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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Subjetivismo e gnosticismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






Subjetivismo e gnosticismo podem ser íntimos. A experiência que se pretende profunda e verdadeira da realidade de forma imediata e direta, o conhecimento por presença do gloriosíssimo Olavo de Carvalho, dispensando como ele dispensou instituições como as políticas recomendando que o povo brasileiro, segundo a própria atual Constituição Federal de 1988, instituinte de tais instituições tomasse o poder na época do impeachment de Dilma Rousseff (2016); tomasse-o o poder das garras do estamento burocrático que o oprime, eis uma verdadeira revolução brasileira. Ele que dispensou as universidades e até a Igreja Católica e de dizer-se em um certo momento ecumenista radical pertencente a todas as grandes religiões tradicionais de leste a oeste do mundo. Ele que dispensou os meios cognitivos de representação do conhecimento por uma intuição, tudo isso parece levar, e mais no gnosticismo extremado olaviano a um subjetivismo.




Mas eu acho que não. Parece a mim que subjetivismo são os meios de representação do conhecimento: a razão, a lógica, até mesmo a Igreja Católica com seus dogmas, mesmo a fé que por si pode ser cega, junto com a obediência à hierarquia divina católica que por si pode ser meramente humana e quem a ela se aferra é uma besta tomando o meio pelo fim tal qual as bestas atrás de diplomas universitários para não morarem em favelas ou periferias ou os influencers de redes sociais que não influenciam em nada com seus cenários faustianos cheios de livros os quais eles não os leem é nada.




Então, subjetivista é a mãe de quem chama a nós, gnósticos, nós, os lobos solitários peregrinos da sabedoria.

quinta-feira, 16 de outubro de 2025

O eu erro

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Mito da caverna (todos os direitos reservados da imagem supra)



No tal Tratado de Ateologia de Michel Onfray ele admite que o ateísmo é um fechamento do homem no eu, no subjetivismo, é um fechamento no eu erro, eu erro por mim mesmo sem um conhecimento objetivo do mundo por meio de Deus que é aquele sol de fora da caverna tenebrosa e do engano descrita por Platão no livro VII de A República.



O homem por si mesmo não decifra a nada, para ele tudo são aparências, fenômenos, subjetivismo e sua falsa ciência fenomenológica: o engano de que o mundo vai a reboque da consciência e intencionalidade humana: o nazismo que perseguiu Edmund Husserl judeu, ele sistematizador da fenomenologia, sombras projetadas no fundo da caverna diante dele escravo manietado, porque desde o nascimento concebido em pecado por sua mãe. O eu por si mesmo, o eu erro, a consequência do ateísmo é a evidência de que é preciso ser burro, muito burro para ser ateu.

domingo, 1 de setembro de 2024

Crítica da Razão Pura

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Os livros de Immanuel Kant, pelo menos Kritik der reiner Vernunft (Crítica da Razão Pura), não servem nem para a limpar a bunda. Kant estabeleceu que doravante a partir dele, bem demonstrou Olavo de Carvalho na aula sobre Kant da coleção História Essencial da Filosofia da editora É Realizações, não se tem mais o cuidado de falar em realidade, mas só em humanidade ou diria-se subjetividade, intersubjetividade sendo que o que se pode conhecer é o que é conforme o que universalmente todos os homens podem enquanto homens saber, porém, não se sabe se as coisas são assim mesmo. Tudo parece muito cuidadoso, diz Olavo, contudo é efetivo o resultado anarquizante pela falta de objetividade e ainda vem a esquerda dizer que Pablo Marçal é o bandido que ele de fato o é, fato e ser que só são acessíveis a quem renuncie o kantismo e de resto renuncie a esquerda que é amoral.

domingo, 2 de junho de 2024

Cães danados do relativismo, do desconstrucionismo, da incognoscibilidade da coisa em si

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu estava assistindo hoje a um vídeo ao mesmo tempo maluco e revoltante de um dos cães danados do relativismo, do desconstrucionismo, da incognosbilidade da coisa em si. O vídeo é daquele tal Rodrigo Kenji do canal Normose do site YouTube. O vídeo ainda é maluco, porque desconhece o brocardo latino que diz ars longa, vita brevis. Qual é o homem de carne e osso que pode tudo saber, ter toda a ciência a não ser Deus, diria Pitágoras de Samos ou ele teria dito os deuses, dado o politeísmo de sua época? Coisa certíssima, a ciência absolutamente certa é a dos dogmas católicos, assim a Igreja Católica sempre reinvindicou para si tal estatuto. Quem é que pode com toda a bibliografia e fontes sobre um assunto ou uma ciência enumerado em um único artigo acadêmico querer que um grande público, e não só especialistas ou um raro gênio que já as tenham lido e estudado e quem pode saber o que virá sobre sua própria ciência depois de sua morte? Retomando o dogma, o dogma católico garante a vida eterna a quem nele crê, a humana ciência pode depois da morte do intelectual relegá-lo ao esquecimento por insciência mesmo que ele tenha sido um gênio


