O amor é cego, o amor parece uma doença absolutiza-nos no sem jeito no amor às coisas deste mundo sem jeito e doentes, a começar pelo homem, a não ser que amemos acima de todas as coisas aos deuses que são o infinito e perfeitos, que amemos, então, ao mundo nos deuses, no absoluto, e vai ser menos doído amar.
#Livros: Liberdade, para quê?, de George Bernanos
-
Uma obra que nasceu no contexto histórico saturado de violência e
desencanto, mas não se limita a reagir aos acontecimentos
Há 22 horas
Nenhum comentário:
Postar um comentário