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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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quinta-feira, 30 de julho de 2026

Diário, o fático pessoal

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Ontem, dia 29 de julho e talvez desde o dia 27 ou 28 do mesmo julho deste ano de 2026 eu venho defendendo desde o canal no YouTube daquela beata de paróquia com amor platônico pelo padre defensora por palpitagem da seita conciliar, o tal Conde Chupeteux de la Queimaruesca (Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira) cheio de pecados inconfessáveis ele até ficou putinho contra mim, uma vida confessante a quem se diga católico apostólico romano, o qual por dever estrito deve ser confessante ao padre no confessionário, mas também eu defendo por habilidade e costume confessante católico que se confesse até para o feirante fortuito do Ver-o-Peso, que é a maior feira ao ar livre da América Latrina, o continente puñetero, na minha cidade natal de Belém do Pará. Quem sabe assim a "puñetagem", a maldição, diminua com um momento de veracidade onde toda a vaidade vai embora, o demônio é expulso, e tudo não fica só vazio, vanitas vanitatum et omnia vanitas est.




Santo Agostinho, o rector e grande santo católico escreveu as suas confissões, cabe ao católico digno desse nome, não brasileiro trapaceiro, malandro, fazer o mesmo no confessionário, sobretudo pelo menos uma vez ao ano na época da Páscoa, e na Internet, no Ver-o-Peso e mundo afora. A vida de tal pessoa pode até dar uma novela na TV Globo e passada aqui na capital paraense não só no Rio de Janeiro e São Paulo como se tudo no Brasil só acontecesse nesses Estados brasileiros aqui no Brasil.




Então, coragem, humildade e por amor à verdade, digamos, nós, católicos apostólicos romanos, TODA a verdade e mais um pouco. Postagens fortuitos em um blog ou site cheias de verdade doa a quem doer, com coragem e humildade exorcista afastando o espírito do orgulho ou um diário como fático pessoal também exorcista pode ajudar ainda mais se for publicado como este meu aqui em meu blog.

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Uma dialética da retidão

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




A dialética de
minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano começa pela dialética platônica na qual chega-se por meio da razão do jeito fulgurante tão próprio a Platão à contemplação das ideias, os modelos de tudo o que há em seus gêneros e espécies e tais ideias, modelos, estão em Deus e não em u'a alma preexistente ao corpo, já em um platonismo que desceu ao batistério. O diálogo da alma com ela mesma como Platão conceituava a filosofia dá-se por intermédio e culminação na ideia dos graus de perfeição em Deus, a ideia do Bem em Platão em termos cristãos e agostinianos, já desaguando em uma dialética agostiniana no encalço da terceira navegação rumo a Jesus Cristo que dá consistência a tudo, assim escreveu São Paulo Apóstolo. 




Em tudo isso há uma dialética da retidão em minha filosofia onde a alma dialogando com ela mesma tem por modelo o Bem, Deus, em Jesus Cristo que torna reta a alma dando-lhe uma substância, pois Jesus Cristo, é o que subsiste e sustenta todos os seres, a verdadeira ontologia que permite a vida refletida para além da sensibilidade. Ao longo da história da dialética chegando à falsa superação (Aufhebung) do sofisma do sofista que foi Hegel, ele se tornaria o último filósofo ou realmente o ideólogo do Estado prussiano em uma tecnocracia mais tarde positivista de Auguste Comte tornando o homem medíocre com sua alma vendida a uma política pública, a ter um iPhone, a ter uma bolsa-farelo governamental e ó horror para homens com perfeita saúdes mental e física, suprema injustiça.

sexta-feira, 9 de maio de 2025

Leão XIV e seus tapas em nossas caras

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Leão XIV (Fotografia retirada do site UOL. Todos os direitos reservados da imagem)



O  Papa Leão XIV eleito ontem, dia 8 de maio do ano de Jesus Cristo de 2025, seu nome é Robert Francis Prevost, segundo eu soube envolvido em acobertar abusos sexuais de seu clero como o caso de mulheres abusadas na infância no Peru país de missão de Prevost. Mas ele poderá ser um tapa na cara em primeiríssimo lugar, até pela sua origem, filiação agostiniana, em muitos de nós seus filhos espirituais mais rebeldes que batizados, mas que não frequentamos os sacramentos ou o que é pior, frequentamos os sacramentos, cumprimos os preceitos, mas somos fariseus hipócritas com orgulho espiritual, desprezamos os outros e que por isso tencionamos a nossa cidade dos homens em relação à cidade de Deus de que falou em um livro o glorioso Doutor da Graça (Santo Agostinho). Tencionamos sendo pragmatistas através da nossa geringonça de resultados um maquinário das sombras onde se faz tábula rasa a respeito da verdade, dos entes, substâncias junto com o nosso marxismo, ateísmo, materialismo ora marxista e ora capitalista, indiferentismo religioso, ceticismo que curiosamente nunca, jamais, é cético em relação ao próprio ceticismo, dúvida, não duvida da dúvida. Leão XIV filho do glorioso Santo Agostinho poderá questionar-nos em nossa pouca castidade piorada na posição inversiva LGBT onde o tempo torna-se mais fugaz, porque resume-se ao período de um orgasmo, pelo menos na sexualidade natural heterossexual uma nova vida pode ser gerada e assim o tempo prolonga-se, contudo, de todo o jeito pela castidade, continência absoluta faz-se coisa melhor, pois sai-se do tempo para a eternidade dizia o Doutor da Graça.



