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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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terça-feira, 28 de maio de 2024

"Frociaggine", homossexualidade e a inversão em geral: o império da tolerância

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu fiquei sabendo hoje à tarde, dia 28 de maio de 2024 no site noticioso G1 nesta hiperligação aqui, que no dia 20 deste mês em uma reunião a portas fechadas com bispos italianos da conferência episcopal local deles que o Santo Padre, o Papa Francisco usou um termo pejorativo para a nossa comunidade LGBTQIAPN+ que é o frociaggine que em português é o vulgaríssimo e ofensivo "viadagem" ou "bichice". A notícia vem no comum hoje modus operandi para evitar o ativismo judicial na imprensa que é o uso do futuro do pretério, o Romano Pontífice "teria" dito, pois com efeito não se tem certeza se ele o disse, apesar de logo depois da repercusão na imprensa o Pontifex Maximus pediu desculpas do palavriado usado, segue-se que pelo jeito ele o disse, sim. Disse o Papa que os seminários italianos estão cheios de "viadagem", estão cheios de pessoas com inclinação homossexual do sexo masculino pretendendo ser padres, sem levar-se em conta o mérito congruente dos castos, apesar de homossexuais, em tais seminários.


O jargão frociaggine do Papa e popularíssimo pode mais uma vez largar a nós, invertidos, à intempérie. Eu já ouvi aquele sujeito vesgo e feioso, cismático, chamado Diogo Rafael Moreira, já vi na internet outra inversão, que é o nome dele como Rafael Diogo, o segundo deve ser o verdadeiro. O estrábico no corpo e na alma na revolta cismática, de achar que o último Papa teria sido Pio XII, mas no caso eu o julgo idôneo quando ele citou vários santos de primeiríssima classe que junto com a Legenda Áurea dizem que, para Deus mostrar o seu poder aos pagãos tão praticantes de atos homossexuais, que quando do nascimento do Senhor Jesus Cristo, nós todos, homossexuais, morremos. A intempérie aí é atroz, é a morte mesmo, pobres de nós se formos homossexuais praticantes, há os castos que estão absolvidos, se bem que "homossexual": eita palavrinha equívoca que é esta que vai de uma inclinação à uma prática, acabando por punir temporalmente aqueles que homossexuais, porém, são absolutamente continentes.


Não é só uma palavrinha mal colocada por um Papa, mas é o caso da revelação do que em círculos mais próximos do poder na Santa Madre Igreja eis como é duro o que o Papa e o alto clero realmente pensam, ou mais propriamente o que pensa Francisco, de certos pecadores como nós, LGBTs, e logo este Papa Francisco que para fora diz ser e fazer pela chamada inclusão sendo beneficiário no que se refere à inclusão. No íntimo o Papa sente o que o mundo dito normal de fato acha de nós, os execráveis invertidos, é tudo frociaggine, "viadagem" o que por acaso fazemos ou sentimos, no caso dos seminários católicos, pois que eu aposto que em tais lugares muitos ali acham-se aqueles que têm alguma vocação sacerdotal, apesar do acidente da inversão.


Deveras a questão da homossexualidade e da inversão em geral, hoje em voga e turbinada ou até confusa com as teorias de gênero, tudo isso é deformidade, nós, LGBTs somos anormais, somos terríveis pecadores, em particular aqueles de nós que formos praticantes. É um fato sonante que o certo realmente é o pênis e a vagina, o macho e a fêmea unidos em uma união exclusiva, até que a morte os separe e aberta à vida e que assim nós, homossexuais e demais LGBT junto com o resto de nossa sopinha de letrinhas se tivermos sorte que sejamos tolerados. Não é questão de raça a homossexualidade e os demais invertidos ou aqueles da pretensa fluidez de gênero, a atual lei anti-homofobia do Brasil é por isso iníqua, pois coloca a homofobia como racismo. Se é assim eu diria que isto é uma sentença de um psicologismo e aí, sim, uma lei racista, de um determinismo férreo que não daria a opção do celibato, da castidade e da continência a nós, LGBTs.


O império deve ser o da tolerância se nós, homossexuais, tivermos sorte. Quem não concordar biologicamente, começando por aí, depois racionalmente, em moral e teologicamente conosco, ok, este tem razão e muita razão e estão conformes a própria racionalidade humana e mais ainda conforme a única fé e religião divina e verdadeira que é a católica ou a única religião que construiu organizações estáveis transnacionais pelo menos na parte ocidental do mundo. Mas, que tolerem-nos, para isso serve a tolerância e também a misericórdia e a humanidade. Muitos de nós, gays e demais LGBTs somos castos, apesar de usarmos para assumirmo-nos a palavra equívoca "homossexual" para nomearmo-nos. Se formos castos é grande e excelente coisa e aqueles que de nós que formos invertidos praticantes, por favor, aturem-os, porque o que seria o nosso amor, se é amor, é por acaso invertido, todos nós temos defeitos e ou diferenças. Amor que não ousa dizer o nome tal amor. Conforme já disse o sábio Conde Loppeux de la Villanueva (Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira), um influencer digital insuspeito de ser alguém de esquerda e ateu: ele já viu com os próprios olhos gente gay realmente gostando de seus parceiros.


E conforme diz a se houver alguma sabedoria moderna, porque veritas filia temporis, haveria a diferença entre as palavras e as coisas ao longo do tempo. O que é hoje um homossexual e demais pessoas da questão contemporânea de gênero que querem ter filhos, uma família, um relacionamento estável se comparado à pratica invertida homossexual dos pagãos, prática inclusive ritual de suas religiões? As palavras são as mesmas, todavia a coisa parece ser outra. É necessário o mínimo de tolerância e de conhecimento das coisas.

sábado, 25 de maio de 2024

O que eu entendo por fascismo LGBT

Autoria: João Emiliano Martins Neto


O termo fascismo LGBT ficou muito popular em décadas atrás deste século quando se quis aprovar uma lei anti-homofobia o PL 122 do ano de 2006 proposto pela na época deputada federal petista Iara Bernardi. Realmente a questão do que é homofobia é muito ambíguo, porque vai de agressões físicas e mortais contra a nossa comunidade LGBTQIAPN+ até meras piadinhas. E como fica o que chega a ser até o horror de muitos de nós, gays à atual sopa de letras LGBTQUIAPN+, e ainda tem mais, onde certamente gays mais masculinos como eu e tantos outros sentimos aversão a o T da sopinha que são os transexuais quando são mulheres trans com aqueles peitões nojentos para muitos de nós? 


Ou o que dizer do P de pansexuais que topam tudo em sexo, será que está incluída a pedofilia cruel? Ou o caso dos N dos não-binários, os quais até onde eu sei seriam os indistintos andróginos com virilidade ou feminilidade zero. Não sei, ainda não estudei a questão não-binária. 


O fascismo LGBT que é uma forte corrente de ressentimento causada por milênios e séculos de incompreensão e discriminação injustas e indefensáveis realmente em muitos casos homofóbicas, porque assassinas e em um assassinato de crianças. Nós, invertidos, somos muitas vezes imaturos na nossa incompreensão crassa do natural e meramente racional que é o macho relacionar-se carnamente com a fêmea e vice-versa. Junta-se ao fascismo, até um dos eleitos por Deus como Engelbert Dollfuss presidente d'Áustria que era um católico fervoroso foi um fascista (quem vive na modernidade tardia ou contemporaneidade é como o peixe que não sabe que está dentro d'água não tendo outra linguagem para expressar-se senão com as ideologias modernas de massa em voga), que é uma ideologia ditadorial, criminosa que coloca uma coletividade não raro ignara contra a menor das minorias que é o indivíduo na lógica do sindicalismo revolucionário italiano, como se o capitalismo e a burguesia já não fossem a revolução suficiente da concupiscência por lucro do capital que torna tudo em mercadoria em uma laicidade brutal e radical e onde alguém só é valorizado se tem dinheiro, ela expressando-se pelo poder de um Estado tirânico unitário e supostamente científico, que é na verdade, diria o sábio Conde Loppeux de la Villanueva (Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira), um misticismo e ocultismo pagão moderno que acha que descobriu as "leis" da sociedade ou raça, diriam os nazistas, para moldar a realidade dentro do que cabe na pequena razão humana do Napoleão Bonaparte de hospício poderoso da vez. O fascismo LGBT é a guilda de nós, os invertidos.


O fascismo LGBT, que por não raro estar do lado de facções socialistas marxistas, é o super fascismo soviético só que pintado com as cores do arco-íris. Hoje há uma lei anti homofobia vigente no Brasil que classifica a tal homofobia como racismo. É interessante que o que talvez seja apenas um desvio da alma por meio de uma facticidade de prática sexual como o homossexualismo seja visto análogo à raça, à genética e ao fenótipo, análogo à matéria mais grossa, biológica e sonante como se muitos de nós, gays e lésbicas, com nossos órgãos reprodutores na esmagadora das vezes sãos, eles não funcionassem como o dos demais seres humanos. Lésbicas e até mesmo os homens trans que engravidam e parem filhos ou nós, gays masculinos podemos gerar realmente filhos em fêmeas sem qualquer impedimento biológico afora o psicológico e quiçá junto com alguma influência preternatural maligna. O sindicalismo revolucionário LGBT fascista não pode vencer a natureza que nunca incluirá uma raça LGBTQUIAPN+ forjada por uma línguagem que nada quer dizer que é a bem da verdade um discurso sofístico que pretende ser o pretexto para uma tirania colorida. 

sexta-feira, 10 de maio de 2024

Quem é o telmarino ou rei Miraz da vez

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Em postagens passadas eu reportei-me a um domínio telmarino em Nárnia, de alguma forma este nosso mundo comumente decaído, o rei Miraz, telmarino a que eu referia-me, quando não sou eu com meus ataques de falta de fé e de má vontade o que conduz-me à pratica da minha - no meu caso - enfermidade homossexual, é um certo sujeito que trabalha na Casa Porto, um depósito de bebidas e loja de conveniência que fica aqui na minha cidade de Belém do Pará (capital do Estado do Pará), chamado Benjamin, só sei o primeiro nome dele.


