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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho
Olavo de Carvalho " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
Subjetivismo e gnosticismo
quinta-feira, 16 de outubro de 2025
O eu erro
| Mito da caverna (todos os direitos reservados da imagem supra) |
domingo, 1 de setembro de 2024
Crítica da Razão Pura
Autoria: João Emiliano Martins Neto
domingo, 2 de junho de 2024
Cães danados do relativismo, do desconstrucionismo, da incognoscibilidade da coisa em si
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Eu estava assistindo hoje a um vídeo ao mesmo tempo maluco e revoltante de um dos cães danados do relativismo, do desconstrucionismo, da incognosbilidade da coisa em si. O vídeo é daquele tal Rodrigo Kenji do canal Normose do site YouTube. O vídeo ainda é maluco, porque desconhece o brocardo latino que diz ars longa, vita brevis. Qual é o homem de carne e osso que pode tudo saber, ter toda a ciência a não ser Deus, diria Pitágoras de Samos ou ele teria dito os deuses, dado o politeísmo de sua época? Coisa certíssima, a ciência absolutamente certa é a dos dogmas católicos, assim a Igreja Católica sempre reinvindicou para si tal estatuto. Quem é que pode com toda a bibliografia e fontes sobre um assunto ou uma ciência enumerado em um único artigo acadêmico querer que um grande público, e não só especialistas ou um raro gênio que já as tenham lido e estudado e quem pode saber o que virá sobre sua própria ciência depois de sua morte? Retomando o dogma, o dogma católico garante a vida eterna a quem nele crê, a humana ciência pode depois da morte do intelectual relegá-lo ao esquecimento por insciência mesmo que ele tenha sido um gênio
A questão toda de Kenji é a de querer evitar as famigeradas fake news usadas e abusadas pela direita, por hora fora do Palácio do Planalto, porém, reinante e assunto obsessivo no Brasil dos dias que correm. A esquerda de Kenji é a dos cães danados, porque já bem disse Luiz Felipe Pondé de que depois de décadas de professores universitários de esquerda dizendo que a verdade não existe, a coisa em si é incognoscível da filosofia de Immanuel Kant, a besta germânica que dizia que nem é possível fazer-se relações de causa e efeito, que a direita deslumbrada pelo poder na época de Jair Messias Bolsonaro, pôs em prática o que há gerações aprendeu de ditadura do relativismo, perspectivismo nietzscheano e usou e abusou da farsa das fake news e do termo "narrativa", do discurso meramente sofístico da Atenas de outrora, para manter-se no poder.
A esquerda, os socialistas, falarem de verdade, fazem-me rir, o que há para eles é sempre ideologia a não ser na própria esquerda. Não pode haver neutralidade, imparcialidade, objetividade isso desde pelo menos o subjetivismo de René Descartes e turbinado por Kant. O que há é um ser absolutamente inexistente por não ser objeto de conhecimento nem para si mesmo. O que há são impulsos e forças, uma vontade cega e louca, não iluminada pelo intelecto, em busca de viver, poder e crer. São uns cães danados estes escarlates que foram destronados no Brasil de hoje, depois de décadas de sólio de poder exclusivo, mesmo que a quadrilha petista do Foro de São Paulo tenha voltado desde 2023 a ser inquilina no Palácio da Alvorada.
sábado, 20 de maio de 2023
Resposta a um comunista que se basta como merda
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Resposta ao comunista que se basta como merda (printscreen acima):
sexta-feira, 19 de maio de 2023
O básico sobre a subjetividade para um esquerdista
Autoria: João Emiliano Martins Neto
O básico sobre a subjetividade para um esquerdista tal qual Paulo Ghiraldelli Júnior que é a besta quadrada talvez psicótica que precisaria tomar um remedinho antipsicótico que eu tomo todos os dias que é o risperidona, pois eu também sou psicótico. É que para ele, a besta, que acha que a realidade é coisa de um "reizinho", e que é lavagem cerebral de um mestre como Olavo de Cavalho buscar o real, Ghiraldelli talvez sofra de complexo de Édipo e veja no real e em Deus, no final de tudo, que estabeleceu o real, uma lembrança do pai dele que não o permitiu possuir sexualmente a mãe. Não é para o demente esquerdista Ghiraldelli o real a coisa como ela é e que se nos limita com justiça e lucidez, porém, nos possibilita pelo autoconhecimento, pelo conhecimento do mundo e nos dá a perspecitiva do divino na Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana.
quinta-feira, 16 de setembro de 2021
No tempo do aggiornamento: a modernidade santificada
Autoria: João Emiliano Martins Neto
A partir do Concílio Ecumênico Vaticano II alguma coisa como o protestantismo antes visto pelos padres antigos de forma, em geral, definitiva como heresia é visto como uma forma de espiritualidade cristã que pode ter elementos exímios e de validade e santificação. Os edifícios das comunidades eclesiais protestantes devem ser promovidos e preservados, diz um dos documentos do Concílio, a Unitatis Redintegratio, e assim a devoção privada, íntima, pessoal e segundo os sentimentos e livre escolha do homem por não pertencer à Igreja Católica deve ser preservada e é valorizada.
