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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Vitrine ou muro (poesia cristã)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


São José, terror dos demônios (todos os direitos reservados da imagem supra)



Vitrine da união de bem, verdade e beleza
Unum, bonum, verum: um só
As luzes do Natal encantam.



Muro dos que dormem
Isolamento
Luxúria 
A "verdade" do deus-dinheiro 
O "belo" da meretriz
O "bem" da embriaguez e da gula.



Vitrine: 
esmolas ao mendigo, perdão,
castidade, Catecismo Maior de São Pio X, esperança.



O muro da vergonha, 
"Tudo vale a pena"
A alma-muro é sempre pequena?
O muro do secto
Indiferença, desprezo
Interesseiro
Uma morte e vida sem sentido
Macacos dos demônios 
Fácil para São José derrubar o muro
Nosso Pai, terror dos demônios.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2024

José Bento e eu

Autoria: João Emiliano Martins Neto


José Bento e sua amante Kika


Entre José Bento e eu, ele, personagem da novela Renascer em refilmagem e eu há a semelhança de que somos preguiçosos, vagabundos. Pelo menos eu acho que tenho o álibi da minha doença mental gravíssima que é o transtorno bipolar talvez misturada à esquizofrenia, ele sempre teve saúde na vida. É meio que um milagre para mim assumir minhas fraquezas seja afetivo-sexuais na questão da homossexualidade, seja com relação à minha preguicite, ociosidade. Quando o rei está nu, quando Adão e Eva - aí pode entrar no mito hebraico-cristão da criação a minha filosofia do espiritualismo histórico e dialético ainda em construção - dão-se conta de sua nudez, escondem-se ante a autoridade divina que pode ser personificada por alguém aparentemente com mais moral e méritos congruentes, mas, sempre resta as folhas de parreira da cultura para cobrir a nudez com um senso de humor que seja.


Pelo menos eu dou um primeiro passo no rumo da virtude, no caso a virtude da diligência do trabalho, buscando os sacramentos, isto é, buscando o reino de Deus e a sua justiça, aí pode entrar novamente a minha filosofia espiritual na história e na dialética, José Bento tem a sua amante Kika e parece não ser nada religioso como a mãe Maria Santa que era devota da Virgem Maria. Que Deus me conserve em dar sempre o primeiro passo e o resto virá por acréscimo prometeu o Senhor Jesus Cristo.

domingo, 23 de abril de 2023

Da fraqueza à maldade

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Que todos nós, homens, somos fracos, insuficientes, de carne e osso, pó e cinza, diria o pai Abraão, isso é fato. Estamos sempre aprendendo e nos espantamos diante de certas coisas que vemos no mundo. Jesus Cristo espantou-se com a incredulidade de seus contemporâneos, sendo Ele Deus, para Deus nada é estranho, mas Cristo foi Deus feito homem. Cristo mesmo vem em nosso socorro, Ele nos compreende, Ele que foi homem e foi tentando em tudo, diz o autor da carta aos Hebreus, contudo, não pecou. Nós tememos e trememos com o nada de nossa humandade diante do que é o real, a verdade, diante do estado degradado deste mundo caído, pobres e miseráveis de nós, homens.


Contudo, o que não se justifica é a maldade. Ainda que pelo dogma da remissão dos pecados nós possamos ser perdoados normalmente pelo sacramento da penitência dos maiores pecados e malignidades por mais que em grande número nós os tenhamo-nos cometido. O que não se justifica é dar uma desculpa à covardia e à consequência dela que é a maldade que certamente tem como ponte a soberba, o orgulho. Não podemos acabar pobres diabos altivos, em um pedestal sendo malignos e na verdade covardes ou sendo patologicamente temerários comprando briga por aí por um nada.


Que vençamos o mundo com a nossa fé verdadeira que é a divina e católica romana. Que vençamos o mundo que é o sistema indiretamente inspirado por Satã, evitando assim a pusilanimidade revestida com o vício brilhante do orgulho e tendo como consequência nós nos tornarmo-nos maus, sendo a maldade uma forma de sermos braços e pés, ministros da loucura e do nada.

sábado, 8 de janeiro de 2022

Refúgio dos pecadores (sabedoria política)

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Nossa Senhora, o refúgio dos pecadores


Santa Maria Mãe de Deus é chamada de refúgio dos pecadores, em quem, segundo o meu entendimento e parece-me óbvio, os pecadores encontram compreensão profunda e humana, pois o próprio Deus Verbo divino fez-se homem no seio da Virgem e sempre Virgem Maria, em Maria não há simplesmente o julgamento e condenação farisaico hipócrita contra os pobres pecadores que carregam em si um câncer que os corrói e os engole por inteiro como um corpo que baixa à sepultura. Assim, em graças a Deus uma sabedoria política que eu espero ter neste ano de eleições de 2022, eu vejo a esquerda como uma força política que pode ser um abrigo para os pobres e deserdados, desde que humildes e sinceros como o leproso que reconheceu a sua chaga gravíssima diante de Jesus Cristo para que Ele o curasse (São Lucas 5, 12). É claro que no bojo de uma sabedoria política deve ser evitada uma certa esquerda ateia e materialista que chama o que é concretamente mal de bem e não reconhece-se enferma e necessitada tal qual o referido leproso.