Apareceu um velho ali que indignado pela palavra homossexual, eu sou homossexual e assumido apesar de nem sempre praticante porque eu tento ser católico, começou a questionar-me ali e a ser grosseiro, homofóbico. O tal Benjamin coloca lenha na fogueira e hostilizando-me quando o velho lá está, ele que fica normalmente calado trabalhado enquanto eu converso com os outros funcionários ali fazendo piadinhas e falando da religião católica e se eu não me engano já deixei claro ali que eu sou um católico praticante. A coisa ficou chata ali para mim, e de chatice eu sou acostumado por ter que acostumar-me à senhora minha mãe com sua mania de ordem e limpeza em casa, então, eu afastei-me daquele depósito na esquina com a Travessa Piedade e a Avenida Governador José Malcher e hoje compro os meus cigarros em outro lugar. 


Eu apanhei sem que nenhuma das pessoas ali me defendesse, que eu achei que eram pelo menos simpátticas a mim, dos ataques do velho. Então, se é assim, que todos ali se danem e que fiquem sob a égide do rei Miraz Benjamin e de sua raça telmarina.

quarta-feira, 26 de julho de 2023

O ódio amargo e brutal

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Sem dúvida alguma que não há verdadeiro amor a Deus e ainda mais acima de todas as coisas e amor ao próximo como a nós mesmos sem um ódio a tudo o que nega este amor a Deus e ao próximo e queiram destruí-los. Contudo, um ódio amargo e brutal é o que não convém e este tal ódio eu vejo da parte de gente que vive uma vida dupla, hipócrita traindo a esposa ou traindo o marido ou levando uma vida conjugal onde há a prática do sexo anal e da não abertura do sexo para a geração de uma nova vida com o uso de anticoncepcionais que tornam os úteros de suas esposas em túmulos de seus filhos já concebidos, mas, que não podem se fixar em seus úteros por causa do uso de medicamentos francamente abortivos.


É uma gente hipócrita, com uma vida dupla traindo suas esposas com amantes ou seus maridos com amantes. Homens que condenando a homossexualidade relacionam-se carnalmente não raro com travestis nas caladas das noites e ainda mais, sendo passivos com eles, homens que como dito usam anticoncepcionais abortivos em suas esposas para não terem mais filhos e vem com um ódio amargo e brutal desprezar a nós, homossexuais e demais LGBT.


Contra o ódio amargo e brutal há o testemunho de um santo como Santo Antônio Maria Zaccaria que é sempre retratado em suas imagens sagradas com um lirio, símbolo da pureza. Contra o ódio amargo e brutal há o ódio santo contra tudo o que é contra a Deus e ao bem do próximo, mas, é um ódio de um santo puro, casto, virgem, milagres impressionantes realizaram-se com ele em vida e depois de falecido, ele que foi padre, alguém semelhante ao Divino Antônio que é retratado com a doce, bela e delicada e não brutal flor do lírio. Uma vida dupla tipo a dos hipócritas homofóbicos em uma homofobia realmente injusta que sodomizam travestis e se deixam sodomizar por eles e que sodomizam as suas esposas e instauram cemitérios nos ventres delas são coisas que impedem o acesso à realidade da doçura, pureza, delicadeza, beleza de uma alma assemelhada a um lírio que era a vida de Santo Antônio.


Em um mundo de farsa, ódio amargo e brutal, mesmo que no passado, nós, homossexuais, fôssemos condenados à morte por um grande Papa santo e sábio que foi o Papa São Pio V que venceu rezando o Santo Rosário aos turcos na batalha do golfo de Lepanto, é evidente que ele não era movido pela hipocrisia querendo fazer os outros de fantoche por interesses de poder e prazer sendo ao mesmo tempo um um fantoche da hipocrisia do poder pelo poder e sem nenhum pudor. Nem jamais na comprovada santidade de São Pio V, em sua santidade e sabedoria, foi o fim dele a glória e pompa deste mundo. Ele era puro e movido pela doçura do lírio de pureza que ele portou em vida se ele nos condenou à morte é porque viu que, realmente, com o nosso pecado impuro contra a natureza nós memos nos tornamos amargos e brutais transgressores com um da nossa parte ódio amargo e brutal à flor delicada e doce de um lírio de pureza e ódio amargo e brutal a tudo o que é deveras o bem e a verdade e como não sermos dignos da morte, nós, com almas tão ínfimas?

Prática homossexual: a dor do ridículo constante ou intermitente e o alívio no céu e na terra

Autoria: João Emiliano Martins Neto


A prática homossexual envolve algum tipo de punição já aqui na terra, alertou o Papa São Pio X em seu Catecismo Maior, que é pelo menos o ridículo constante, senão o intermitente de pelo menos algum gaiato vir a fazer uma piadinha, afinal, nós, LGBT, somos os piores homens. Por que? Porque parece que somos burros, não nos convencemos de uma vez por todas que o pênis é para a vagina e vice-versa e a união de ambos deve ser em vista da geração de uma nova vida?


O nosso alívio pode vir do céu com o acolhimento que Jesus Cristo, Ele que é o bálsamo de Galaad, que com o seu sangue como o vinho da parábola do bom samaritano lava as nossas feridas causadas pelo pecado na nossa descida de Jerusalém para Jericó, aqui em Belém do Pará seria a Jericó a Praça da República que é um point gay informal daqui da capital paraense, quando fomos assaltados por bandidos que nos deixam desacordados como diz tal parábola. Os bandidos podem ser os demônios que nos conduzem à morte de nossa alma pela prática do pecado mortal que é a homossexuailidade ou um bandido mesmo de carne e osso, humano que pode vir a fazer-nos algum mal ainda mais em um bas-fond perigoso como tal Praça, e eu sei bem o que é isso ali onde eu já fui assaltado várias vezes. E Jesus como o bom samartiano derrama em nossas feridas o óleo, sangue e óleo através do sacramento da penitência, que é o Espírito Santo que retorna às nossas almas reconciliadas com Deus.


Ou o nosso alívio a nós, LGBT, vem da terra no gozo sexual de uns poucos segundos em comparação à uma vida inteira de ridículo constante ou pelo menos intermitente e culpa, culpa se não somos psicopatas ou se não somos tão burros para deixarmos de perceber a verdade que há na Igreja Católica. Os corpos, o erotismo, a nudez masculina ou feminina, os pelos corporais dos rapazes, o contato corpo a corpo, o beijo quente, os órgãos sexuais, a penetração tudo isto junto com bebidas alcoólicas, cigarro, outros incluem absolutamente indevidamente as drogas, podem servir de um alívio terreno.

quarta-feira, 31 de maio de 2023

Ah, o pedestal, sempre o pedestal

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Hoje um gaiato estava se eu bem me recordo do nada chamando a nós, homossexuais, de "bichas" em meio ao tema da homossexualidade surgir na boca dele ali dada à minha presença, ele que sabe que eu sou homossexual, então, eu possivelmente porque eu estava movido por meu pedestal de orgulho gay, eu disse para ele que se ele não for católico, que ele vai para o inferno junto com as bichas que ele detesta.


Ah, o pedestal, sempre o pedestal, sempre o orgulho a concupiscência da carne, concupiscência dos olhos e da soberba da vida que leva a alguém a pecar seja na homossexualidade, seja na heterossexualidade que é o caso do gaiato e ele ainda se recusa a receber o sacramento da penitência que é o meio normal para se obter o perdão divino e mais do que exigido para quem more em uma megalópole ocidetntal como aqui em Belém do Pará, a capital do Estado do Pará, visto que aqui não é nenhum deserto do Saara ou não é nenhuma selva para não ter um padre ou Igreja Católica à mão.


Será que eu falei de inferno para o rapaz por orgulho? Talvez. Minha tentação para voltar à velha vida homossexual é uma constante e eu talvez só não volte à velha vida, porque sendo católico romano posso me arrogar ser católico e assim o que seria um fato, não estar fraco, prostrado e literalmente e metaforicamente de quatro para o mal, para o pecado, a luxúria que me cegaria com relação à verdade e Sumo Bem que é Deus.


