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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho
Olavo de Carvalho " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
Olavo de Carvalho e o desespero do mundo
sexta-feira, 19 de maio de 2023
O básico sobre a subjetividade para um esquerdista
Autoria: João Emiliano Martins Neto
O básico sobre a subjetividade para um esquerdista tal qual Paulo Ghiraldelli Júnior que é a besta quadrada talvez psicótica que precisaria tomar um remedinho antipsicótico que eu tomo todos os dias que é o risperidona, pois eu também sou psicótico. É que para ele, a besta, que acha que a realidade é coisa de um "reizinho", e que é lavagem cerebral de um mestre como Olavo de Cavalho buscar o real, Ghiraldelli talvez sofra de complexo de Édipo e veja no real e em Deus, no final de tudo, que estabeleceu o real, uma lembrança do pai dele que não o permitiu possuir sexualmente a mãe. Não é para o demente esquerdista Ghiraldelli o real a coisa como ela é e que se nos limita com justiça e lucidez, porém, nos possibilita pelo autoconhecimento, pelo conhecimento do mundo e nos dá a perspecitiva do divino na Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana.
sábado, 1 de abril de 2023
Olavo tem razão?
Autoria: João Emiliano Martins Neto
No dia 10 de março deste ano de 2023 eu comprei um ingresso para assistir ao filme Olavo tem Razão de Mauro Ventura que estreou no último dia 29. O filme é um delírio que pretende que o grande mestre e psicopata Olavo de Carvalho tenha razão. Olavo tem razão? E ele tem mesmo, é mestre. Sem Carvalho a Filosofia é apenas, do que eu entendi das lições do grande mestre e picareta Carvalho, algo plenamente revogável, digo mais, seria uma fantasmagoria baseada em um mundo de representação e de vontade, diria Arthur Schopenhauer, sem um conhecimento substancial, real, que realmente ilumine a inteligência, a razão e faça a vontade agir. Para Olavo o conhecimento se daria por presença - ideia de Carvalho do conhecimento por presença - o que não quer dizer endossar o empirismo e o materialismo. O que é substancial é o que sustenta os acidentes que nos são acessíveis pelos sentidos que o diga a ideia de transubstanciação do sacramento da Eucaristia da Igreja Católica. A ideia de Filosofia de Carvalho é uma revolução na ideia que seria equivocada de Filosofia, segundo Carvalho, de um desesperador conhecimento formal lógico e racional que Carvalho pretendia abolir e eu pretenderia, também, como pupilo dele.
O mestre e psicopata tem razão. Será? Com cenas de Olavo de Carvalho em igrejas católicas, supostamente rezando piedosamente o Santo Rosário. Claro que para o filme ele rezando ajoelhado com as contas de um Rosário em mãos era uma encenação. O cinema e o teatro são uma farsa. Olavo que casou no islamismo a excelente filha primogênita dele, Heloísa de Carvalho Martin Arribas, e para a falsa religião e religião de bandidos, segundo Santo Tomás de Aquino, religião islâmica, não há ex-muçulmano. Para os islâmicos isso de apostasia é inconcebível, eles mandam matar o pretendente a ex-muçulmano editando para tal uma fatwa que foi o que fizeram com o escritor Salman Rushdie. Olavo de Carvalho na Igreja Católica no filme como se ele tivesse sido católico romano a vida inteira? Na casa dele no passado ali era uma festa com hippies com pênis eretos desfilando nus diante da pequena Heloísa. E o homem nunca casou na Igreja Católica com nenhuma de suas três amantes oficiais: Eugênia, Silvana e Roxane Andrade de Souza, ainda teve Meri Harakawa, a gueixa islâmica que hoje paga da católica no Facebook, uma de suas múltiplas amantes oficializada esta conduta de Olavo pelo flagelo islâmico quando ele era muçulmano. Roxane que parece uma bruxa que ficava batendo perna na rua do que dar de mamar para a filha Leilah, deixava a menina com fome, quem amamentou a menina foi a providencial irmã mais velha Heloísa. Ele vivia com Roxane em pecado mortal, segundo o romano-catolicismo. Vivia amasiado e ainda demoniacamente posava para foto na fila para a confissão na Igreja de Saint Joseph na América se gabando de nunca ter matado bebês, ele que matou em um aborto o próprio filho que teria com uma das amantes que ele achou na rua, Silvana. Ele matou o rebento em um ritual satânico em uma seita maluca e maligna que ele participou onde ali ele queria ser o chefe, não conseguiu, e saiu se fazendo de vítima.
