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O catolicismo romano é eterno. Deus mesmo pregou o proto-evangelho a nossos pais Adão e Eva dizendo-lhes que a serpente, o Diabo, fustigaria-lhes o calcanhar, bicho rasteiro, ardiloso que é, que arma ciladas, mas eles, nós todos homens se piedosos, pisaríamos-lhe a sua louca cabeça. Faria isso a da mulher descendência, em especial Jesus Cristo, mesmo que na humilhação, esmagamento total da cruz e através de nossas cruzes pessoais, as quais seriam alvo do escárnio, desprezo do mundo. O catolicismo romano assim vai até o fim do mundo, apesar de hoje o clero romano conciliar fazer questão de não exercer o seu poder magisterial e mesmo político no caso de um Romano Pontífice que deve por aos seus pés todo o resto de potestades deste mundo a começar por nunca deixar-se vencer pelo respeito humano.
O catolicismo romano é eterno. O resto vai para a lixeira hegeliana da história. Vai para o Panteão das esquisitices, superstições humanas com suas seitas que macaqueiam a autoridade divina de um Romano Pontífice e de todo o clero abaixo dele. Seitas que tomam de empréstimo a credibilidade do cristianismo como no caso do falso cristianismo protestante. Outras seitas, grupelhos, o caso do espiritismo muito presente aqui no Brasil, incluindo-se o protestantismo, esperam a confirmação da ciência profana para a validação de experiências espiritualistas ou no caso do protestantismo para subscrever o conteúdo bíblico, macaqueiam a pequena razão humana para uma falsa liberdade para vícios, auto-engano, para uma vaidade sem limites para o disfarce de ideologias, o caso das ideologias, em vista de utopias que separam bem, verdade e beleza adormecendo assim o ser humano em vista de projetos de poder totalitários. Ou hoje com a assunção das direitas no ocidente com o fim de por meio de ideologias mais à direita deformar consciências para o ressentimento, a hipocrisia, a inveja, o desprezo pelos pobres, LGBTs, imigrantes, enfermos.

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