Leão XIV poderá ser um tapa na cara em sua terra natal, a América, um tapa naqueles de nós seus filhos só que americanos ou pró-americanos que mantemos o capitalismo no mundo a ferro e fogo com invasões, bombardeios, ocupações, guerras, porque o predecessor ortônimo de Leão XIV, Leão XIII, escreveu a gloriosa encíclica: Rerum Novarum, que foi muito bem ilustrada quarenta anos depois pelo Pontífice Pio XI em sua encíclica Quadragesimo Anno onde Pio XI diz mesmo que a livre-concorrência deve ser controlada pelo "trono", "majestade" do governante, aspas para o Romano Pontífice daquela época. Ora, controlada a livre-concorrência é cortada pela raiz a erva daninha que é o capitalismo onde a riqueza torna-se um problema por causa da ganância, cobiça, o materialismo capitalista de nosso cotidiano que passa despercebido ao contrário da pouca castidade que nos assola que é de um materialismo mais grosseiro.



A encíclica comemorativa Quadragesimo Anno de Pio XI à Rerum Novarum de Leão XIII viria bem a calhar quando a excomungada Rainha Vitória da Inglaterra em nome da tal livre-concorrência dos urubus capitalistas ela encheu de drogas os chineses nas guerras do ópio naquela nação para que os chineses comprassem do deus pagão mercado inglês produtos como roupas que eles fabricavam em suas terras.



Leão XIV poderá ser também um tapa na cara naqueles de nós de seus filhos ditos católicos de Internet tradicionalistas, fariseus hipócritas com "complexo de angelitude ou angelismo", a exemplo daquele Lucas Lancaster dito católico de rede social tradicionalista que de tão anjinho não dispensou casar-se e para piorar adulterou a História Eclesiástica de autoria de Eusébio de Cesaréia, para dizer que São Pedro foi Pontífice durante 25 anos em Roma. Filhos rebeldes de Leão XIV que ganhamos muito dinheiro, promovendo a "monstruosidade" do liberalismo econômico, aspas para Pio XI, nas redes sociais com monetizações, vendendo cursos, livros, somos bem pós-moderninhos com nossas narrativas parciais cunhadas por péssimos escritores que seríanos nós onde omitimos a verdade sobre o mundo, sobre a Igreja Católica, pinçando da História o que nos convém.

terça-feira, 19 de novembro de 2024

Platão e o erro do conhecimento sensível, empírico

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Platão ensinava o erro que há no conhecimento sensível, empírico e defendia o conhecimento por via racional para acessar a intelegibilidade real, o mundo das ideias ao contrário do vigarista a vida toda que foi Olavo de Carvalho, o qual, gnóstico como o cão, queria o fim do conhecimento racional em prol do conhecimento intuitivo, diria um nazifascista extremista chamado Rafael Queiroz mas eu concordo com ele que não somos nós, homens, anjos, para uma compreensão intuitiva e sim dedutiva conduzidos por princípios quando não perdemo-nos na indução induzidos ao erro por nossas próprias paixões, ignorância, maldade. Olavo de Carvalho gnóstico pensava contra o pensamento e usava a razão contra a razão assim como os catáros e albigenses gnósticos no século XIII resolveram por fim ao casamento e a geração de filhos, pondo fim, matando mulheres grávidas. Há algo superior à razão como a fé e a divina revelação em Santo Agostinho, mas, por favor, passando pela razão e também passando pela sensibilidade corpórea não deixando-se enganar com ela como os gulosos ou os desordenados sexuais, Olavo de Carvalho queria um salto sem passar pela razão rumo ao nada que não era a fé e nem a revelação no agostinianismo, isto é, no cristianismo, era apenas o pesadelo causado pelo demônio disfarçado de demiurgo, o falso deus dos gnósticos, ao qual servia ao combatê-lo, ou ao qual o temia Olavo de Carvalho.


Mas, voltando a Platão e o erro do conhecimento sensível, empírico é interessante na impulsividade meio que louca, a falta de uma real e concreta liberdade para dizer sim ou não das pessoas contingenciárias ou contingenciadas envolvidas com tudo o que são bens meramente passageiros, as questões econômicas, o mundo meramente estético, estetizante: sem substância, pragmático, o pobrezinho estetizante artista de teatro esperando o aplauso de uma plateia ignara e que não raro o despreza profundamente ainda mais se for uma plateia brasileira reacionária diante de uma elite que é ralé esquerdista. É patente a chamada cultura do descarte de que fala o Santíssimo Padre Francisco I, o reducionismo de quem vive só de pão e não também da palavra que sai da boca de Deus.


