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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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segunda-feira, 17 de março de 2025

Uma sombra no êxodo homossexual

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu noto que uma sombra no êxodo homossexual, sobre quem quer ser um ex-gay, é a incompreensão de quem tem a inclinação inversiva homossexual com relação ao fato de que o macho é para a fêmea e vice-versa a fim de terem um relacionamento fecundo, aberto à vida, e indissolúvel por meio do auxílio sobrenatural do sacramento do matrimônio na Igreja Católica, porque sem tal auxílio ainda que sem o peso da inversão homossexual uma sombra análoga pode abater-se no relacionamento heterossexual quando apenas visto pela perspectiva natural torta, reducionista, determinística, histórica. 


Tal sombra vem junto com um materialismo atroz, um apego ao corpo, às formas físicas dos belos corpos, de sua juventude que passa muito rápido, isso também pode ocorrer no meio heterossexual, porém, no meio homossexual parece incoercível o apego ao corpo, ao histórico, à duração, porque é esmagador o peso da inversão homossexual cerrando o céu a um céu de bronze no relacionamento estéril homossexual por sua própria natureza no qual não pode advir a concepção de um santo, de um filósofo, de um cientista, de um devoto da Virgem Maria de tal tipo de relacionamento homossexual.


Que tenhamos a sabedoria para vencermos tal sombra de incompreensão de que o macho é para a fêmea e vice-versa é a minha oração constante diante de imagens da Madona Santíssima para que Ela que é a Sede da Sabedoria, possa dar sabedoria a nós que temos a inclinação homossexual para vencermos tal sombra e assim vencermos todos os condicionamentos racistas e por isso que pretendem solapar o livre-abítrio humano para um apego tão forte ao corpo, aos belos corpos cuja beleza passa pelos corpos, passa por este mundo, contudo, os transcende em muito chegando a Deus matriz das ideias de bem, verdade, beleza que encontram-se nas almas humanas, porque feitas à imagem e semelhança de Deus juntamente com os corpos. Amém.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2023

Pray Away e os mendigos do materialismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto


(todos os direitos autorais reservados da fotografia)


Eu assisti ao filme Pray Away da Netflix que trata das pessoas que passaram pelas terapias de reversão sexual nas seitas caça-níqueis evangélicas e só pude perceber ali o abuso destas seitas que com técnicas pseudocientíficas e de lavagem cerebral com um falso cristianismo freestyle que é o protestantismo como um todo levam pessoas até mesmo ao suicídio, o que é muito comum na comunidade LGBT, pois a auto-estima de nós, LGBT, vai lá para baixo diante das críticas até intrinsecamente justas e corretas com relação à nossa condição quebrada e desordenada. Mas, as pessoas não se tornam ex-gays, pelo menos não ex-gays no sentido de uma perda dos desejos homossexuais a não ser que ocorra um verdadeiro e grande milagre que deve sempre ser buscado com fé, o que foi o caso da suicida Karol Eller, bolsonarista e evangélica, que recentemente se suicidou deixando o recado que era uma "perdedora", pois que certamente teria tido uma recaída no esporte (homossexualismo) e/ou não conseguira perder os desejos gays invertidos segundo a pressa neoliberal ou hoje anarcocapitalista das seitas bandidas caça-níqueis.


Em Pray Away eu vi o que já tinha visto em mim mesmo homossexual que nós, homossexuais e demais LGBT, nós somos os mendigos do materialismo. Um homem ali, John Paulk, hoje cozinheiro, ele disse querer muito um homem. E em Pray Away e nas vidas de gays ex-ex-gays que desestaram da virtude e da obediência racional à lei natural e ao seguimento de um espiritualismo abundam no filme e mundo afora os casos de mendicância no materialismo o mais tosco que é o dos instintos sexuais, nem um Friedrich Nietzsche talvez com algum pudor oitocentista ostentava desejos sexuais só as comidas que ele degustava em suas viagens. O sexo, o corpo, a pele, a carne, ter um par romântico em uma literatura trovadoresca obessiva é o samba de uma nota só de nós, homossexuais, em a gente fazendo ouvidos moucos ao chamado divino para nós para a castidade, assim diz o atual catecismo da Igreja Católica. 


Não há, segundo Olavo de Carvalho, místicos e santos homossexuais, talvez só os relatados na primeira carta de São Paulo aos Coríntios, capítulo 6 e versículo 11. É bom que nós, homossexuais, se fomos católicos entronizarmos imagens de São Paulo Apóstolo em nossos oratórios de nossas casas com velas sete dias bentas para que ele nos ajude, ele que domou a como sempre selvagem e terrível homossexualidade no caso a dos helenos coríntios. A nosssa ligação ao corpo, às riquezas e bens deste mundo é medonha, que rezemos com fé e devoção o terceiro mistério gozozo. A castidade parece impossível e para piorar estas malditas seitas evangélicas que querem só níqueis, o vil metal, dinheiro e poder para bancar o luxo de um bandido, homossexual nas horas vagas, André Valadão que já comprou uma camiseta básica de mais de quatro mil reais.


