Um excelente, marcante motivo para que os cristãos congreguem é que a gente mais perseguida no mundo todo são os cristãos, toda a cristandade inteira, sem excetuar-se, qualquer tradição das eminentes. São mais de 150 mil cristãos assassinados por ano, eis que tal cifra equivale a muitas guerras no Iraque, daquela convocada - providencialmente - pelo ex-presidente Geroge W. Bush, por ano. Então, congreguemos com os mais sofredores e atormentados de todas as gentes que são os cristãos, até mesmo se você não for cristão.
Deixar a Igreja à míngua, sem dinheiro nem para pagar o aluguel, a luz, a água, a internet tão indispensável, hoje, ainda mais que só sabemos da perseguição contra cristãos, no mundo todo, via internet com as redes sociais; deixar a Igreja, a coluna e sustentáculo da verdade, de Cristo que é a Palavra de Deus, então, não pagar o dízimo é algo absurdo, é pecaminoso, e demonstra um egoísmo defendido de forma unilateral atroz e avesso ao que seja ser cristão, não há dúvida.
Deus chama, deveras, de diversas formas e uma das mesmas formas é usando o próprio diabo em um certo diabo aí, o grande filósofo ateu francês da atualidade que é o Michel Onfray, o qual, em um certo livro dele renomado, o "Tratado de Ateologia", Onfray reconhece que uma das causas para o ateísmo, é um problema psicológico chamado Complexo de Édipo. Ou seja, o sujeito ateu quereria desde sempre matar o pai que rompeu a relação incestuosa que o ateu teria na infância com a própria mãe. O pai, como é lógico e moral, interrompera tal relação do menino e ao longo da vida em relação com o pai sempre impondo justos limites ou até injustamente na pessoa de um pai mais autoritário. O cara não perdoa esse pai e projeta tal sombra no Pai do Céu que é Deus, logo o Deus de amor Redentor que não economizou o próprio Filho, Jesus Cristo, para a redenção do gênero humano. Enfim, Deus manda seus alertas e usa homens maus para tal, mas não tanto, como o Onfray, que, honestos, não negam o óbvio de que há algo de mórbido no ateísmo, na recusa obstinada e contumaz, de uma vida toda até ao último instante e suspiro, a Deus e ao seu Evangelho redentor.
A medicina de Nietzsche
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