Pesquisar este blog

Postagem em destaque

O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

Mostrando postagens com marcador Melquisedeque. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Melquisedeque. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Philosophia ancilla theologiae

Autoria: João Emiliano Martins Neto 








A filosofia é um nada depois de Jesus Cristo, senão em ser uma auxiliar da Sagrada Teologia, sua senhora e rainha soberana, para teorizar sobre o dado revelado pelo Senhor Deus possuidor do céu e da terra, disse o rei de Salém, Melquisedeque. Nada no céu e na terra teorizado pelos filósofos escapa do senhorio do Deus que se revela. Céu e terra tateado pelas miseráveis serpentes que arrastam-se que são os toscos cientistas modernos empiricistas de um praticismo infernal sem nunca questionarem os porquês e os fins, ficando só nos "comos" ou no funcionamento interno de cada coisa. O Deus que se revela que passa pela Sagrada Teologia para a qual a filosofia é só dela uma pobre escrava, uma toupeira com catarata, com a pequena razão humana.

domingo, 12 de maio de 2024

Minha política: o fator Melquisedeque através do laicato na política

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Antes do anoitecer, antes do meu naufrágio na minha pouca fé que assola-me e que pode ainda levar-me a morrer no pecado homossexual, eu ainda quero dizer algo do que é a minha concepção de política que é o fator Melquisedeque através do laicato na política. De fato, não são especificamente os padres que se tornam governantes, reis, presidentes e parlamentares, apesar deles serem reis e sacerdotes, pertencentes à mesma ordem sacerdotal do rei Melquisedeque, sacerdote do Deus Altíssimo (Gênesis 14, 18b). Além de profetas os sacerdotes católicos romanos são profetas, mas, os leigos romanos também são reis, profetas e sacerdotes de alguma forma, diz o atual Catecismo da Igreja Católica (nº.1546).



O fator Melquisedeque através do laicato na política é o de chegar-se ao Estado ideal que é o católico, à ética política católica que de forma alguma é ideologia como pensava Olavo de Carvalho ao renunciar à ética política e à busca do Estado ideal caindo no mesmo erro do medonho Nicolau Maquiavel, o erro amoral dos amorais Olavo de Carvalho e Nicolau Maquiavel. Olavo que fez uso do vazio que era o seu fantoche, Jair Messias Bolsonaro, que deixou um rastro de destruição de pelo menos 400 mil pessoas falecidas na conta dele no Brasil por causa da peste de Covid-19, desguiado que ele foi por Carvalho que morreu provavelmente da peste que ele negou a existência.



O fator Melquisedeque é por meio do laicato chegar a este mundo o reinado social de Jesus Cristo em Estados católicos confessionais, e que os governantes católicos tenham paz e concórdia promovendo a Igreja Católica que é uma das intenções do santos padres os papas de todos os tempo, no mundo todo e Melquisedeque, tipo de Cristo, sendo rei neste mundo como ele era rei de Salém, chamado rei de Justiça.

quarta-feira, 8 de maio de 2024

Minha política: contra o ser pós-lapsário a favor do dever ser cristão

Autoria: João Emiliano Martins Neto


A minha concepção de política opõe-se a de Olavo de Carvalho, conforme eu escrevi no artigo passado, no que ele diz de que não buscava um Estado ideal, a ética política, o dever ser, pois ele dizia que isso acabaria em contaminação ideológica, sendo que Carvalho ao ser questionado por um católico que defendia o catolicismo na política, na certa que o reinado social de Jesus Cristo, ele disse ser isso ideologia, aquele discurso meramente pretextual, era assim que Carvalho conceituava ideologia, para encobrir um mero projeto de poder humano. Eu sou contra um tal ser pós-lapsário, o ser atual decaído pela desobediência de Adão e Eva, diante do qual Carvalho em um fatalismo não questionava melhorá-lo. Ser pós-lapsário que pode chegar a mostrar-se monstruoso, o caso dos psicopatas, aliás, tão comuns na política. Eu sou favor de um dever ser cristão no qual este mundo é melhorado através dos sacramentos que o diga o sacramento da ordem da Igreja Católica por meio do qual simples homens passam a agir in persona Christi, quem vê os padres vê o próprio Senhor Jesus Cristo, pertencentes que eles são, junto com Cristo, à ordem sacerdotal do rei Melquisedeque, que é rei e sacerdote, rei de Salém que foi encontro de Abraão (Hebreus 7, 1) , daí ser um erro a regra atual, se eu não me engano que atual, da Igreja que proíbe que os padres romanos sejam políticos, pois a unção deles é régia e sacerdotal, contando com a profética, coisa que nenhum leigo católico dispõe como os padres a dispõem.


Melhorando o mundo, é primoroso o dever ser cristão por meio de um sacramento qual o da ordem, porque é o Cristo mesmo por meio dos sacerdotes que governariam de forma qualificada este mundo desde o Papa o Status Civitatis Vaticanae e outrora os Estados papais. Platão sentir-se-ia realizado com tal governo. Muito mais excelente é o sacramento, mistério da Eucaristia para o melhoramento do mundo. Tal sacramento, antes pelo sacramento da confissão, cura a alma da chaga do pecado original e das chagas dos pecados atuais, em particular o da confissão. Era um péssimo católico, um católico tipicamente brasileiro Olavo de Carvalho, ao ele não buscar um Estado ideal, a sociedade ideal, o dever ser. Este mundo decaído deixado a si só cava abismos cada vez mais fundos para si. A política junto com a ética e a moral que são do âmbito da ação devem prever para si o agir da melhor forma possível baseadas nos princípios, a ação sem princípios, sem as ideias corretas é como um cego andando na rua.

Highlights

Outros sites relevantes