A razão que acessaria o mundo das ideias, segundo Platão, como a ideia do bem que no cristianismo mostrou-se tal bem ser Deus, o sumo bem e digno de ser amado sobre todas as coisas, ante uma poeira desconexa de bens passageiros. A razão diante do que é empírico, sensorial é guiado no fim de tudo pela razão que contém a ideia do bem, que contém a ideia dos universais que para Platão é ante rem, vem a ideia das coisas antes das coisas ou que para o cristianismo estão contidas as suas ideias na sabedoria divina segundo uma cristianização do platonismo.


O erro do conhecimento sensível, empírico pode se dar perenemente, quando é uma atitude de boa fé que chega a ser inocente como uma criança, na sincera busca de quem se diga filósofo, o filósofo tem muito de criança porque ele simplesmente na real ignora e quer saber, pelo esclarecimento quando parece sinceramente que não bastaria conformar-se a um mar de obviedades ou o que é o sensível e empírico, o que é o senso comum que é o sofisma da ralé de gente em sua zona de conforto semelhante aos idiotas atenienses com os quais Sócrates tinha paciência de dialogar, o que é o sensível, empírico com o nome de senso comum, mar de obviedades, neste sentido o primeiro passo de todo filósofo é platônico, é socrático todo filósofo pode dizer de si mesmo: sou um platônico, sou um socrático, o próprio Aristóteles com todas as divergências que tinha do seu mestre, à semelhança do a meu ver erro aristotélico de dizer que os universais a ideia que se tem das coisas partem das coisas mesmas ou in re caindo no erro do conhecimento sensível, empírico, mas era Aristóteles que dizia do seu grupo não como os peripatéticos ou a galera do Liceu e sim como "nós, os platônicos".  

segunda-feira, 11 de novembro de 2024

Algumas notas sobre a minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Já que a minha filosofia pretende usar as dialéticas platônica e agostiniana, quais seriam as relações entre as duas dialéticas? 


1) Busca pela verdade: Tanto os pré-socráticos quanto Platão e Santo Agostinho buscam a verdade, embora em contextos diferentes.


2) Transcendência: A Segunda Navegação e Platão e a Terceira Navegação de Santo Agostinho envolvem a transcendência da razão humana o que já desde a atividade filosófica de Sócrates na pesquisa dele sobre se estaria certo o oráculo de Delfos de que ele era o homem mais sábio de Atenas, as questões de Sócrates para com os seus concidadãos ocasionava um renascimento da alma, porque não a fechava na razão humana onde parece-me que reside no limite a opinião humana e não a verdade revelada pelo deus de Delfos.


3) Influência do Platonismo: O pensamento de Platão influenciou significativamente a filosofia cristã, incluindo Santo Agostinho.


4) Evolução da Busca: As Três Navegações de Santo Agostinho podem ser vistas como uma evolução em busca pela verdade, iniciada pelos pré-socráticos e continuada por Platão. 


Em resumo, embora as "Navegações" tenham contextos diferentes, é possível identificar relações entre elas, destacando a busca pela verdade, transcendência e influência do platonismo na filosofia cristã.


As "Navegações" de Santo Agostinho:


1) Primeira Navegação: A conversão de Santo Agostinho ao Cristianismo, que ocorreu após uma longa busca espiritual e filosófica.


2) Segunda Navegação: Seu desenvolvimento teológico e sua luta contra as heresias do seu tempo, como o Maniqueísmo e o Pelagianismo.


3) Terceira Navegação: Sua profunda reflexão sobre a natureza de Deus e a humanidade, expressa em obras como "Confissões" e "A Cidade de Deus".


As "Navegações" na filosofia grega e em Platão:


Primeira Navegação (Pré-socráticos)


a) Busca pelas causas fundamentais do universo.


b) Interrogação sobre a natureza da realidade.


c) Filósofos como Tales, Anaximandro e Xenófanes.


Segunda Navegação (Platão)


a) Busca pela verdade eterna e imutável.


b) Transcendência da razão humana.


c) Teoria das Formas e da Alma.


Fundamento Filosófico


O espiritualismo baseado nestas Navegações platônica e agostiana oferece um fundamento filosófico parr a história, considerando:


1) Teleologia: A história tem um propósito e direção, orientada pela realidade divina e espiritual.


2) Transcendência: A história transcende a dimensão material, envolvendo aspectos espirituais e metafísicos.


3) Eternalidade: A história é conectada à eternidade, sendo parte de um processo mais amplo e duradouro.


4) Unidade: A história é una, com todos os eventos e processos interconectados e significativos e não uma poeira desconexa de eventos históricos fechados em seu tempo, época e lugar, segundo o historicismo que pode ser o mais extremado, o que resultaria na ideia de certos homens "filhos do seu tempo" sem qualquer possibilidade de apreensão da verdade, porque sem qualquer apreensão de algo realmente conceitual, universal e atemporal.


Meta-história


O espiritualismo oferece uma perspectiva meta-histórica, considerando a história como:


1) Expressão da realidade divina: A história é uma manifestação da realidade divina ou espiritual.


2) Processo de revelação: A história é um processo de revelação da verdade e propósito divino que é o que diz o número 750 do atual Catecismo da Igreja Católica de que Jesus Cristo é a chave, sentido e fim da história.


