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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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sexta-feira, 29 de setembro de 2023

Os santos mártires e o bandido Nelson Cardoso vice-presidente da Assembleia de Deus de Belém do Pará

Autoria: João Emiliano Martins Neto


O bandido Nelson Cardoso, vice-presidente da primeira seita maldita Asssembleia de Deus que surgiu no mundo na minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará, ele já louvou a Deus depois de cometer o pecado nefando gravíssimo de querer dar porrada em alguém que estivesse falando mal dele, - ele instrumentalizava a Bíblia Sagrada ou aquele livreco adulterado que os protestantes levam debaixo do sovaco nas passagens em que São Tiago fala contra quem não sabe dominar a língua como se não fosse uma virtude denunciar o mal - até levar tal pessoa ao hospital de tão machucada que tal pessoa ficaria. Ele fez tal ameaça daquela forma alusiva covarde tipicamente pentencostal ou neopentecostal em um programa naquela espelunca TV Boas Novas daqui de Belém e depois deu um aleluia, o maldito, vagabundo, bandido, criminoso, celerado.


Os santos mártires, aqueles cujo martírio rende para a glória de Deus e para a salvação da alma do máritir que é quando o mártir é estritamente católico romano, não temem ameaças, não temem o prejuízo de ferimentos, de saírem aleijados ou até mesmo em um extremo mortos em tormentos de um martirológio com torturas, amputações cruentíssimas, crudelíssimas, violentíssimas. Os santos máritires são fortes e corajosos, dão o testemunho de não se apegarem à própria vida e não fazem caso da vida de seus parentes, como está escrito na parte final do segundo livro dos Macabeus, se o que está em jogo é a glória de Deus.


Nelson Cardoso, aliado daquele outro bandido nefasto Samuel Câmara, que já xingou de doido o próprio Nosso Senhor Jesus Cristo com ódio do Cristo em uma pregação, pode amedrontar e intimidar a muitos de nós arraia miúda fraca, cristãos vulgares, aos divinos mártires, jamais amendrotará.

terça-feira, 22 de agosto de 2023

Vai, força! Vai, coragem! | Uma oração a São Dionísio de Paris e a todos os mártires

Autoria: João Emiliano Martins Neto


São Dionísio de Paris (todos os direitos reservados da foto)


Salve, salve, São Dionísio de Paris! Salve, salve, São Dionísio de Paris! Graças a Deus por vós a nós em nossas vidas, graças a Deus por tudo. Obrigado pelo vosso testemunho de fé, esperança e amor. Testemunho até mesmo de sangue. Por Deus vós derramastes o vosso sangue, por tudo o que há de melhor, Deus, tudo o que há de mais alto quanto ao que é o bem, a verdade e beleza, tudo o que abre os nossos olhos, encanta, eleva, instrui com uma ciência perfeita, mobiliza-nos a perder tudo neste mundo por um campo onde há um tesouro inestimável escondido, a perdermos tudo por uma pérola de valor único e já neste mundo ainda que com o lusco-fusco da doutrina da fé, na obscuridade.


Vai, força! Vai, coragem! Assim vós, São Dionísio de Paris, junto do Senhor Jesus Cristo tu nos dizes para enfrentarmos com força, com coragem este mundo, este sistema manipulado pelo demônio, e vencê-lo como Cristo o venceu e disse que venceríamos desde que o enfretássemos com coragem. Força, coragem! Eu, Dionísio de Paris e todos os demais mártires debaixo do altar estamos rezando por ti.


Amém.

segunda-feira, 17 de julho de 2023

As feridas do mal e da injustiça, as portas do inferno e a perseverança dos santos

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu percebo nas feridas do mal e da injustiça sofridas por mim, não que isto já tenha acontecido muitas vezes comigo visto que eu sou um grande pecador que tenta ser penitente, e por tantos outros quando inocentemente padecemos, tudo isto tende a querer debilitar-nos se com penitência, se como católicos romanos nós não as sofremos, católicos que somos somente nós, os verdadeiros cristãos. São as portas do inferno, o poder das trevas, da loucura e burrice da idolatria e do relativismo de Satã e dos homens seus fantoches desafiando a perseverança dos santos ou pelo menos dos penitentes.


O mais atroz sofrimento padecido inocentemente com a condenação ao mal infligido dolosamente contra os bons pelos maus ou mais ainda o sofrer sem culpa calado cumula de méritos o penitente ou santo em sua perseverança, mérito que é entesourado pela Santa Igreja Católica e que redunda em indulgências parciais e plenárias aos fiéis com os méritos infinitos de Jesus Cristo, superabundantes da Virgem Maria e dos demais santos.


