Pesquisar este blog

Postagem em destaque

O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 1 de agosto de 2023

Talaricagem, paixão, raiva, ódio e veadagem

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu acho que tem um cara a fim de mim, apaixonado por mim, na rua de casa, na travessa Quintino Bocaiúva, em um restaurante e espaço para eventos chamado Casa Mia, quase esquina com a avenida Comandante Braz de Aguiar, no meu bairro de Nazaré de minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará. Aí entra a talaricagem, o adultério, porque não raro estes homens a fim de nós, gays, são casados e quando entra a paixão misturado com a talaricagem e a veadagem, o sujeito pode acabar com raiva do veado visto que ele até ontem era homem-homem, heterossexual, ele seria casado o cara, e agora está a fim de outro homem.


Pela cara dele e gestos dele, ele parece-me apaixonado por mim ou tem alguma admiração por mim. Acho que é porque eu sou um gay, pelo menos hoje graças a Deus, menos afeminado, evangélicos e gays são de longe muito feios e esquisitos. Diz o salmista que o Senhor de longe reconhece o altivo (Salmos 137, 6), os feios e esquisitos, a começar pela alma, gays e evangélicos, são vistos por todos ou de longe a quem tem olhos de ver, inclusive. Então, o sujeito ali do restaurante e local de eventos pode estar admirando-me e mirando-se ele no espelho do mundo, narcisista, estaria gostando do que vê ao me ver, ele obviamente não se vê em alguém que é a mulher dele por ela ser-lhe o oposto, o sexo oposto, provavelmente decorra daí o verdadeiro amor no sentido erótico que se dá no amor ao oposto e não à mesmidade, mesmice narcísica. A homossexualidade parece ter algo de doentio, deveras, algo de narcisimo, o gay só ama o que lhe é espelho, diria Caetano Veloso na letra de uma de suas canções. Agora, dá raiva no cara, porque talvez até ontem ele repudiava o homossexualismo, ele seria um heterossexual comum, é até casado.


Ele expulsa-me de perto dele, joga cones sinalizadores de rua em cima de mim quando eu me aproximo, antes eu podia ficar ali em frente ao Casa Mia conversando com outros, o chamado sindicato, agora não posso mais, eu temo ele, ser agredido fisicamente por ele, o verdadeiro corajoso não teme apanhar e nem morrer. Temor e covardia de rato e barata imundos e nocivos é comigo mesmo, eu sou um veadinho no pior sentido e em todos os sentidos. 


A paixão vira raiva, ódio quando não correspondida, isso já aconteceu comigo quando no ano de 1997 uma gorda que estudava comigo no convênio, terceiro ano do ensino médio, no Centro Educacional Olimpus que fica ali no bairro da Pedreira, o Bairro do Samba e do Amor, daqui de Belém, ela ao meu ver teria se apaixonado por mim - eu sou feio de dar dó, não sei o que certas pessoas veem em mim - ela ficou com raiva por eu na época ser um veadésimo e para piorar doente mental sem na época um diagnóstico e tratamento e sobretudo sem a religião católica para curar pelo sacramento da penitência e da Eucaristia o vício que torna alguém afeminado, que começa com o que é comum em jovens que é a masturbação, segundo Santo Tomás de Aquino, a masturbação tornaria os homens afeminados por ser um vício feminizante.

quarta-feira, 26 de julho de 2023

O ódio amargo e brutal

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Sem dúvida alguma que não há verdadeiro amor a Deus e ainda mais acima de todas as coisas e amor ao próximo como a nós mesmos sem um ódio a tudo o que nega este amor a Deus e ao próximo e queiram destruí-los. Contudo, um ódio amargo e brutal é o que não convém e este tal ódio eu vejo da parte de gente que vive uma vida dupla, hipócrita traindo a esposa ou traindo o marido ou levando uma vida conjugal onde há a prática do sexo anal e da não abertura do sexo para a geração de uma nova vida com o uso de anticoncepcionais que tornam os úteros de suas esposas em túmulos de seus filhos já concebidos, mas, que não podem se fixar em seus úteros por causa do uso de medicamentos francamente abortivos.


É uma gente hipócrita, com uma vida dupla traindo suas esposas com amantes ou seus maridos com amantes. Homens que condenando a homossexualidade relacionam-se carnalmente não raro com travestis nas caladas das noites e ainda mais, sendo passivos com eles, homens que como dito usam anticoncepcionais abortivos em suas esposas para não terem mais filhos e vem com um ódio amargo e brutal desprezar a nós, homossexuais e demais LGBT.


Contra o ódio amargo e brutal há o testemunho de um santo como Santo Antônio Maria Zaccaria que é sempre retratado em suas imagens sagradas com um lirio, símbolo da pureza. Contra o ódio amargo e brutal há o ódio santo contra tudo o que é contra a Deus e ao bem do próximo, mas, é um ódio de um santo puro, casto, virgem, milagres impressionantes realizaram-se com ele em vida e depois de falecido, ele que foi padre, alguém semelhante ao Divino Antônio que é retratado com a doce, bela e delicada e não brutal flor do lírio. Uma vida dupla tipo a dos hipócritas homofóbicos em uma homofobia realmente injusta que sodomizam travestis e se deixam sodomizar por eles e que sodomizam as suas esposas e instauram cemitérios nos ventres delas são coisas que impedem o acesso à realidade da doçura, pureza, delicadeza, beleza de uma alma assemelhada a um lírio que era a vida de Santo Antônio.