É bom lembrarmos, nós, homossexuais tão materialistas que Sócrates em um diálogo com o seu amigo o jovem fogoso Alcibíades que queria fazer sexo com ele, o velho filósofo disse que pelo sexo seu jovem amigo não chegaria à verdade. O corpo por si só, os sentidos, que pela nossa razão de forma a priori e transcendental processa-lhes deles os fenômenos que ele e a natureza em globo emitiriam, conforme queria Immanuel Kant, pode este nosso aparato humano em uma contração do finito com o finito fechado em si e em um abismo a separá-lo do infinito dar-nos a verdade? Se por verdade referimo-nos à coisa em si incognoscível para Kant, então, nem pelo corpo e nem pela nossa razão o mais sofisticada que seja nada de verdade teremos e Sócrates acertou no que disse a Alcibíades.


A Santa Madre Igreja Católica que magnificamente dá ao mundo há mais de 2000 mil anos a Igreja de Cristo como um existente triunfante neste mundo o que é próprio do Reino de Deus, é a Igreja mais simples e sábia pedindo a nós, LGBT, que a gente seja casto. A mera inclinação, aliás, para qualquer pecado por mais grave que seja, não é pecado; sentir não é pecado, o pecado é consentir. Estas seitas evangélicas são um caso de polícia e um problema sanitário pelos males psicológicos que causam, o suicídio da pobre Karol Eller e que o digam os surtos psicóticos de falsas línguas que vemos nos grupelhos pentecostais e neopentecotais, e devem ser fechadas. Estados católicos romanos no Brasil e no mundo todo resolveriam maravilhosamente a questão fechando as portas destas espeluncas protestantes e encerrando em presídios os falsos pastores mais famosos brasileiros que são todos bandidos e sem qualquer exceção junto com os charlatães americanos retratados em Pray Away.

terça-feira, 17 de outubro de 2023

Dom Marcel Lefebvre, São Paulo Apóstolo, a suicida Karol Eller e os ex-gays

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu falava antes de Dom Marcel Lefebvre, um legítimo sucessor dos apóstolos, tornado Bispo no ano de 1947 e Arcebispo de Dakar n'África no ano de 1955. Ele, sim, com poder e faculdade e com os lábios puros para pregar o santo evangelho, pois ele foi enviado para tal, sucessor legitimo e genuíno que ele era de um São Paulo Apóstolo e não uma lavadeira de capitais bandida como um Samuel Câmara. O Divino Paulo que convertera homossexuais na Igreja de Corinto, ele fez ali ex-gays. Dom Marcel em continuidade a São Paulo poderia trazer o céu à terra sendo sacerdos in aeternum para pastorear, conduzir, orientar, ensinar e santificar uma suicida tipo Karol Eller que terminou semelhante a um Judas Iscariotes, herege protestante que provou do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, perdeu a confiança na misericórdia divina e tirou a própria vida, e para piorar fazendo uma conexão de política com uma cura gay que só ocorre por um milagre no estágio atual atrasado da ciência humana. Ela ao meu ver agiu por dinheiro e poder semelhante a um Judas, penso eu já que há registros de suas últimas palavras divulgadas pelos jornais ela disse "lutei pela pátria", e Jair Messias Bolsonaro, o Bozo, político dela de estimação, perdeu eleição vindo por água a baixo o projeto das sombras de poder bolsonarista protestante e miliciano.

domingo, 15 de outubro de 2023

A voragem centrífuga e alucinante do homossexualismo (ainda o caso Karol Eller)

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Karol Eller (todos os direitos reservados da fotografia)


Ainda o caso Karol Eller e o fim patético desta suicida e se formos ver uma sanguinária cruel que não conhece a misericórida divina para as pessoas LGBTQIA+, bem a la Judas Iscariotes que desesperou-se da salvação, pecou contra o Espírito Santo, ele que suicidou-se, muito provavelmente, achando que o pecado contumaz de si e do caso de Eller no homossexualismo era maior do que a misericórdia divina depois de forma midiática em nossos dias de redes socais online espalhar subtende-se com aquele vazio de vaidade que permeia tudo neste mundo que ela ingressara na heresia nefasta protestante e que com isso deixara as "práticas homossexuais", apesar da derrota do seu lider, o Bozo, Jair Messias Bolsonaro, o que não renderia a Karol nenhum empreguinho público com DAS altíssimo.


Não é raro que algum de nós, homossexuais, cometamos até mesmo o suicídio quando nos vemos em maus lençóis na nossa insanidade de nossa paixão, o nosso delírio alucinatório que tira-nos os nossos pés do chão, imaturidade e contra-iniciação homossexual. O homossexualismo é de uma voragem centrífuga e alucinante que ninguém se engane, é verdadeiramente um drama de inversão, desejo sexual que pode abrir-se até a parafilias a exemplo do bestialismo e necrofilia, que ninguém se engane depois de aberta a caixa de Pandora perdida a noção de normalidade afetivo-sexual fecunda que ocorre somente na heterossexualidade.


