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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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terça-feira, 1 de setembro de 2026

Meu diário: o toque da burrice

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Filósofo Platão 



Ontem, dia 31 de agosto de 2026, eu fui tocado pela burrice. Fui tocado pelo tato e pelo paladar, porque antes vi, um grande pênis de um rapaz naquele lugar de perdição que é a Praça da República daqui da minha cidade de Belém do Pará.





Bom, eu acho-me muito platônico, gnóstico e a minha filosofia religiosa espiritualista levar-me-ia a isto, pois os entes deste mundo corpóreo, sensível, podem ser uma forte tentação a não descobrir-se a verdade do ser, o verdadeiro existente que se encontra no inteligível por causa da malícia, e da malícia do maior dos maliciosos de todos os tempos que é Immanuel Kant com o seu humanismo totalitário que fecha o acesso à mesma verdade do ser, a coisa em si. Espírito é inteligência, o corpo, a matéria, a sensibilidade tende a obliterar a sabedoria, distraí-la, crucificar o espírito diria Platão. Este pobre corpo, matéria, este mundo cá de baixo sensível entrópico cujo destino é a podridão, é acabar dissolvido em seus elementos quando do Juízo Final. 






Que Deus ajude-me a não cair no feitiço do corpo e da sensibilidade neste mundo decaído revoltados contra o esclarecimento, a sabedoria, doa como doer ao corpo, assim exorcizando os demônios.

domingo, 23 de agosto de 2026

E que viva Nossa Senhora de Nazaré! (conto cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






O rapaz sem camisa, cabelo black-power castanho escuro, branco, de óculos, seco e peludo com calças estampadíssimas largas e esvoaçantes em motivos florais, Caetano Veloso na juventude, afeminado, recebeu a pobre ovelha, um homem um tanto fora do peso com chapéu panamá já com os seus quase cinqüenta anos de idade considerado feio pelo falso padre conciliar, ovelha dispersa órfã do já há muito falecido verdadeiro pastor Pio XII, no puteiro gay-hetero outrora instalado na casa velha da velha e decadente Avenida Nazaré no bairro de Nazaré de Belém do Pará.




- Quanto é a entrada? - perguntou a ovelha que mesmo tendo tendências homossexuais luta contra elas.




- 10 reais. - respondeu o afeminado exótico do puteiro.




- Ah, ok. Obrigado pela informação. - despediu-se a ovelha.




- Quem era? - perguntou do alto da escada uma mulher um tanto nervosa começando a ficar suarenta com os seios quase à mostra enlaçados por fios de naylon em uma trama de couro com shortinho de couro ambos negros e uma bota vermelha. Seus cabelos eram também black-power de cor lilás e louro acobreado típico de mulheres vulgares do povo guamaense, jurunense e da Terra Firme, bairros da capital paraense. Ela e outras mulheres ali estavam enciumadas e nervosas, um tanto suarentas, não tanto pelo clima de Belém quanto pela influência do demônio e dos maus costumes de seus machos no fogo da paixão invertida gay, modismo à beira do transexualismo atual  como o rapaz seco afeminado, seu ficante.





- Era um velho. Queria saber o valor da entrada. Para ele é 10 reais... - respondeu o invertido da calça esvoaçante quase uma saia estampada que atendeu a pobre ovelha sem pastor.





- Viado, se ele fosse gato tu deixavas entrar de graça pra te comer, né? Já não tô gostando disso... - redargüiu a mulher suando um pouco mais de ciúmes do rapaz. Ela suava um pouco mais, também porque um diabinho com aspecto de osga pulou do nada para o seu pescoço e mordeu-lhe.





"Adeus ao homem." - pensou o velho dono da casa antiga em seu quartinho. Sua casa nos quartos frontais, tornada em puteiro, da Avenida Nazaré. "Eu já tô velho, acabado, elas não vão me querer..." - concluiu pensando o velho, um homem sequíssimo pela idade avançada, ele muito branco, com sardas, pernas finas, sequíssimas, sequíssimo, acabado, com óculos...