Em um mundo de farsa, ódio amargo e brutal, mesmo que no passado, nós, homossexuais, fôssemos condenados à morte por um grande Papa santo e sábio que foi o Papa São Pio V que venceu rezando o Santo Rosário aos turcos na batalha do golfo de Lepanto, é evidente que ele não era movido pela hipocrisia querendo fazer os outros de fantoche por interesses de poder e prazer sendo ao mesmo tempo um um fantoche da hipocrisia do poder pelo poder e sem nenhum pudor. Nem jamais na comprovada santidade de São Pio V, em sua santidade e sabedoria, foi o fim dele a glória e pompa deste mundo. Ele era puro e movido pela doçura do lírio de pureza que ele portou em vida se ele nos condenou à morte é porque viu que, realmente, com o nosso pecado impuro contra a natureza nós memos nos tornamos amargos e brutais transgressores com um da nossa parte ódio amargo e brutal à flor delicada e doce de um lírio de pureza e ódio amargo e brutal a tudo o que é deveras o bem e a verdade e como não sermos dignos da morte, nós, com almas tão ínfimas?

sábado, 15 de julho de 2023

O sobrenatural, a justiça e amor eternos e o mundinho fechado e desconexo da história humana

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Crer no sobrenatural, na Igreja Católica (de preferência e não em seitas protestantes, ioga de academia, cristais ou Reiki), é fundamental para que ideias como justiça e amor não sejam dados de um mundinho fechado e desconexo de uma poeira atomizada de homens cada um com a sua verdade ou melhor dizendo, cada com a sua vontade cega para o que seja o verdadeiro bem, algo que é próprio da história humana onde o que é justiça é algo espúrio e revoltante como o bem do mais forte ou o que é melhor para um bando ou facção que pode ser de bandidos e celerados. E onde o amor sem a ideia eterna de amor é apenas algo inventado conforme dizia Cazuza na letra de uma de suas canções famosas, amor que ele inventou para se distrair e distraídamente sem vigiar e orar, certamente ele se manteve distante da Igreja Católica, ele pegou a AIDS que o matou nesta brincadeira, invencionice.



O mundinho fechado do homem fazendo a própria história segundo um padrão e armadura da própria razão humana kantianamente organizando por si mesma o que é o mundo, a bagunça que viria dele sem o tratamento humano, pois fora disto viria só obscurantismo tudo o que passe desta estreiteza doutrinária subjetiva de Napoleão Bonaparte de hospício ou o que seja o mundo é o que o homem diz dele, sem o sobrenatural e o metafísico. É um mundo sem intelectualismo, é pragmático, sem a filosofia, sem real conhecimento, eis uma vida que não merece ser vivida, pois sem reflexão, diria Sócrates.


A história construída só pelos homens, sem a meta-história, sem a história sagrada é apenas acabar dando razão para um Fidel Castro psicopata que já dizia que a história o absolveria. Realmente, a história do mundinho fechado só de homens, horizontal e plano, obsediada discretamente pelo demônio, sem a verticalidade do sobrenatural, de Deus, é o mundinho controlado, é a economia planificada socialista de Cuba, um plano insano de controle materialista como se a alma humana não pudesse se elevar mesmo que diante das condições as mais terríveis, o caso do testemunho o mais cruento, brutal e violento de um Jesus Cristo e dos santos. Pode-se dar um excelente testemunho de superação mesmo com uma doença mental, eu mesmo já passei por isso, eu que sou doente mental gravíssimo, mesmo que o mundo ignore que certamente em uma nação fechada comunista tipo a Coréia do Norte certamente tem ali exenplos de santidade e sabedoria: autosacrifício que não há censura estatal ao verdadeiro bem e justiça, não há fome ou canibalismo que possa abafar.

sexta-feira, 25 de novembro de 2022

Filho de Satanás e o amor

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Na madrugada de hoje eu estive na rua, na praça da República aqui da minha cidade de Belém do Pará, bebendo umas duas buchudinhas de catuaba, fiz sexo, beijei na boca depois de muito tempo só tendo sexo homossexual direto sem nenhum beijo ou romantismo. O amor é lindo, apesar de ser o amor eros invertido, não é o ideal heterossexual, é o eros invertido do amor que não ousa dizer o nome que é o amor homossexual. 


À certa altura da madrugada encontrei um filho confesso de Satanás, ele admitiu ser mau, que me roubou o meu chapéu.