Há ex-gays na Bíblia Sagrada, está escrito em 1ª Coríntios 9, 11, mas, quais de nós, LGBTQIA+ dispusemo-nos à mudança, à maturidade da sabedoria que ocorre para muito além da própria heterossexualidade, porque na castidade e celibato que confere a unidade, a luz à alma humana? A voragem centrífuga e aluncinante do homossexualismo com o seu caleidoscópio sem sentido, sem Logos, sem Jesus Cristo, de corpos e coisas criadas domina-nos. Os corpos, o erotismo, os pelos, a nossa idolatria homossexual e demais LGBT não permite-nos refletir para com sabedoria considerarmos tais bens passageiros.

segunda-feira, 18 de setembro de 2023

Entre ser ex-ex-gay e ex-gay: o longo caminho da burrice espiritual

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Há um longo caminho da burrice espiritual nos muitos passos que eu já dei entre ser ex-ex-gay e ex-gay em uma estrada que parece ser longa e inexpugnável rumo ao confessionário, rumo a receber o sacramento da penitência, quando eu vou buscar o perdão divino depois de praticar o esporte (homossexualismo) ou só porque me aproximei da ocasião deste tipo de pecado contra o sexto mandamento.


É o longo caminho da burrice espiritual, da cegueira e desconhecimento no meu caso de fazer pouco caso do dogma, da boa ordem e retidão e do mandamento divino, dogma e mandamento divino, pois que eu conheço com alguma suficiência a religião católica romana, que condena já neste mundo às mais severas punições à prática do pecado imundo contra a natureza que é a homossexualidade até ao inferno na outra vida, porque esse é um pecado grave, mortal, materialmente grave até mesmo o de se aproximar das ocasiões de cometê-lo.

quinta-feira, 14 de setembro de 2023

Ora ex-gay, ora ex-ex-gay

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Sirácida (todos os direitos reservados desta imagem)


Comigo e com tantos outros invertidos homossexuais que se envolvem com a Igreja Católica para deixarmos a prática do esporte (homossexualismo) ocorre de alternarmos momentos em que somos ora ex-gays depois decaímos céticos e seduzidos pela carne tornamo-nos ora ex-ex-gays e depois voltamos a ser ex-gays no meu caso por vezes não sem grande ainda envolvimento na sedução carnal e no ceticismo no caminho mesmo para o confessionário. É preciso de nossa parte a conversão, é preciso compromisso com Deus, ter temor de Deus, é preciso esforço, ascese, renunciar a si mesmo e a cada dia tomar a cruz, que é a condição que o Senhor Jesus Cristo deu a quem queria ser-lhe um discípulo. É preciso até um temor saudável do convívio com uma sociedade de homens justos, prudentes e sábios que não fosse, portanto, tão decadente tal qual a atual sociedade ocidental, porque diz o Papa São Pio X em seu Catecismo Maior que o pecado da homossexualidade - eu acho que poderiam-se inclui-se até parafilias: bestialismo, necrofilia e semelhantes - exige as mais severas punições já neste mundo. É preciso ter antes temor de Deus que é o princípio da sabedoria, diz o livro de Provérbios, temor do Deus que é antes de mais nada o sumo bem e digno de ser amado sobre toda as coisas e que também condena a quem pratica atos homossexuais ao inferno, como pecado grave, matéria grave, o pecado impuro contra a natureza.


Um lapso de nossa parte em que recaímos a ser ex-ex-gays e alguma coisa fatal pode acontecer que foi o que aconteceu comigo na madrugada do dia 06 de setembro de 2023 em que eu fui agregido de alguma forma que eu não lembro ali na Praça da República de Belém do Pará, a minha cidade natal e onde eu vivo há mais de quarenta anos, a vida toda. Pode acontecer uma grave agressão, ferimento ou até mesmo a morte, que Deus o livre, pois que diz o Sirácida que quem ama o perigo pelo perigo perecerá.


O ex-gay é algo que existe, sim. O glorioso, bem-aventurado e santo Apóstolo Paulo converteu homossexuais na Igreja Católica localizada em Corinto na Grécia, está escrito em I Coríntios 6, 11. Bom, mas, na época dele havia Igreja Católica, hoje não há mais desde a morte do Papa Pio XII. A Igreja atual ou a Outra não quer mais converter ninguém, diria um bispo português atual, um socialista histórico, Dom Américo Aguiar. Não há mais sucessores dos apóstolos. Não há mais um sucessor de São Paulo que como que com o espírito dobrado de Paulo, semelhante a Eliseu em relação a Elias, que atue de tal forma com ensimamentos, repreensões, quiçá com milagres, que atue com o maior dos milagres que se dá cotidianamente pelo Santo Sacrifício eucarístico, sobretudo, com a intenção de fazer tal Sacrifício conforme a Igreja sempre fez, então aí entra até a validade talvez duvidosa do sacramento do altar nos dias de hoje celebrado por um clero como o brasileiro que prefere lamber o seu bezerrinho que é Luiz Inácio Lula da Silva quando ele recentemente visitou a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), daí o mundo estar tão infestado de gays - pobres de nós gays com o nosso prazer que é apesar de tudo puro prazer venéreo realmente muito gostoso - e de tantas outras mazelas. Falta um São Paulo que por orações incessantes, conforme ele recomendava, que consiga ser o meio para a conversão de nós, invertidos.

quinta-feira, 27 de abril de 2023

Um discernimento dos espíritos

Autoria: João Emiliano Martins Neto


"Amados não creias em todo o espírito, mas provais se os espíritos são de Deus pois muitos falsos profetas se tem levantado no mundo." (1 São João 4, 1).