3) Caminho para a salvação: A história é um caminho para a salvação ou realização espiritual.

domingo, 3 de novembro de 2024

Livre exame ou livre burrice protestante da atualidade

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Li em um blog de um protestante burro (pleonasmo vicioso) português, este aqui, o texto abaixo de autoria de outro jumento protestante que eu comentarei logo a seguir:


"Na narrativa de Agostinho sobre sua própria experiência de conversão no jardim em Milão, ele diz que no banco daquele jardim havia um códice das Epístolas de Paulo, e que foi isso que ele leu quando ouviu as famosas palavras, “Pega e lê.” Assim, no cerne da experiência de conversão de Agostinho, e portanto de sua vida devocional, estava a leitura privada das Escrituras – embora não devamos esquecer que tal leitura era normalmente feita em voz alta, e que Agostinho ficou surpreso quando viu Ambrósio lendo sem pronunciar o que lia. Da mesma forma, Crisóstomo, Jerónimo e muitos outros repetidamente incentivam os seus ouvintes a ler a Bíblia – em vários casos, a ler em casa."


(Justo L. González, The Bible in the Early Church, Eerdmans, 2022). Grifos do autor do blog em questão.



Santo Agostinho, porém, disse que ele não creria no evangelho se não dissesse para ele crer no evangelho nada menos que a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana (fora da qual ninguém se salva) que o protestante burro a despreza como os pragmatistas em nome dos resultados (e note que são podres os frutos, os resultados do protestantismo) desprezam a verdade, as substâncias, os entes como é a Santa Madre Igreja o sustentáculo da verdade segundo São Paulo, os apóstolos e evangelistas eram membros da mesma Santa Madre Igreja, tal ente que deu substância por meio dos seus divinos membros apóstolos e evangelistas que divinamente, com autoridade, compuseram o conteúdo sagrado, escriturístico pelo menos do Novo Testamento. Foi a Santa Madre Igreja que há milênios, através dos padres, disse para os homens crerem no evangelho. Ou seja, os protestantes cospem no prato que comeram, eles, os cruéis, ignóbeis hereges protestantes que não se dão nem conta da era da imprensa em que eles brotaram do chão, do fundo do inferno como demônios.

quarta-feira, 30 de outubro de 2024

A vocação mais meta-histórica do que histórica do espiritualismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

É campeã a filosofia que eu quero construir do espiritualismo cuja vocação é mais meta-histórica do que histórica que pretende embasar os direitos de Deus antes que os direitos do homem, de todo homem que não se venda e renda mesmo que as circunstâncias de tempo e espaço as mais rudes. Espiritualismo cuja dialética é marcadamente platônico-agostiniana sem o tecnicismo obscurecedor e no fim erístico aristotélico de um bandido como um Olavo de Carvalho queria vencer um debate sem ter razão e sem acabar no enfim imanentismo e historicismo de uma segunda navegação platônica que não reconhece divina Revelação da terceira navegação do Doctor Gratie (Santo Agostinho).



Espiritualismo que fundamentaria a história em uma que poderia ser uma perfeita filosofia da história onde eu quero buscar no espírito que seria a verdadeira substância que dá fundamento, sentido, chave e fim à história na pessoa de Jesus Cristo, chave, sentido, fim e fundamento da história segundo o que diz o número 750 do atual Catecismo da Igreja Católica, tudo isso com uma dialética decente, platônica e agostiniana que visa a ciência e não ser o pretenso filósofo um homo dialethicus que o Doctor Gratie (Santo Agostinho) quis desvincular-se e que o bandido Olavo de Carvalho quis chafurdar-se, onde busca-se primeiro com o platonismo a segunda navegação rumo ao certo lugar das ideias, uma busca corajosa de um lugar de inteligibilidade para além do que é o sensível, corporal, carnal diríamos nós, os cristãos, rumo à intelegibilidade, o racional por meio da alma. 



Os pré-socráticos em sua primeira navegação partiram do sensível, fisiologoi que eles o eram, cujos ventos fortes como um ímpio Janer Cristaldo já escrevera que a carne seria forte, porém forte e que está de prontidão é o Espírito Santo, disse Jesus Cristo aos seus apóstolos preguiçosos para perseverarem na oração na agonia do Horto, para além do arco-íris, além do Kansas sépia: além da physis pré-socrática, o Espírito que condiz à uma terceira navegação agostiniana rumo a Jesus Cristo, Cristo é nossa metafísica dizia São Boaventura, através da que seria a dialética agostiniana.

sábado, 16 de março de 2024

Abandono da verdade ou emperrando a verdadeira dialética

Autoria: João Emiliano Martins Neto


O tipo de dialética que eu optei para o meu sistema filosófico e porque não dizer também teológico chamado espiritualismo histórico dialético é a dialética platônica que é a das navegações do Divino Platão do sensível ao inteligível. Em meio ao mar com sua calmaria, maresia, ondas e tormentas a ser navegado, sempre contando em meu navio com o Cristo Jesus ali na tripulação e até mesmo adormecido sobre uma almofada a bordo para a terceira navegação rumo a Ele de que falava Santo Agostinho, o que eu noto que emperra esta dialética platônica que é a verdadeira, sem as falsas analogias sintéticas do hegelianismo, é o abandono da verdade.



