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sábado, 3 de março de 2018

A última tentação de um macho

Autoria de João Emiliano Martins Neto


Parece-me que nós, homens, com tendência homossexual, temos uma como que atitude mais crítica diante das mulheres. Os homens heterossexuais, comuns e normais estão como que cegos pela paixão, a qual não é amor, porque o amor passa pela razão, enquanto a paixão, a verdadeira prostituta do diabo enceguece, oblitera e tira a lucidez do homem.
Com exceção de Friedrich Nietzsche, grande poeta da língua alemã e psicólogo, que em pelo menos duas de suas obras desfecha certeiras flechas e setas sobre o bicho-problema chamado mulher, e Nietzsche era heterossexual, até aonde eu sei da obra dele, até porque o germânico contraiu uma doença venérea, a sífilis, justamente das prostitutas com as quais ele relacionava-se em bordéis italianos, então, Nietzsche era um homem normal, mas simplesmente com lucidez humana diante do que é comum e comum em grande número, algo banal deveras, que são as mulheres.

Isso posto, bom, eu gostaria de dizer que a última tentação de um macho é o de tentar ser fiel, com a graça de Deus, à moral católica romana, ainda que lhe pese a acusação de ser efeminado. A sua masculinidade será desafiada por um certo histrionismo machista e nada casto, nada conforme um dos mandamentos da Lei de Deus, aonde está escrito para guardar-se a castidade. Bom, no meu caso, é claro que a suspeita do mundo diante de alguém que como eu, homossexual, logo, o qual não tem lá muito gosto pelo sexo frágil faz logo pesar o estigma de ser apenas mais pederasta qualquer e sem qualquer, de fato, apreço pelas mulheres. Bom, que seja, talvez, então, bendita homossexualidade que livrou-me e pode livrar os gays do bicho-problema chamado mulher, bicho que levou Adão a pecar, porque induzido por Eva que foi quem primeiro pecou e caiu, porque Satã, a antiga serpente, sabia e sabe que a mulher e o diabo tem lá algum parentesco.

A última tentação de um macho pode ser vencida, com a graça divina, sabendo-se que em Cristo Jesus não há mais separação entre judeu, grego ou cita. Em Cristo não há mais separação entre escravo e livre ou entre macho ou fêmea, mas somos todos, nós, os que cremos, somos todos um em Cristo Jesus que é o cabeça da Santa Igreja católica romana que é o Seu corpo místico. O homem, o macho, deve com Cristo não fazer caso do ridículo e da humilhação da parte dos histriões pouco castos e, pela graça de Deus, à maneira de Cristo, deve morrer na cruz que lhe cabe carregar e para este mundo na cruz ser crucificado em sua carne para as seduções como o sexo e o orgulho muitas vezes homicida próprio do macho, pois como Cristo morreu e ressuscitou ao terceiro dia, no último, glorioso e luminoso dia de Javé, Jesus Cristo há de ressuscitar a todos os seus fiéis. Amém.

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