A praça da República daqui de Belém é perigosa e é bom que eu não vá mais lá, nunca mais, àquela alta altura de hora da madrugada. Diz o Sirácida, o Eclesiástico, aquele que ama o perigo pelo perigo perecerá. Então, é melhor que eu tenha juízo e cuidado. Caso contrário, caro leitor, dado o risco deste point gay informal que é a praça da República, esta aqui ou outra próxima pode ser a última postagem minha ainda vivo para ti neste meu blog.

domingo, 29 de maio de 2022

Thánatos heterossexual e Eros homossexual

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Davi e Jônatas


Em minha postagem passada aqui neste meu blog eu mencionava que desde a época de Moisés (Deuteronômio 24, 1-4; São Mateus 5, 31), ou seja, desde a mais remota antiguidade, se ficarmos só no mundo judaico-cristão, os heterossexuais já reinvindicavam o direito ao divórcio. Jesus Cristo sempre foi contra o divórcio, segundo a letra da Bíblia Sagrada somente seria permitido o divórcio em casos do que é chamado no original grego do Novo Testamento de "porneías" (παρεκτὸς) em São Mateus 5, 32, que pelo próprio étimo da palavra referiria-se ao divórcio ser permitido no caso do parceiro ser dado à uma forma de sexualidade prostituída, sem fidelidade à uma boa consciência ao casar, pois o casamento válido na Igreja Católica é algo contraído livremente, aberto a ser consumado pelo sexo e aberto à vida ao contrário de um "matrimônio falso" que são as palavras usadas na tradução católica corrente da Bíblia ou na tradução protestante da Bíblia seria permitido o divórcio no caso de adultério. 


Eros


Parece que os heterossexuais há muito querem distância uns dos outros e não é raro o discurso mútuo depreciativo, seja feminista ou machista, absurdos, que homem e mulher tem um em relação ao outro. Não é raro em grandes cidades do ocidente moderno ou pós-moderno avançado um homem dizer um "oi" à uma mulher e ele ser dado como louco propenso a um processo judicial por assédio sexual ou moral. Parece haver na heterossexualidade uma incompreensão e repulsão mútuas, poderia-se chamar de pulsão de morte, a Thánatos heterossexual. Enquanto é impressionante o quanto o relacionamento homossexual é algo mais dado ao deus Eros em que há pertença um ao outro, que o diga o relacionamento entre o santo rei Davi e Jônatas (1 Samuel 18, 1-4; 2 Samuel 26, 27), filho do arquirrival de Davi, o rei Saul, não que eu tome como necessariamente homossexual a amizade que havia entre os dois, já que se o relacionamento de Davi é conforme a letra da sabedoria bíblica maior que o amor entre homem e mulher, portanto, todo o relacionamento meramente erótico e sexual fica aquém da verdadeira amizade ou em termos cristãos o amor ao próximo como a si mesmo, o amor dos irmãos cristãos na Santa Igreja. Na homossexualidade há uma necessidade mesma um do outro até ao ponto da, infelizmente, idolatria e relativismo, o que é um erro crasso, visto que Deus não divide a sua glória com outrem (Isaías 48, 8), todos devemos ser tributários a Deus, amá-Lo sobre todas as coisas e devemos ser beneficiários da Fé e o relativismo é um erro que cega o homem, no mínimo fazendo o homem pensar covardemente como um filósofo Martin Heidegger e um outro filósofo, ou sofistas, José Ortega y Gasset, que pensavam que o homem é muito mais covardemente a sua circunstância do que ele mesmo, conhecimento de si que de resto permanece oculto por causa do ateísmo e do relativismo.


Thánatos


O relacionamento banal homem e mulher míngua no mundo ocidental inteiro. Minguam o fruto natural de tal sem dúvida alguma biologicamente fecunda relação de homem e mulher, enquanto isso os LGBT querem adotar filhos e são discriminados por isso. É um clássico do passado e do presente certos LGBT travestirem-se de homens e de mulheres, enquanto isso eu já vi um presidente Jair Messias Bolsonaro com todo o extremismo de direita dele, já o vi de gravata cor-de-rosa e mulheres usam calças há muito tempo. Homossexuais fortalecem a sua identidade, heterossexuais enfraquecem-na. É Thánatos e Eros agindo respectivamente em heterossexuais e em homossexuais.



A quem pertencerá o futuro pelo menos aqui no ocidente? Será a pálidos e frios entre si, entediados heterossexuais em sua banalidade e fecundidade natural minguante ou a homossexuais apaixonados fortemente entre si e dispostos até a loucuras a exemplo do ateísmo em um extremo, o relativismo, a revolta, a idolatria ou à inseminações artificiais nada éticas visto que óvulos fecundados são aos montes descartados em tais operações, mas que seriam muito úteis tais inseminações, posto que o relacionamento homossexual não é fisicamente fecundo como o heterossexual?




terça-feira, 6 de abril de 2021

A Páscoa da Ressurreição, o Sumo Bem e a natureza

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Ressurreição por Pietro Perugino


Na Páscoa da Ressurreição que nesta semana celebramos desde o domingo e até o próximo sábado em oitava, a Oitava da Páscoa, pode-se levar em conta que o Cristo Jesus mesmo sendo homem, mas também sendo Deus que na sua Páscoa passou da morte para a vida, mostrou-se como verdade que é, indestrutível, porque já dizia o brocardo latino, veritas omnia vincit, a verdade vence tudo. Também diz o livro deuterocanônico da Sabedoria de Salomão, a sabedoria é imortal. Está escrito no livro do Cântico dos Cânticos que o amor é mais forte do que a morte, e Deus é amor, diz São João. 