Claro que em algumas vezes a verdade é abandonada, outras ela é ignorada pelos debatedores. Quando o caso é o abandono voluntário da verdade, o que pode ser de um dolo atroz, a intelegibilidade decai e o homem acaba como o que se concebe que seja o filósofo ou falso filósofo sofista pós-medievo, que descarta a teologia com o seu dado revelado sobrenatural, um homenzinho com a mente cauterizada que quer impor a ferro e fogo a sua razão junto com a sua cienciazinha que abstrai o principal que é o real e que trata, por exemplo, nós, doentes mentais de forma brutal, nós que deveriamos ser paternalmente tutelados pela razão humana iluminada pelo dado sobrenatural que crê e ensina a Santa Madre Igreja Católica. 

terça-feira, 25 de agosto de 2020

Olavo de Carvalho, seitas, Filosofia, o Ocidente e Santo Agostinho - Um diálogo no Facebook

Resumo: Um breve diálogo meu com um rapaz no Facebook, nesta postagem dele aqui aberta ao público, em que dialogo com ele desde o suposto uso de métodos de seita ou de tariqas por parte de Olavo de Carvalho  até o método de abertura à verdade pela sinceridade e confessional de Santo Agostinho.

 

Santo Agostinho (Philippe de Champaigne)

 

João Emiliano Martins Neto: Rafael Resende Daher, por falar em tariqa, tu achas que Olavo de Carvalho faz uso de alguma técnica de seita em suas atividades públicas? Outra coisa, é que eu acho que Carvalho acusa certos filósofos modernos como Hegel, Fichte ou Schelling de ocultarem inspiração esotérica em suas filosofias, mas Carvalho, eu, pelo menos acho muito estranha a ideia que ele tem de conhecimento por intuição sem passar pela argumentação, lógica e razão.

 

Rafael Resende Daher: João Emiliano Martins Neto, não acho não. Olavo tem nada de sufi hoje.

 

João Emiliano Martins Neto: Rafael Resende Daher, por falar em tariqa e seita, Olavo de Carvalho conseguiu transformar um País inteiro em uma seita política de direita como se ser de esquerda fosse algo horroroso e diabólico. É claro que a Revolução Francesa deu no que deu, mas quem disse que era algo dos anjos a corte de Luís XVI?

 

João Emiliano Martins Neto: Rafael Resende Daher, se fosse algo tão medonho ser de esquerda, os judeus ainda estariam no Egito servindo ao Faraó e aos deuses egípcios ou seria impensável o judaísmo protestante de um Jesus Cristo aonde a obediência à Lei ficou reduzida à Fé nesse Cristo como fundamento da justiça.

 

João Emiliano Martins Neto: Rafael Resende Daher, por falar em sufi, certa vez eu fiz uma simples pergunta a um dos filhos do Carvalho, o Tales, se ele era muçulmano, então, ele e aquele tal Luiz Gonzaga de Carvalho Neto me bloquearam nesta rede social.

 

Rafael Resende Daher: João Emiliano Martins Neto, não os condeno. Muita coisa nao merece resposta e não se pergunta.

 

João Emiliano Martins Neto: Rafael Resende Daher, se fosse algo tão medonho ser de esquerda, isto é, questionar os excessos do sistema e o status quo, muitos bolsonaristas de redes sociais online não seriam não só nazistas, mas também caminhoneiros que fazem sexo com travestis.

 

João Emiliano Martins Neto: Rafael Resende Daher, eu fiz uma pergunta inocente, é algum crime ser muçulmano? Outra coisa, tu não me respondestes sobre a questão filosófica. Tu não achas que tem algo de não digo esotérico, mas no mínimo muito sui generis para não dizer esquisito a filosofia de Olavo de Carvalho ir na contramão do que universalmente se entende como Filosofia que é a busca das causas supremas pela via racional e não intuitiva como quer Carvalho?

 

Rafael Resende Daher: João Emiliano Martins Neto, não sei responder, n me interesso pela filosofia ocidental.

 

João Emiliano Martins Neto: Rafael Resende Daher, é muito nebuloso o que Olavo de Carvalho faz na Filosofia, porque se por um lado ele impugna a racionalidade, a dedução e argumentação na Filosofia, mas ele pretende estabelecer a intuição fazendo uso advinha do que? Da racionalidade, da dedução e da argumentação.

 

João Emiliano Martins Neto: Rafael Resende Daher, por que tu não te interessas pela filosofia ocidental? Vê pelas origens da coisa, o questionamento acerca das ficções que eram os mitos helênicos, não faz sentido pra ti isso? 

 

João Emiliano Martins Neto: Rafael Resende Daher, se mito por mito não há provas arqueológicas de Adão e Eva, o casal primordial, mas pelo menos faz muito sentido tal mito, porque se o homem tornou-se um como que deus mortal por comer do fruto do conhecimento do bem e do mal, o fruto da maioridade, em suma, mas pelo menos faz sentido a posição de crianças inocentes de Deus que Deus queria de suas criaturas, por isso proibiu-as de comer tal fruto. É tudo mito, uma narrativa, mas eu duvido muito que os primeiros filósofos teriam se levantado contra tal coisa. 

