiu com um jovem amigo do filho que ela tem com Smith, o que leva o ator Will Smith a cair em depressão, pobre dele. Se Smith fosse católico ele aprenderia com o Santo Padre São Pio X que em seu Catecismo Maior ensina sobre as bem-aventuranças ensinadas por Jesus Cristo (São Mateus 5, 3-11).


Quando Cristo disse que são bem-aventurados os que choram, porque serão consolados, explica o Papa, Cristo quis dizer que aqueles que choram, sem a reação violenta de Smith, por causa dos escândalos e pecados causados por este mundo onde reina o diabo talvez por meio de um gaiato da estirpe de Chris Rock, se é que foi uma grande ofensa comparar Jada Pinckett à personagem calva do filme G.I. Jane (Até o Limite da Honra). Também Smith não reagiria com violência contra Rock, porque há a bem-aventurança evangélica que diz que bem-aventurados os misericordiosos, porque obterão misericórdia, portanto, diz São Pio X, "sem alteração", Will Smith perdoaria Chris Rock.


A religião parece algo ultrapassado na fase pós-Reforma Protestante do século XVI e pós-positiva do mundo, nada no mundo atual é fixo, nem o positivismo da ciência, contudo, bem que a sabedoria cristã e fortaleza pode tornar o homem inexpugnável em muros que não podem ser abalados nem mesmo pelo humor ou piadinhas de mau gosto.

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Por que eu sou católico romano?

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Resumo: Uma reflexão minha sobre o porquê eu sou católico romano aonde baseio-me na realidade das coisas para fazer tal opção pelo catolicismo romano.

Há alguns poucos meses atrás eu escrevia sobre reflexões em torno de perplexidades reais minhas no que se refere ao cristianismo estar dividido em católicos e protestantes. Eu mesmo fui protestante durante uns oito ou nove anos de minha vida. Eu mesmo participei da fé protestante que de fato toca os sentimentos do homem e o homem passa por algo como uma parte do seu íntimo que simplesmente não calcula e delibera friamente como se o homem um anjo fosse e não tivesse um corpo ou como se o homem fosse simplesmente uma peça de um maquinário cósmico a serviço de verdades universais, gerais e necessárias nenhum pouco humanas ou inconscientes negando ao homem de alguma forma o que lhe caracteriza que é a sua liberdade. Segue-se que algum tempo depois diminuídas as precauções sociais de isolamento social no mundo com relação à atual pandemia do novo coronavírus que vem dominando e tragicamente matando as mentes e os corpos neste ano da graça de 2020 a minha arquidiocese, a de Belém do Pará (Brasil), voltou à de forma gradual e serena a celebrar o Santo Sacrifício da Missa. Voltei, então, à santa Religião romana e católica alegremente e de forma penitente por ter afastado-me das coisas espirituais durante os primeiros tempos de pandemia.

Como um raio de luz algo acerca da liberdade humana a santa Fé católica romana iluminou-me. É bem conhecida da ideia de Martinho Lutero e de João Calvino, os precursores da Reforma e principais reformadores, com relação à escravidão da vontade humana ou de que o homem seria impedido por sua natureza corrompida pelo pecado original de colaborar com a graça divina. Mas a Fé católica por sua divindade e santidade bem conhece o homem e sabe que ele é alguma coisa, diria o filósofo Olavo de Carvalho ao falar da questão de livre arbítrio e determinismo, e alguma coisa que o homem é, de fato, que ele é uma criatura racional e como tal normalmente pode conhecer a verdade e pode ser livre. Não é só a Fé sozinha que justifica o homem, se bem que a Fé é o princípio da justificação coisa que não nega um papa como São Pio X insuspeito de ter sido um homem liberal. A Fé mobiliza o homem, porque o amor de Cristo nos constrange, diria São Paulo, desperta-nos a agir, fazendo a Fé operar a respondermos em amor não por apego à letra da Lei que mata, mas ao seu espírito da Lei que é amor a Deus sobre todas as coisas e por isso mesmo por verdadeiro respeito e amor aos homens como a nós mesmos.

Se o homem não fosse livre ele não seria alguma coisa humana e como tal não seria um ser moral, com méritos por sua liberdade de optar entre o bem e o mal e inteligente, capaz de conhecer e conhecimento é acesso à verdade por um diálogo da alma consigo mesma da forma como conceitua o conhecimento o filósofo Platão. Eu entendo que se o homem não tivesse essa dignidade o próprio Deus não teria se feito homem em Jesus Cristo sendo inseparavelmente, sim, inseparavelmente Deus e homem, ainda que sem mistura, a fim de restaurar e imagem e semelhança que o homem guarda em relação ao seu Criador.

Por tudo isso e também, porque infelizmente as comunidades de irmãos separados protestantes são muito divididas entre si, caro amigo leitor, eu me digo um católico romano, porque, de fato, concretamente o catolicismo romano corresponde à verdade do que seja o homem. Ainda que o homem antes do batismo e da Fé cristã em sua vida esteja morto e sepultado em seus delitos e pecados, como diz São Paulo, contudo o homem pode algo saber da verdade que é Deus em seu poder, glória e realeza por meio da natureza, como também diz São Paulo e o autor do livro deuterocanônico da Sabedoria. Pela natureza ou a criação Deus dá pistas acerca de Sua Pessoa excelsa o que torna todo homem indesculpável e culpável, sendo que mesmo sem a Lei de Moisés e mesmo sem o Evangelho todo homem será julgado no Juízo Final e desde já em sua vida mais cotidiana pelo tribunal de sua consciência, dada por Deus, aonde a glória, realeza e poder de Deus refulge como em um santuário particular que todo homem tem dentro de si e aonde ele encontra-se de alguma forma com o seu Deus ao olhar-se no espelho que há em si mesmo e que mostra-lhe a feiura ou a beleza que é tal ou qual homem conforme as suas obras o enfeiem ou o embelezem.

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