 

Dias atrás eu relatei aqui neste meu blog que eu sonhei com mulher e com coisas de mulheres como a vagina. Na verdade foram os meus segundo e terceiro sonhos, porque o primeiro foi há já muito tempo atrás em que eu, de repente, adormeci e no meu sonho eu agarrava uma mulher e a beijava no rosto com forte afeto, o sonho passou batido e eu o esqueci, continuei na prática homossexual. Porém, eu tornei público tal sonho na internet em um vídeo do Reverendíssimo Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior sobre cura gay, alguém mais cético ali respondeu ao meu comentário dizendo que eu seria bissexual. No segundo e terceiro sonho muito tempo depois foram sonhos com um afeto intenso por mulheres incluindo a visão de uma vagina diante da qual eu senti um forte desejo que normalmente em estado de vigília eu sinto nojo assim como mulheres que as vejo por aí para mim passam despercebidas.


É preciso um discernimento dos espíritos. O Diabo, talvez ele plantando tais sonhos em minha alma, inspirados por ele, o Diabo é semelhante à esquerda na Política, usa tudo, no caso, heterossexualidade ou homossexualidade, atualmente a questão de gênero, tudo, para o seu projeto de poder. O Diabo não estará querendo que eu desanime de minha vida espiritual, visto que ele quereria que eu condicionasse o meu serviço a Deus apenas se eu fosse um orgulhoso heterossexual hipócrita adúltero ou fornicador e há muitos desses por aí, ingratos, que pouco ou nada tem a ver com Igreja Católica? Isto é, a minha vida espiritual estaria condicionada a eu sendo um heterossexual ou até mesmo pelo menos um bissexual com mais aceitação social não ter mais que ser o humilde e humilhado homossexual que eu deveria ser e sendo humilde e humilhado sofrer escondido e calado? Afinal de contas, para a perplexidade de um blog tipo um Fratres in Unum que tratam a nós, homossexuais, como inimigos, foi a homossexualidade, o sofrimento de tal condição que conduziu-me à Igreja Católica. 


A princípio eu achei que tais sonhos foram de origem divina, o segundo e o terceiro pela intensidade deles, por isso eu coloquei como intenção em uma Santa Missa ali na Capela Nossa Senhora de Lourdes dos jesuítas, aqui na minha cidade de Belém do Pará, capital do Estado do Pará, uma intenção na Missa de ação de graças a Deus pela minha vida. No terceiro sonho eu me vi beijando apaixonadamente à uma mulher. Mas, é preciso um discernimento. De fato eu sou um homossexual, minha inclinação afetiva e sexual é para os homens, apesar de que depois de tais segundo e terceiro sonhos eu tentei ver as mulheres com outros olhos, os homens até chegaram a parecer feios para mim. Os sonhos parece que abriram os meus olhos. Dia desses eu pensei em vaginas e cheguei a ligeiramente ficar excitado sexualmente.


É preciso um discernimento dos espíritos e até discernimento quiçá clínico mesmo. Vai que tais sonhos são fruto de minha enfermidade mental ou enfermidades, pois que segundo a minha atual psiquiatra eu sofreria além do transtorno bipolar, também da esquizofrenia? Vai que é coisa do meu cérebro com curto-circuito segundo no passado distante foi o diagnóstico de um neurologista sobre a minha massa encefálica já que eu, penso eu leigo que sou, eu tenho sonhos perturbadíssimos com pesadelos terríveis e no meio da noite acordo gritando e berrando histericamente à semelhança de um louco ou de alguém que está sendo assassinado só porque eu tomo muito café até mesmo à noite? Meu cérebro é frágil que era o que acontecia com o filósofo alemão Friedrich Nietzsche, que dizem que também sofria de minha enfermidade bipolar.


É preciso toda a sorte de discernimnento no meu caso. Eu só sei que convém que eu peça a Deus diretamente a Ele por meio de Jesus Cristo ou por meio de seus santos a começar da Virgem Maria, seguida de São José, nosso Senhor e Pai, logo depois a São João Batista, o Pródromos, de quem eu recebi o meu nome, que ensinava e até repreendia, que eu procure ser com a graça de Deus, penitente, dê frutos dignos de arrependimento, realmente largando tudo o que é concretamente o mal, o pecado mortal definitivamente, para sempre e todos eles mortais de uma vez, assim ensina o excelente Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior. E que como eu já pedi a sabedoria ao glorioso, bem-aveturado e divino Santo Antônio Maria Zaccaria, que acima de tudo a sabedoria seja infundida no meu mais íntimo por meio da sinceridade, conforme disse o santo rei Davi quando pediu perdão a Deus por ter matado o seu general Urias no salmo 50. A sabedoria pedida pelo rei Salomão que é mais importante, sabedoria que realmente abre os nossos olhos para o que é a luz e o mais real que é Deus não nos deixando iludir pelas trevas não raro que é o que movem a nossa vontade muitas vezes deixada a si mesma. Salomão no lugar de ter querido se livrar de seus inimigos ou ter querido a prosperidade material, ele preferiu a sabedoria cujo princípio é o temor a Deus, diz a Bíblia Sagrada.