 

Sobre Deus são termos intercambiáveis verdade, sabedoria, amor e também luz e a luz resplandece nas trevas, mas as trevas não a venceram, diz São João no prólogo de seu evangelho. Deus é tudo isso, verdade, sabedoria, amor e luz. E todas essas coisas são invencíveis, são autossuficientes e todo homem que quer que a sua vida seja refletida e por isso que mereça ser vivida, dizia o sábio filósofo imortal Sócrates, tal homem que reflete, inteligente, apegar-se-á ao que é imortal e que na revelação total de Deus em Jesus Cristo, a sabedoria do homem que reflete, o homem consciente, tal homem apegar-se-á, então, a Deus, a Cristo, o Sumo Bem e não à natureza, às coisas criadas que são passageiras, mortais e vencíveis. 

 

Cristo homem foi mortal e era fraco tal qual qualquer homem, morreu, foi à mansão dos mortos, mas ao terceiro dia ressuscitou em um dia como hoje que vivemos de forma estendida desde o último domingo em forma de oitava, porque a morte não poderia deter Deus, verdade, vida, luz, amor e sabedoria. Nós, outros homens, mesmo se formos maus, hemos de ressuscitar no último dia, porque a morte é algo estranho ao homem feito imagem e semelhança da Vida que é Deus. Nós, homens, criaturas, e sendo homens somos a mais nobre criatura do universo, por sermos inteligentes, depois dos anjos, somos indestrutíveis tal qual a verdade que é Deus.

 

Celebremos o dia da vida, o luminoso dia da verdade, da sabedoria e do amor que é dia de hoje que Deus preparou para nós que é este grande domingo de Páscoa da Ressurreição durante esta Oitava da Páscoa, porque é a celebração do que somos, imagem e semelhança de Deus, somos vida imortal e para quem é fiel e justo por participar dos sacramentos sendo, por isso, católico romano praticante, já pode participar da vida eterna já aqui neste mundo.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

O aborto na Argentina e a relevância ou não do cristianismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Mulheres comemoram na Argentina a aprovação do aborto legal

Resumo: Uma reflexão sobre a relevância ou não do cristianismo para o mundo baseado no fato da aprovação do aborto legal na Argentina neste mês de dezembro de 2020.


Nesta madrugada deste dia 30 de dezembro de 2020, às quatro horas da manhã, hora local, foi aprovado na Argentina o aborto legal por 38 votos a favor, 29 contra e 1 abstenção. A questão da defesa da vida é central nos diferentes matizes de tradições cristãs mais conservadoras. Eu penso que é interessante que a defesa da vida do nascituro é que é o central, porque mesmo que uma mulher possa conceber um ser humano fruto de um estupro ou que a sua vida corra risco de morte por causa do ser que está portando em seu ventre, tanto o estupro, um crime brutal quanto o risco de morte da mãe são coisas ruins acidentais, mas provocar a morte com um aborto incorre-se no dolo de matar-se livremente e conscientemente a um ser humano indefeso. Eu já ouvi falar que há implicações para a saúde da própria mulher que aborta, a exemplo do câncer de mama em seios prontos para a lactação, amamentação do bebê, e há casos de mulheres que contraíram a depressão em virtude do aborto cometido


Isto posto, e a relevância ou não do cristianismo no debate do aborto e nas questões humanas, em geral, como fica? Bom, no cristianismo o próprio Deus fez-se homem em Jesus Cristo, unindo em Si mesmo humanidade e divindade até ao ponto de derramar o Seu próprio sangue para a honra e glória de Deus e por amor a todos os homens, a fim de salvá-los. Santa Gianna Beretta Molla foi um exemplo luminoso de uma santa dos tempos atuais que na Itália deu a sua vida para que um filho nascituro não morresse. Tal qual Deus, ela deu a sua vida para em tudo amar e servir; amar, honrar e glorificar a Deus e amar o seu filho, honrar e glorificar a vida que é Deus mesmo. A relevância do cristianismo, a relevância dos cristãos está no tributo de amar e servir à causa da vida até o fim, sendo mártires por isso, se preciso for, tal qual o Cristo foi mártir, Santa Gianna e tantos outros mártires e santos que se tiveram no Cristo que serviram, Ele, a união indivisível de homem e Deus, eles como homens, tão homens quanto o Cristo, souberam responder à vocação divina do homem servindo e amando a Deus e aos homens, sobretudo os pobres e mais sobretudo ainda um dos mais pobres dos homens que são os seres humanos que ainda estão gestação.


Sim, há relevância no cristianismo, porque é a religião ou filosofia de vida do amor, isto é, da dedicação à utilidade pública, do serviço a Deus acima de todas as coisas e aos homens mesmo que ao custo de sangue, contudo de jamais tirar a vida deliberadamente de um ser humano, principalmente se for um indefeso nascituro e que também jamais se queira tirar a vida ainda que a um inimigo, um agressor, mesmo que pela legítima defesa ou através da pena de morte, por amor, por serviço até o fim poupando a sua vida.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Fé ortodoxa e amor invencível

Autoria: João Emiliano Martins Neto

Resumo: A reta fé, a ortodoxa, verdadeira que é somente a católica romana conjuga-se e dá-se concretamente no amor, amor a Deus e ao próximo, sem o qual talvez nenhuma fé verdadeira se possua.