Neste mundo de sombras de portas do inferno realmente organizadas querendo prevalecer são como velas acesas as feridas na alma, no corpo e finalmente com no limite o próprio martírio, a efusão graciosa e sem qualquer resistência do próprio sangue do penitente tornado assim em santo e mártir, tanto melhor se ele já for santo na sua perserverança dos santos, um farol é aceso propiciando o batismo de sangue redentor que torna tal vela em um farol de milha que vai se unir na outra vida ao Sol da Justiça que é Jesus Cristo no Céu.

terça-feira, 27 de junho de 2023

Uma questão para a verdadeira liberdade

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Desde a eclosão da revolta protestante do século XVI a questão da liberdade impôs-se no ocidente. Diante da diversidade de cultos "cristãos" no ocidente, a busca de liberdade e tolerância para a existência da diversidade de grupelhos e seitas protestantes houve a eclosão do liberalismo, também, pela questão da imposição dos príncipes protestantes do erro protestante em seus territórios segundo a regra do cujus regio eius religio. O liberalismo colocando a liberdade acima de tudo até aos dias hoje sem se levar em conta uma noção clara da verdade e do bem, o que acaba dando razão para que recentemente em um artigo de Samuel Câmara no jornal O Liberal aquele bandido Câmara que é um libertino que misteriosamente amealhou junto com dois irmãos marginais dele a fortuna incalculável de 20 milhões reais, alguém que reflete - não é o caso do celerado Câmara - se pergunte liberdade para que. Quem realmente não é um psicopata celerado, é relevante e reflete, pergunta-se pelo supremo bem buscado por Platão, e eu já ouvi dizer da parte do filósofo Luiz Felipe Pondé que Platão é filósofo só por ter buscado o que é o bem.


Se a questão até aos dias de hoje na parte oeste e mais decadente do mundo é a liberdade e a busca da liberdade cega para o que é a verdade e o bem, cabe uma questão para a verdadeira liberdade, tentando clarear a questão da liberdade, é que uma liberdade que cede à chantagem, mesmo que sob um medo terrível que possa gerar, o medo da morte, a pessoa não quer morrer, e coloca a vida física e biológica dela acima de tudo, diante de tal medo pode ocorrer uma perda terrível ou a perda máxima da liberdade ainda mais se é a verdade e o supremo bem que se busca. A vida sem reflexão não merece ser vivida, dizia Sócrates, e o covarde que quer salvar a própria pele a qualquer custo, nós, os covardes, pois eu sou um grande covarde, acaba com a consciência embotada, e mencionando que nós, covardes, achamos sempre uma desculpa esfarrapada para o nosso cagaço. É acabar reduzido a ratos e baratas covardes sobreviventes no fim de tudo. Para quem pelo menos anteviu o supremo bem que é o Sumo Bem que é Deus, aí entra uma questão para nós, cristãos (quando escrevo cristãos em minhas postagens leia-se sempre nós, católicos romanos, o resto não é nada), quem anteviu tal Sumo Bem não pode ceder ao terror e chantagem da morte e correr ao encontro de Deus ainda que banhado no próprio sangue e assim com o batismo de sangue absolutamente redentor, desde que tal pessoa seja católica romana, entrar no Paraíso e assim para a bendita lista do santo martirológio romano, ainda que o Papa Francisco louco queira atualmente incluir os hereges monofisitas egípcios como verdadeiros mártires santos, que é o que eles não são, jamais o serão e estão depois da morte insensata seguramente no inferno se receberam a informação de que a Igreja Católica Apostólica Romana é a verdadeira Igreja do Senhor Jesus Cristo.

quarta-feira, 7 de julho de 2021

Do particular ao universal ou a humildade como um colírio

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Em minhas orações diante no sacrário na Igreja Católica eu sempre peço a Deus que eu concretamente, de fato, verdadeiramente e na prática que eu odeie a mim mesmo, odeie a minha vida e ame sobre todas as coisas a Ele, Deus, verdade e sabedoria, o sumo bem, o universal. Pois disse Nosso Senhor Jesus Cristo que quem amar a sua vida mais do que a Ele, sabedoria e verdade feitas homem vai perdê-la.