Olha aí o pedestal, sempre o pedestal, pois que mesmo que prostrado, fraco e gay se eu tiver a alma grande, pois tudo vale a pena se a alma não é pequena, mesmo que na prática gay eu poderia admitir, sim, ok, ok, sou bicha, sou fraco, sou um nada, sou um bostinha com esta minha evidentíssima inversão homossexual. Só de se admitir o que pode ser o óbvio já se pode ser maior do que um reles heterossexual imundo como aquele gaiato que não admite o sacramento da penitência instituído por ninguém menos do que Jesus Cristo, e já é ser maior do que um católico não raro apenas nominal arrogante.

quarta-feira, 17 de maio de 2023

Loucura, maldade, obsessão demoníaca

Autoria: João Emiliano Martins Neto


O que será que acontece com o camarada que vende frutas aqui na minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará, ali na rua onde eu trabalho, na travessa Quintino Bocaiúva com a avenida Comandante Braz de Aguiar, bairro de Nazaré? Ele que fica insistindo que eu dou o meu "caneco", isto é, que eu pratico o esporte (homossexualismo), sendo que eu já disse a ele que pelo menos até o tempo da pirraça dele para comigo, não obstante ele jurar de pé junto que dizia a verdade meu respeito, eu estava isento de tal prática. Graças a Deus fiz um última confissão há pouco tempo depois de recentemente infelizmente ter praticado o chamado pecado nefando e estou perdoado. Se for considerado menos mal na homossexualidade, pelo menos desta vez eu pratiquei o esporte sendo o ativo, eu fui o chamado "veado superior", o que "come". Apesar de nada adiantar, ativos e passivos homossexuais vão para o inferno, ensinou o Apóstolo (São Paulo). O fruteiro poderá só por esta recente queda minha acusar-me atiçado pela talvez loucura, maldade, obsessão demoníaca ou uma ou duas ou as três destas coisas juntas que afetariam a alma dele. Mas, quem confessou os pecados graves e mortais ao sacerdote espera-se estar perdoado.


Será uma destas de loucura, maldade, obsessão demoníaca o que afeta o fruteiro? Ou duas delas ou as três? O protestantismo é heresia. É no mínimo o protestantismo portas abertas para um tipo de império diabólico na vida de alguém na forma de uma infestação o que é mais notória dado os barulhos estranhos que podem acontecer na casa de uma pessoa até formas mais sutis tal qual a obsessão, o império satânico neste passo é mais concentrado até a possessão que é o domínio físico mesmo pelo demônio do corpo de alguém. Eu já ouvi dizer que a obsessão ocorreria quando o diabo puxa o cabelo de alguém, dá tapas na face da pessoa. Contudo, ok, vou confiar na alta literatura citada por Olavo de Carvalho em um vídeo dele em que ele critica a modernidade cientificista e materialista que taparia o céu tornando-o de bronze à qualquer ação sobrenatural ou preternatural dos demônios e das almas dos falecidos.


Protestantes só existem de dois tipos: ou são idiotas ignorantes ou são psicopatas que se aproveitam da credulidade de quem de suas seitas se achega. Os protestantes esclarecidos podem acabar influenciados por Satã, pode ser o caso do fruteiro, pois eu já avisei para ele sobre o erro que é o protestantismo com a ideia de pecado contra o Espírito Santo por presunção de se achar salvo sem as boas obras na ideia protestante da justificação somente pela fé, sola fide, e o cara fruteiro ainda vem me cobrar que eu largue o esporte como se na falsa religião dele as boas ações contribuissem para alguma coisa. O cara nem conhece a própria ideologia que ele segue. Eu já avisei para o fruteiro sobre os crimes do pastor nefasto dele, Samuel Câmara, que já xingou Jesus Cristo de doido; já se gabou que ele e outros não precisam de "choque para dormir", esnobando assim de nós, doentes mentais. E o filho da puta Câmara foi pego nos anos 2000 pelo Departamento de Polícia Federal com a fortuna de mais de 20 milhões de reais, ele e mais dois irmãos marginais dele: Dan que foi comandante geral da Polícia Militar do Estado do Amazonas e Jônatas chefe da seita Assembleia de Deus daquele Estado. 


Enfim, o que se passa com o fruteiro? Se for só a maldade, pior para ele ou melhor para ele se ele qusier ser mundano, tanto o demônio tomará conta dele, quanto ele subirá na hierarquia do protestantismo ao qual ele é filiado que é o neopentecostalismo onde na liderança de suas hostes o que mais há é gente celerada.

sábado, 13 de maio de 2023

Malditos evangélicos!

 Autoria: João Emiliamo Martins Neto


Aquele vendedor de frutas ali de perto do meu patrão aqui no bairro de Nazaré, na travessa Quintino Bocaiúva com a avenida Comandante de Braz de Aguiar, ele pelo que eu consigo perceber que quer me sacanear repetindo várias vezes que eu dou meu "caneco", eu que sou gay, enquanto nos últimos tempos eu tenho me afastado do esporte (homossexualismo), até voltei agora, hoje, dia 13 maio deste ano de 2023, para curar com um falso remédio a minha tristeza por tal sacanagem deste sujeito puxa saco e escravo daquele bandido Samuel Câmara xingado de bandido na cara por mim. Bandido ele aceita, veado,  não. Malditos evangélicos! Para eles, desde a época de Martinho Lutero, só a concupiscência, inclinação para o pecado para estes malditos e ignorantes já é pecado, mesmo que o sujeito não tenha feito na prática nada de mau.


O cara maldito Samuel Câmara, chefe da primeira seita maldita Assembleia de Deus que surgiu no mundo aqui na minha cidade de Belém, a capital do Estado do Pará, ele pode ser bandido que foi depositar mais de 20 milhões de reais em uma conta em um banco estrangeiro e eu não posso ser veado. Ok. Ser veado é bem ruim. Eu acho que ser bandido que rouba uma quantia incaulculável de 20 milhões é bem pior.

quinta-feira, 11 de maio de 2023

De capacho a evangelizador

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Realmente eu tenho muitos defeitos. Sou gay, vagabundo preguiçoso, covarde (capacho), sou doente mental. As pessoas podem atacar-me em várias frentes de minhas vulnerabilidades. Atualmente eu venho sendo atacado por um vizinho homofóbico que sofre de uma doença mental da mais alta gravidade tanto quanto a minha, mas, que o torna violento, e ele está certo em me xingar de "bichona", "veado", pois que eu tenho atração afetiva e sexual por pessoas do mesmo sexo, apesar de que por enquanto eu estou sem praticar o esporte (homossexualismo), que Deus me conserve assim, porém, nunca se sabe o dia de amanhã. Antigamente eu era muito mais um capacho que apanhava com razão calado, hoje eu posso ser um evangelizador, hoje que eu me arrogo católico romano. Eu posso dizer para ele que ele está pecando, segundo ensina São Pio X em seu catecismo, por ficar espezinhando sem caridade, ficar ofendendo as pessoas, por xingá-las e por não cumprir uma das obras de misericórdia espirituais que é o de suportar as fraquezas alheias, obras das quais seremos cobrados por Deus no dia do Juízo Final.


Este vizinho que é pelo menos um sodomita, pelo que eu conheço dele, que já me disse que busca homossexuais para fazer sexo com eles e já disse querer fazer sexo comigo e ele que fica fornicando com várias mulheres que ele leva para o apartamento dele. Ou seja, ele é um fariseu hipócrita, é um sepulcro caiado, denunciado por ninguém menos do que por Jesus Cristo, é um falsário, vive em pecado mortal e vai para o inferno junto com os gays, desde que praticantes para merecerem o inferno, que ele falsamente diz detestar. No inferno eles se merecem.

quarta-feira, 12 de abril de 2023

A homossexualidade é uma doença?

Autoria: João Emiliano Martins Neto


A homossexualidade é uma doença? Parece que sim. Que o diga que seria uma doença o na época Cardeal Joseph Ratzinger. Em uma frase ao meu ver um tanto confusa, se eu bem recordo dela que eu li em um jornal local daqui da minha cidade de Belém do Pará, capital do Estado do Pará, no jornal O Liberal do dia 20 de abril do ano de 2005, um dia depois da eleição dele a Romano Pontífice. Ratzinger disse, ao meu ver enigmaticamente: "A homossexualidade não é um pecado em si, é um mal moral intrínseco, logo, é uma enfermidade." Eu não sou teólogo e nem filósofo, mas, do que eu sei de mal moral, o mal moral é o pecado. Então, a homossexualidade é um pecado em si mesmo, portanto, é uma enfermidade. A prática homossexual enfermiça a alma humana. Ratzinger foi confuso. Mas, o que esperar de um neoteólogo condenado pelo Papa Pio XII na encíclica Humani Generis? Dom Ratzinger, futuro Papa Bento XVI, quis amaciar com os gays, neoteólogo que era com um pé na cozinha da apostasia, ao mesmo tempo que na mesma frase os condena. Teria ele querido dizer os homossexuais praticantes colocados no mesmo balaio dos homossexuais santos, castos e celibatários leais a Deus?


Parece-me que a homossexualidade seja uma doença, se a praticamos, nós, homossexuais. Segue-se que com a prática nossa alma restaria prostrada, doente, dominada pelo fascismo LGBT, por exemplo, que é o que afetaria em praticantes da homossexualidade mais materialmente e concretamente a sociedade, a Politeia. Ficaríamos nós, homossexuais, dominados pelo espírito de Satã que é o espírito do orgulho. Realmente o orgulho nos domina, eu digo isso por experiência própria, não aceitamos críticas, é o fascismo ou esquerdismo, comunismo, socialismo ou coletivismo, é o fascio LGBT de amargurados como nós que hoje nos unimos politicamente em uma facção política para a defesa da inversão e loucura homossexual. Apesar de ser inversão e loucura que eu gosto muito e já caí em tal mal e talvez ainda vá cair milhares de vezes, não posso negar para graças a Deus não acabar na sorte dos hipócritas. Aliás, sobre a militância LGBT, eu me mantenho prudentemente afastado nem se eu não fosse católico romano praticante. Militância que promove as paradas LGBTQIA+ na qual diz-se ali de orgulho, ou seja, parece ser doença a homossexualidade, espiritualmente uma doença, porque o orgulho é um dos vícios capitais. 