Fé ortodoxa e amor invencível andam juntos. Quem diz seguir a fé ortodoxa, reta, católica romana, mas odeia o seu irmão, se se diz, portanto, como um cristão insipiente, insuficiente, como não dizer que é um cristão, então, desse jeito, pela metade: meio cristão e meio pagão ou talvez nem mesmo um cristão tal pessoa seja? Sem amor, amor a Deus sobre todas as coisas e amor ao próximo como a si mesmo não há confiança em Deus como verdadeiro e que não se engana, e, ao contrário, todo homem, a criatura, como mentirosa, diria São Paulo apóstolo aos romanos. Criatura mentirosa que com desamor deixa-se conduzir pela idolatria a si mesma e ao relativismo, à ditadura do relativismo de querer ser como Deus, absolutizar o finito e relativo, e assim naufragar na fé na prática não amando o seu Deus e ao seu próximo até o fim, até mesmo à maior prova de amor que é derramar o seu próprio sangue como fez Jesus Cristo no alto do madeiro por amor. A fé católica romana, a única digna de ser chamada de fé, porque divina, porque não humana, tal fé mostra-se no amor, a fé opera pelo amor, diz a Bíblia Sagrada, mostra-se em tudo amando e servindo com humildade, com simpatia, empatia, compaixão, tolerância fruto social e político quando conscientemente vivido do amor que tudo desculpa e suporta, paciência, misericórdia, perdão, reconciliação, mansidão, alegria e em pureza, em sinceridade e verdade, porque também quem ama o seu próximo, porque antes ama a Deus sobre todas as coisas, ao seu próximo diz a ele a verdade, porque se deve amar mais à verdade (que é o próprio Deus) do que a Platão, por dever de piedade, já diria um pagão, alguém que nunca conheceu a fé ortodoxa católica romana, como o filósofo Aristóteles, o Estagirita. 

Fé ortodoxa e amor invencível, se seremos julgados pelo amor no crepúsculo de nossas vidas, diria São João da Cruz, nossa dita e alegada tão facilmente pelo nosso falar fé reta e firme em Deus e em Sua Santa Igreja Católica Romana será julgada por nossas obras que se boas deram-se pelo nosso amor, por nossa paixão, afeto, bons sentimentos, paciência, perdão, ao mesmo tempo firmeza em defender a verdade e a justiça, castidade, sabedoria, temperança, alegria e conhecimento.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Amemos até o fim!

Autoria: João Emiliano Martins Neto

Resumo: Nesta minha postagem escrevo um pouco sobre o amor e de que devemos amar até o fim, mesmo que diante de perigo de morte, com o intuito de levar a todos ao conhecimento da verdade como verdade católica romana e assim salvarem as suas almas (1 Timóteo 2, 4).

O amor tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. Assim escreveu São Paulo aos coríntios (1 Coríntios 13, 7). Ou seja, o amor é imortal, é invencível, o amor ocorrerá até o fim, o amor é que será o que restará, então, depois que a ciência for finda, depois que as línguas cessarem e depois que a profecia desaparecer, como também escreveu o grande, glorioso e bem-aventurado apóstolo São Paulo aos coríntios (1 Coríntios 13, 8). O mandamento é amar até o fim, é com isso portar Deus, o Espírito Santo que é o Espírito de amor e de verdade, porque também quem ama deve rejubilar-se com a verdade e não com a injustiça (1 Coríntios 13, 6). É com o estar cheio de tal Santo Espírito, é com isso portar, ter comunhão, é estar em Cristo Jesus, o Deus de amor crucificado e deixar-se com e como Cristo crucificar-se por um mundo de pura inspiração demoníaca, isto é, de soberba, fundamentalmente, e por isso idolatria e de ditadura do relativismo, ódio, e mais, pior ainda, um mundo de indiferença.

Amar é amar até o fim por amor a Deus sobre todas as coisas e por amor ao nosso próximo como a nós mesmos até ao ponto de derramarmos o nosso sangue por Deus e pelos homens, pela salvação dos homens, a fim de reunir a todos na Santa Igreja Católica Apostólica Romana, a única e verdadeira Igreja de Deus fora da qual não há, absolutamente, salvação da mesma forma que tudo que se encontrava fora da arca de Noé veio a morrer. Quem ama, e que amemos até o fim, quem ama não poderá, com a ajuda da graça de Deus, de economizar até mesmo, in extremis, nem uma só gota de seu sangue, como fez Jesus Cristo, para que todos ingressem na verdade, a verdade que é Cristo, que é Deus em tudo o que Ele revelou-nos conforme tudo o que crê e ensina a Santa Igreja Católica. Quem verdadeiramente amar dirá a verdade ao seu próximo, com paciência e simplicidade, testemunhando a verdade, o próprio Deus, diante de Deus e do mundo, a verdade que todos devem ordenar-se a serem bons e exemplares católicos romanos e com isso salvarem as suas almas.

