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domingo, 3 de março de 2024

Se a esquerda morreu, graças a Deus!

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Acabei de ler uma matéria recente no site da Folha de S.Paulo sobre o pretenso e autonomeado filósofo Vladimir Safatle da esquerda na qual ele diz que a esquerda está morta. A esquerda que defende, segundo Safatle, de forma espúria, digo eu, a igualdade radical, a soberania popular e a auto-gestão dos tais trabalhadores. Se é assim que a esquerda permaneça morta defendendo o identitarismo das identidades que melhor por si mesmas se destaquem por seus méritos no bom e velho neoliberalismo meritocrático que premia algum esforço e boa vontade para além e apesar das mazelas que a esquerda quer dar poder como no caso da homossexualidade.


Que a esquerda permaneça morta em nome da justa e sábia desigualdade, porque há pessoas mais virtuosas, mais santas e mais sábias do que outras e por isso merecem honras aos seus méritos. A soberania não deve ser à ralé de povo, à baixa patuléia ignara, mas, a soberania, toda honra e toda glória devem ser dadas a Deus por Cristo, com Cristo e em Cristo, conforme rezamos na Missa. E a auto-gestão deve ser dada a quem de direito, segundo o direito de propriedade, aos donos de seus pertences assim de direito e de fato e não a ladrões e gente cobiçosa dos bens alheios que é o que querem os socialistas ao praticarem o esbulho possessório para darem à invejosos e sediciosos ditos "trabalhadores", que têm o olho gordo para o que é dos outros indo contra os sétimo e décimo mandamentos da lei de Deus.


Se a esquerda morreu, graças a Deus! Se está morta, segundo Vladimir Safatle, que assim ela permaneça e que apodreça jazendo nos tormentos do quinto dos infernos.

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Tradicionalismo católico e uma justa taxação

Autoria: João Emiliano Martins Neto


O site extremista radical católico Fratres in Unum não quis publicar o que eu direi aqui, lá em forma de comentário à um artigo publicados por eles, então, direi aqui no meu espaço na internet que eu fiquei sabendo no excelente canal no site YouTube do Filósofo Paulo Ghiraldelli que o presidente Jair Messias Bolsonaro, um agente da desigualdade cruel que impera no Brasil, mas ele quis taxar com impostos os dividendos dos ricos. Os mais ricos dos ricos, os banqueiros, reclamaram emitindo uma carta reclamando ao presidente.


Eis o Brasil que herdamos dos tradicionalistas católicos duros, rígidos, incompreensivos e preconceituosos do passado que agora estão sendo humilhados e punidos pelo Santo Padre Francisco com a mesma dureza, rigidez, incompreensão e preconceito que tratavam os outros, não reclamem. O Brasil injusto que herdamos é fruto do catolicismo de outrora que mesmo que não caindo nos erros do liberalismo e de um neoprotestantismo, mas deixou-nos um Brasil desigual e injusto que taxa o consumo, arroz e feijão, dos mais pobres em um imposto regressivo não taxando as grandes fortunas, os que podem e devem pagar mais para uma justa distribuição de renda que possa sanar os abismos de desgraça de uma esmagadora maioria em prol do conforto e benesses de uma ínfima minoria.

quarta-feira, 1 de setembro de 2021

A Missa Tridentina e eu, atualmente

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu tenho frequentado a Santa Missa Tridentina, atualmente, através dos padres do Instituto Bom Pastor (IBP) em minha cidade de Belém do Pará, norte do Brasil, mais porque eu estou me vendo encurralado, visto que uma mulher louca, que talvez devesse tomar um santo remedinho antipsicótico que eu tomo os dias e talvez devesse também ficar um tempo internada em um hospital psiquiátrico manicômio no qual eu mesmo estive internado e sai de lá uma pessoa renovada, está perseguindo-me em todas as igrejas do centro da cidade de Belém que eu costumava frequentar diariamente e alegremente para assistir a Santa Missa do Papa São Paulo VI: Novus Ordo Missae. Já referi sobre ela aqui neste blog, ela está perseguindo-me, ela cismou com a minha cara, fica caluniando-me e ameaçando-me. Então, talvez eu frequentando um grupo mais conservador e tradicionalista como o do pessoal do IBP eu não encontre a loucura feminina e sem as vestes desonestas e sem talvez a empáfia própria das mulheres do século, visto que as mulheres que frequentam a Santa Missa do Vetus Ordo Missae portam-se e vestem-se de maneira mais modesta.

 

Eu mesmo sou um homem muito do século, sou muito Novus Ordo, pois sou fraco, covarde, temo as mulheres, um demônio como esta mulher insana apavora-me, pois tal qual o filósofo Friedrich Nietzsche eu fui criado em meio a um excesso de mulheres, e ainda sou homossexual, se bem que a causa psíquica da homossexualidade é algo desconhecido. O Vetus Ordo Missae não deixa de ser para mim um remédio aos males da modernidade feminista ao extremo da loucura em que vivemos.


Mas, eu reconheço que a Santa Missa Tridentina é muito superior à no mínimo minimalista Missa Nova. É a Missa antiga que mantém o símbolo da Fé, por isso, expressamente, São Paulo VI quis alterá-la, visto que uma nova Igreja surgiu com o Segundo Sagrado Sínodo do Vaticano (1962-1965) onde foi decidido uma reforma litúrgica. Contudo, eu também reconheço que se os tradicionalistas e conservadores estão sendo punidos pelo Santo Padre Francisco em especial depois da publicação da Carta Apostólica em forma de Motu Proprio Traditionis Custodes no dia 16 de julho de 2021 (Festa de Nossa Senhora do Carmo), é porque tradicionalistas e conservadores souberam historicamente e sabem  ser duros, incompreensivos e fariseus, sobretudo com homossexuais, mulheres e até com doentes mentais, vide os manicômios cruéis que haviam no mundo antigamente, vide a alta taxa de assassinato de mulheres (feminicídio) que existe até hoje, vide a alta taxa de assassinato de homossexuais, dizem que a maior do mundo que ocorre no Brasil, e vide o País em que vivemos construído pela Igreja Católica ser tão desigual, conservadores e tradicionalistas católicos tiveram participação em tal estado de coisas e por isso são julgados com o mesmo rigor com que julgaram no passado, conforme ensinou Jesus Cristo.


A Missa Tridentina e eu, atualmente, tem sido para mim tal Missa um refúgio contra a loucura moderna, e loucura no sentido clínico mesmo.

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