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Ícones de uma Igreja cristã reformada: de fato bíblica



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Triunfo de Vênus, pura poesia plástica do Renascimento.

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Vênus ou Afrodite, respectivamente, para romanos e gregos, nascendo de uma madrepérola em plena selva amazônica legal, brasileira, de minha cidade de Belém, a capital do Estado do Pará, em uma magnífica escultura no decadente logradouro público de minha referida cidade, na borda do mundo, na Praça da República.

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"Um filósofo é um intercessor, é um sacerdote. Um filósofo é o anfitrião da verdade digna e acessível aos homens." (João Emiliano Martins Neto)


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Principia Sapientiae: Vamos filosofar? Viva a Filosofia!



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sexta-feira, 17 de março de 2017

PAREM DE TER GURUS

Um filósofo, dentro de minha área de atuação a Filosofia. Um filósofo não pode ter gurus, ainda mais segundo o conceito clássico, indiano, de guru, sendo o oriente tão avesso ao oriente indiano, no compromisso clássico ocidental com a razão natural, com a ciência, tão típico do ocidente aonde nasceu a Filosofia. Claro, pessoas podem inspirar-nos, mas um filosofante, como diria o Beato João Duns Scot, ele chamava o filósofo de filosofante, então, um filosofante, precisa preparar-se para que o seu guru seja destronado, caia, perca a credibilidade, a não ser que seja um guru indiano hindu ou cristão, seja Jesus Cristo, o papa ou São Paulo Apóstolo ou Moisés cujos escritos e idéias não são dele, são inspirados infalivelmente por Deus, ou pelos deuses, são do domínio da fé, acima da pobre e pecaminosa humana razão. Intelectual tem que ser indigesto para ser bom, concordo. 


Intelectual, sobretudo o mais excelso de todos, o filósofo, que caminha rumo aos arcanos e arquétipos da metafísica é aquele que questiona com profundidade rumo aos fundamentos, ou seja, rumo às raízes, o filosofante deve ser indigesto, deve ser a "mosca de Atenas", como Sócrates era chamado.

 

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Um Destino cruel...

Eis, acima, um justo destino para os seguidores do PT!

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Artigo 8 - A eficácia da morte de Cristo

Este foi o soberano conselho, a vontade graciosa e o propósito de Deus, o Pai, que a eficácia vivificante e salvífica da preciosa morte de seu Filho fosse estendida a todos os eleitos. Daria somente a eles a justificação pela fé e, por conseguinte, os traria infalivelmente à salvação. Isto quer dizer que foi da vontade de Deus que Cristo, por meio do seu sangue na cruz (pelo qual ele confirmou a nova aliança), redimisse efetivamente, de todos os povos, tribos, línguas e nações, todos aqueles, e somente aqueles, que foram escolhidos desde a eternidade para serem salvos e lhe foram dados pelo Pai. Deus quis que Cristo lhes desse a fé, que ele mesmo lhes conquistou com sua morte, com outro dons salvíficos do Espírito Santo. Deus quis também que Cristo os purificasse de todos os pecados por meio do seu sangue, tanto do pecado original como dos pecados atuais, que foram cometidos antes e depois de receberem a fé. E que Cristo os guardasse fielmente até o fim e, finalmente, os fizesse comparecer perante o Pai em glória, sem mácula, nem ruga (Efésios 5:27).

"Cânones de Dort", 2º Capítulo da Doutrina: A Morte de Cristo e a Redenção por meio dela.