 

Rafael Resende Daher: João Emiliano Martins Neto ? 

 

Rafael Resende Daher: João Emiliano Martins Neto, não me interesso pq n sou ocidental. Não é meu mundo. 

 

João Emiliano Martins Neto: Rafael Resende Daher, ok. Mas, bom, tu não gostas nem do Sócrates? Não há similar dele no hinduísmo, ou no budismo ou no confucionismo ou em outra filosofia oriental?

 

João Emiliano Martins Neto: Rafael Resende Daher, eu acho o ocidente um milagre e uma glória para o mundo, mas hoje o ocidente reduziu-se à defesa do consumo de drogas e aborto. 

 

Rafael Resende Daher: João Emiliano Martins Neto, Não é que não gosto, é que não me interesso. Talvez seja equivalente a algum oriental, mas sou indiferente.

 

João Emiliano Martins Neto: Rafael Resende Daher, é uma pena que tu sejas indiferente, porque eu gostaria de dialogar contigo sobre a filosofia esquisita do Olavo de Carvalho.

 

João Emiliano Martins Neto: Rafael Resende Daher, eu concordo que a Filosofia seja uma atividade sagrada, uma ciência sagrada como a Teologia, porque na Filosofia, a ocidental, o homem busca as causas supremas pela via da razão.

 

João Emiliano Martins Neto: Rafael Resende Daher, o que só falta em um filósofo para tanto é uma coragem, uma sinceridade e um coração na mão digno dos ícones de Santo Agostinho com a pena na mão a compor as suas Confissões.

domingo, 25 de agosto de 2019

O Céu

Autoria: João Emiliano Martins Neto



Considerações sobre o Céu. 

O Céu é a mais alta realização humana, é a mais alta realização humana de vida, alegria, doçura, verdadeira comida e bebida, felicidade, descanso e remanso, luz, sabedoria e verdade, porque face a face os salvos no Céu veem a Deus que é a própria vida, alegria, doçura que neste mundo já experimentamos ao termos como Mãe a Virgem e Sempre Virgem Maria, Filha diletíssima de Deus Pai, no Céu diante de Deus. No Céu poderá o homem finalmente ver face a face a quem matou-lhe neste mundo pelo sacramento da Eucaristia a sua fome e sede que nada criado neste mundo poderia saciá-lo. Em Deus e com Deus no Céu pode o humano coração descansar, como diz o Doutor da Graça (Santo Agostinho). No Céu o homem vê cara a cara a mesma luz que é Deus, e é com tal visão beatífica é o homem iluminado pela sabedoria e a verdade que é o mesmo Deus, luz, sabedoria e verdade que faltou-lhe neste mundo em que o homem tateava, mas podia mesmo caminhar seguro, porque ainda contava com o lusco-fusco da fé verdadeira que é a fé que é a fé divina e católica.

É preciso neste mundo querer muito o Céu para herdar o mesmo. É preciso não saciar-se com este mundo e é impossível mesmo saciar-se com este mundo, porque o mesmo passa, mas querer o Céu que é eterno, pois é aonde encontra-se a vida eterna, artigo de fé divina e católica. Neste mundo perecível e cambiante há queimadas como estamos vendo na Amazônia causadas tais queimadas pela ganância capitalista selvagem que como traça corrói o que pode ser o tesouro verde de pessoas até mesmo bem intencionadas em cuidar da natureza, mas se o tesouro de tais pessoas que é aonde encontra-se o seu coração está na Amazônia ou em qualquer outra mata ou em qualquer coisa criada e perecíveis neste mundo tais pessoas ficaram sem a sua própria alma corroída por serem coisas perecível o seu tesouro ou o seu coração será roubado pela mesma ganância capitalista ou de outro tipo que anime quem não tem o seu tesouro no Céu.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Homilia Diária.624: Memória de Santo Agostinho, Bispo e Doutor da Igreja

A influência de Santo Agostinho, o Doctor Gratie, em minha minha vida é toda ligada à passagem minha pelos arraiais dos hereges, dos irmãos separados pela heresia, os protestantes. O homem, miserável pecador, concepção de Agostinho bispo contra decerto que o otimismo ascético de Pelágio da Bretanha, ascestismo que eu mesmo sou muito entusiasta, tal concepção agostiniana é levada pelos nossos irmãos apartados pelo erro, é levado a extremos inauditos que ao meu ver trouxeram a concepção kantiana de teoria do conhecimento aonde é claro que parece justo que o homem peça contas de sua capacidade de conhecer, mas chegar ao extremo de a própria mente dessa tal coisa chamada homem em sua subjetividade em seus juízos sintéticos a priori forjar o objeto, aí já é demais, aí já seria um extremo de ceticismo quanto à capacidade do homem ser sempre o que e quem ele é: homem, ainda que ferido pelo pecado original, idéia defendida pelo santo de hoje contra Pelágio.