Concretamente o que me fez escrever este presentemente artigo aqui é que uma moça em um restaurante chamado Amazon Deli - Coffee Shop, em uma rua perto de minha casa, ali na Avenida Comandante Braz de Aguiar, daqui da capital, no bairro de Nazaré, ela está me hostilizando. Não sei, parece-me que ela não gostou de meu jeito falante, comunicativo, e falando de temas polêmicos como a política que no Brasil de hoje está polarizada. Aliás, eu costumo falar, significar até o tema inominável, insignificante que é a homossexualidade, segundo a interpretação que católicos tradicionalistas dão ao esporte, ao homossexualismo. Sem alma não se come nem um Chicabon, dizia Nelson Rodrigues, a prática homossexual não seria exceção, por isso ela mereceria algum tipo de expressão. Eu que estou anos-luz de ser um escritor. Eu estou desconfiando por certas reações dela que ela estaria sendo homofóbica, termo equívoco que coloca a menor discordância à homossexualidade ao lado da violência assassina contra homossexuais. Para piorar eu fico com medo dela. Eu temo as mulheres talvez, porque eu seja um macho realmente frouxo e a tal ponto de frouxidão e covardia, eu sou horrorosamente covarde, que eu sou homossexual, não gosto sexualmente das mulheres, seria eu um homem tão diferente cuja diferença é tal que chegaria à deficiência. Talvez eu seja assim pelo excesso de mulheres que com as quais eu convivi a vida interira, sobretudo com uma mãe revoltada que sempre quis meio que ser o homem da casa com mania de limpeza e ordem e que sempre disse que queria ser "o meu pai um dia". Ai desta mulher do restaurante! Ai dela! O meu orgulho LGBT pode acabar por esmagá-la, eu talvez com o espírito de Satã no couro não aceito críticas à minha inversão. A homossexualidade me colocaria em trevas sobre trevas, já escrevi a respeito destas supostas trevas sobre trevas homossexuais aqui neste meu blog. O homossexual é de tal jeito que ele se acha absolutamente indevidamente incriticável. Conforme cita luminosamente Olavo de Carvalho, o próprio Deus aceitou sair de orelha quente diante das críticas de seu servo sofredor Jó enquanto nós, homossexuais, tão pecadores se praticamos o esporte, não aceitamos críticas, não me refiro à violência assassina contra nós o que é óbvio que é condenável.


Até aqui alguém pode dizer que haveria desde Dom Joseph Ratzinger até o que foi escrito até aqui uma confusão entre prática homossexual e inclinação homossexual. Eu não faço tal confusão. De alguma forma fiz tacitamente a distinção antes. Eu mesmo sou homossexual, segue-se que eu sei fazer tal distinção e qualquer pessoa minimamente inteligente pode fazê-lo independentemente de inclinações quaisquer. A confusão vem sobretudo do antigo Papa, no entanto, entende-se, na confusão que é a ambiguidade da Nova Teologia por ele defendida onde nada é nada e querendo ser um centro católico equilibrado não raramente se cai à esquerda, condenando-se o meio tradicionalista católico. Sem dúvida alguma que ou nós, homossexuais, sejamos religiosos ou não, abandonamos o erro homossexual e é erro, pois que realmente, concretamente, sem mencionar dogma religioso, na "materialidade" para usar um jargão marxista, o pênis é para a vagina. Pênis é para a vagina e vice-versa, uma mínima e boa noção bem presente do real pode persuadir a nós, homossexuais e demais LGBT a abandonamos o esporte, a prática homossexual, porque com justa e inteligente lealdade às coisas como são. Se formos religiosos católicos, de preferência, teremos a graça de Deus para nos ajudar em nossa vida de celibato e castidade. Agora, se continuarmos indecisos em uma situação de lusco-fusco que é diabólica, é coisa de ladrão diria Jesus Cristo com relação aos que vieram antes dele e permanecermos na prática homossexual, vamos estar fracos pela culpa, e digo culpa segundo a realidade mesma em sua presença concreta na "materialidade": pênis é para a vagina e vice-versa. Repetindo, o macho encaixa na fêmea. Vamos estar fracos pela culpa de irmos contra a razão, contra a realidade e verdade de que ninguém menos do que Deus fez homem e mulher. Ficaremos fracos pela culpa moral e viciados pelo orgulho, como que possessos pelo espírito de Satã. Vamos acabar no final de tudo no fascismo e tirania LGBT.


Dizem que Deus não existe e na prática muitos de nós que nos arrogamos católicos romanos agimos no cotidiano como se Deus não existisse. Onde que nas cidades do ocidente, aqui no Brasil que é um país ocidental e o dito maior país católico, avançado, encontram-se imagens de santos pelo menos nas esquinas das ruas conforme preconizava o Segundo Concílio de Niceia do século VIII que combateu os iconoclastas? Nossas vidas são altamente laicas, de corre-corre atrás do deus dinheiro que ficou no lugar de Deus, é uma vida mergulhada na imanência, no que é criado, no que é o menos real que não é causa sui sendo Ele mesmo a sabedoria que é o que ocorre com Deus.


Dizem que Deus não existe, todavia, parece que cientificamente, historicamente e concretamente realmente na presença de carne e osso humana de certos homens muito maus tal qual eu mesmo, parece que o Diabo existe. Por que? Porque diante do fascismo LGBT baseado no orgulho, baseado no espírito de Satã, que quer o seu reino de trevas neste mundo assim como ele ocorre no inferno e na base ora da sedução e ora na base da força bruta parece que pelo menos Satã de alguma forma existe. Satã, o Diabo que age ora pela tentação, ora na base da força bruta que o digam os extremos que são as possessões demoníacas e de gente que já foi gravemente ferida ou morta pelas tais possessões. Seria uma possessão demoníaca em vista de tomar o poder pelo poder e sem qualquer pudor que é o que ocorreria com o fascismo LGBTQUIA+. Dizem que Deus não existe, entretanto, parece que realmente ele existiria na minha covardia - e nós, os covardes, os mais baixos dos viciosos, diz o livro do Apocalispe, que seremos os primeiros a sermos precipitados no inferno - porque talvez eu esteja escrevendo o que estou escrevendo até aqui movido pela minha horrorosa e lamentável covardia diante de uma pobre funcionária do Amazon Deli que quer um respiro e temeria a ação deletéria gay, talvez. Pode-se defender que Satã, o Diabo, a antiga serpente existe e cientificamente, socialmente é real e concreto diante de eu ser frouxo e covarde, fraco, como eu já disse, além de fascista LGBT e que ele existiria diante da chamada revolução de "gênero" que é extremamente fascista ou esquerdista, comunista ou socialista, tanto faz, é o fascio. Revolução do tal "gênero" que começou no feminismo, avançou no homossexualismo e hoje chega à questão meio que esquizofrênica dos transgêneros.

sexta-feira, 24 de março de 2023

Homossexualidade, diálogo com propósito e o espiritualismo histórico e dialético

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Ontem um gaiato na rua me chamou de "princesa", ele que é um homem alcoólatra e que vive zanzando nas ruas centrais daqui da minha cidade de Belém do Pará, especificamente ali na avenida Comandante Braz de Aguiar, reparando carros e vendendo frutas e mesmo que tendo uma filha lésbica, mas, ele se opõe à homossexualidade. Eu sou homossexual assumido, segue-se que acabo exposto ao juízo e mesmo condenação universais. Um diálogo com propósito e conforme a ideia do espiritualismo histórico e dialético, sendo Platão o fundador da filosofia espiritualista, a dialética, pelo menos no sentido platônico, dá realmente um propósito eminente para o diálogo de uma ascensão do mundo sensível rumo ao intelígivel, enfim, rumo ao que seja o verdadeiro esclarecimento que é a herança de filosofia perene para todos os tempos que Platão legou a quem quer que se diga um filósofo digno desse nome ou se aproxime da Filosofia na função de estudante ou mesmo que os filodoxos apegados doentiamente aos seus egos queiram negar tal vocação. Sapientiam autem non vincit malitia, a sabedoria sempre vence a maldade para a catástrofe desses últimos. É conforme a inteligibilidade, é conforme o acesso à verdade que a homossexualidade é uma contradição, pois que é uma busca do amor erótico contraditoriamente com alguém do seu mesmo sexo, então, um homem faz papel de mulher, faz papel de "princesa" na cama e uma mulher faz papel de "príncipe", de homem, com outra mulher na cama. Na prática agimos, nós, gays, desse jeito depois não reclamemos do juízo que virá dando-nos o juízo que nos falta.


O sujeito na rua, um trapo humano vencido pelo álcool, do que eu conheço dele que tem um discurso de forte crítica contra a inversão, ele agiu com maldade, o Diabo é vitimado nos tormentos do inferno pela verdade que ele odeia mais do que tudo. O Diabo usa da verdade como arma, chicote, por meio de pessoas tipo o viciado em álcool da rua movidas pela maldade e pelo orgulho e o Diabo manipula por sua vez a verdade para acusar, julgar e condenar aquele a quem ele levou a cair em tentação. Contudo, ele disse uma verdade óbvia que acaba esquecida ou passando despercebida pelo materialismo: apego aos corpos próprio de pessoas muito ligadas ao sexo como nós, homossexuais, em especial, e em menor grau, por exemplo, também, por homens heterossexuais adúlteros que traem as suas esposas ou no caso das prostitutas. A atitude dele causou-me espanto e eu me senti ofendido, todavia, até por temperamento, por questão astrológica: sagitarianos, eu sou sagitariano, perdoam tudo, tem vocação por isso para serem católicos, já que têm muita esperança, são muito otimistas os sagitarianos. Por eu tentar ser ultimamente católico romano praticante eu estou mais forte para suportar até com bom humor - na verdade eu sou sempre bem humorado por temperamento e por ser sagitariano - que foi como eu reagi ali à palavra dele, até ele viu com simpatia a minha reação benigna.


