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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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domingo, 30 de agosto de 2026

O doente-bandido e o bandido-doente (conto cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





- Eu quero ver chegar no meu nível! - abaixando-se, com soberba luciferiana, disse o doente-bandido.




"Ah! Que chatice esta coisa de cristianismo. Mas dá dinheiro e poder se eu for muito esperto.




Disse um pequeno demônio em um canto do escritório do doente-bandido: - Ele é bem burrinho, porque ele é incrédulo. Ah! Ah! Ah! Tem menos poder.




"O apartamento do meu filho é bom, o Aldebaro Klautau. Vou ver se me elejo suplente de senador! É isso! Ih! Ih! Ih!" - impulsivo em pensamentos sucessivos, insanos, um dos orgulhosos dispersos do Magnificat de Maria. Ele cogitava o doente-bandido com sua cabeça grande de melão, rosto enrugado como um pênis com a sua bolsa escrotal relaxados, vestido como sempre de paletó preto com gravata vermelha parecendo um abutre.




- Ó Cristo, ó Cristo, eu sou pecador, sou doente do alto cabeça, SIM, SIM, SIM, aos pés! - rezava em sua mente doente com sua mente acelerada com ideias sucessivas o gordinho rapaz assentado em um dos bancos da igreja protestante chefiada pelo doente-bandido.




O rapaz com cabelo crespo precocemente grisalho acentuava a palavra cabeça em sua oração de um calvinismo bem confiante predestinacionista, apesar de suas dificuldades gravíssimas de saúde mental.




- Adão! Adão! Os meus seios apontam para ti. O fruto, aquele fruto que ele disse para não comermos, eu comi. Ele não toca a ti como o meu seio. Ele aponta para ti, Adão, ou para si mesmo, o tal Deus? - disse Eva com o fruto em mãos.





- Doida mãe das filhas doidas emancipadas! - Adão era profeta e o primeiro profeta. Com peito cabeludo mostrando uma das axilas bem cabeludas -  Não fales assim de Deus Senhor! O fruto parece bem para o entendimento. Dá-me! Mas... ah! Tu és uma parte minha, apontas para mim, oh! os teus seios. Sem Deus Senhor o que seria de nós? Absorveremos Ele Senhor em nós, doida! Ser no ente? Nossa dignidade não é infinita, não somos Deus Senhor, oh meu amor. - E Adão musculoso, peito de pombo, fartos pêlos no peito, axilas, pernas e nádegas comeu do fruto ficando um pouco do fruto entalado em sua garganta, pomo de Adão, quando ele deu-se conta que estava nu junto com sua imberbe esposa com seus seios em suas auréolas como raios de sol que apontavam naturalmente para Adão e não para Deus, pois é Eva, a mulher, a primeira na culpa e proletária do homem.





À explosão vinda em chamas abundantes vindas de uma espada de um altíssimo anjo loiro baniu para sempre o casal primitivo.




Disse Eva:




- Agora nossos filhos serão nossos filhos bandidos-doentes e doentes-bandidos.




Respondeu Adão:




Úlceras dos pés à cabeça, SIM, pior na cabeça. Pior será a cabeça doida como tu, doida, em nossos filhos, totalmente perdida. A tua doideira era apenas afetada. Vamos embora!




E se foram para colonizar o mundo.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Catolicismo romano eterno

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






O catolicismo romano é eterno. Deus mesmo pregou o proto-evangelho a nossos pais Adão e Eva dizendo-lhes que a serpente, o Diabo, fustigaria-lhes o calcanhar, bicho rasteiro, ardiloso que é, que arma ciladas, mas eles, nós todos homens se piedosos, pisaríamos-lhe a sua louca cabeça. Faria isso a da mulher descendência, em especial Jesus Cristo, mesmo que na humilhação, esmagamento total da cruz e através de nossas cruzes pessoais, as quais seriam alvo do escárnio, desprezo do mundo. O catolicismo romano assim vai até o fim do mundo, apesar de hoje o clero romano conciliar fazer questão de não exercer o seu poder magisterial e mesmo político no caso de um Romano Pontífice que deve por aos seus pés todo o resto de potestades deste mundo a começar por nunca deixar-se vencer pelo respeito humano.