- Olha, o cu é meu; eu já tô de saco cheio de você. O cu é meu e eu dou para quem eu quiser. - respondeu o rapaz, os outros rapazes alguns na flor da idade proporcionando a beleza fresca da juventude diziam o mesmo para suas ficantes. O cu é dele disse o jovem sem camisa acima referido para a mulher supracitada apertados os seios de melão estourando na roupa negra de couro como em fios de cadarço como que de tênis, irresistível para qualquer sapatônica, mulher sáfica.





Ela sentou-se, cruzou os braços e as pernas balançando-as e batia os dedos da mão direita com suas unhas vermelhíssimas bem feitas de gavião sobre a mesa, não muito nervosamente. Ele assentou-se ao seu lado. Ela tocou-lhe no ombro nu e peludo do jovem.





Um outro jovem muito bem apessoado com rosto um tanto arredondado e uma barbinha castanha comentou:





- Nós recebemos, vocês, as meninas, aqui, mas o que vocês querem mesmo é ficar com homem que bate em mulher.





- A gente quer homem, tá! - respondeu uma outra moça morena escura com também cabelo black-power com traje tomara que caia e saia jeans.





- Homem que bate, isso, sim! Vocês são bolsonaristas! Vai logo pra a igreja evangélica! - respondeu o rapaz bem apessoado com peito nu sem pêlos, com muitos cabelos nas axilas, sem camisa, cabelo castanho com topete, baixinho de pernas grossas peludas e voz potente, apesar da inclinação homossexual detestável.





Detestável na vil muito velha missão de sua chefia desde o Éden missão de reduzir a pó o homem prometendo-lhe o pináculo da infinitude no nada de sua finitude e autonomia kantiana uma cobra brilhosa no brilho próprio azulado que até o maior negrume tem saiu da vala, da sarjeta da frente da casa antiga onde instalava-se o puteiro na avenida Nazaré. Uma cobra que navegando na vala de frente da casa, subiu a calçada e entrou na casa. O cãozinho da casa ganhindo escondeu-se. Uma senhora que rezava um Santo Rosário transeunte na calçada deixou cair as contas do Rosário no chão. Detestável a serpente atravessou as paredes da casa e subindo, imperceptível, sobre o rapaz com axilas extremamente peludas fez ele abrir os braços apoiando as mãos cruzadas sobre a cabeça, sensual, uma ereção começou a despontar em seu pênis de médio a pequeno e bem grosso com uma grande cabeça demonstrando o plus que mulher nenhuma tem com o seu buraco, vagina, entre as pernas. Também como algumas vezes acontecia nessas ocasiões pensamentos as vezes rápidos e intromissivos da detestável sua mãe que o oprimia e ao pai na sua infância, talvez a causa de seu homossexualismo, intrometia-se em sua mente. Certa vez ele achou estar esquizofrênico ao ver um demônio vomitando um líquido pastoso verde na cara de sua mãe enquanto ela desafiava o seu pai e xingava-o. Ele com sua voz grossa piscou os olhos para um rapaz louro e bem alto, com um rosto que resplandecia a recém saída da infância, 18 anos recém completos era a sua auréola, que estava no canto da sala e foram ambos sodomizarem-se mutuamente em um quartinho reservado.





A cobra deu meia-volta e um diabinho montou nela como em um cavalo.





- O nosso chefe lá no Éden quer isso, para além do bem e do mal, nós estabelecemos bem e mal. Somos kantianos, autônomos, übermensch, e que os homens acreditem em nós, que sintam sono, tédio profundo sintam-no de fazerem o certo definido pelo Inimigo. - com a garra esquerda em punho cerrado em riste socialista disse o diabinho montado na cobra preto azulada de tão preta de tão pobre em sua miséria diabólica. O diabinho tinha a pele de cinza a negra com grossas estrias que pareciam listras, tábuas paralelas em seu dorso, braços e pernas com seus chifres retorçidos, cauda de jacaré e um pênis humano duro.





Um rapaz nos seus quarenta e quatro anos de idade, moreno claro, olhos verdes, cabelos longos bem negros abraçava uma menina balofa bem branca no puteiro e beija-lhe os ombros nus afastando-lhe as alças de sua roupa para beijar-lhe.





- Já foi à Missa, amor? - perguntou a moça?





- Ih! Lá vem o papa-hóstia! - pulando na forma de uma aranha, um diabo, aterrizou invisível na mesa de ambos.