A física e materialismo social atual impede um diálogo com propósito, com lucidez. A um homossexual comum que o viciado dissesse o que disse para mim, "princesa", ele quereria até mesmo quiçá processar o rapaz. Resolve-se, hoje, tudo na força bruta, conforme a dialética marxista da luta de classes, no caso, homossexuais contra heterossexuais para os marxistas culturais atuais, pelejando entre si até a morte. Não se quer mais saber da verdade, ela mata, quando deveria ser a maior felicidade do homem, dizia da contemplação da verdade como a maior felicidade do homem um Santo Tomás de Aquino. Hoje nem o que se passa entorno vai se saber mais, pois não se quer mais saber da verdade, só valem as tais narrativas, é a total alienação. Só haverá cura para um tal estado de coisas, penso eu, com um espiritualismo histórico e dialético que refunde a dialética e a história do mundo desde a sanidade que havia mesmo que nas tribos mais primitivas de aborígenes com seus mitos, contos e sabedoria ancestrais que deixam no chinelo o doentio materialismo histórico e dialético com a sua visão dos grandes conceitos como justiça, amor ou liberdade que podem ser jogados na lata de lixo da História na época seguinte, porque o homem materialista vende a sua alma à uma certa época e lugar. Passando pela Grécia antiga de luminares como Platão e Aristóteles até a Idade Média com as patrologias latinas e gregas dos santos padres fundadores da Igreja Católica Apostólica Romana e com a escolástica, porque depois no advento da modernidade tudo se perdeu.

quarta-feira, 28 de setembro de 2022

Uma emergência do meu eu substancial

Autoria: João Emiliano Martins Neto




A primeira recordação que eu tenho de mim mesmo, digamos que uma emergência do meu eu substancial, sou eu pequeno acho que de chupeta na boca perto de uma de minhas irmãs, também com chupeta na boca, ela ainda engatinhava. Depois o que contam de mim mesmo é que eu era um menino muito retraído e tímido na escola, ali na Sociedade Civil Colégio Moderno, hoje Universidade Maurício de Nassau (UNINASSAU), aqui na minha cidade natal de Belém do Pará, cidade onde eu moro a vinda inteira. Na escola eu sofri todo o tipo do chamado bullying a minha vida toda escolar desde bullying racista por causa de meu cabelo crespo até que um dia acabei linchado por todos os moleques da escola no meu último ano como estudante do Moderno, ano 1991.


Nem vou falar de quando eu estudei em colégios como Santo Antônio das irmãs de Santa Dorotéia, colégios de freiras que não usavam hábito já naquela época de 1992 a 1996 e na aula de religião de um tal de Williame ou William ele passou o clipe da canção Erotica da Madonna no lugar de ensinar catecismo. Ou no Centro Educacional Olimpus, ali o bullying ocorreu da mesma forma. Um dos estudantes disse que eu era famoso. Eu sempre me senti em todas essas ocasiões como que um zumbi, inconsciente de mim mesmo, se é que, baseando-me na filosofia de Olavo de Carvalho, os termos consciente e inconsciente, o pensamento, deem conta do eu substancial, do indivíduo enquanto presença entitativa, do real o mais próprio e referente ao homem tomado um a um que é o que concretamente se tem do que e de quem seja o homem. No Olimpus eu era visto como um homossexual vulgar. No último dia ali, ano 1997, eu fui xingado de "veadinho" por umas meninas machistas e homofóbicas, o que prova que o comum das mulheres é odiar elas mesmas, o filósofo Friedrich Nietzsche em seus maravilhosos pensamentos misóginos já fez referência. A mulher diante do espelho odeia o que é feminino nelas mesmas e em nós, gays. Nós, gays, seríamos a caricatura da caricatura que é a mulher em relação ao padrão, ideal e universal que é o homem heterossexual, rico e branco.


Aslan


Até mesmo em uma escola de línguas aqui na minha cidade de Belém, o Aslan, eu sofri bullying por eu ser homossexual. Eu já estava doido ou pelo menos com suspeita de doença mental da minha família naquele tempo, anos 2003 a 2004, portanto, se eu alegava em casa homofobia eu era dado como paranoico. Dizem que eu sou esquizofrênico, vai lá que para mim, coitado, a ilusão é fortemente dada para mim à maneira de fato. Se eu já não estava muito doido, parece-me que este povo brasileiro é acentuadamente conservador, que é o que diz a direita baseada em certas pesquisas, e mereceu certamente morrer no número de mais de 600 mil pessoas de Covid-19 por obra de seu governo querido de direita que é o governo de Jair Messias Bolsonaro. Se a esquerda é encarnação de todo o mal, logo, a direita tem o monopólio do bem. Se é assim foi um bem todas essas mortes. Diz a esquerda - não sem uma dose de ideal faustiano - que ser conservaodor de direita é ser burro, e quem é burro está apto para viver? No Aslan ali corria à boca pequena que uma professora atarracada e desinteressante, feia, chamada Georgina não ia com a minha cara eu não sei o porquê, nunca a tinha visto antes. Eu já estava sob a suspeição de ser doente mental naquela época, mas eu ouvi bem uma moleca estudante ali qualquer dizendo que a tal Georgina dizia para não se aproximarem de mim. Fui expulso naquele ano do Aslan. A briga ali começou com uma lésbica brasileira que vinha de Paramaribo no Suriname não ir com a minha cara sendo que logo no dia que nos conhecemos nós fomos à um restaurante aqui na cidade. Gente doida, mulher doida, a mulher começou a me tratar mal. Eu afastei a tal mulher de perto de mim durante uma aula ali escola Aslan e ela foi em lágrimas reclamar com a direção da tal escola de línguas. Hoje eu penso que talvez ela tenha se apaixonado por mim. Juro que não é paranoia, caro leitor, estou tomando o antipsicótico em dia. Começou aí o meu calvário no Aslan quando eu tive que ir errando de turma em turma, até que eu fui parar na turma da tal Georgina que caiu fora da sala de aula como professora depois de eu perceber a hostilidade dela para comigo, cheguei com ela e disse que a direita heterossexual teria que ceder ao naquela época governo Lula da esquerda, se bem que recordo eu disse isso à ela. Falava da mulher doida vinda do Suriname. Dos doidos o único que se trata sou eu, claro que é porque por ser mais grave o meu problema, as outras loucuras ainda são minimamente suportáveis no máximo indo parar na delegacia.


Friedrich Nietzsche


A minha atual psiquiatra e um outro médico, amigo de minha família e não especialista em psiquiatria, eles dizem que eu seria esquizofrênico que somado ao transtorno bipolar, então, eu seria esquizoafetivo. Minha vida é alguma coisa que fragmentada. Poderia-se dizer que a unidade do homem pela sua identidade dá-se na função profissional que ele exerce na sociedade. As pessoas são conhecidas e definidas por sua profissão: professor, engenheiro, advogado, médico, filósofo, fisioterapeuta, psicólogo, enfim. Eu nunca tive nada disso e um belo dia eu estava - não sei como cheguei ali - estava completamente doido dando a língua para as pessoas na rua, ali na avenida José Malcher com a avenida Generalíssimo Deodoro. Eu, louco, não sei se pelo transtorno bipolar cujo sintoma da mania em mim já ficou bem caracterizado ou também por algum grau de esquizofrenia que talvez dessa forma dê uma boa explicação de minha vida fragmentada e de zumbi inconsciente. Problemas mentais que eu acho que somado a problemas também neurológicos - um médico neurologista já disse que no meu cérebro ocorreria um tipo de curto-circuito - causam em mim sonos terrivelmente perturbados todas as noites o que inclui gritos. Para mim vale aquela frase do filósofo Friedrich Nietzsche - sobre ele eu já li no site Wikipeia que Nietzsche sofreria do transtorno bipolar - sobre o sono e o sonho: "Conhece o terror daquele que adormece? Fica aterrorizado até a ponta dos dedos, porque o chão se abre sob ele e o sonho começa."


Acho que lá por 2006 eu comecei a tomar remédios controlados e senti uma sensível melhora. Parei o tratamento dado o meu próprio preconceito contra a questão da saúde mental e fui internado no ano de 2008, no mês de maio, a partir do dia 1º. Depois parei de novo o tratamento e fui internado de novo no ano de 2013. Enfim, enquanto eu componho este artigo eu pensei que eu poderia estar até aqui enrolando para não dizer que uma emergência do meu eu substancial seria a emergência de um vagabundo. Há tempos que venho finalmente seriamente submetendo-me a tratamento e acho-me capaz de trabalhar e estudar, porque os medicamentos fazem efeito, em outros doentes mentais os sintomas são persistentes. Ok. No entanto, eu já fiz o teste, já enchi-me de atividades e eu acabei doido, garanto a ti caro leitor, eu fui parar na Paróquia Santíssima Trindadde, daqui da capital do Pará, igreja na qual eu batizado ainda bebê. Eu ia assistir à uma Missa ali, e percebi uma mulher no altar olhando espantada para mim, certamente eu estava perturbado. Eu devo ter alguma fragilidade, por conseguinte, para as atividades laborais, de trabalho, que um meu médico psiquiatra antigo dizia que o bipolar tende a ser frágil para o trabalho. Uma doença de tamanha gravidade como a minha é pior do que a mais negra velhice que exige muito antes de ser tão negra a aposentaria. Infelizmente, porém, nem sempre o transtorno bipolar ocasiona a aposentadoria. No todo a minha sensibilidade e fragilidade é evidente que é maior, se eu tivesse o comum nervos de aço resistentes da maioria as pessoas, segue-se que eu não seria doente mental.