Eu acho que Olavo de Carvalho delira lá no filme Olavo tem Razão de Ventura, dizendo que quando foi internado em um manicômio que ele se tornou ali um tal de "paciente-atendente", funcionário do hospício e foi até em busca de um dos pacientes que teria fugido. Eu fui internado duas vezes em hospícios e que me conste eu estava muito longe de ser nos mesmos um funcionário. E logo nós, doentes mentais, que somos vistos como bandidos pela sociedade. Um dos colegas dele ali de internação, o jornalista Renato Pompeu de Toledo teria desmascarado Carvalho dizendo que ele não recebeu a alta do nosocômio, certamente que dada à gravidade do quadro clínico de Carvalho. Heloísa de Carvalho conta que Carvalho fugiu do manicômio indo esconder-se com a família na calada da noite nas matas do município de Iguape, cidade do interior do Estado de São Paulo. Dá nojo o filme nesta parte de saúde mental da biografia de Carvalho. Ele diz, ao meu ver insolitamente, que leu em parte a um romance escrito pelo jornalista Toledo, Carvalho parou de ler por achá-lo chato, onde Carvalho seria o bandido. Toledo errou? As vítimas de Covid-19 dariam razão ao jornalista e autor no seu personagem bandido. Carvalho supostamente mentindo a causa de sua internação em um hospital psiquiátrico dizendo que fora internado, porque teve uma taquicardia depois de fumar maconha. Seria mentira, ele fora internado, pois teria tido um acesso de fúria depois que furaram a bolha do orgulho dele ao rirem da cara de Carvalho em uma redação jornal no qual ele era jornalista, o Jornal da Cidade. Ele não sabia a medida da Ponte Rio-Niterói, a Ponte Presidente Costa e Silva. Riram dele...
Alguém pode me dizer, ah, João, tu acreditas em tudo o que diz Heloísa de Carvalho, os outros irmãos a desmentem. Heloísa que conta que Carvalho teria apontado uma arma de fogo para as cabeças dos próprios filhos crianças. Dado Olavo de Carvalho ter criado o seu próprio imbecil coletivo no Brasil, diz o excelente youtuber Nando Moura, dos dias de hoje. Dado ele ter criado uma seita política, realmente, que fez um povo, o brasileiro, ser gado fanático de um presidente da República como Jair Messias Bolsonaro, um delinquente vulgar ladrão de rachadinhas e de combustíveis e que ainda usou durante o seu mandato a Deus na forma de cabo eleitoral. Olavo que fez a cabeça de um povo inteiro para ele ter ficado pelo menos dois meses nas portas de quartéis após a derrota de Bolsonaro, o Bozo, pedindo nada menos do que ditadura militar, rezando diante de um pneu, ligando a lanterna de celulares para chamar extra-terrestes. Dado Olavo de Carvalho ter influenciado o Bozo para que ele deixasse morrer, por influência dele, 400 mil pessoas de Covid-19 durante a pandemia ou sindemia de tal peste, ele que foi o Bolsovírus, segue-se que para mim o depoimento e com evidências, provas, dadas por Heloísa chegando até às lágrimas quando ela relembra o abandono intelectual de Olavo de Carvalho para com os filhos, ele que não pagou os estudos dos quatro primeiros filhos, parece-me o que ela diz teria alguma verossimilhança. Olavo enfeitiça os outros demais sete filhos, os quatro primeiros filhos desescolarizados vivem da marca OdeC junto com as amantes.