- Fui cedo na Paróquia da Santíssima Trindade. Tu sabes que eu gosto da rapaziada, aqui, não sou chato, moralista. O meu plus é Deus, é muito mais interessante Deus. - respondeu o rapaz cabeludo de quarenta e quatro anos.





- Eu não quero que tu te percas. - suplicou a moça balofa.





- Ah, se eles soubessem quanto estão no nosso papo e do nosso Mestre. - disse a cobra preta e azulada, verdadeira sucuri invisibilizada pela angelitude, Cobra- Norato, montada pelo diabinho da pele estriada de cinza a negro.






- Eu não sou moralista. Acho mais interessante uma abordagem intelectual. O pênis é para a vagina e vice-versa, é biologicamente evidente, segundo a lei natural rumo a lei divina, partes descendentes e ascendentes da mesma lei divina, Palavra de Deus. Um dia muitos deles perceberão e eu sou amigo deles para estar do lado dos despertos. Eu vou casar contigo minha balofinha. Aqui nesta casa tu sabes que todos os anos nós e eles com emoção vemos a Nazinha passar no Círio. E que viva Nossa Senhora de Nazaré! - concluiu o rapaz que trajava uma camisa da procissão paraense católica do Círio de Nazaré de Belém em uma calça social preta com sapatos de couro cinza com detalhes em metal.





domingo, 2 de agosto de 2026

Pobre diário: e os críticos broxantes ao sedevacantismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Pobre diário, ainda hoje dia 2 de agosto de 2026, tenho que escrever em ti aqui e agora sobre as broxantes críticas ao sedevacantismo. As tais podem explicar-se, da parte da garotada do Trad Talk do site YouTube, porque eles batem muita punheta e são sodomizados por travestis nas caladas da noite de São Paulo e Rio Janeiro, Porto Alegre ou aqui na minha cidade de Belém do Pará e tem que correr na emergência para os confessionários improvisados da Roma modernista e protestante. 




A crítica tosca que eu vi hoje no tal Trad Talk juvenil é que a posição jesuítica, daquele jeito juridicativo, legalista, da banca advocatícia, é que o herege precisaria de uma posição oficial, até em um concílio que declare aquele lobo, impostor como um não Papa, um antipapa, decaído do sumo pontificado. Ora, o gloriosíssimo Doutor Escolhido, o Doutor das Controvérsias, São Roberto Belarmino, um jesuíta que destoou de sua ordem junto com o cânon 188 e parágrafo 4 do Código de Direito Canônico de 1917, diz que o Papa herege está ipso facto deposto do pontificado sem a necessidade de uma sentença. Está fora tanto quanto o Senhor Jesus Cristo reconheceu que as suas ovelhas fogem de um filho da puta como Samuel Câmara ou um Wojtyla que beijou o Corão. Ele foi deposto o lobo por direito divino, por Deus, pela metafísica, a dura e resistente realidade disse não; o depôs como qualquer criatura não pode realmente, metafisicamente ser o Criador e ninguém nasce gay, ninguém nasce com um cu que não seja só para cagar.  Pois um herege não é membro da Igreja, não é cristão, muito menos a sua cabeça.




Bom, mas na correria da punheta batida e da sodomia praticada o que se vê é a correria para a Roma moderna da esquina. É da vida...

domingo, 22 de março de 2026

De novo as imbeCIS (melhorando o raciocínio)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






De novo as imbeCIS, porque vendo sensatamente a teoria de gênero as realmente imbeCIS querem confundir o ser humano com cadelas latindo que elas forçam em ser ou a gatas, morcegas ou outro mamífero. Mulher e homem têm lá o seu lastro biológico, mas é muito uma performance tanto o é assim que os dementes pais e mães de pets colocam lacinhos cor-de-rosa em cadelas, humanizam-nas, o que para tais seres baixos pouco importa, pois que o que importa a cadelas, gatas, morcegas é parir e para as fêmeas da espécie humana seria o mesmo?