O catolicismo romano é eterno. O resto vai para a lixeira hegeliana da história. Vai para o Panteão das esquisitices, superstições humanas com suas seitas que macaqueiam a autoridade divina de um Romano Pontífice e de todo o clero abaixo dele. Seitas que tomam de empréstimo a credibilidade do cristianismo como no caso do falso cristianismo protestante. Outras seitas, grupelhos, o caso do espiritismo muito presente aqui no Brasil, incluindo-se o protestantismo, esperam a confirmação da ciência profana para a validação de experiências espiritualistas ou no caso do protestantismo para subscrever o conteúdo bíblico, macaqueiam a pequena razão humana para uma falsa liberdade para vícios, auto-engano, para uma vaidade sem limites para o disfarce de ideologias, o caso das ideologias, em vista de utopias que separam bem, verdade e beleza adormecendo assim o ser humano em vista de projetos de poder totalitários. Ou hoje com a assunção das direitas no ocidente com o fim de por meio de ideologias mais à direita deformar consciências para o ressentimento, a hipocrisia, a inveja, o desprezo pelos pobres, LGBTs, imigrantes, enfermos.

terça-feira, 3 de outubro de 2023

Homem e mulher

 Autoria: João Emiliano Martins Neto


O homem é superior à mulher, ele é racional, é fisicamente mais alto, mais forte e é naturalmente mais belo sem precisar ser vaidoso como as mulheres, as quais sem os seus enfeites se saem medíocres, dizia mais ou menos assim o filósofo Friedrich Nietzsche. A mulher é louca, fala demais, tende a ser histérica, é manipulável, é dominada pelas emoções, são enjoativas, exploram o homem. Na mulher, em Eva e não em Adão, o diabo encontrou uma maneira de entrar no coração do homem, Eva pecou primeiro, diz o Apóstolo (São Paulo).

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

As faces do fruto: maioridade, conhecimento, vergonha e cultura humana

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 


Resumo:  Quando o casal primordial da espécie humana Adão e Eva comeram do fruto do conhecimento do bem e do mal eles tornaram-se adultos, então, perderam a inocência, adquiriram o saber e tiveram vergonha por notarem-se nus, daí nasceu o convívio em sociedade e suas vestes dadas pelo próprio Deus: a cultura.

 

Que fique bem claro que no caso da homossexualidade a simples inclinação para tal coisa como a homossexualidade que é o que se chama de concupiscência que a todos heterossexuais ou homossexuais afeta não é pecado, o pecado consiste na prática homossexual que vai desde o estimular em si pensamentos pecaminosos homossexuais, mas poderiam ser também heterossexuais; os olhares de cobiça às pessoas do mesmo sexo, ou poderiam ser também por pessoas do sexo oposto; até o ponto da prática homossexual em si mesma, da mesma forma poderiam ser práticas heterossexuais sem o sagrado sacramento do matrimônio.


Porém, dito isso, é interessante que no caso da homossexualidade parece que só de uma pessoa admitir que é homossexual simplesmente, ela pode há tempos estar sem qualquer prática homoerótica, por ter a inclinação afetiva e erótica para pessoas do mesmo sexo a pessoa já é tida e havida ou já se percebe como pecadora, equivocadamente com toda a evidência: no caso de uma pessoa em abstinência sexual. Talvez isso ocorra pela gravidade que é a homossexualidade como um pecado grave contra a natureza e por ser o pecado que chega a bradar ao céu por vingança. Parece que a pessoa homossexual mesmo sem prática alguma contumaz na homossexualidade perceba-se como alguém que provou do fruto do conhecimento do bem e do mal e com isso como já adulto, já na maioridade, então, se dá conta que está vergonhosamente nua (Gênesis 3, 7). Os homossexuais, então, seriam mais sábios do que os heterossexuais? Parece que Deus protege os heterossexuais, pelo menos os incólumes que nunca mancharam-se com práticas homoeróticas, com um véu de inocência que os cobre de notarem a nudez própria de todo homem, se eu estou bem certo em minha interpretação acerca do mito da queda do homem, que os homossexuais percebem em si mesmos. Os heterossexuais inocentes são as criancinhas de Deus, são ignorantes e nada tem de se envergonhar, porque mesmo que estando nus não se veem assim.