 

Há tempos eu denuncio em uma rede social, o Facebook, aquele fariseu hipócrita de direita, parteiro da atual direita brasileira, Olavo de Carvalho, o elemento que apontou uma arma de fogo para as cabeças dos próprios filhos e ainda foi cúmplice de abortos na seita maluca e maligna Tradição que ele participou, que ele de forma injusta discriminou-nos a nós, doentes mentais, ao dizer certa vez em um vídeo antigo que encontra-se no site YouTube contra um pobre homem aluno dele, esquizofrênico, que não falaria com ele, alguém "com a cabeça cheia de haloperidol". Ué! A cabeça de um doente mental cheia de um medicamento que pode efetivamente ajudá-lo, maravilhoso, como o haloperidol ou Haldol, medicamento antipsicótico de primeiríssimas gerações que eu mesmo já o tomei e fez-me muito bem, e daí se se está com tal medicamento na cabeça por mais que em grande quantidade se for necessário? Isso é o mesmo que de forma tão preconceituosa quanto discriminar alguém porque esteja com um suposto "excesso" de gesso em uma das pernas onde uma fulcral artéria femural poderia ter sido rompida por causa de um acidente.


Ou seja, caro leitor, a direita tende a ser isso, é o manifesto de uma elite, de bem nascidos realmente brancos, heterossexuais, cristãos e católicos aparentemente impecáveis já dispostos a serem grandes inquisidores e zés cruzadinhas, moradores dos centros das grandes capitais ocidentais, gente de classe média e alta, sãos mentalmente, os ditos normais. Enfim, são os poderosos reivindicando o status quo que se, de fato, não é o status quo da virtude que vem de cristãos e católicos realmente impecáveis ou pelo menos penitentes, o que há, ao contrário, é acepção de pessoas, há a injusta discriminação, conforme ensina Santo Tomás de Aquino sobre a honra que se deve ao homem deveras virtuoso. No extremo, no caso do nazismo, a direita chega ao ponto do racismo, aí a coisa degringola de vez.


"Os comunistas são os que pensam como os cristãos", disse o Santo Padre Francisco em um instante de sabedoria política única e assim realmente, porque o tal "cem por cento socialista" Sistema Único de Saúde (SUS) salvou a vida de um charlatão como Olavo de Carvalho e salva a vida de muitos sem acepções de qualquer natureza. A frase de Francisco pode causar uma confusão em uma leitura que pode ser superficial do que disse no passado o Santo Padre Pio XI, outro Romano Pontífice, condenando um certo socialismo cristão. Ora, a casta sacerdotal brasileira terá enlouquecido? Ora, terão enlouquecido uma boa parte dos padres mais à esquerda, oriundos da teologia da libertação, que já disseram, se eu bem me recordo da frase deles, que é uma virtude cardeal a defesa de um socialismo cristão?

 

Eu penso que não há contradição entre todos esse prelados católicos. Pio XI, ao meu ver, condenou o que há de falta de comunhão com Jesus Cristo em um certo socialismo ateu, revoltado, com uma ferida edipiana gravíssima que prefere esquecer que tem um pai, o Pai do céu. Em tal socialismo o que há é a inveja da graça de Deus e bem que chegou a outrem que é o pecado contra o Espírito Santo. Há em tal socialismo corrompido o ir-se contra o sétimo e décimos mandamentos que ordenam que não se deve furtar e nem se deve cobiçar os bens alheios e há em tal socialismo das trevas o não reconhecimento da honra devida à virtude, que eu dissera mais acima, honra devida aos anciãos, aos pais e professores, aos governantes e sacerdotes católicos romanos, ainda que não sejam virtuosos, e honra aos ricos que são dispensadores dos dons de Deus, em tudo isso há uma justa e devida honra que os socialistas ateus desprezam injustamente.