No filme Olavo tem Razão ainda tem mais delírios - eles precisam ou ir para a cadeia ou serem internados como eu fui internado em manicômios dado os seus delírios - com um Bernardo Pires Küster sendo entrevistado ali e dizer, se eu bem me recordo, que Olavo de Carvalho conhecia de longe uma pessoa desonesta. A cara do gordo não treme. Deveria Olavo ter visto tal vício em Küster, ele mesmo que embolsou o dinheiro que deram para ele da vaquinha para o filme mal feito dele que parece que foi feito com câmera de celular, o filme Eles estão no meio de nós, que critica a infliltração comunista na Igreja Católica do Brasil. Küster embolsou a grana para comprar para si um sítio e um carro. Há a entrevista delirante lá da protestante evanjegue herética bandida (pleonasmo vicioso), ex-deputada estadual pelo Estado de Santa Catarina, Ana Caroline Campagnolo, que roubou dinheiro público para dar para a seita caça-níquel evangélica dela, segundo apurou um tribunal de contas daquele Estado. Tem a entrevista daquele ser histérico, até pelo tom de voz de gay histriônico e rasgado dele, o tal Adrilles Jorge, ex-Big Brother Brasil e desinformante bolsonarista na grande imprensa que ajudou a que o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro matasse 400 mil pessoas de Covid-19 desinformando o público ao ser contra os profiláticos lockdowns e quarentenas. Jorge que é um perigoso stalker, perseguidor de mulheres, tarado. Tem a entrevista no filme de Mauro Ventura da gengiva mais imunda de todo o universo, Allan dos Santos, o Gengivão, que se gabava de ter amigos no desgoverno Bozo que, de fato, o protegeram injustamente. Com o Gengivão se com a esquerda havia o socialismo dos ricos, dizia Olavo de Carvalho, com a direita há o capitalismo de compadrio, mistura do materialismo da ganância capitalista por lucro e bandidagem. Allan dos Santos que - espera-se - esteja em vias de ser preso mais do que nunca no governo de Luiz Inácio Lula da Silva e Lula é vingativo, é escorpiano, o que pode ser providencial. Há, também, a entrevista de Flávio Azambuja, o Morgenstern, que certa vez acabou como Pôncio Pilatos perguntando o que é a verdade, quid est veritas, ao saber da proposta do Estado cumprir normalmente a sua função de estabelecer a justiça e promover o bem comum e a boa ordem ao punir os excessos liberais da liberdade de expressão que é a liberdade para cometer atrocidades do tipo do assassinato de reputações, fazerem ameaças, e por meio das tais fake news mentir e falsificar até dizer basta. Azambuja nunca leu um artigo de Olavo de Carvalho intitulado O problema da verdade e a verdade do problema? Azambuja acabou como Pilatos não querendo saber da verdade que estava diante dele que seria Jesus Cristo ou pode estar diante de todos nós através da justa autoridade do governante. Pilatos e Azambuja acabaram é cínicos, se eu bem recordo do artigo de Carvalho.
Hoje é dia 1º de abril. Feliz dia da mentira! O filme de Mauro Ventura, Olavo tem Razão, está cheio de mentiras. Não há ali nem sequer nada da filosofia luminosa de Olavo de Carvalho, pois brasileiro sempre é péssimo aluno na escola, não aprende nada, nem sabe abordar a Filosofia que faria este filme ser menos inútil e os 40 reais que eu dei para o ingresso para assisti-lo não teria sido tão em vão...
sexta-feira, 5 de março de 2021
A realidade
Autoria: João Emiliano Martins Neto
A realidade é a coisa, é o ser, é o encontro com algo que pode ser percebido, é o encontro com algo que pode ser palpável, é evidente que nem sempre de forma material imediatamente palpável, mas que aponta pela exatidão conceitual ao que de fato é.