 

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Mundo passageiro, indivíduo e verdade indivisíveis e perenes


O mundo desmorona, o mundo, céus e terras hão de passar, mas as palavras de Cristo não hão de passar, o mundo e sua vaidade hão de passar como a juventude, uma vida humana terrena, hão de passar os malditos governante esquerdistas sempre tirânicos, há de ir a flor, o fruto e a relva fenecem, mas a justiça e a salvação de nosso Deus, como disse Isaías, o profeta, não hão de passar. O mundo, quando da oração ao Pai, feita por Cristo, na sua despedida aos apóstolos, nem mesmo o mundo passageiro foi alvo das orações do Redentor, mas indivíduos, uma elite, as ovelhas que o Pai designou a Cristo Jesus Nosso Senhor para que por eles, o Cristo desse a vida e a punição que cabia a esses certos homens fosse sofrida pelo Redentor na expiação limitada ou sacrifício eficaz em benefício da Igreja.

Se talvez a verdade estivesse no exterior, fora d'alma humana, logo, impérios, famílias como uma Y.Yamada da vida portando em bancos e nas algibeiras as suas riquezas dinásticas, instituições, igrejas, empresas, nações ou raças, outrora puras, nunca passariam, mas passaram, se foram, mas a salvação que cada eleito predestinado para a vida eterna permanece, o indivíduo, indivisível e perpétuo com sua alma imortal permanece como as palavras salvadoras de Nosso Senhor, Mestre e Salvador Jesus Cristo. A verdade una e nua e imortal encontra-se em cada indivíduo regenerado e trazido à vida pelo Espírito Santo, por meio da pregação, que é o chamado externo e ordinário e por meio da ministração dos sacramentos, a verdade maior da fé redentora em Cristo Jesus, dom do Alto e apreendida pela alma humana eleita é o que há de perene e estável.

A Igreja como a Arca de Noé, cada indivíduo verdadeiramente e seriamente cristão, é como uma ilha em um mar tempestuoso que as vezes a assalta a pequena barquinha dos cristãos, tal mar é o mundo, são as sociedades, as instituições, raças, denominações religiosas auto-proclamadas cristãs ou auto-proclamas de qualquer outra falsa religião mundanas, mas com sementes da verdade cristã; raças e povos, hão de perturbar a Igreja, porque padecem da voragem e vertigem que as fará serem engolidas em si mesmas, por total própria culpa, pela opção preferencial que fazem pela morte, pois Deus quer que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da redenção.

A verdade, então, como bem anteviu o Doutor da Graça (Santo Agostinho), está no íntimo, no interior do indivíduo indivisível e perpétuo como a verdade, os quais são os cristãos fiéis ao seu Redentor Cristo Jesus, absolutamente obedientes ao seu Deus, porque é o Senhor que é caminho, e verdade e vida, por meio da fé e somente da fé (sola fide), firmes na Rocha de esquina e pedra de tropeço e escândalo para o mundo que há de escorrer pelo esgoto por seu apego decidido no orgulho, o maior e decisivo dos pecados e o mais capital dos capitais pecados da sua torre de marfim que se exalta a si mesmo querendo subir ao céu quando está prestes a ser precipitado no mais profundo do inferno.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Concepção Moderna de Homem

Eu vejo um motivo para Santo Agostinho subjetivar, criar esse homem interior, por causa do ocaso da pólis grega outrora e na época dele a ruína do Império Romano. Ou seja, diante de mundo em ruínas resta o eu. Martinho Lutero, monge agostiniano, também, vendo outro império em ruínas, à época dele, no caso a Igreja Romana, apegou-se na interpretação livre e subjetiva das Escrituras para aquietar o coração diante de um outro mundo corrompido. A Igreja Ortodoxa costuma dar uma terceira via, seria Deus, nem o mundo exterior e nem o eu, mas a busca simplesmente por Deus, seria a via da paz e do significado para o homem.

 

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Cristianismo pai da modernidade, pai do indivíduo livre da tirania coletiva

O Cristianismo é moderno e pai da modernidade, é pai da auto-afirmação individualista, pelo menos desde a época do Doutor da Graça (Santo Agostinho), leia Julián Marías, caro leitor. Pois o Cristianismo é supra cultural e supra temporal, porque note que, filosoficamente falando, nada é mais de todos os tempos e lugares e que compete à cada indivíduo assumir e saná-lo mediante a fé em Cristo do que o débito ontológico humano e humanamente insanável, ou seja, nossa condição pecaminosa que gera culpa, acusações e chantagens e que, enfim, a coletividade os usa para oprimir os indivíduos de diferentes formas e em diferentes culturas.