Mesmo o maior dos adversários certamente há de ficar de alguma forma tocado pelo testemunho de fé e esperança em amor dos que forem verdadeiramente cristãos: católicos romanos e com isso há de notar que o erro que defende nunca merecerá dele uma só gota de suor de esforço por sua defesa quanto mais uma só gota de seu sangue Amém.

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Eu, um obscuro revolucionário comunista?

Autoria: João Emiliano Martins Neto



Eu acho que eu seria um obscuro revolucionário comunista. Obscuro, porque eu ainda não li a obra de Karl Marx a fim de acercar-me de uma forma de comunismo mais científico e filosófico, também obscuro, porque eu sou um ilustre desconhecido, pois vivo no fim do mundo encravado na amazônia legal ou amazônia brasileira. Mas o meu lado comunista é que eu não acho que sem a igualdade a pólis humana possa sobreviver se alguns homens são vistos como ontologicamente abaixo uns dos outros ou abaixo uns dos outros na cadeia alimentar como ocorre nas selvas. Sou comunista no sentido de que um mero e essencial cristianismo mesmo no que se refere à amizade, ao perdão, o amor que tudo perdoa, aliás, tudo suporta e crê, além da tolerância e do bom senso de se tentar, com a graça de Deus, conviver os homens uns com os outros não seja possível sem ver como gente, de fato, uns e outros homens quando certos homens parece que fizeram curso para patrão, curso para patrão a fim de calcarem sob os próprios pés os seus irmãos humanos com um orgulho tal como se estivessem diante de cães ou ratos e não prontos a servir como o próprio Deus Jesus Cristo veio para servir, dar a vida por todos e Ele mesmo, Deus, é que é o único e primeiro dos ofendidos por nossos pecados.

Parece-me que o meu comunismo é um estado de espírito, já diria algo assim José Saramago.

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

A vida do cristão entre a generosidade, a amizade e obediência

Autoria: João Emiliano Martins Neto



A vida do cristão autêntico que é o católico romano é algo entre a generosidade, a amizade e a obediência. Explico.

Sempre em Deus, por Deus e com Deus ou em Cristo, por Cristo e com Cristo, como se diz no Missal, a Deus Pai todo-poderoso toda honra e toda a glória agora e para sempre, a vida do cristão é doação generosa à humanidade pecadora, sendo o próprio cristão em si mesmo cheio de pecados e fraquezas e por isso deve ele compadecer-se de seus irmãos homens.


sábado, 15 de abril de 2017

Mensagem de Feliz Páscoa 2017

Se você na vida, caro amigo leitor, sente-se desanimado, perdido na vida, em grande dúvida e desamparo, tal qual tantas vezes e foram inúmeras - acredite - eu mesmo já me senti dessarte, faça assim, achegue-se e apegue-se a Cristo Jesus Nosso Senhor e Redentor, pois a Ele podem achegar-se e apegar-se os pequeninhos, humildes e pobres deste mundo que não são os sábios segundo este mundo com suas filosofias vãs, cientificismos e artes rococós soberbas. Podem achegar-se e apegar-se a Cristo, até mesmo pequenos em estatura como o grande e piedoso rei Davi que prefigurou a pessoa de Cristo em seus salmos, porém não podem achegar-se e apegar-se a Cristo os orgulhosos mundanos que querem fazer justiça social e espiritual contando apenas com a força bruta, em partidos políticos de extrema esquerda ou aqueles fariseus hipócritas santarrões, que dispensam, ambos, de direita e esquerda: a graça; mas apegam-se e achegam-se ao Redentor, os pobres como gays, ainda que arrependidos e confusos por uma prática sexual e afetiva destrutiva, todavia, desprezados por uma sociedade homofóbica e machista; a Cristo aproximam-se as prostitutas arrependidas por uma conduta imoral que esmaga as suas consciências; a Jesus achegam-se e apegam-se os encarcerados que reconhecem que fizeram mal à própria consciência e ao bem comum; apegam-se e achegam-se a Cristo Jesus todos aqueles cristãos piedosos e sinceros que cansaram de sistemas religiosos pseudocristãos como o católico romano, porque descobriram as maravilhosas doutrinas da graça da Reforma Protestante do século XVI que neste ano completa os seus 500 anos, e com isso perceberam a maravilhosa graça de Deus e que notaram que somente a mesma graça é capaz de salvar o homem, sobretudo, descobriram o pilar e baluarte da Igreja Protestante, a única verdadeira neste mundo, que diz que o homem tornar-se justo e meritório aos olhos de Deus somente pela fé (sola fide) em Cristo, sendo, então, com graça somente (sola gratia) e sola fide para essas pessoas, Cristo como concretamente e realmente o Salvador. Aquele que pode apegar-se e achegar-se a Cristo é, outrossim, você, mesmo, meu amigo que o mundo com o seu discurso sofista, logo, por definição sofisticado e complicado desprezou a simplicidade de seu coração que queria conhecer o diálogo, a misericórdia, o perdão, uma vida de devoção pelas coisas mais belas e elevadas, e o amor você queria conhecer, meu amado, diante de tanta inflexibilidade do mundo, diante do inchaço da ciência a robustecer de vazio, de nada, os corações de pedra dos cientistas, escribas e filósofos mundanos soberbos. É pouco o que você quer, meu amigo, é simples, mas é tudo o que você precisa, então, busque por Cristo, pois Ele aceitou ser pobre como todo homem é na verdade pobre, deve ser todo escravo, humilhado aos pés de seu Deus e devotado ao seu Criador, todo homem e também os anjos, por isso tanto quanto os anjos santos servem aos homens que hão de herdar a vida eterna, o Cristo, o Verbo divino encarnou-se, viveu na pobreza de Nazaré, uma localidade esquecida das terras dos judeus, foi carpinteiro, pregou, foi perseguido, não tinha uma pedra para assentar a cabeça, foi açoitado, sofreu os horrores de doze horas de escárnio antes da crucificação e ainda foi crucificado e morreu entre dois ladrões, sendo que um arrependeu-se e o outro não. Cristo te entende, meu amigo leitor, Cristo entende o homem, mesmo o maior, principal ou primeiro dos pecadores a menos que tal homem seja soberbo o suficiente para não aceitar a misericórdia salvadora de tal Deus.