Lembro-me que a minha família talvez tão ou mais doida do que eu, gente disfuncional avarenta que esconde a comida em casa para que eu não a coma só o meu pai come tudo sozinho no quarto dele. Minha família doida, por exemplo, na pessoa de meu pai no dia mesmo em que eu saí do manicômio a primeira vez, ano 2008, ele na Praça Batista Campos ia comprar para mim acho que um sorvete ou um pacote de biscoito recheado, dizia que qual seria o meu futuro, que eu não trabalho, o que eu "estava pensado da vida". Eu tinha acabado de sair de um internamento psiquiátrico, por que este tipo descabido de cobrança? Este meu miserável pai deveria talvez tomar o remédio antispsicótico risperidona que eu tomo todos os dias para ele cair na real? Depois na segunda vez em que eu fui internado, ano 2013, minhas irmãs para eu ali prostrado no manicômio do Hospital de Clínicas Gaspar Vianna, falavam que eu iria estudar depois dali e tal. É a miséria do materialismo e dinheirismo. O materialismo é metafísica de galinheiro bem dizia Olavo de Carvalho.


Por fim, alguma emergência do meu eu substancial que eu acho que me veio nos últimos dias, pode revelar um eu vagabundo, apesar de eu não ser e nem poder ser boêmio de noitadas e nem viva uma vida do puro sexo, eu tento ser casto na Igreja Católica. Mas, também um eu fragmentado pela doença mental, fragmentação clínica e definitva, e somada à questão homossexual que é bem polêmica, contudo, pelo menos ainda pode haver a escolha - é uma questão moral e a homossexualidade é considerada pecado pela Igreja Católica - entre praticar a homossexualidade ou não.

quinta-feira, 23 de junho de 2022

Dinheiro para os pastores bandidos ou para quem mais precisa

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu soube agora à tarde que aquele mais um pastor bandido, Milton Ribeiro, ex-ministro da Educação, foi solto por um tal juiz da Tribunal Regional Federal da 1ª Região, chamado Ney Bello. Se o ex-ministro fosse negro, pobre, prostituta ou travesti ficaria sine die na prisão, com certeza. Por isso, para quem é consciente, é bem frágil o dilema, dar dinheiro para os pastores bandidos ou para quem precisa. É preciso ajudar a quem precisa e não estes pastores líderes de um gado com toda a sorte de preconceitos, que o digam os pastores que lideram seitas calvinistas presbiterianas como as que fazem parte e lidera um Milton Ribeiro.


Eu frequentei duas seitas presbiterianas em minha cidade de Belém do Pará. Frequentei a Primeira Igreja Presbiteriana de Belém e a Igreja Presbiteriana Central do Pará (IPCPA), na primeira um tal pastor Carvalho, ali, eu esqueço o primeiro nome do desgraçado, que até chorava nos primeiros dias em que frequentei tal seita, sabendo que eu era doente mental pelos meios de comunicação, a Rede Boas Novas do bandido e psicopata Samuel Câmara chefete da primeira Assembleia de Deus que surgiu no mundo em minha cidade, Carvalho e o pastor-auxiliar dele, Ronald Lameira, que abusou sexualmente de mim, hoje pastor-titular da seita, o tal Carvalho e seu auxiliar sempre de olho, quase um olho paranoico, em cima de mim, porque é aquela coisa, o louco sofre de uma liberdade vigiada, eu tive uma crise ali em que estava um charlatão chamado Augustus Nicodemus Lopes, o tal Carvalho gabou-se de quem não sofre de nenhuma doença mental, será o cristianismo dele um cristianismo dos fortes e ricos? É um cristianismo darwinista? Nicodemus xingou-me de Acã, um personagem bíblico do Antigo Testamento que traiu o povo israelita, eu não sei que povo israelita seriam os protestantes que são tão divididos entre si. Se os israelitas fossem tão divididos na época de Moisés como o são hoje os protestantes modernos, Moisés já teria mandado vir fogo do céu contra eles.


Na IPCPA uma mulher ali aos gritos histéricos xingou-me de "imbecil", sabendo ela, certamente, que eu sou doente mental, é o cristianismo protestante darwinista e bandido brasileiro. É melhor dar dinheiro a quem precisa, é melhor ajudar a uma ONG que defenda os direitos de nós, homossexuais. Ontem eu estive muito mal, almocei muito pouco, na noite anterior vomitei e tive febre na madrugada e durante do dia seguinte. Há uns três dias anteriores eu tive um relacionamento homossexual com um rapaz e depois que eu fui penetrado eu pratiquei sexo oral no meu parceiro e o pênis dele estava sujo de minhas fezes. Acabou que menos de 48 horas depois eu fiquei mal, eu até achei que eu tinha contraído a cólera, doença que matou muita gente aqui na minha cidade de Belém no século XIX, muitas pessoas, até mesmo crianças que pegaram a cólera nesse período estão enterradas no Cemitério de Nossa Senhora da Soledade, ali no bairro de Batista Campos, daqui de minha cidade.


Eu acabo sempre na rua da amargura depois de uma vida de discriminação, sofrendo a homofobia, já fui até mesmo discriminado, sofri homofobia, quando eu fazia um trabalho voluntário em um centro espírita, imagine no competitivo mercado de trabalho no qual Deus virou dinheiro e promoções. Afora que os meus melhores anos foram consumidos por uma doença mental grave, o transtorno bipolar.


É melhor que passe logo o transe e hipnose, a onda que impôs o chicote destes malditos fariseus hipócritas nazifascistas da direita e os pobres e excluídos, os mais fracos voltem a ser considerados com toda a paciência e compreensão que os fracos, pobres e excluídos com justiça exigem e que os fortes bandidos como o são estes pastores evangélicos apodreçam na prisão que é o lugar deles.

segunda-feira, 20 de junho de 2022

Bruna Karla, homossexualidade, redução de danos e o mito da caverna

Autoria: João Emiliano Martins Neto




Eu soube neste fim de semana que a cantora gospel Bruna Karla se negou a cantar no casamento homossexual de um amigo alegando questão de consciência por ser evangélica conservadora, logo, contrária ao casamento LGBT. Fora a questão certamente que puramente midiática, o ganho midiático, que estes cantores gospel milionários e famosos tem a ganhar ao se mostrarem conservadores diante das novas correntes de ideias, eu penso que Bruna errou ao dizer um não ao amigo.


Penso que errou, porque ela poderia ter cantado uma bela canção gospel ao seu amigo e aí evangelizado ele para que ele vivesse a sua homossexualidade, ainda que seja algo fora dos princípios do cristianismo protestante conservador, contudo, eu creio que pode haver uma redução de danos mesmo nas piores coisas tal qual é o caso das drogas que podem ser experimentadas com agulhas descartáveis e no consumo de uma maconha de qualidade. A homossexualidade a mesma coisa, pode ser vivida na fidelidade e pouco a pouco à semelhança do escravo liberto do mito da caverna de Platão que a princípio contempla as coisas fora da caverna sendo ofuscado pelo que vê lá fora, pouco a pouco chega ao ponto de contemplar a própria luz que torna tudo o mais visível e que está fora da caverna.


Mas, evangélico é evanjegue, realmente, são burros. Há horas nas redes sociais eu disse para a cantora Bruna, sendo jocoso e irônico com ela, que o problema dela teria a ver com o ânus, ela talvez sofra de hemorroidas, problema que eu mesmo já sofri, então, por isso, ela não goste de nós, gays. Recomendei a ela o uso da pomada Proctyl para socorrê-la. Popularmente se diz que quem tem cu tem medo, talvez ela tenha muito mais medo do pastor bandido dela, já que os grandes e mais importantes pastores evangélicos brasileiros são pelo menos acusados de serem bandidos comuns que o diga os pastores que cobravam propina - a mando do presidente Jair Messias Bolsonaro - em ouro de prefeitos do interior do Brasil para eles conseguirem verbas do Ministério da Educação (MEC) no chamado Bolsolão do MEC, então, ela ataca os mais fracos, ataca a nós, gays. Porque ela não é conservadora? Não é de direita? Quem é assim fica do lado dos mais fortes, da plutocracia e do status quo.


A escalada da maldição protestante no Brasil será a escalada do fanatismo e da total falta de sabedoria e a incapacidade de não se saber contar até 3, dizia Friedruch Nietzsche de quem queira ser cristão.

quinta-feira, 28 de outubro de 2021

Maurício Souza nos ínvios caminhos de uma heterodoxia

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Jonathan Samuel Kent em seu beijo gay


Eu assisti a pelo menos dois vídeos de alguém que não é de jogar-se fora como o é o filósofo Doutor Paulo Ghiraldelli Júnior, apesar os prejuízos dele ser um ideólogo da esquerda, vídeos no qual ele a respeito do jogador Maurício Luiz Souza que em uma rede social criticou uma história em quadrinho ter um beijo gay, Ghiraldelli para tal comenta o nosso percurso histórico no capitalismo desde o nascimento dos primeiros burgos no início do capitalismo, ainda comercial. Então, a Igreja Católica Apostólica Romana perdeu o seu poder no final da Idade Média e o capitalismo começou a impor-se e a exigir a suavidade do politicamente correto e que não importa mais a sua bandeira ou a sua religião, o que importa é vender coisas.