A sabedoria diz que se Deus é o mais real, é o ens realissimum, é Ele o Sumo Bem (Summum Bonum), se é assim é ser sábio ser casto. A castidade é mais importante em qualquer circunstância e assim servir a Deus e só a Ele sem estar com uma alma dividida, disse São Paulo aos coríntios, por causa de qualquer modalidade de prática sexual, ainda mais se for na forma espúria homossexual e do que dela decorre as demais práticas antinaturais que realmente separam o homem de Deus por ser o pecado impuro contra a natureza que faz que clamores cheguem ao Céu exigindo de Deus os mais severos castigos e já aqui neste mundo.

segunda-feira, 17 de abril de 2023

Sonho meu

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Minha imagem do Divino e Santo Antônio Maria Zaccaria. Note os lírios que ele tem em uma de suas mãos sagradas


Nos últimos dias eu tive dois sonhos com mulheres. No passado mais distante eu tive um sonho fortuito e muito surpreendente para mim dado eu ser gay, foi um sonho que me ocorreu pela manhã, com eu beijando carinhosamente à uma mulher. Eu que sou homossexual assumido e bem certo de que eu sou invertido eu sonhei dia desses, no primeiro dia, sonhei por primeiro com uma vagina de mulher e seu buraquinho, sua estrutura e gostei muito do que vi, senti desejo eu que tenho até nojo normalmente daquilo. Da outra vez eu sonhei que eu estava beijando apaixonadamente à uma mulher, mas que parecia que ela não estava gostando, talvez fosse um tipo de demônio ali. Quiçá fosse um prenúncio de que se eu arranjasse uma mulher eu seria traído por ela, eu acabaria sendo corno? Ou deveria aproveitar para ser sacerdote romano que é o que quis ser no passado, contudo, a minha inclinação homossexual o impediu. Eu poderia ingressar no sacerdócio na Igreja Católica, pois que já "curado" da homossexualidade, se é que a homossexualidade é uma doença pelo menos no sentido clínico, científico materialista e moderno do termo doença ou patologia. É preciso um discernimento dos espíritos conforme ensina o apóstolo São João em uma de suas epístolas católicas.


Eu só sei que me parece que tais sonhos podem ter sido algum tipo de milagre na minha vida, pois eu sendo homossexual eu acho que nenhum profissional em saúde mental e Psicologia ou Psicanálise diria que é fruto de um recalque, porque eu não poderia ou teria dificuldade socialmente e espiritualmente de viver a minha homossexualidade. Acho que não. Foram sonhos eróticos com coisas de mulher, vagina e eu beijando uma mulher com paixão o que é alheio a alguém gay como eu. 


Pode ter acontecido um milagre, a mão de Deus em minha vida para eu ter tido um sonho com mulheres ainda que no beijo com uma delas haveria ali algo de maligno de alguma forma, talvez ligado ao meu corpo, porque eu tenho problemas mentais ou até cerebrais que influenciam em meu sono que é comumente muito perturbado e que conta o meu sono com um terror atroz diário, eu grito histericamente quando durmo e acordo gritando, aos berros e também eu acordo com vontade de urinar.


Se Deus existe, e eu acredito que Ele existe, pois eu sou católico romano, nada obstante eu que sou o maior dos pecadores eu já ter agido várias e diversas vezes como se Ele não existisse. Deus agiria de vem quando, então, eu tive tais sonhos com mulheres. Eu, portanto, em tais sonhos estive com a minha afetividade e sexualidade restaurada e reorientada ou realmente orientada. Não poderia ter sido sonhos de um recalcado homossexual, porque teria que ter sido nesse sentido sonhos eróticos com homens, tipo de sonhos que eu já tive no passado várias e diversas vezes.


Talvez Deus tenha tido misericórdia de mim e de tanto eu rezar para o glorioso Santo Antônio Maria Zaccaria que porta em suas imagens sagradas um lírio, Deus possa ter se lembrado de mim em meu padecimento como invertido, homossexual e esteja prometendo para mim uma libertação do Egito homossexual que não raramente já retirou de minhas mãos o lírio da pureza e da castidade que eu adquiri pela primeira vez quando fui batizado ainda bebê na Paróquia Santíssima Trindade, aqui na minha cidade de Belém do Pará, capital do Estado do Pará, e que eu readquiro tal lírio quando recebo o sacramento da penitência.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2022

Born to be gay ou trevas sobre trevas

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Parece que o que ocorre comigo que sou homossexual e com muitos homossexuais é que born to be gay. A gente nasceu para ser gay e não poderíamos ser outra coisa. Não haveria compromisso e lugar para nós, gays, com o divino, esse nem se fala, a oposição seria total, porque é como dizia o Filósofo (Aristóteles) sobre a metafísica, dizia ele que as últimas coisas opõem-se às primeiras e no caso de nós, homossexuais, as últimas coisas do tipo do sexo e o erotismo às quais terrivelmente nos aferramos opõem-se àss primeiras. Não haveria compromisso com a religião, por exemplo, nas sagradas ordens como ser padre ou bispo, o Papa Bento XVI e hoje com o Papa Francisco confirmou a interdição de nós, gays, à vida religiosa na Igreja Católica Apostólica Romana. Eu tentei ser padre, mas, fui impedido logo na entrada na primeira entrevista no seminário da minha arquidiocese. O padre ali que me entrevistou, chefe do seminário, Seminário Maior São Pio X da Arquidiocese de Belém do Pará, padre Lindomar, ainda se insinuou sexualmente para mim, portanto, ele é um fariseu hipócrita, ele é um homossexual, ainda que talvez superior, ativo, mas é tão homossexual quanto eu, é o devasso condenado por São Paulo (1 Coríntios 6, 9 Bíblia Sagrada Ave-Maria). O tal padre também deveria ter sido impedido de ascender às sagradas e divinas ordens. Menciono que talvez o padre seja homossexual ativo ou o devasso, porque esse tipo de homossexual sendo mais masculino tem uma capa maior para disfarçar-se a si mesmo e passar despercebida a sua homossexualidade o que é lamentável qualquer disfarce hipócrita para quem se diga cristão e ainda mais se for um sacerdote, admitido que foi um dia às divinas e sagradas ordens. Não haveria compromisso nosso de nós, homossexuais, como pais de família e até mesmo no ambiente vulgar e secular de trabalho e na rua ou na sociedade parece que a gente que é gay, realmente, a gente impregna tudo com o império do corpo e do sexo, vira tudo um erotismo só, putaria. Eu reparo em pessoas que eu converso e convivo na rua como ambulantes ou trabalhadores de banca de revista, assim que ficam sabendo da minha homossexualidade, a imoralidade, o domínio da linguagem pelo eros e a putaria se instalam, o corpo e o erotismo compareceem fortemente.