A questão toda de Kenji é a de querer evitar as famigeradas fake news usadas e abusadas pela direita, por hora fora do Palácio do Planalto, porém, reinante e assunto obsessivo no Brasil dos dias que correm. A esquerda de Kenji é a dos cães danados, porque já bem disse Luiz Felipe Pondé de que depois de décadas de professores universitários de esquerda dizendo que a verdade não existe, a coisa em si é incognoscível da filosofia de Immanuel Kant, a besta germânica que dizia que nem é possível fazer-se relações de causa e efeito, que a direita deslumbrada pelo poder na época de Jair Messias Bolsonaro, pôs em prática o que há gerações aprendeu de ditadura do relativismo, perspectivismo nietzscheano e usou e abusou da farsa das fake news e do termo "narrativa", do discurso meramente sofístico da Atenas de outrora, para manter-se no poder.


A esquerda, os socialistas, falarem de verdade, fazem-me rir, o que há para eles é sempre ideologia a não ser na própria esquerda. Não pode haver neutralidade, imparcialidade, objetividade isso desde pelo menos o subjetivismo de René Descartes e turbinado por Kant. O que há é um ser absolutamente inexistente por não ser objeto de conhecimento nem para si mesmo. O que há são impulsos e forças, uma vontade cega e louca, não iluminada pelo intelecto, em busca de viver, poder e crer. São uns cães danados estes escarlates que foram destronados no Brasil de hoje, depois de décadas de sólio de poder exclusivo, mesmo que a quadrilha petista do Foro de São Paulo tenha voltado desde 2023 a ser inquilina no Palácio da Alvorada.

sábado, 20 de maio de 2023

Resposta a um comunista que se basta como merda

Autoria: João Emiliano Martins Neto




Resposta ao comunista que se basta como merda (printscreen acima):


Eliandro da Silva Gonçalves, tu que te intitulas comunista e isso basta para saber que tu, junto com Paulo Ghiraldelli Júnior, vocês são ou idiotas úteis, companheiros de viagem (compagnons de route) de psicopatas comunistas ou vocês são psicopatas comunistas, tertium non datur quid. Fica sabendo que o maior dogmatismo e dogmatismo a partir de uma afirmação totalmente infundada como a de Ghiraldelli que diz que o real é coisa de um "reizinho". O "reizinho" na verdade talvez seja o teu pai e o pai de Ghiraldelli, junto com todos os comunistas sem qualquer exceção, que não deixaram vocês possuírem sexualmente as mães de vocês, se está certo o diagnóstico sobre vocês dado por Sigmund Freud no que ele diz do complexo de Édipo. Freud que sofria de tal complexo, visto que ele era ateu, tal qual vocês, ele que odiava o pai judeu fraco cujo chapéu dele era derrubado pelos antissemitas lá no Reino do Norte dos hiperbóreos (Áustria). Diante do real e da verdade, diante da sabedoria, a estupidez é de vocês, não há o que vocês discutirem, a não ser que vocês sejam mesmo idiotas úteis. Só cabe o silêncio para os esquerdistas malditos mais astuciosos. Cabe o retiro, jamais a contemplação que não está ao alcance dos idiotas e é acompanhada de sentimentos que é algo impossível para psicopatas. Cabe o silêncio e o retiro da parte de gente revoltada à semelhança de vocês. Nunca um discernimento é só astúcia. Vocês estrategicamente descem novamente para o esgoto que é o lugar de vocês e ali vocês se constituírem no rio de ódio que um dia há de desaguar em uma nova tentativa insana política e cultural de vocês que pode ser a defesa dos esquizofrênicos supostamente transgêneros e de resto da pauta woke e queer, ou na tentativa eurasiana de Vladimir Putin, o agente da KGB, o que é um grande upgrade.

