O amor é cego, o amor parece uma doença absolutiza-nos no sem jeito no amor às coisas deste mundo sem jeito e doentes, a começar pelo homem, a não ser que amemos acima de todas as coisas aos deuses que são o infinito e perfeitos, que amemos, então, ao mundo nos deuses, no absoluto, e vai ser menos doído amar.
#Literatura: O Polonês, de J. M. Coetzee(4)
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Coetzee utiliza a estrutura dantesca para questionar se os conceitos
grandiosos e elevados da arte ainda têm espaço em um mundo moderno, plano e
pragmático
Há 5 horas
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