Que Nossa Senhora, refúgio dos pecadores, em nome de Deus por seu manto sagrado guarde os corações e as mentes de nós, brasileiros, na paz de Deus que excede todo o entendimento (Filipenses 4, 7) para este ano defenestrarmos esta direita tosca e doente mental gravíssima, fariseu hipócrita das fake news, preconceituosa com o seu senso comum ralé, demolidora de reputações que vai contra o oitavo mandamento que manda não dar-se falso testemunho contra o próximo e contadora de contos de fadas com as suas tais "narrativas" em um jogo retórico e sofístico encantatório, hipnótico e ilusório que ela fez uso nos últimos anos para propiciar o poder pelo poder e sem nenhum pudor.

domingo, 5 de dezembro de 2021

O marxismo diante da ética e da moral

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu estava assistindo a um vídeo recente no canal de Jones Manoel, um marxista stalinista no site YouTube sobre a corrupção e chamou-me a atenção o que o rapaz diz lá sobre esse assunto sob uma perspectiva materialista, marxista e que por isso mesmo coloca a ética e moral uma luz ou seria melhor dizer, à sombra, entenebrecedora. Para ele as regras morais são construídas socialmente, isto é, ele impõe, inspirado no marxismo e no modernismo corruptores, um relativismo historicístico radical no que seja o dever ser.


Esse materialismo histórico e dialético marxista com essa ideia de "norma socialmente estabelecida" de Manoel para explicar a questão ética e moral, tal materialismo é pífio, é tão pífio e infantil quanto o nominalismo do século XIV e da Reforma Protestante do século XVI que se seguiu e gerou tal ideia materialista. Ora, os entes do mundo guardam qualidades, qualidades de bem, verdade e beleza e que remetem analogicamente a Deus, sendo Deus, o Ser, a suma de tais qualidades, Ele que tudo criou e assim deu algo de si aos entes. Por uma falta de reflexão, abstração no nominalismo na Baixa Idade Média e com a falta da analogia do ente com o advento do fanatismo protestante que quis ficar só com a analogia da fé, restou para o mundo a sonsice marxista de não haver a ideia mesma de justiça que fundamenta e que torna possível distinguir o que seja possível chamar de justiça, ou qualquer outra virtude ou qualidade, mesmo com as variações no tempo e nos lugares, nas culturas.
 
 

O marxismo de Jones Manoel, enfim, o materialismo, a modernidade, pulveriza e atomiza a mente humana tornando impossível a reflexão, a ciência e isso é um passo para o ateísmo e para a dissolução em corrupção que foram as sociedades mais à esquerda no mundo, vide o desgoverno do Partido dos Trabalhadores (PT), aqui, no Brasil, que a Operação Lava Jato desmascarou e desbaratou.

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

A verdadeira força

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Friedrich Nietzsche falava de um ressentimento por parte dos fracos que fez surgir a moral cristã da compaixão e que os fortes do passado clássico foram dados com a hegemonia do cristianismo como fracos e viciosos, mas ele erra, porque, eram fracos e viciosos mesmo, visto que não há força alguma em demonstrar força diante de um pobre diabo que faz-nos mal, como talvez um pobre diabo possa ter feito mal a certos ateus por isso eles tornaram-se ateus, porque a verdadeira força está na aparente fraqueza segundo o mundo que vem da compaixão, do perdão, do suportar, eis de fato uma grande força que não sucumbe a nenhuma compensação mundana, com paciência os vitupérios que o próprio Jesus Cristo, verdadeiramente homem como nós suportou e com inocência absoluta.

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Discriminando com justiça os homossexuais

Comentário meu com relação a este vídeo aqui https://youtu.be/8nivKeeEPeU

É justo uma pessoa ser discriminada por uma orientação sexual ou seria melhor dizer, uma desorientação sexual como a homossexual ou poderia ser a pedófila ou zoofila ou qualquer outra loucura afetiva e sexual que destoe da normalidade heterossexual. Ou seja, é justo ser discriminado por causa de qualquer capricho afeito sexual que não seja a normalidade sexual e afetiva heterossexual aberta à concepção de filhos. Outra coisa é que é justo uma discriminação contra certas pessoas como as homossexuais que desonram carreiras guerreiras e de honra como a militar, é muito justo, porque o militar especialmente é um homem de guerra, vigilância e força, virtudes como a vigilância e a força e uma atividade como a da guerra que a homossexualidade deprime, porque a homossexualidade é o crepúsculo do macho que é o ser humano cuja vocação é para a guerra, a força e a vigilância.