Mas não é assim nem para o extremo reacionarismo de um São Paulo Apóstolo Diviníssimo, pois ele cobrou das filhas de Eva além delas parirem, que tenham fé e busquem a santificação, o que são itens que partem de Deus com a colaboração HUMANA por exemplo por meio do gnosticismo para não acabarem doidas na fé cega fideísta. Tudo isso é alheio às bestas, aos pets, seres a que as bestas imbeCIS querem reduzir o ser humano, pessoas machos ou fêmeas, os quais, respectivamente, não gestam ou gestam.

sábado, 21 de março de 2026

Uma lupa no estereótipo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Com uma lupa no estereótipo nesta questão de gênero levantada na eleição da ou do deputado (a) Érika Hilton para a Presidência da tal Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados do Parlamento desta Republiqueta de apedeutas satisfeitos nota-se que em parte o homem e a mulher, macho e fêmea da espécie humana, é na verdade tal lugar-comum o genótipo e fenótipo. A questão de ser homem ou mulher, humanamente macho e fêmea é cultural, é uma performance, pois os mais completos retardados mentais pais e mães de pets colocam até laços e gravatas em cães machos e fêmeas. Mas a coisa é também biológica: genotípica e fenotípica ou obtém-se por hormônios uma transição de gênero, jamais fenótipo-genotípica, é evidente.




Um homem de verdade (homem no convencional), macho da espécie humana pode fecundar uma fêmea verdadeira, a verdadeira mulher (a convenção de mulher) que pelo menos potencialmente gesta e menstrua são tais atividades o de fato estereótipo, o clichê, a mesmice até a rotina mais banal familiar, ginecológica e urológica, porque baseados na biologia comum nos seres humanos, nos demais mamíferos incomensuravelmente abaixo do homem e comum nos galináceos e também nos jumentos animais e seres humanos, as imbeCIS de direita brasileira, enferma pelo bolsonarismo e pelo MBL doenças infantis do atual reacionarismo brasileiro, que agora estão adotando oportunista que o é o lugar-de-fala esquerdopata.

terça-feira, 14 de outubro de 2025

Márcio Rolim

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Márcio Rolim (todos os direitos reservados da imagem supra)



Eu vi uma postagem de Márcio Rolim no YouTube de uma vitória do demônio na vida dele em que em duas instâncias na (In)justiça brasileira o movimento LGBT ganhou de uma família herética evanjegue protestante que através de um filho criança deles que dizia o óbvio: cu é para cagar, apesar de doidos e no fogo das paixões discordemos, nós, LGBTs ou em específico, nós, LGBs, porque o T de transexual muitas vezes na prática tem relacionamentos heterossexuais ainda que doidos disfarcem-se do sexo oposto.



A bicha fanática política no dogma do ânus guloso, Marcianita fanática em Rolinhas, Márcio Rolim, que nascido no Estado do Amazonas cresceu na minha cidade natal de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará, ela deve odiar o Círio de Nossa Senhora de Nazaré. Ela não tem jeito, não entende que cu é para cagar, o sexo é primariamente para a reprodução e para reproduzir-se e muito, para conceber-se muitos filhos. O demônio talvez não largue ela para ela largar esta falsa religião política dela do cu guloso e ela destarte não vem nunca para uma religião verdadeira, a única religião verdadeira neste mundo que é o catolicismo apostólico romano que é também uma ciência verdadeira, a única ciência verdadeira sobre Deus, o homem, o mundo. Acorda, bicha! Marcianita das Rolinhas está toda cagada, de tão viciada em penetrações e felatio com machos, ela pegou a Tia (HIV/AIDS).



A tal família evanjegue protestante, mesmo sendo pobrezinha herética protestante evanjegue, se perdeu para as leis positivadas injustas brasileiras feitas por políticos bandidos que acham que mesmo a doutrina celeste cristã seria tudo ideologia ou discursos como uma desculpa esfarrapada a qual nem o político acredita para a tomada do poder pelo poder e sem nenhum pudor. Contudo, pode-se dizer que para uma boa consciência segundo a reta razão, e segundo o que resta de cristianismo verdadeiro na falsificação protestante, tal família ganhou, porque cu é para cagar, a mona Rolinha não vê. Ela deveria largar de ser louca precisando ela no limite ficar internada em um dos hospícios onde eu fiquei internado aqui na nossa cidade de Belém, ali na ala psiquiátrica do Hospital de Clínicas Gaspar Vianna que fica no bairro da Pedreira, o Bairro do Samba e do Amor.