sexta-feira, 19 de maio de 2023

O básico sobre a subjetividade para um esquerdista

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

O básico sobre a subjetividade para um esquerdista tal qual Paulo Ghiraldelli Júnior que é a besta quadrada talvez psicótica que precisaria tomar um remedinho antipsicótico que eu tomo todos os dias que é o risperidona, pois eu também sou psicótico. É que para ele, a besta, que acha que a realidade é coisa de um "reizinho", e que é lavagem cerebral de um mestre como Olavo de Cavalho buscar o real, Ghiraldelli talvez sofra de complexo de Édipo e veja no real e em Deus, no final de tudo, que estabeleceu o real, uma lembrança do pai dele que não o permitiu possuir sexualmente a mãe. Não é para o demente esquerdista Ghiraldelli o real a coisa como ela é e que se nos limita com justiça e lucidez, porém, nos possibilita pelo autoconhecimento, pelo conhecimento do mundo e nos dá a perspecitiva do divino na Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana.

quinta-feira, 16 de setembro de 2021

No tempo do aggiornamento: a modernidade santificada

Autoria: João Emiliano Martins Neto


A partir do Concílio Ecumênico Vaticano II alguma coisa como o protestantismo antes visto pelos padres antigos de forma, em geral, definitiva como heresia é visto como uma forma de espiritualidade cristã que pode ter elementos exímios e de validade e santificação. Os edifícios das comunidades eclesiais protestantes devem ser promovidos e preservados, diz um dos documentos do Concílio, a Unitatis Redintegratio, e assim a devoção privada, íntima, pessoal e segundo os sentimentos e livre escolha do homem por não pertencer à Igreja Católica deve ser preservada e é valorizada.


Ok, modernidade é autossuficiência, é racionalismo, é materialismo histórico e dialético ou marxismo, é subjetivismo, é um sentimento e contém uma ideia de liberdade sem uma noção firme de bem e verdade, pelo menos eu a entendo assim, conforme os cânones clássicos e medievais, mas, de alguma forma tais coisas passaram a ser levadas em conta e respeitadas, nem que seja no sentido de um diálogo, de uma escuta e entendimento maior por parte da Igreja no que antigamente era proselitismo e condenação que tomavam todo o espaço e tempo dos católicos. O entendimento do que seja o mundo por parte do sujeito é levado em conta, contudo, é claro que devemos corrigir a modernidade, pois de alguma forma o mundo, o real, insinua-se ao homem com sua presença dizendo ao homem o que é tal mundo.


O cristianismo a partir de tal Concílio passou a valorizar o homem, São Paulo VI, o Papa do Concílio de feliz e perpétua memória fazia loas ao homem e o cristianismo passou a ser visto como a religião do homem, coisa tremendamente ruim para os mais tradicionalistas radicais e fechados, rígidos. Religião do homem e como não seria algo assim o cristianismo visto que é o cristianismo a religião do Deus feito homem que quis desde a Virgem Maria na anunciação do Senhor colocar nas mãos do homem, de sua livre vontade e discernimento a união do homem à verdade cuja fonte é Deus e a reconciliação com tal verdade, repetindo, por sua livre vontade, visto que o próprio Jesus Cristo no horto das oliveiras livremente submeteu-se à vontade do Pai sendo que Ele preferia que o seu cálice de dor fosse-lhe passado de sua mão (São Mateus 26, 39).


No tempo do aggiornamento em que vivemos, em suma, a Santa Igreja Católica vem tentando provar, não sem os desafios próprios de nossa época, que não há de haver tempo e circunstância, por mais refratária que seja tal qual de fato em alguns aspectos mostra-se a modernidade muito contrária ao cristianismo, todavia, não há época em que a eternidade, em que a verdade, nas quais, respectivamente, o homem não possa ser inserido e verdade na qual ele não possa aderir. Se a verdade cristã é a verdade, se Cristo não mentiu ao dizer ser a verdade e não um costume restrito à épocas pretéritas e se a verdade vence tudo, veritas omnia vincit, a modernidade em que vivemos quando ela passar há de ser apenas a moldura atual da obra de arte de beleza, verdade e bem que o Criador quis conceber para a sua criatura e na qual a sua criatura humana está inserida, criatura que viva expressa a glória desse mesmo Criador.

quarta-feira, 23 de junho de 2021

Contra a modernidade, contra o subjetivismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Homens modernos como os protestantes, os liberais e os comunistas, apegam-se ao subjetivismo como se a verdade sobre o mundo que no fim das contas é na verdade Deus, não fosse uma presença, tal qual quando, como dizemos aqui no Brasil de forma proverbial, estamos na chuva é para nos molhar, pois a água presente entre nós é evidente que tende a molhar-nos.