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segunda-feira, 3 de junho de 2019

quinta-feira, 22 de março de 2018

Sobre a humildade

Autoria de João Emiliano Martins Neto

Sobre a humildade, caro leitor, eu a vejo como um milagre, um milagre na vida do homem. Se o texto bíblico ainda vale, hoje, para alguma coisa, acho muito prudente convir com o apóstolo São Paulo de que de Deus vem ao homem, tanto o querer, quanto o proceder.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

O que é fidelidade?


Fidelidade é antes fidelidade a si mesmo. Fidelidade é ser fiel à própria consciência, é ser fiel, é ser leal às mais altas aspirações pessoais que de alguma forma são as aspirações no macrocosmo de toda a humanidade vividas no microcosmo de cada indivíduo. Um vício, algo que debilita e incapacita a função pessoal, individual e até mesmo social de um homem, uma paixão que não seja como a de Cristo que padeceu pelos pecados do mundo inteiro que Ele levou sobre Si,

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Um acesso à minh'alma

Para além de eu ser um homem baixo, hoje com barbas brancas, precocemente, com cicatrizes na testa, fruto de minhas peraltices de infância, para além de meu nariz ser meio achatado, eu digo que tenho uma alma, tenho um ser, tenho e sou um ente racional, com uma alma mortal segundo o Filósofo (Aristóteles), mas eterna segundo a teologia cristã, pelo menos a católica romana e a protestante mais clássica, baseada na Bíblia, segundo diz o livro do Apocalipse.

Eu tenho um ser, uma alma que quer viver, mas que as vezes pode corromper-se, pode obscurecer-se, como a sulamita do livro de Cantares da Bíblia, que, decerto que confiada e confiando em os homens, seus irmãos, foi mandada a cuidar das vinhas que lhe não pertenciam e acabou obscurecida com a alma dos pecadores, acabou preta, ainda que bela, mas enegrecida pelo pecado que deforma o homem. Meu ser, então, eu diria interpretando o livro de Cantares, ou o ser de todo o homem, sua alma, é bela para Deus, o esposo, Salomão, mas pode acabar abatida, maltratada pelo pecado, pelo pecado do homem que preferiu confiar mais em si mesmo e em seus irmãos, os homens, do que em Deus. No meu caso, caro leitor, que padeço do pecado da preguiça, eu prefiro confiar mais em mim mesmo e na ajuda humana como a dos meus pais que sustentam-me financeiramente, do que confiar em Deus e no oferecimento de sua graça para aperfeiçoar a minha natureza que há de ser apta a fim que eu faça mover céus e terras, se preciso for, para que eu cumpra a minha missão neste mundo.

Veja, meu amigo leitor, não se assuste, minha alma parece um castelo assombrado, mal iluminado e com goteiras, enegrecido pelo pecado, lamentável... Se puder, ore por mim, caro leitor, peça a Deus que envie a sua graça e seus anjos para como labaredas de fogo que eles são, que eles formem uma muralha do fogo consumidor que é o nosso Deus, a fim de que o tormento do inferno que esteja a seduzir-me para o pecado da preguiça bata em retirada, com a minha própria colaboração, outrossim, na forma de mais orações, jejum e determinação para que eu cumpra a missão que a mim, o Emiliano, o maior dos pecadores, para que eu cumpra a minha missão nesta vida.

Que Deus tenha misericórdia de todos nós. 


Amém.

sábado, 21 de maio de 2016

A hipocrisia e o preço da virtude

Eu penso que a corrupção como a hipocrisia é meio que inevitável, porque o mal lançou, desde que o mundo é mundo, uma rede de situações e circunstâncias em todo o mundo e em todas as sociedades. Seria, vejam, mal educado e inconveniente uma pessoa atacada de sincerismo em sociedade. A vida de relação por definição exige uma trégua mesmo do que seja o melhor em nós mesmos, pois talvez o outro ainda não chegou ao ponto de nosso melhor, à nossa excelência, mas se quisermos arriscar, será poderemos arcar com as consequências de nossas virtudes? Vejam, mato ou não mato um bandido que está assaltando a minha casa? Seria justo, mas se sou cristão, não deveria dar a minha vida por ele, pois se eu morrer estou salvo, vou para o Céu, se eu for um cristão devoto, enquanto se o bandido morrer ele vai, por definição, para o Inferno diretamente? Estou preparado para mandar alguém para o Inferno ou para dar a minha própria vida mesmo que por um desconhecido e para piorar bandido? A virtude tem o seu preço.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Meu malvado predileto

Eduardo Cunha
Esses nossos políticos modernos brasileiros tem é uma inveja danada de Sua Senhoria Eduardo Cunha, o meu malvado predileto que deu grande impulso no Parlamento ao processo de impedimento da velhota terrorista aposentada. Nossos políticos tem inveja, porque segundo a concepção moderna de política, baseada em Nicolau Maquiavel, o Sr. Cunha é o político maquiavélico por excelência, pois ele tem a chamada virtú que seria a virtude (areté) concebida pelos gregos arcaicos pré-socráticos, ou seja, o amor à glória do poder e Cunha é um político de fortuna, porque ele teve a sorte, foi um afortunado por ter sido o homem certo na hora certa contra as pessoas certas: os monstros totalitários esquerdopatas comunistas.