segunda-feira, 17 de março de 2025

Uma sombra no êxodo homossexual

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu noto que uma sombra no êxodo homossexual, sobre quem quer ser um ex-gay, é a incompreensão de quem tem a inclinação inversiva homossexual com relação ao fato de que o macho é para a fêmea e vice-versa a fim de terem um relacionamento fecundo, aberto à vida, e indissolúvel por meio do auxílio sobrenatural do sacramento do matrimônio na Igreja Católica, porque sem tal auxílio ainda que sem o peso da inversão homossexual uma sombra análoga pode abater-se no relacionamento heterossexual quando apenas visto pela perspectiva natural torta, reducionista, determinística, histórica. 


Tal sombra vem junto com um materialismo atroz, um apego ao corpo, às formas físicas dos belos corpos, de sua juventude que passa muito rápido, isso também pode ocorrer no meio heterossexual, porém, no meio homossexual parece incoercível o apego ao corpo, ao histórico, à duração, porque é esmagador o peso da inversão homossexual cerrando o céu a um céu de bronze no relacionamento estéril homossexual por sua própria natureza no qual não pode advir a concepção de um santo, de um filósofo, de um cientista, de um devoto da Virgem Maria de tal tipo de relacionamento homossexual.


Que tenhamos a sabedoria para vencermos tal sombra de incompreensão de que o macho é para a fêmea e vice-versa é a minha oração constante diante de imagens da Madona Santíssima para que Ela que é a Sede da Sabedoria, possa dar sabedoria a nós que temos a inclinação homossexual para vencermos tal sombra e assim vencermos todos os condicionamentos racistas e por isso que pretendem solapar o livre-abítrio humano para um apego tão forte ao corpo, aos belos corpos cuja beleza passa pelos corpos, passa por este mundo, contudo, os transcende em muito chegando a Deus matriz das ideias de bem, verdade, beleza que encontram-se nas almas humanas, porque feitas à imagem e semelhança de Deus juntamente com os corpos. Amém.

sexta-feira, 16 de agosto de 2024

Flecha viril (poesia cristã)

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Ó flecha viril, lança do mundo caído, cupido

É só o recorte de alguém, ínfimo recorte

Terrível tentação.

Não serei mais explícito sobre ti tal flecha em nome do pudor 

Que revela a alma e não a deixa perder-se

Da caridade de Jesus Cristo que constrange-nos.

A caridade que não deixa que por tão pouco de ti, ó flecha viril

Tentação

Recorte

Carne

Da finitude física, mesquinho cúpido.

sábado, 18 de maio de 2024

Os estereótipos sexuais, o orgulho deles, a biologia e as teorias de gênero

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Os esterótipos sexuais binários de homem e mulher comportam um orgulho que se sente por eles, mormente no lado masculino com o machismo, baseados na biologia dos sexos masculino e feminino que são um desafio à homossexualidade e às teorias de gênero, isso quando são teorias, quando há algum tratamento reflexivo, e não são mesmo puro instinto que envolvem a realidade alicerçada na biologia de um mamífero como o ser humano.


Dia desses eu fui zombado por uma gaiata de rua, empregadinha doméstica, sendo chamado de "amiga" por ela pelo fato de eu ser homossexual e isto mexeu com o meu orgulho de macho, eu que se me entrego de alguma forma, muitas vezes indireta a algo de sexual, nem digo diretamente homossexual eu logo procuro o sacramento da confissão para reconciliar-me com Deus. Eu, portanto, pelo menos naquele momento da zombaria da fulana eu estava absolvido da prática do esporte que de novo crucifica o Senhor Jesus Cristo que deu a sua vida por todos indistintamente seja sob qualquer circunstância, paixão gay ou não que alguém sofra.


Os não binários existem, fazem parte da sopinha de letrinhas LGBTQIAPN+. São aqueles que não se veem como homem ou mulher, eu não conheço nenhum concretamente e pessoalmente, mas, eu imagino que raciocinando pelos estereótipos sexuais deve ser uma figura estranha, um homem um tanto afeminado ou uma mulher um tanto masculizada ou para além do estereótipo pode ser um andrógino à maneira de um David Bowie ou o Baphomet, um ser másculo, porém, com seios femininos. Não sei...