Trevas sobre trevas parece ser o caso da homossexualidade. O homossexual parece destinado a uma posição de segunda categoria no mundo, um caso a parte, seria ele o desajustado, a deformidade, o lixo, eu já escrevi aqui neste meu blog a respeito do homossexual dando o meu próprio exemplo de homossexual assumido. É tão difícil para eu que sou homossexual a castidade, a minha própria fé fica tremendamente abalada com as tentações homoeróticas. Nunca ouvi dizer de santos, os nomes deles, da igreja ou diocese de Corinto na Grécia, relatada na Bíblia Sagrada, contudo, haviam ali e santos ex-gays (1 Coríntios 6, 11 Bíblia Sagrada Ave-Maria), tiveram como pastor ninguém menos que o Apóstolo São Paulo. Ele conseguiu vencer a resistência ao que assemelha-se às trevas e trevas sobre trevas homossexuais, o born to be gay. Há esperança de êxodo, há santidade em quem já viveu a homossexualidade, a Bíblia Sagrada mostra isso na carta de São Paulo aos coríntios e a Bíblia é um livro respeitado.


Trevas sobre trevas seria o caso da homossexualidade quando eu noto que transpondo à guisa de comparação a sua realidade para o inverso que é a heterossexualidade, um heterossexual que se comportasse como comumente, nós, homossexuais, nos comportarmos, seria alguém frívolo um tal alguém que pusesse o sexo e o erotismo com o sexo oposto acima de tudo. Digamos, um homem mulherengo, uma mulher insaciável, louca, piranha e galinha traindo o parceiro com outros homens. É alguém infantil na heterossexualidade aquele que coloca o sexo acima de tudo que é o que ocorre na verdadeira muralha de aço, bolha e clubinho fechado da homossexualidade onde até mesmo a prática homossexual torna-se quase que sacrossanta, porque incriticável até por força de lei. Eu já ouvi dizer do padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior que o homossexual seria como uma banana verde tirada do cacho, ela não amadureceu. Não aceitar críticas já é algo de criança bem birrenta e mimada.


As trevas e sobre tais trevas mais trevas na homossexualidade, contudo, poderia acontecer - e acontece bem menos - na heterossexualidade é que tomados estes dois pólos da afetividade humana, sem entrar no mérito de ambos os lados, é que o sexo que lhes caracteriza junto com o erotismo por si mesmos infantilizariam o ser humano já que até mesmo, assim eu sugeriria, a presença mesma do corpo no mundo eu diria que só secundariamente incluiria algo como o erotismo e o sexo e a vida moral, mais ainda se for a espiritual ou metafísica e de um relacionamento sadio em sociedade tornam, eu diria, invisível ou esquecida a sexualidade e o erotismo. Não que ambos não possam causar a aproximação das pessoas e causam no caso de um futuro namoro, ou relacionamento sexual casual, no entanto, eu diria que o sexo e o erotismo caem logo para o seu lugar secundário, resta o que precisa ser íntegro que é a vida moral que é deveras vital para o relacionamento humano e que torna o homem substancialmente alguém importante.

terça-feira, 27 de setembro de 2022

Eventualidade gay, homossexualidade invencível e 1 Coríntios 6, 11 vencendo a homossexualidade

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Corinto antiga. Templo de Apolo


Em um artigo próximo passado meu neste blog eu escrevia sobre a parada gay ou parada do orgulho LGBTQIA+ daqui de Belém do Pará e do mundo todo e o quanto eu discordo de tal evento por ser uma caricatura do homossexual, da lésbica, do bissexual, transexual e etc.. A vida não é um cabaré, como dizia a música do filme antigo. A vida não é um carnaval. É preciso alguma ordem, serenidade que estas paradas de orgulho gay não espelham. Não que se não possa brincar, festejar, fazer um carnaval, porém, tais paradas na minha opinião querem muito mais espelhar o que seria a vida do LGBT e as coisas não são de fato assim. 