Aproveitando a lição de Maquiavel, é evidente que o político de fortuna é muito inferior ao virtuoso, no sentido da virtude arcaica, porque o afortunado conta só com a sorte e não cria as condições para o seu êxito. Ora, alguém como Eduardo Cunha, sabendo-se não ser nenhum santo e já que Cunha se diz cristão (protestante), ele poderia aproveitar a lição de Santo Agostinho que dizia que a matéria de nossas virtudes (no sentido cristão de virtude) são os nossos vícios e tirar de um mal o bem como quem aduba a terra com esterco para fazê-la fecunda. Mas eu acho que Cunha contou só com a sorte mesmo, contou só com a fortuna que hoje está no alto, mas amanhã pode cair até as profundezas do Inferno.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

A infância espiritual dos gays

Conforme minha experiência pessoal, pois sou ex-gay, eu percebo que o homossexualismo é um tipo de infância espiritual, é uma pobreza de mundo que limita drasticamente a vida de uma lésbica e de um gay a transas casuais promíscuas, porres homéricos de bebidas e narcóticos; temos também o impacto do tipo de relação como a homossexual em que você mesmo estando ao lado de alguém do mesmo sexo, mas essa pessoa, insana, não está a altura de quem é: macho ou fêmea, ao menos de direito, mas não de fato, pois se estivesse não seria gay de forma alguma.

Outro aspecto da parva infância espiritual gay e que é corroborada pelo senso comum cruel ignorante do povão, insuflado pela propaganda do movimento LGBT, é que o gay teria certa dificuldade de se ver, junto com a referida parcela ignorante da sociedade, como ex-gay, mesmo depois que essa pessoa já deixou as suas práticas sexuais pagãs malucas. Ora, um outrora bêbado alcoólatra que abandonou a bebedeira ou um ex-drogado, claro, podem ter o apetite insaciável para os seus respectivos vícios, mas se consideram tranquilamente ex-viciados se abandonaram os mesmos. Ora, com os gays o oposto ocorre e para sempre essas pessoas se não lutarem muito, facilmente tornarão a amor perigoso gay e à uma besta infância espiritual que os tornarão anões feios e deformados já nesta vida incapazes de amar, porque escravos dos instintos, incapazes de Deus: homens bestializados.

sábado, 16 de abril de 2016

A forma ideal de governo


Caros leitores, penso que a forma ideal de governo é a de termos notícia do tal governo em casos extremos de uma guerra, quando, em primeiro lugar, formos agredidos por um inimigo externo e, é claro, é auto-explicativo que para vencê-lo ninguém, a não ser o Príncipe, poderá dispor de um tanque de guerra ou um submarino nem amarelo e nem de qualquer tipo no quintal de casa.

Também o referido governo só deve ser lembrado em um caso de guerra civil interna, quando a caridade, a compaixão, a virtude, a benevolência, o perdão, enfim, o Cristianismo já se houver arrefecido de uma referida sociedade.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Combatendo o mal

Uma forma de se condenar as obras infrutíferas das trevas é criando uma situação cômica e irônica contra as mesmas. Pois nada mais atinge o mal do que nos rirmos do orgulho que o marca tão profundamente.

domingo, 15 de novembro de 2015

A realeza cristã contra o PT

Se queremos vencer o PT, devemos vencer primeiro a nós mesmos, devemos ser senhores de nós mesmos. O Catecismo da Igreja Católica ensina que o cristão é rei, profeta e sacerdote e se é rei é porque é senhor não sobre outrem, mas sobre si mesmo primeiramente.

sábado, 17 de outubro de 2015

Quem é o ex-gay


O ex-gay é alguém que procura ter o pé no chão, é aquela pessoa o ex-gay assentado e firmado no firme chão da realidade de quem ele é. Se homem, então, deve procurar portar-se como homem e se mulher se portar como mulher. O ex-gay é por princípio humilde, procura mesmo que com grande dificuldade por causa das tentações e das tenazes ilusões da sedução homossexual, seguir simplesmente a verdade da realidade. O ex-gay não é como o gay que distingue-se pelo orgulho de quem desafia o Criador, a natureza, a boa moral e o bom senso.

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