Poderia concluir que o Cristianismo como pai da modernidade, eis que é o pai do indivíduo livre da tirania coletiva.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Contra o moralismo

Contra o moralismo só o amor. É como dizia o Doutor da Graça (Santo Agostinho) para amarmos e fazermos o que quisermos. Se um dia eu descobrir que o homossexualismo pode fazer-me amar mais a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a mim mesmo, voltarei para a homossexualidade. Por enquanto só, a meu ver, a mais baixa concepção de um toma-lá-dá-cá hedonista e de desafio orgulhoso do sujeito contra a realidade, contra o transcendente que mais cedo ou mais tarde o pedirá um acerto de contas, é que movem quem pratica o homossexualismo, por isso prefiro abster-me de práticas homoeróticas, mas sempre sem moralismo.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Homenagem a um herói


Quero homenagear ao herói nacional, o Sr. Presidente atual da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. Realmente ele foi, como disse o Mito (Deputado Jair Bolsonaro) no domingo passado ao dar o seu sim ao impeachment de Dilma Rousseff, Cunha foi o timoneiro da muitíssimo provável queda dos malditos e cancerosos comunistas do poder no Brasil.

De fato, como dizia o Doutor da Graça (Santo Agostinho), nossas virtudes são feitas do material de nossos vícios. Acrescentaria que devemos para angariarmos a misericórdia divina cavarmos fundo no jardim de nosso coração e acrescentar nesse jardim a fim de que floresçamos e demos fruto no momento oportuno, devemos adubar a nossa terra com o esterco de nossas cagadinhas que fizemos aqui e ali nas esquinas e encruzilhadas da vida. Digo isso nesse parágrafo, caros leitores, porque há denúncias contra o nobre Deputado Cunha que é claro, são lembradas sempre por seus caluniadores favoráveis à esse maldito governo da terrorista e paciente psiquiátrica insanável e que são denúncias que são sempre lembradas por idiotas úteis puritanos, fariseus hipócritas sem qualquer senso das proporções, como aquele imbecil Deputado Flavinho que se diz católico, cegos que não vêem que os supostos crimes do deputado fluminense são um nada ou um menos que nada se comparados aos crimes dos esquerdistas que começaram já antes, muitíssimo antes, de serem governo, mas já desde a juventude iniciaram-se no crime, seja em atividades terroristas como justiçamentos, tocaias para exterminar pais de família na frente da mulher e dos filhos, sequestros a aviões, assaltos a banco ou alguns anos antes dessa Esquerda assumir o poder eles simplesmente resolveram dar suporte político ao crime, à quadrilhas de narcotraficantes (FARC) nos quadros do Foro de S.Paulo.

Enfim, gostaria de desejar de coração, sinceramente de coração que Nossa Senhora de Nazaré, Rainha e Padroeira de nós, os paraenses e mais conhecida no Brasil todo como Nossa Senhora da Conceição Aparecida, a Rainha e Imperatriz do Brasil, derrame suas bençãos sobre o Sr. Eduardo Cunha e sobre toda a sua família, ele que é um político de fortuna, pois foi o homem certo na hora certa para ajudar a apear do poder o câncer em estado de metástase que são todos esses esquerdopatas petistas e seus aliados, lambedores de saco vermelho de comunista, dos menores aos maiores.

terça-feira, 1 de março de 2016

Cristianismo, o pai da modernidade

Segundo o grande filósofo espanhol, Julián Marías, Santo Agostinho teria sido o primeiro homem moderno. Por causa, justamente, daquela idéia dele de busca da interioridade humana para se achar a verdade. Note que o Doutor da Graça é cristão, então, parece que algo individualista, não citaria neste instante subjetivista, como o Protestantismo e a modernidade como um todo com o cartesianismo e tal, são fatos nas idéias humanas, na história das idéias, filhas mesmas do Cristianismo. Claro que não é possível negar, como fazem os radicais protestantes, a institucionalidade da Igreja, mas o Cristianismo é algo interior, sim, e a salvação está aberta, por exemplo, segundo um Santo Ambrósio de Milão até mesmo para quem ainda não foi batizado, de fato, na água, mas que desejou o batismo, entende? É o chamado batismo de desejo. A salvação está aberta para quem segue os ditames da própria consciência quando rigorosa, quando aquele indivíduo busca, sinceramente, a verdade, procura ter uma vida ética. Foi o próprio Santo Padre Francisco que em carta a um ateu, recentemente, disse isso, que a boa consciência desse ateu o levaria para o Céu, mesmo que sem uma confissão nominal de fé em Cristo.

O Protestantismo parece ser algo inevitável, é uma tentação, sem dúvida alguma que é tentação por ser heresia e erro, parece ser algo irrefragável no Cristianismo, porque a nossa fé é algo que em muitos casos é decidida no interior de cada um, no coração de cada um. A verdade não está fora, como diria Santo Agostinho.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Minha iniciação filosófica (esboço para uma autobiografia)

Pelo que eu entendi da analítica de "Sein und Zeit", Heidegger é de um historicismo total e absoluto. Benedito Nunes, grande intérprete de Heidegger, para atacar a Fé, enfatizava que ele é duração. Se Santo Agostinho tardeamou o Evangelho eu tarde pelo menos comecei a entender a filosofia heideggeriana, porque a linguagem do homem é meio que mística, abstrusa e bem pouco ilustrativa. Minha iniciação filosófica foi em Heidegger, pela interpretação de Benedito Nunes, mas não obstante essa clareira aberta por Heidegger a respeito do ser na filosofia moderna foi o que fez com que eu me amasse a Filosofia de uma vez para sempre.

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