 

Jogador Maurício Luiz Souza


Ou seja, o que importa é comprar e vender, o que importa é o lucro, hoje, como diz Ghiraldelli, ou, por fim, conforme diz o livro do Apocalipse os cristãos por seus princípios não poderão mais comprar e vender, caso não tenham a marca da besta. O que importa é o fetiche de uma marca, não é nem mais o fetiche da mercadoria teorizado por Karl Marx, ainda que no capitalismo atual que é o financeirzado não importem mais a produção de mercadorias, mas se a ação de uma marca sobe nas bolsas. O que importa é o capital acumular e que se dane a consciência das pessoas tal qual a dos cristãos ou a do jogador do Minas Tênis Clube e da seleção brasileira de voleibol, Mauricio Souza, que criticou o que para ele estaria indo longe demais no futuro com a exibição pela DC Comics, editora de histórias em quadrinhos de super-heróis, de um quadrinho de um filho do super-homem Clark Kent, Jonathan Samuel Kent, dar um beijo gay em um namorado.


Eu mesmo sou homossexual, não é a questão de excluir absolutamente a homossexualidade do mundo, sobretudo o debate científico e filosófico a respeito deve ser mantido não a sua espetacularização, nem também a pura recreação inconsequente e muito menos a sua venda como produto, visto todos os dramas terríveis que nós, homossexuais vivemos, o erro que eu acho que viu o jogador Maurício, é a normalização de uma conduta, a homossexual, que é um desvio do que é a mais do que evidente finalidade da união natural, afetiva, sexual, fisiológica e biológica entre um homem e uma mulher. De fato, junto com Maurício pode-se perguntar, onde isso vai levar? Por que não pode ser aceito o relacionamento carnal entre cães e homens, por exemplo? De fato, abriu-se uma caixa de Pandora com o erro que é ver como normal a homossexualidade nada tendo a ver com o simples evitar de discriminações injustas contra nós, homossexuais.


Maurício Souza está nos ínvios caminhos de uma heterodoxia liberal que se pretende generosa, ampla e libertária, mas, que na verdade quer dar vez e voz para qualquer coisa, para absurdidades como a normalização do anormal e calar a boca absolutamente de quem simplesmente lúcido vê que há nisso algo de verdadeiramente absurdo.

sábado, 2 de outubro de 2021

Senador Fabiano Contarato: erro homossexual, consciência do erro e a exposição do erro

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Nesta semana que passou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 no Congresso Nacional brasileiro houve uma polêmica envolvendo um senador pelo Estado do Espírito Santo, Fabiano Contarato, em que Otávio Fakhoury, um depoente acusado, escrevo aqui "acusado" pois eu não tenho certeza até que ponto já há evidências de seus crimes, mas que ele está sendo acusado, de fato, está sendo acusado, de delitos muito comuns nesta nossa era Bolsonaro que é o de propagar fake news quanto à pandemia ou sindemia de Covid. Fakhoury fez uma piadinha na minha opinião boba destacando a homossexualidade do senador Contarato, que é na prática um homossexual assumido e ainda casado com um homem, dizendo que, baseado em um erro de digitação do senador na rede social online Twitter, pois o senador escreveu estado "fragrancial" (sic) e não o certo que seria "flagrancial", um termo para mim estranho para dizer que estaria em flagrante delito Fábio Wajngarten em seu depoimento em maio deste ano na CPI, Wajngarten que é, como não poderia deixar de ser em quem se envolve com a direita brasileira bolsonarista, outro acusado de crimes, Wajngarten que é ex-secretário de comunicação do governo Bolsonaro. Fakhoury disse que Contarato estaria inebriado com o cheiro do ex-secretário.


Escreveu textualmente o acusado Fakhoury em sua rede social: "O delegado [Contarato], homossexual assumido, talvez estivesse pensando no perfume de alguma pessoa ali daquele plenário... Quem seria o 'perfumado' que lhe cativou?"

 

O senador Contarato em um discurso na quinta-feira, 30 de setembro na sala da CPI disse que Fakhoury não é um adolescente e que ele sendo casado e com filhos não teria uma família melhor do que a  dele. Contarato só esqueceu de dizer que não há nem mesmo família humana, pessoas humanas, a espécie humana neste mundo sem o núcleo mínimo gerador da mesma que se dá através da união carnal entre um homem e uma mulher. Então, de forma radical, na raiz, é fundamental, é essencial, é indispensável, é superior a união marital entre um homem e uma mulher, sendo tal união o que gera o que possam haver de uniões humanas alternativas.


Depois o senador disse que orientação sexual ou no caso da homossexualidade, desorientação sexual, não define caráter. De fato, a inclinação homossexual não define o caráter, pois é uma excelente ocasião para santificar uma alma humana pelo sofrimento que tal inclinação causa, entretanto, a prática homossexual define caráter, porque já dizia o apóstolo São Paulo em sua carta aos romanos que a raiz da homossexualidade é o homem não dar a glória devida a Deus trocando a verdade de Deus em mentira, e Deus e o real expresso pela verdade é uma só coisa. Portanto, a prática homossexual, não a sua inclinação, é alguma coisa que vem do obscurecimento da consciência moral.


O senador Fabiano Contarato poderia ter levado na esportiva, poderia ter relevado uma mera piadinha de Otávio Fakhoury, ainda que uma piadinha muito dirigida a ele, apontando-lhe o dedo a ele. Mas, é aquela coisa, alguma coisa com uma experiência de dois milênios neste mundo tal qual é o caso da Igreja Católica bem diz que a homossexualidade é intrinsecamente má, então, a consciência humana onde está inscrita a lei de Deus acusa o homem, e talvez por isso Contarato viu-se nu como Adão e Eva depois de comerem do fruto proibido e ele envergonhou-se de estar no erro homossexual exposto pela piadinha do depoente acusado de crimes nefandos contra o seu próprio País, acusado de mentir sobre a sindemia ou pandemia que é o caso de Fakhoury.


Não adianta haver uma lei para beneficiar algo tão evidentemente errado como a homossexualidade, tendo como beneficiária uma lei com um conceito de homofobia tão alargado não permitindo o mero riso. Civilização é rir, sobretudo o riso dirigido aos piores homens que é o caso de homossexuais praticantes a fim de colocá-los em seu devido lugar restaurando assim a sociedade, o mundo, e pelo menos assiste o direito ao riso, a um simples bom humor sem pretensões de agressividade muito menos assassina, acerca de algo, pelo menos em nosso mundo laico, tão no mínimo excêntrico como é o caso da homossexualidade.

quinta-feira, 16 de setembro de 2021

Carlos Bolsonaro vai casar

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Carlos Bolsonaro

Fiquei sabendo há uns dois dias atrás que Carlos Nantes Bolsonaro vai casar, ele que é o filho 02 do presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro. Então, há horas eu venho recomendando pela rede social online, Twitter, que diante de tal passo no mínimo temerário de alguém como Carlos que tem a fama de ser homossexual que ele fique internado em um dos hospitais psiquiátricos manicômios no qual eu mesmo já estive internado em minha vida, o Hospital de Clínicas Gaspar Vianna de minha cidade de Belém do Pará, que é um excelente e santo lugar para curar as feridas da mente e iluminá-la. Ou que ele tome um dos santos remedinhos controlados psicotrópicos que eu tomo todos os dias que é o antipsicótico risperidona, a fim de cuidar-se de sua cabeça. 


Por que tudo isso? Porque eu escrevi acima, dizem que Carlos Bolsonaro, o Carluxo, é gay e teria um caso com um de seus primos, Léo Índio, pois que há fotografias de ambos com ambos juntos que parecem ser fotografias de namorados, de pessoas muito íntimas e eles já viveram juntos no condomínio fechado, Vivendas da Barra, lá na capital do Estado do Rio de Janeiro. Viveram juntos na companhia de um cachorro no mesmo condomínio onde coisa muito pior do que uma possível homossexualidade dos dois ocorre, porque no tal Vivendas vivem milicianos comparsas dos bolsonaros e um deles, Ronnie Lessa, que é o ex-PM acusado dos disparos que assassinaram a vereadora Marielle Franco do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) da cidade do Rio, que vive no tal Vivendas junto à sua esposa, Elaine Lessa, que também é no mínimo acusada de crimes, acumpliciada com o marido.


Carluxo já disse da tribuna da Câmara dos Vereadores da cidade do Rio de Janeiro, logo, na segunda mais importante e influente tribuna de edis do Brasil que quer ter o direito de ser homofóbico, então, hoje a militância política LGBTQIA+, de fato, cai de pau em cima de alguém que venha com um tal discurso de tamanha violência e na verdade em todos os tempos quem está autorizado a esmagar fisicamente o seu próximo, seja homossexual ou não com uma tal discriminação injusta tal qual o é a homofobia que é a violência assassina contra gays expressamente condenada pela Santa Igreja Católica?