Apegue-se e achegue-se, então, meu amigo leitor, pela oração e pelos sacramentos do batismo e da Ceia Santa dos pés de Nosso Senhor Jesus e Ele há de curar, libertar, alegrar você e te dar a salvação, Cristo que é a nossa Páscoa, Cristo que é a travessia do anjo da morte, enviado por Deus para destruir os rebeldes, mas que pelo sangue do Cordeiro Jesus Cristo, tal anjo, por ordem de Deus, é de nós, os fiéis, ele é desviado, somente pela graça (sola gratia) e somente pela fé (sola fide). 

Feliz, portanto, e Santa Páscoa, meu amigo e que Deus vos abençoe.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Minha declaração de amor ao Brasil


Eu amo o meu próprio País, o Brasil, sou, por isso, propriamente brasileiro, eis a minha brasilidade, a festa é parte constitutiva de minh'alma. Ao fim e ao cabo, nada precisa ser definitivamente tão sério e triste. Mas é claro que há coisas que são incontornavelmente tristes e sérias, portanto, a cultura e alma brasileira não seria perfeita.

sábado, 11 de março de 2017

Minha declaração de amor ao Brasil

Eu amo o Brasil. O Brasil é o meu País, é o País aonde nasci, vivi uma boa parte de minha vida e ainda vivo e moro, na mesma cidade, Belém, a capital do Estado do Pará, no extremo-norte do Brasil, e, aqui neste Brasil acho que pretendo viver até morrer. O Brasil com sua cultura latina fulgurante, de origem ibérica, portuguesa, ainda que o termo latino, para a América Latina, quando surgiu nossos vizinhos tão ibéricos quanto nós, brasileiros, porém, hispânicos, denominaram tal território de América Latina em vista apenas deles mesmos, os hispânicos, mas é evidente que ser latino é ser de origem latina, oriundo da língua morta, o latim, e suas florações o italiano, o francês, o provençal, o ocitano, o italiano, o espanhol, e, claro, o português.

Amo meu País, mesmo que com sua cordialidade que não pára um pouco a fim de pensar que há o privado e o público, mas que ainda assim, evita distorções como a atomização moderna do individualismo burguês e liberal de liberalóides que acham que o indivíduo é como um rei e melhor que a coletividade e o bem comum, é um átomo solto sem lastro e raízes com a civilização, com sua nação, cultura, religião cristã, pois devemos tudo a Cristo que deu Sua vida na cruz para que tivéssemos vida e vida em abundância, mediante a fé n'Ele. Acham os liberalóides que não temos um lastro com nossa vizinhança, condomínio, vila, rua, bairro, aldeia ou distrito, ilha ou cidade, enfim, nenhuma ligação e nada deveríamos, acham os liberais, com o mundo, com o real, que pode encontrar tal idéia em um certo pessimismo antropológico e biblicista fanático protestante que não crê na capacidade humana de conhecer, então, querem tornar loucos furiosos e perigosos seres depois que eles se drogarem, pois querem os liberais de diferentes matizes a liberalização das drogas, a liberação do homicídios de seres humanos nascituros, através do aborto, além do assassinato de enfermos e velhos com a eutanásia e a assistência à morte, sim, ao perecimento de seres humanos, através do suicídio assistido. Enfim, distorções liberais, modernas e capitalistas asselvajadas que este meu País amado, o Brasil, previne-se sendo pré-moderno e pré-capitalista, ainda que errôneamente e perigosamente, sendo o homem brasileiro, o homo cordialis, o homem cordial, que confunde privado e público, como eu escrevera, mais acima, contudo, tal costume brasileiro evita o mal da atomização subjetivista modernosa de algum egresso de algum hospício.

Amo meu Brasil com suas festinhas católico-romanas coloridas e cheias de fé cristã, e devoção, com clara inspiração divina, ainda que no escopo deturpado de Roma que não fornece uma boa e correta formação bíblica às suas ovelhas, já que não adotou os postulados da Reforma Protestante, sobretudo, é o que eu sugeriria para uma protestantização do Brasil, com relação à radicalização anabatista que gerou os melhores cristãos protestantes que somos nós, os batistas, que cremos com os apóstolos, com o que claramente diz a Bíblia, que somente os adultos devem sem batizados, o tecnicamente chamado credobatismo, que gera cristãos conscientes, de todo o coração e entendimento e força amantes de Deus.

