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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Olavo de Carvalho e o desespero do mundo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Olavo de Carvalho padecia do desespero do mundo. Desespero em relação desde a Deus até os animais como no chimpanzé, segundo ele, capaz de aprender lógica e bem antes no homem, para Olavo, incapaz de com lógica e pensamento expressar o real como no caso de poder dizer o homem o porquê de outro homem estar triste. No desespero de Olavo de Carvalho quanto à coletânea mundana, não que Deus inclua-se em algo mundano, até os mencionados chimpanzés pensariam.



O Papa Bento XVI, in memoriam, dizia de gnósticos como Olavo de Carvalho que eles sofriam do desespero do ser. Eu digo: os gnósticos padecem do desespero do mundo, nomeio logo os entes, possibilitados pelo ser ou o Ser que é Deus que os criou e sustém por amor e misericórdia, porque o louco e ou charlatão, mas genial Olavo de Carvalho falava muito de realidade, mas o que é a realidade sem a coleção que a expressa desde Deus, a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana até ao homem com a lógica que o abrange, o pensamento que de alguma forma cogitante o expressa, a linguagem, nem menciono os animais que para Olavo de Carvalho, mormente os chimpanzés, são uma caricatura grotesca, e as bestas alimárias prestam-se muito a isso, de tudo que há: vão aí os meios de expressão humana, o pensamento, a linguagem que aquele gago Ernesto Araújo, ex-chanceler brasileiro da época de Jair Messias Bolsonaro, reclamar que sem pensamento, linguagem a verdade fica humanamente inviabilizada e Araújo teve o azar de ser aluno do charlatão gnóstico genial Olavo de Carvalho, este que ao fim e ao cabo nos meios de expressão do real, parte do real, parte do ser, parte do mundo "gnosticando" desesperava do ser, desesperava do mundo assombrado pelo seu único falso deus por ele temido e crido: o demiurgo.



Vade retro, Satanás (Olavo de Carvalho)!

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