Em uma postagem aleatória, ontem, no Twitter de Carlos ele faz referência a Deus, então, eu retorqui-lhe que ele não crê em Deus, pois o Deus cristão condena os soberbos e dá graça aos humildes, assim diz a Bíblia Sagrada (São Tiago 4, 6). Deus não quer ajudar, não quer dar a sua graça à uma pessoa que supostamente sendo gay rejeita evidentemente a ação divina, pois quer fazer alguma coisa às suas próprias expensas que é dar uma de machão e revolve casar-se com uma pessoa do sexo oposto, seja por covardia, seja por soberba, uma fraqueza não anula a outra necessariamente, para manter as meras aparências diante de uma sociedade que pelo jeito gosta de ser plateia, gosta de um espetáculo, porém, não o espetáculo da verdade, como dizia o filósofo Sócrates do tipo de espetáculo que gostam os filósofos. Eu escrevi a Carluxo naquela rede social que antes ele ser chamado de bicha a vida inteira por uma sociedade inclemente, dura e incompreensiva, mas isso pelo menos ter a virtude de ser a verdade, ainda que uma verdade dolorosa do que viver em uma mentira sacramentada pelo sacramento do matrimônio na Igreja Católica, o que eu acho que é um sacrilégio, ou por um acordo civil.

 

Podem os membros de uma sociedade, do mundo, chamarem a nós, gays, de bichas, boiolas, baitolas, o que seja de sinônimos vis para um homossexual, é melhor ser humilde e reconhecer humildemente um fato entre outros fatos do mundo de que se é gay, até que um dia se Deus quiser Ele possa reverter tal situação no mínimo excêntrica, do que viver em uma farsa. Deus dá a sua graça aos humildes e um dia aqueles que gostam de humilhar a nós, gays, podem precisar de nós, que podemos ser o bom samaritano para tal pessoa. Até da grama da rua pode-se precisar, e que grande humilhação será para o orgulhoso heterossexual incompreensivo fariseu e que também, como diria Jesus Cristo para o fariseu Simão (São Lucas 7, 40), tal fariseu não amará tanto a Jesus Cristo, porque pouco foi perdoado, não era afinal de contas um leproso, um gay, alguém conhecido por ser pecador na cidade, enquanto o gay que foi muito perdoado, porque se era um gay praticante estava praticando um grave pecado, esse amará mais o Cristo, pois mais foi perdoado (versículo 47).

segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Carlos Bolsonaro preso hoje, mas sempre neurótico

 Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Carlos Bolsonaro e Léo Índio

Carlos Bolsonaro, o Carluxo, filho 02 do presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, seria preso hoje, dia 23 de agosto de 2021, Festa de Santa Rosa de Lima. Tal notícia deu insistentemente na internet nos últimos dias depois da prisão de Roberto Jefferson, o condenado pelo mensalão que foi a compra de consciências de políticos na época em que estava no Planalto, o Partido dos Trabalhadores (PT). Antes já fora presa, na esteira de pessoas perseguidas pela militância togada judiciária do Supremo Tribunal Federal (STF) e com justiça para salvaguardar as instituições, já fora presa Sara Winter, a guerrilheira bipolar, ora de esquerda feminista feminazi radical e agora radical de extrema-direita que quando veio aqui em Belém do Pará lá na Estação das Docas não sabia educadamente fazer uma refeição e conversar com o Conde Loppeux, anfitrião da direita aqui no Estado do Pará. Logo depois foi preso o "jornalista de alta performance", Oswaldo Eustáquio. Há uma perseguição forte com o Gengivão, Allan dos Santos, e suas fake news e sede por verbas estatais apoiada pelo filósofo Olavo de Carvalho, que é um gênio filosófico, mas é paranóide politicamente.


Carlos Bolsonaro é considerado o líder do gabinete do ódio onde ocorre fake news, desinformação, curandeirismo é apregoado na propaganda de cloroquina e ivermectina como supostos medicamentos contra a Covid-19, além do assassinato de reputações de oposicionistas ao governo Bolsonaro. Carluxo, o "moleque reprimido", segundo o presidente da CPI da Covid, o senador Omar Aziz, Carluxo é aquele mesmo supostamente homossexual no armário que supostamente tendo um romance com o próprio primo, Léo Índio, não se assume,  mas da tribuna da Câmara de Vereadores carioca ele quer o direito de ser homofóbico, ou seja, Carluxo é sempre neurótico, contaram-lhe a mentira de que ele seria heterossexual, por causa de um pai rígido, e ele acreditou, se é verdade e é o que parece que ele seria homossexual e teria um caso com o primo, e assim ele afoga as mágoas não no álcool ou rezando, mas destilando ódio e fake news nas redes sociais e no WhatsApp.


Eu sugeriria a Carluxo que ele assumisse o fato sonante, se for verdade, de sua homossexualidade, apenas mais um fato entre outros do mundo doa a quem doer, e tornando-se um cristão praticante com fé em Jesus Cristo ele seria um justo, pois o justo vive da fé, e vivendo na castidade, pois a fé sem obras é morta, transformasse a repressão em compreensão de sua fraqueza humana, demasiada humana e não mais praticasse, por isso mesmo, a mentira, seja existencial, pessoal, acerca de si próprio, não mais, por fim, também praticando a mentira, a neurose política que está destruindo o seu próprio País e povo.

domingo, 4 de julho de 2021

Um pobre diabo e uma pobre diaba

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Hoje dizendo para a minha mãe o que para mim parece evidente de que se nenhuma empregada doméstica nunca parou no emprego na casa dela seria por causa do perfeccionismo de minha mãe, então, todas as empregadas viram-se entre inúteis, pois na verdade a minha sempre se virou sozinha, e sobrecarregadas de tarefas dado o volume de exigência de minha mãe sobre elas. Bom, de cara a minha mãe respondeu-me que eu mesmo certa vez fora culpado da despedida de uma certa pessoa que trabalhou para ela.


Tal pessoa era uma negra que não gostava de mim, pois eu, na opinião dela e, aliás, desgraçadamente para mim, é a opinião de outras pessoas, eu parecia para ela talvez afeminado demais. Ela discriminava-me dentro do lar dos meus pais. Eu consegui depois de muito humilhá-la, até mesmo, infelizmente, com palavras racistas, porque se ela era homofóbica, então, eu respondi-lhe sendo racista, seguiu-se que eu reagindo assim consegui, graças a Deus, que tal mulher fosse demitida. Hoje eu soube que ela mentiu dizendo a meu respeito para a minha mãe que eu correra atrás dela com uma faca. Eu não sabia que a mulher, que hoje já teria morrido, tinha dito tal mentira a meu respeito. Eu, graças a Deus, jamais ameaçaria alguém de morte, mesmo diante de uma agressão como a homofobia.


Para a mulher que trabalhou na casa dos meus pais, onde eu resido, eu não poderia nem mesmo apenas aparentar ser homossexual, que diria levar um homem para a casa e beijá-lo na frente dela, seria o horror dos horrores. Uma reles empregada, serviçal, sempre muito bem tratada por mim, queria ser a dona da casa. Acho que é só no Brasil onde a ralé, os pobretões as vezes invejosos de uma classe média ou rica que tem mais do que eles, um operariado, é só neste Brasil onde os inferiores sofrem algum tipo de psicose e acham que a sua classe baixa transubstancia-se em classe mais acima para que uma empregada ache-se a dona da casa onde trabalha e discrimine o filho da patroa só por sua aparência desagradável. É a inversão de uma pobre diaba, tão pobre diaba quanto eu era um pobre diabo na época que não era católico praticante e vivia na homossexualidade.


Eis uma pobre diaba de direita, poderia-se dizer assim, conservadora e moralista e também caluniadora, mentirosa, e eu um pobre diabo de esquerda, porque na inversão homossexual, porém, que eu nunca fui na vida tão praticante contumaz de atos homossexuais, graças a Deus, dado o submundo perigoso que é o meio homossexual. Os pobres diabos de direita hoje estão no poder com Jair Messias Bolsonaro, por isso mesmo, o miserável diabo presidente e seus pobres diabinhos apoiadores em sua miséria acham bonito a morte de mais de 500 mil brasileiros, por causa do coronavírus, e fazem aliança entre hereges e bandidos que são os donos das seitas evangélicas que lavam o dinheiro dos esquadrões da morte, as milícias que tem por chefe o "homem da casa de vidro", Bolsonaro.


A esquerda, a homossexualidade, são misérias e práticas diabólicas que tornam em pobres diabos quem adere às mesmas, contudo, também a direita sabe ser bandida, farisaica, hipócrita e mentirosa, de fato, na pessoa da pobre diaba, uma reles empregada doméstica que mentindo acusou-me de uma coisa que eu, graças a Deus, jamais pensaria em fazer que é correr atrás de alguém com uma faca, nem para dar um susto, graças a Deus, sou muito inocente para tal coisa fazer.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Motivos para ser um homofóbico assumido

Qualquer conservador e cristão deve sem susto assumir-se homofóbico, porque não é normal não ter uma certa aversão a relacionamentos sexuais entre pessoas do mesmo sexo, porquanto parece evidente que mesmo um gay, se tiver ainda um mínimo de consciência moral, coraria de sair agarrando outro macho, por exemplo, na frente da família em uma reunião ou festinha de família.

A homofobia, segundo a Bíblia, é um notório vestígio de alguém que ainda tem vergonha na cara, porque a Bíblia diz que o que causa a homossexualidade é o embotamento da consciência moral. Ser homofóbico é um direito humano fundamental, porque no mínimo em um país democrático é um direito ser cristão.



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