 

Para os homens modernos tudo é questão do homem sozinho, emancipado de Deus e da Santa Igreja Católica Romana, emancipado por fim da própria presença de alguma coisa chamada mundo, como queria René Descartes com o seu eu pensante, a fim de que o homem por si mesmo por em ordem todas as coisas. O homem por si mesmo interpreta sozinho a Bíblia Sagrada e o homem sozinho interpreta o que seja a verdade do mundo sem passar por Deus, sem passar pela Igreja Católica, sem passar, enfim, por algum critério objetivo, de fato, realista, ou seja, o mundo mesmo que sempre está sempre aí e que mais cedo ou mais tarde pedir-nos-á contas, acerca do que seja o mundo. Mas, o homem moderno, talvez por algum tipo de autismo, fica somente pelo critério subjetivo, enfim, do arbítrio, do totalitarismo da humanismo radical imanentista e da ditadura do relativismo e da opinião.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Pentecohisterismo e Carnalidade!

Eu vejo a questão carismática pentecostal como o fruto dos excessos racionalistas escolásticos de Roma, antes da Reforma protestante, e como fruto dos excessos nominalistas voluntaristas e subjetivistas de uma arriscada Teologia sem Filosofia, baseada na experiência e não na reflexão, e isso foi um efeito colateral da própria Reforma. Acho que o Pentecostalismo é bem isso somado a um certo anacronismo pentecostal de achar que a Igreja de Cristo precisaria de novos Pentecostes como se o batismo em águas de hoje fosse o mesmo de São João, o Batista; como se os cristãos até o ano de 1900 desconhecessem a Terceira Pessoa da Trindade que teria sido efetivada na Igreja com a histeria carismática pentecostal dos últimos 117 anos. Historicamente o batismo em águas coincide com o batismo no Espírito, mas o gosto pela bagunça e maluquice faz certas pessoas passarem por cima da boa ordem, da decência, passarem por cima da boa razão, reflexão, Teologia e, por fim, rasgarem a Escritura.

 

sexta-feira, 10 de março de 2017

O diabo

O diabo foi o primeiro ser moderno, o primeiro a defender o eu, a independência, o pluralismo e a diversidade, porque ele, junto com seu séquito e certos homens até hoje, resolvem ir na contra mão da realidade, das coisas como Deus as quis. O diabo é a célula cancerígena, a ira e cólera divina, junto com seu exército e certos homens que dilaceram o tecido, a organicidade do mundo, do ser.

terça-feira, 1 de março de 2016

Cristianismo, o pai da modernidade

Segundo o grande filósofo espanhol, Julián Marías, Santo Agostinho teria sido o primeiro homem moderno. Por causa, justamente, daquela idéia dele de busca da interioridade humana para se achar a verdade. Note que o Doutor da Graça é cristão, então, parece que algo individualista, não citaria neste instante subjetivista, como o Protestantismo e a modernidade como um todo com o cartesianismo e tal, são fatos nas idéias humanas, na história das idéias, filhas mesmas do Cristianismo. Claro que não é possível negar, como fazem os radicais protestantes, a institucionalidade da Igreja, mas o Cristianismo é algo interior, sim, e a salvação está aberta, por exemplo, segundo um Santo Ambrósio de Milão até mesmo para quem ainda não foi batizado, de fato, na água, mas que desejou o batismo, entende? É o chamado batismo de desejo. A salvação está aberta para quem segue os ditames da própria consciência quando rigorosa, quando aquele indivíduo busca, sinceramente, a verdade, procura ter uma vida ética. Foi o próprio Santo Padre Francisco que em carta a um ateu, recentemente, disse isso, que a boa consciência desse ateu o levaria para o Céu, mesmo que sem uma confissão nominal de fé em Cristo.

O Protestantismo parece ser algo inevitável, é uma tentação, sem dúvida alguma que é tentação por ser heresia e erro, parece ser algo irrefragável no Cristianismo, porque a nossa fé é algo que em muitos casos é decidida no interior de cada um, no coração de cada um. A verdade não está fora, como diria Santo Agostinho.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

A marcha avançada para o abismo

Tanto uma nação quanto um partido, apregoados respectivamente por débeis mentais como nazifascistas e comunistas, respondem  a atavismos tribais, respondem ao anseio humano de pertencimento coisa que o individualismo e o subjetivismo iniciado pela Reforma Protestante na aurora da modernidade haviam desgarrado o homem primeiro da Igreja Católica para depois o  lançar em marcha avançada da modernidade rumo a movimentos de massa totalitários genocidas como os nazifascistas e comunista.

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