Muito bem, feito tal acima recordação do que eu escrevi ali naquele meu artigo próximo passado, gostaria de dizer neste meu artigo aqui que eu escreveria ali sobre uma eventualidade minha na prática gay. Eu até que tento ser casto, ficar mais próximo da Igreja Católica, mas, eu ainda não cheguei ao que seria a maturidade, segundo a Igreja Católica, de realmente convir em viver uma vida de abstinência sexual para o resto da vida ou que não ocorra a prática sexual, pelo menos a masturbação que tende a ocorrer comigo a cada uma semana. Nesta madrugada eu fui longe tendo um relacionamento homossexual e a masturbação. Em um relacionamento heterossexual poderia-se dizer de alguém que não consegue deixar de ficar fixando o olhar nas pernas das mulheres e em seus seios de melões, alguém que pensa muito sexo ou que fica fazendo sexo com várias mulheres que seria uma pessoa talvez com algum grau de imaturidade e um apego materialista de um materialismo muito básico, do básico instinto, o mais grosseiro, próximo dos animais. Sigmund Freud, o pai da psicanálise discorda. Para ele a alienação ocorreria quando a pessoa é exatamente casta e abstinente sexual. Todo o meu respeito aos estudiosos do comportamento e psiquismo humano. A consideração é mais teológica, espiritual e religiosa.


Uma eventualidade gay ou heterossexual é algo que pode ocorrer em quem tenha alguma saúde física ou mental, nunca se sabe o dia de amanhã. A eventualidade é diferente do hábito ou o eventual pode tornar-se um hábito dependendo de uma certa frequência?


É a homossexualidade invencível? Segundo 1 Coríntios 6, 11 parecem ter havido ali ex-gays ou gays não praticantes na Igreja Católica Apostólica Romana em Corinto, cidade portuária da Grécia, portanto, cidade onde chegava gente de fora, trazendo novidades. Talvez por isso em tal igreja ou diocese os dons espirituais de línguas e demais dons eram tão frequentes espelhando uma diocese ou igreja mais cosmopolita, o que no caso o dom de línguas certamente era fundamental para quem vinha de fora, em um tipo de turismo, e atrás de novidades caíam na novidade do cristianismo para o mundo naquela cidade de Corinto com os cristãos, os católicos ali falando a língua dos estrangeiros.


Em 1 Coríntios 6, 11, São Paulo diz que os coríntios haviam sido efeminados, devassos que são os sodomitas, os gays ativos. Eles haviam sido avarentos, bêbados, difamadores e outras coisas de má fama, mas que haviam sido santificados, lavados, justificados no nome de Jesus Cristo Senhor e pelo Espírito Santo. Ou seja, não sabemos quem eram os santos gays não praticantes ou ex-gays, todavia, desde a era apostólica já existiam os tais. Portanto, a homossexualidade não é invencível, segundo 1 Coríntios 6, 11. Que os santos de Corinto, em especial os santos ex-gays ou gays não praticantes intercedam por nós, gays.

domingo, 23 de janeiro de 2022

Born to be gay?

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Uma coisa a se destacar nos bozo-olavistas nazifascistas, apoiadores do governo do extremista de direita Jair Messias Bolsonaro que tem como guru Olavo de Carvalho, o grande filósofo e ao mesmo tempo um charlatão e psicopata ideólogo sistematizador de tal direita, é que eles que comprovadamente estão envolvidos na extrema-direita excludente, elitista ao extremo, racista supremacista branca, xenófoba, homofóbica, misógina e fanática religiosa cristã é que alguém como o gay seria alguém incompreensível para eles, assim como em certa medida os valores defendidos de forma fanática, é evidente que muito por serem defendidos de forma extremada sem sabedoria por essa direita, são incompreensíveis para um gay, pois parece que born to be gay, quem é gay nasceu para ser gay e não haveria escapatória.


Eu já ouvi falar de um livro apresentado por Olavo, que falaria de ex-gays, mas, até o dado momento, pelo menos no meu meio católico romano, eu nunca ouvi falar de nenhum santo gay, alguém que mesmo sendo gay viveu a castidade até o fim e assim santificou-se com todo o sofrimento e abnegação que tal situação exige. Eu mesmo sou gay e sei o que é viver na corda bamba quase desistindo na luta de tentar mortificar a minha concupiscência. Eu soube até de um homossexual, notório: afeminado que na Canção Nova, da renovação carismática católica, teria abandonado a prática homossexual, mas, nunca mais ouvi falar dele.


A extrema-direita vive em uma situação metafísica revolucionária, é uma revolução de santos que pode ser violenta como toda revolução, assim como os gays viveriam em uma revolução física e materialista, do "pecado", para usar um termo religioso, uma revolução da paixão que a eles, que a nós, pois eu também sou gay, acomete. É na extrema-direita um extremo de se ir ao céu e no que poder-se-ia dizer na extrema-esquerda gay um extremo de se querer baixar à terra, ao corpo, às sensações e às paixões, ao desejo, que em ambos os casos, extrema-direita e extrema-esquerda, prefigura uma briga de monstros.