Ok, modernidade é autossuficiência, é racionalismo, é materialismo histórico e dialético ou marxismo, é subjetivismo, é um sentimento e contém uma ideia de liberdade sem uma noção firme de bem e verdade, pelo menos eu a entendo assim, conforme os cânones clássicos e medievais, mas, de alguma forma tais coisas passaram a ser levadas em conta e respeitadas, nem que seja no sentido de um diálogo, de uma escuta e entendimento maior por parte da Igreja no que antigamente era proselitismo e condenação que tomavam todo o espaço e tempo dos católicos. O entendimento do que seja o mundo por parte do sujeito é levado em conta, contudo, é claro que devemos corrigir a modernidade, pois de alguma forma o mundo, o real, insinua-se ao homem com sua presença dizendo ao homem o que é tal mundo.
O cristianismo a partir de tal Concílio passou a valorizar o homem, São Paulo VI, o Papa do Concílio de feliz e perpétua memória fazia loas ao homem e o cristianismo passou a ser visto como a religião do homem, coisa tremendamente ruim para os mais tradicionalistas radicais e fechados, rígidos. Religião do homem e como não seria algo assim o cristianismo visto que é o cristianismo a religião do Deus feito homem que quis desde a Virgem Maria na anunciação do Senhor colocar nas mãos do homem, de sua livre vontade e discernimento a união do homem à verdade cuja fonte é Deus e a reconciliação com tal verdade, repetindo, por sua livre vontade, visto que o próprio Jesus Cristo no horto das oliveiras livremente submeteu-se à vontade do Pai sendo que Ele preferia que o seu cálice de dor fosse-lhe passado de sua mão (São Mateus 26, 39).
No tempo do aggiornamento em que vivemos, em suma, a Santa Igreja Católica vem tentando provar, não sem os desafios próprios de nossa época, que não há de haver tempo e circunstância, por mais refratária que seja tal qual de fato em alguns aspectos mostra-se a modernidade muito contrária ao cristianismo, todavia, não há época em que a eternidade, em que a verdade, nas quais, respectivamente, o homem não possa ser inserido e verdade na qual ele não possa aderir. Se a verdade cristã é a verdade, se Cristo não mentiu ao dizer ser a verdade e não um costume restrito à épocas pretéritas e se a verdade vence tudo, veritas omnia vincit, a modernidade em que vivemos quando ela passar há de ser apenas a moldura atual da obra de arte de beleza, verdade e bem que o Criador quis conceber para a sua criatura e na qual a sua criatura humana está inserida, criatura que viva expressa a glória desse mesmo Criador.
quarta-feira, 23 de junho de 2021
Contra a modernidade, contra o subjetivismo
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Homens modernos como os protestantes, os liberais e os comunistas, apegam-se ao subjetivismo como se a verdade sobre o mundo que no fim das contas é na verdade Deus, não fosse uma presença, tal qual quando, como dizemos aqui no Brasil de forma proverbial, estamos na chuva é para nos molhar, pois a água presente entre nós é evidente que tende a molhar-nos.
Para os homens modernos tudo é questão do homem sozinho, emancipado de Deus e da Santa Igreja Católica Romana, emancipado por fim da própria presença de alguma coisa chamada mundo, como queria René Descartes com o seu eu pensante, a fim de que o homem por si mesmo por em ordem todas as coisas. O homem por si mesmo interpreta sozinho a Bíblia Sagrada e o homem sozinho interpreta o que seja a verdade do mundo sem passar por Deus, sem passar pela Igreja Católica, sem passar, enfim, por algum critério objetivo, de fato, realista, ou seja, o mundo mesmo que sempre está sempre aí e que mais cedo ou mais tarde pedir-nos-á contas, acerca do que seja o mundo. Mas, o homem moderno, talvez por algum tipo de autismo, fica somente pelo critério subjetivo, enfim, do arbítrio, do totalitarismo da humanismo radical imanentista e da ditadura do relativismo e da opinião.
sexta-feira, 7 de julho de 2017
Pentecohisterismo e Carnalidade!
sexta-feira, 10 de março de 2017
O diabo
terça-feira, 5 de julho de 2016
terça-feira, 1 de março de 2016
Cristianismo, o pai da modernidade
O Protestantismo parece ser algo inevitável, é uma tentação, sem dúvida alguma que é tentação por ser heresia e erro, parece ser algo irrefragável no Cristianismo, porque a nossa fé é algo que em muitos casos é decidida no interior de cada um, no coração de cada um. A verdade não está fora, como diria Santo Agostinho.
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
A marcha avançada para o abismo
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