O diabo foi o primeiro ser moderno, o primeiro a defender o eu, a independência, o pluralismo e a diversidade, porque ele, junto com seu séquito e certos homens até hoje, resolvem ir na contra mão da realidade, das coisas como Deus as quis. O diabo é a célula cancerígena, a ira e cólera divina, junto com seu exército e certos homens que dilaceram o tecido, a organicidade do mundo, do ser.
#Livros: Liberdade, para quê?, de George Bernanos
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Uma obra que nasceu no contexto histórico saturado de violência e
desencanto, mas não se limita a reagir aos acontecimentos
Há 22 horas
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