Eu como homem sou o particular, sou o regional, o fragmento, sou um átomo e indivíduo mesmo hoje em plena revolução do indivíduo em estágio avançado, pois hoje, na contemporaneidade, o homem chega a ser empresário de si mesmo, se eu não me engano é o chamado microempreendedor individual, o MEI, e encontra-se "uberizado" em sua bicicletinha pelas ruas vendendo-se a si mesmo em forma de comida de iFood alheio a qualquer senso necessário e normal de comunidade que antes unia os trabalhadores em guildas, associações ou sindicatos. 


O grão de poeira, o grão de areia quer elevar-se a ser o todo, a ser o universal e ganhar muito dinheiro com isso, dinheiro sem o qual ele e o mundo nada é, seja, como dito "uberizado" vendendo comida de iFood, seja desde o começo da revolução do indivíduo no século XVI sendo um pastor protestante em uma seita átomo solto e desconexo em alguma esquina perdida na periferia do mundo, louco emancipado da Roma eterna dos mártires e dos santos, mestra da verdade e da sabedoria.


A humildade, o enfim desapego da mera opinião individual naturalmente irrelevante, o amor à Ciência e à Filosofia, portanto, o amor à sabedoria, o martírio, se preciso for, pela verdade e sabedoria, sendo assim um verdadeiro e grande cristão e também filósofo, sem idolatria à própria casca e aparência, sempre de pé e desprezando os olhares corruptores dos homens, é por meio da humildade que o homem obtém um colírio para ver claro e orientar a própria vontade e ação no sentido da luz, no sentido do conhecimento, no sentido do universal, e de uma generosidade que fecunde o solo árido do deserto de ideias que é o mundo atual.

sexta-feira, 2 de julho de 2021

Eduardo Leite, Padre Leonardo Lucian Dall Osto e os mártires

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Eduardo Leite, governador do Estado do Rio Grande do Sul


Está causando sensação na imprensa e na internet, nas redes sociais, o outing, a saída do armário do governador do Estado do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), ontem, no programa Conversa com Bial da TV Globo. 


Eu sinceramente não sei o que há de novo em uma pessoa assumir a própria homossexualidade, no caso a prática homossexual. Nada de novo debaixo do sol. Novo seria alguém dizer-se um ex-gay, por um milagre de Deus, ser uma pessoa em que houve uma reversão da condição desordenada que é a homossexualidade, ou mais corajosamente, ainda, seria algo de novo e luminoso, alguém que se decidisse pela pureza e castidade a que é chamado todo homossexual, conforme ensina o Catecismo da Igreja Católica.


A coragem de viver a verdade e a sabedoria na pureza e castidade que supre o martírio (segundo o Papa Pio XII), por exemplo, verdade e sabedoria cuja fonte de ambas é Deus que condena severamente a prática homossexual como o pecado que clama ao céu por vingança tal a sua obtusidade. Tal coragem seria algo de novo dada a decadência em que se encontra o mundo cuja inspiração indireta é Satã cuja fumaça entrou na própria Santa Igreja Católica Romana tornado-a, hoje, em uma seita insossa liberal do pós-Concílio Vaticano II.


Algo de novo, luminoso e que temperaria o Brasil e este mundo, sal e luz haveria neste mundo seria se o governador Leite e um Padre Leonardo Lucian Dall Osto defendessem a verdade, não a relativizassem como seu contrário, tal qual faz o Padre apóstata Dall Osto, em nome de um humanismo desconhecido pelos mártires, os quais não negociaram nem mesmo em poupar as suas vidas, pois derramaram o seu sangue pela verdade e sabedoria, por Deus e sua Santa Igreja. O próprio Cristo, diz a Bíblia Sagrada, Ele, Deus, mas também homem, com toda a fraqueza e limite humano, diz a Bíblia, deixou-se moer pelos pecados humanos, a fim de por seu sacrifício vicário único e de valor infinito conquistar a remissão dos pecados dos homens, conquistar que a verdade e a sabedoria fossem repostas no mundo.


Nada de novo debaixo do sol. O governador da República rio-grandense é só mais um gay, é só mais um candidato a ser não só presidente do Brasil, contudo, a ser outrossim mais um tirano no mundo a com o seu sub pensamento, assim queria René Descartes, colocar a reboque a si mesmo que é e sempre será um homem, um macho da espécie humana, não obstante a sua vida desregrada.


Eu sou homossexual, entretanto, sou um homossexual não praticante, graças a Deus, pois sou um católico romano praticante.

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