Seria a cultura, segundo o filósofo ateu e francês Michel Onfray, a vestimenta que antes Adão e Eva tomaram para si na forma de folhas de figueira (Gênesis 3, 7) ou que se pode dizer que também é a cultura a vestimenta que o próprio Deus deu a Adão e Eva (Gênesis 3, 21) depois que eles comeram o fruto do conhecimento do bem e do mal. O homem, então, passou a cobrir-se com a linguagem talvez suave do politicamente correto, com leis escritas, com uma filosofia mais humanística: pluralista, relativista e subjetivista, eu acrescentaria que com uma etiqueta a fim de que a sua entrada na maioridade, o homem passou a ser como Deus, pois que conhecedor do bem e do mal (Gênesis 3, 22a), fosse mais sociável e suportável. Ora, eu vejo o caso do homossexual do mesmo modo. Hoje há todo um cuidado no linguajar para não ofender a gays e lésbicas, há leis anti-homofobia e a favor do casamento gay ou pelo menos de um tipo de um união estável que garanta bens como uma herança justa ao par de uma dupla homossexual e há até uma filosofia, talvez a kantiana, sobretudo, onde como não há mais o conhecimento, resta o que é o real para nós, homens, como nós vemos e vemos o mundo.


É claro que em tudo isso há uma falsificação tremenda da realidade e o que é pior, por nada, se for caso de homossexuais não mais praticantes, porque cristãos e católicos. Seria bem melhor assumir-se com uma dificuldade, ser decididamente cristão e no caso a homossexualidade, e se for preciso sofrer alguma justa discriminação, como prevê o Catecismo da Igreja Católica, tudo bem, como um alcoólatra não seria admitido para trabalhar em uma adega. Mas sobretudo deve-se manter-se em uma conduta sóbria de castidade, pureza ou abstinência sexual absoluta, participar dos sacramentos, sobretudo o da penitência, levantar a cabeça e seguir em frente com a consciência tranquila, porque lavada, santificada e justificada no nome de Jesus Cristo como ocorreu com os cristãos de Corinto que eram ex-gays ou gays não praticantes (1 Coríntios 6, 9-11).


Se o ideal de pureza e castidade não for possível para o homossexual, pois comprovadamente em nada a homossexualidade torna uma pessoa incapacitada para um convívio mínimo humano socialmente que a cultura cubra a sua nudez com pelo menos as vestes de peles de leis justas contra uma certa selvageria homofóbica e o cubra com a veste de uma linguagem politicamente correta polida e educada que proteja as pessoas homossexuais de um tratamento desde o verbal desumano, porque o homem é um ser também cultural, e Deus mesmo viu isso ao providenciar vestes ao casal primordial na despedida deles do jardim do Éden.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Homossexualidade e fé católica


Conhecer algo é conhecer pelas causas, já ensinava o Filósofo (Aristóteles). Muito bem, humanamente, naturalmente, a causa da homossexualidade é diversa, pode estar radicada em traumas como um abuso sexual, em uma educação doméstica em a qual o predomínio dos papéis de pai ou de mãe foi grande na educação de uma menina ou de um menino, respectivamente, como que na forma de pais ou mãe mui severos e até mesmo tirânicos ou

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Decida-se

Quem quer realmente ser filósofo deve fazer uma escolha se por acaso for também, desafortunadamente filiado à alguma religião, deve cedo optar ou pela religião ou pela Filosofia. Pelo menos no caso da religião cristã, tal religião seria inviável para o filosofar,

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