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quinta-feira, 22 de março de 2018

Sobre a humildade

Autoria de João Emiliano Martins Neto

Sobre a humildade, caro leitor, eu a vejo como um milagre, um milagre na vida do homem. Se o texto bíblico ainda vale, hoje, para alguma coisa, acho muito prudente convir com o apóstolo São Paulo de que de Deus vem ao homem, tanto o querer, quanto o proceder.
Claro que o homem é alguma coisa, ele é homem, imagem e semelhança do Criador, ainda que maculada pelo pecado, tanto o original, quanto os atuais que esmagam e matam a alma humana. Entretanto, mesmo falecido, o homem é alguma coisa, mas eu notaria que perto de Deus o homem é um nada, é um menos que zero, é um cadáver putrefato, certamente ao nível da divindade é isso o que a Bíblia quer dizer, que foi assassinado por suas próprias escolhas erradas desde a época do Éden com o seu pai Adão e a cada vez que o homem peca e de novo e de novo repete o erro de Adão ao deixar-se enganar pelo diabo. Na vida de relação comum o homem é movido pela chamadas graças comum e suficientes vindas de Deus o qual tudo sustenta no ser, todavia, longe da obediência da fé que opera pelo amor a Deus e ao próximo, segue o homem às apalpadelas no mundo, como que em um abismo de trevas aonde ele pode ver estrelas de quando em vez sendo toldadas por negras nuvens do homem irrefletido nas trevas de sua própria vaidade. Tais estrelas são os santos, são os anjos, são os sagrados pastores da Santa Igreja católica romana e os demais cristãos que, se fiéis, brilham no mais alto a conduzir o homem, a mostrar ao homem a alguma luz que tal homem longe da Igreja de vez em quando avista no fundo do negro túnel.

Deus fala ao mais endurecido ateu que se tiver um pouquinho de humildade acerca da qual escrevo um pouco aqui neste artigo, a fé que a todo homem Deus dispensa mesmo que do tamanho mínimo de um grão de mostarda, poderá ouvir a voz de Deus Cristo Jesus a chamá-lo, a dizer a tal homem vem e segue-me e eu o Verbo divino que vim ao mundo hei de iluminar-te como ilumino a todo homem com ouvidos de ouvir e olhos de ver.

Em tudo isso, por fim, caro leitor, a humildade opera pela renúncia à autossuficiência. Opera a humildade fazendo o homem amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo e no próximo amar a Deus, como a si mesmo, e não mais doido de pedra a amar somente a si mesmo sobre todas as coisas, que é sempre a tentação da velha serpente desde o Éden para fazer o homem cair pelo orgulho, o primeiro, princípio e origem de todo o pecado.

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