A realidade hoje no Brasil é o que o conceito de desonestidade aponta para uma pessoa, o presidente da República, algo palpável, Jair Messias Bolsonaro. Por que? Porque eu soube ontem, dia 04 de março de 2021, festa de São Casimiro, no excelente canal no YouTube do filósofo Doutor Paulo Ghiraldelli Júnior que Jair envenenou o povo brasileiro para pagar dívida de campanha com um empresário que conseguiu 153 milhões de reais do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para produzir em sua indústria farmacêutica o medicamento cloroquina ou hidroxicloroquina sem nenhuma comprovação no combate à Covid-19. O Exército Brasileiro era apenas uma fachada usada para dizer que seria tal instituição que produzira o falso medicamento que trataria da Covid-19.
Eis o real no Brasil atual, achava-se que Bolsonaro apenas tinha a ideia equivocada e ignorante de ser negacionista ao ser contra o uso de máscara, o distanciamento social: o lockdown, e a vacinação, a fim de se combater a peste de coronavírus que há mais de um ano vem cancelando o mundo para si mesmo, além de fazer propaganda de cloroquina, algo inócuo cientificamente no combate à peste, não, Bolsonaro em conformidade com a exatidão do termo ideologia, usou a cloroquina ou hidroxicloroquina como um vestido de ideias para cobrir a sua nudez, a nudez vergonhosa de um homem que para chegar ao poder de qualquer maneira pegou dinheiro de um empresário venal, e precisava pagar-lhe, para isso fez uso de um ideário obscurantista negacionista do real de que estamos diante da mais grave ameaça à espécie humana que é o novo coronavírus que só esta semana já matou mais de 2000 pessoas em um só dia no Brasil.
A direita, força política à qual eu sou filiado, que se pretende campeã em defender o real, uma verdade universal contra a alucinação que é a esquerda que descarta o conhecimento, enfim, o universal em prol apenas de uma poeira desconexa e cega nominalista, mas é esta força política, a direita, que no poder nega a verdade, a realidade, em nome do poder sem nenhum pudor.
quinta-feira, 28 de setembro de 2017
Olavo de Carvalho - Filósofo Xavier Zubiri
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Comunismo histórico, comunismo palpável, comunismo real
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Filosofia e poder
O poder muitas vezes e ainda mais em tempos de supremacia esquerdista, pode se identificar com a totalidade do real. Ou seja, o inquilino de qualquer palácio ou casa governamental pode se achar com poderes para com uma espécie de varinha mágica desatar todos os nós da realidade, ele não aceitará a realidade como aquilo que simplesmente é. Definitivamente ser não é poder, pois todo governante ou rei deverá humildemente se curvar perante as estruturas inquebrantáveis do real, do ser e saber que sua esfera de poder é circunscrita à finitude humana e ao tempo em que se circunscreve a por definição temporalidade de sua capacidade humana de mando.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Realismo moderado
Em seu comentário à Metafísica aristotélica (In XII lib. Metaph. L.III, 1.1.), Santo Tomás afirma:
“O filósofo deve considerar todas as dificuldades, pois, como lhe cabe investigar a verdade em toda a sua amplitude, também lhe compete confrontar-se com todas as aporias. Do contrário, deve comparar-se a quem anda sem saber aonde vai”.
Comparar-se a quem anda sem saber aonde vai. Sábias palavras do Santo! Certamente, ali o Aquinate não presume que a averiguação da verdade seja extensivamente completa — pois ele parte da pressuposição de que a verdade dos entes é inesgotável na medida em que participam da inesgotabilidade do Ser divino. Em síntese, quer dizer Santo Tomás em seu comentário a Aristóteles o seguinte: o filósofo deve pôr na investigação da verdade todo o seu ímpeto e todos os seus recursos. Decompor as aporias em suas premissas fundamentais, e não descansar enquanto o erro não revelar a sua face oculta. Tal atitude distingue o verdadeiro filósofo.
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