Born to be gay? Talvez, não para quem ainda guarde alguma fé verdadeira, porque divina e católica. O anjo São Gabriel disse à Maria Santíssima que para Deus nenhuma coisa é impossível (São Lucas 1, 37), Deus pode fazer um gay viver uma vida de castidade, renúncia, abnegação e mortificação, apesar de todo preço alto que ele terá que pagar, ou pode até mesmo em um grande milagre, Deus é capaz de reverter a situação invertida e desordenada em que um gay vive e torná-lo heterossexual. Deus pode se Ele quiser, o que não pode é estes extremos de direita e de esquerda quererem nada de bom a não ser uma guerra fratricida e com muito derramamento de sangue e opressão. Que Deus nos livre...

terça-feira, 13 de julho de 2021

Uma polêmica e resistente verdade

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Até que Deus por um milagre ou o homem por algum tipo de tratamento em saúde mental ou educacional possa reverter a condição homossexual de alguém, a homossexualidade permanece sendo uma verdade polêmica, dura e resistente. Há seitas cristãs fanáticas que dizem que as pessoas com tendência homossexual e não praticantes mais de atos homossexuais, membros iludidos de suas seitas, são ex-gays, mas na verdade não são ex-gays se permanece a inclinação, o gosto para o prazer venéreo com pessoas do mesmo sexo.


A Santa Igreja Católica é serena e sábia em dizer que trata-se simplesmente de homossexuais pessoas com inclinação sexual para pessoas de seu mesmo sexo e recomenda-lhes a castidade e que são chamadas tais pessoas, nós, homossexuais, pois eu sou também homossexual, nós somos chamados por Deus à castidade.


Mas, é uma verdade, como eu escrevi, polêmica, que pode ser muito dura e difícil e resistente a verdade homossexual em alguém. Quem não esteja no jardim de infância, ainda que adulto, aceite para si mesmo se for homossexual tanto quanto para os outros a verdade, a realidade homossexual. O conhecimento da verdade implica sempre em alguma responsabilidade, no caso da homossexualidade implica, idealmente, na castidade e pureza absolutas, assim como a verdade de alguém que cometeu um crime deve implicar as sanções previstas no Direito por seu delito.


Não só a liberdade, mas também a verdade demanda em responsabilidade, pois a verdade mobiliza-nos a agir em conformidade à ordem e propósito da verdade do mundo em que estamos inseridos. Todo homossexual puro e casto sempre terá a consciência tranquila de não ser culpado de derramar o sangue inocente de Jesus Cristo e pode viver tranquilo.

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Ex-gay e Crassus Philosophus

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Nesta postagem tento justificar o meu artigo anterior em o qual falo de minha condição de ex-gay como um artigo pretensamente filosófico ou científico de forma bem básica e até mesmo simplória, porque este meu blog é preferencialmente o blog de um filósofo.


Um pedido de oração

Autoria: João Emiliano Martins Neto



Um pedido meu de oração para que você, meu leitor, ore para que eu seja forte, com a ajuda de Deus, a fim de que eu consiga vencer as tentações homossexuais que tentam levar-me à perdição.


domingo, 9 de dezembro de 2018

O ex-gay entre a moral e a ética

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Moral, moralismo, ética, palavras que podem ter um sentido bem diferente uma da outra para quem queira fazer o que seja o bem, para quem queira ser dignamente uma criatura pensante, seja homem ou anjo. Ser ex-gay se é uma virtude seria algo válido por que é moral ou por que é algo ético e aonde entra o moralismo? É o que discuto neste meu mais novo artigo.



sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Eu também, sim, serei santo

Eu também serei, sim, um próximo santo brasileiro. Com a ajuda de Deus hei de ser um santo padroeiro pela pureza, pois como abandonei a prática pecaminosa chamada homossexualismo, hei de ser o padroeiro dos ex-gays, o santo da causa de quem queira lutar pela pureza, mas é acossado pela provocação do diabo que leva as pessoas homossexuais à prática inversiva homoerótica. Que eu saiba não há um só santo ex-homossexual ou que lutara contra o homossexualismo na Santa Igreja Romana, então, com a graça de Deus, eu serei o primeiro.



quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Ainda os ex-gays e sobre a pureza

Autoria: João Emiliano Martins Neto


São José e o Menino Jesus. Escola de Sevilha, século XVII

Caro amigo leitor, falava em um artigo próximo passado sobre ex-gays, logo, falava de pureza e não quero apontar como sinal de pureza de forma preconceituosa apenas o abandono de práticas homossexuais bem como também como aponto como sinal de pureza aqueles que renunciam às alegrias de um matrimônio heterossexual natural e normal.

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Ser ex-gay é algo espiritual

Autoria: João Emiliano Martins Neto



Ser ex-gay é sobretudo uma terminologia de acepção espiritual e cristã mais para alguém que por amor a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo largou o vício contra a natureza que é o homossexualismo do que algo ligado à uma real orientação do desejo para que a pessoa sinta desejo venéreo: tesão, para ser mais claro e afeto para com alguma pessoa do sexo oposto que é evidentemente o correto, é algo orientado.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Homens casados que curtem fotos de mulheres nuas é normal? - Luiz Felipe Pondé

Eu que sou um ex-gay ou um gay não praticante, para quem não crê que a união mística com Cristo absolve o homem, bem para mim se eu caísse na tentação de ver fotos de homens nus ou seminus, em uma clara recaída na homossexualidade, com a prudente ressalva de serem vistas as fotos em uma rede social e virtual fechada, bem mostraria tal atitude como a minha que está sendo difícil para mim viver na heterossexualidade e, como diz o mestre Pondé, eis que é um belo recado para a minha cônjuge, de que ela não está mais agradando.

 

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