Enfim, amigos leitores, amo o meu País, é aonde nasci, tenho o DNA brasileiro para o bem ou para o mal, mas com a graça de Deus, se eu for um eleito e predestinado por Deus para a vida eterna, tentando aparar as arestas do que seja mal.


sexta-feira, 10 de março de 2017

Sobre o amor

O amor é cego, o amor parece uma doença absolutiza-nos no sem jeito no amor às coisas deste mundo sem jeito e doentes, a começar pelo homem, a não ser que amemos acima de todas as coisas aos deuses que são o infinito e perfeitos, que amemos, então, ao mundo nos deuses, no absoluto, e vai ser menos doído amar.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Um antídoto para a homossexualidade


Eu defendo como um antídoto para a homossexualidade a generosidade no gosto e o amor. É só pensar que, tudo bem, o indivíduo tem aquele gosto por pessoas do seu mesmo sexo,

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Micro-esboço de uma contra-história da Filosofia e uma Poesia em prosa

O que os crentes se gabam como conhecimento preservado e desenvolvido pelos cristãos é na verdade a doença de Sócrates que não quis entender mais nada do mundo e da natureza, como fizeram os pré-socráticos, e se concentrou somente no animal doente que é o homem o que foi o primeiro passo para o idealismo platônico que Aristóteles não ousou vencer para em seguida eclodir no Cristianismo e na Idade Média dominada por teólogos, jamais por filósofos.

***

Eu deitado sobre a minha mulherzinha a beijar-lhe o pescoço como um vampiro sedento e a beijar-lhe a boca faminto, sou como um pré-socrático, venço a morte que é Sócrates e todo os filosofemas ocidentais com a vida se afirmando no conluio entre minha mulher e eu.


sábado, 16 de julho de 2016

Viva JESUS CRISTO!

O peso que Cristo tirou da consciência da humanidade miserável e pecadora, pelo Seu sacrifício vicário na cruz, a paz e o fim da rede de chantagens e intrigas fruto da referida miséria do homem, proporcionada pela missão salvífica de Jesus Nazareno neste mundo, foi e é algo de um valor e substância inestimáveis.

Jesus Cristo Salvador dos homens


"Caro salutis est cardo". Segundo Tertuliano de Cartago, padre latino africano, a humanidade de Cristo e a divindade de Cristo são inseparáveis. Mesmo quando da morte de Jesus Cristo, se a alma d'Ele separou-se do corpo como ocorre na morte de qualquer homem, mas a divindade do Rabbi não separou-se de Sua humanidade. Cristo em Sua humanidade, por conseguinte, é alvo e é digno de ser adorado pelos seus discípulos, por isso Tertuliano acerta em dizer que a carne de Cristo é o fulcro, é o núcleo de nossa salvação, "caro salutis est cardo", porque só a humanidade de Cristo, a humanidade de Deus, digna de toda a adoração e culto soberano, poderia remir os homens.

Entende, caro leitor? "Caro salutis est cardo", é fundamental para a salvação humana a humanização de Deus, mas não evidentemente de qualquer homem, mas de Deus feito homem, Cristo é um homem divinizado e sendo Deus humanizado ao mesmo tempo, nessa junção do divino com o humano, foi o jeito de Deus encontrou para salvar o homem, entende?

Cara, por isso eu amo Cristo Jesus, eu amo ser cristão, porque o Cristianismo, não há a menor sombra de dúvida, foi o maior gesto de amor, de entrega, de dedicação, de aproximação radicalíssima de nada menos que o Absoluto, o Infinito, Deus, da natureza, das suas pobres criaturas.

Viva JESUS CRISTO! O maior e melhor homem de todos os tempos é ninguém menos que o próprio DEUS, o infinito com cara humana!

terça-feira, 12 de julho de 2016

Casagrande é burro em teologia

É uma tentação ao homem achar que Deus não é tão bom e amoroso assim como o homem gostaria, porque o nosso padrão será sempre o padrão finito de bondade, amor, beleza e verdade. Mas para remediar tal situação Deus humanizou-se em Jesus Cristo e amou-nos com um coração humano que é muitíssimo bem ilustrado na devoção católica ao Sagrado Coração de Jesus. Casagrande disse na entrevista à Mariana Godoy que não pertence a nenhuma igreja, mas se ele fosse católica compreenderia o amor de Deus e veria que qualquer homem fiel a Deus seria capaz de tal amor.

 

sábado, 4 de junho de 2016

Jesus Cristo, o melhor amigo

Olá, amigos! Bom dia! Se vocês querem alguém que ame verdadeiramente vocês, tenham a Jesus Cristo como amigo, pois Ele provou grande amor pela humanidade ao dar a própria vida d'Ele sendo nós ainda inimigos, inimigos de Deus. Talvez alguém se animasse a morrer por uma pessoa boa, mas Cristo provou seu grande amor por nós em dando a sua vida quando ainda éramos pecadores, quando ainda desprezávamos a Deus. Portanto, tenham a Cristo por amigo e melhor amigo.

Highlights

Outros sites relevantes