Quem não quer ser escarnecido por desafiar a biologia, a natureza e não sentir queimar a sua carne de homem carnal, divorciado e alienado da infinitude metafísica em sua ética ou falta de ética da finitude, carnal, que renuncie a homossexualidade, nem digo que esqueça as teorias de gênero que ainda são uma novidade no mundo do pensamento. Que se torne católico romano, e terá a consciência tranquila por meio ordinário do sacramento da confissão, é o que eu tento fazer mesmo que não raro encontrando-me como um náufrago por brincar em um abismo cujo fundo espera-me um afogamento, a morte.

terça-feira, 3 de outubro de 2023

Homem e mulher

 Autoria: João Emiliano Martins Neto


O homem é superior à mulher, ele é racional, é fisicamente mais alto, mais forte e é naturalmente mais belo sem precisar ser vaidoso como as mulheres, as quais sem os seus enfeites se saem medíocres, dizia mais ou menos assim o filósofo Friedrich Nietzsche. A mulher é louca, fala demais, tende a ser histérica, é manipulável, é dominada pelas emoções, são enjoativas, exploram o homem. Na mulher, em Eva e não em Adão, o diabo encontrou uma maneira de entrar no coração do homem, Eva pecou primeiro, diz o Apóstolo (São Paulo).

quarta-feira, 26 de julho de 2023

Prática homossexual: a dor do ridículo constante ou intermitente e o alívio no céu e na terra

Autoria: João Emiliano Martins Neto


A prática homossexual envolve algum tipo de punição já aqui na terra, alertou o Papa São Pio X em seu Catecismo Maior, que é pelo menos o ridículo constante, senão o intermitente de pelo menos algum gaiato vir a fazer uma piadinha, afinal, nós, LGBT, somos os piores homens. Por que? Porque parece que somos burros, não nos convencemos de uma vez por todas que o pênis é para a vagina e vice-versa e a união de ambos deve ser em vista da geração de uma nova vida?


O nosso alívio pode vir do céu com o acolhimento que Jesus Cristo, Ele que é o bálsamo de Galaad, que com o seu sangue como o vinho da parábola do bom samaritano lava as nossas feridas causadas pelo pecado na nossa descida de Jerusalém para Jericó, aqui em Belém do Pará seria a Jericó a Praça da República que é um point gay informal daqui da capital paraense, quando fomos assaltados por bandidos que nos deixam desacordados como diz tal parábola. Os bandidos podem ser os demônios que nos conduzem à morte de nossa alma pela prática do pecado mortal que é a homossexuailidade ou um bandido mesmo de carne e osso, humano que pode vir a fazer-nos algum mal ainda mais em um bas-fond perigoso como tal Praça, e eu sei bem o que é isso ali onde eu já fui assaltado várias vezes. E Jesus como o bom samartiano derrama em nossas feridas o óleo, sangue e óleo através do sacramento da penitência, que é o Espírito Santo que retorna às nossas almas reconciliadas com Deus.


Ou o nosso alívio a nós, LGBT, vem da terra no gozo sexual de uns poucos segundos em comparação à uma vida inteira de ridículo constante ou pelo menos intermitente e culpa, culpa se não somos psicopatas ou se não somos tão burros para deixarmos de perceber a verdade que há na Igreja Católica. Os corpos, o erotismo, a nudez masculina ou feminina, os pelos corporais dos rapazes, o contato corpo a corpo, o beijo quente, os órgãos sexuais, a penetração tudo isto junto com bebidas alcoólicas, cigarro, outros incluem absolutamente indevidamente as drogas, podem servir de um alívio terreno.

sexta-feira, 26 de maio de 2023

Macho pela metade

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Hoje, dia 26 de maio deste ano da graça de Nosso Senhor Jesus Cristo de 2023, eu pratiquei o esporte (homossexualismo) ali no Cine Ópera, daqui da minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará, um cinema pornográfico de filmes heterossexuais, mas, muito frequentado por nós, gays e por travestis e transexuais mulher trans. Hoje eu tive ali a minha cota de ser um macho pela metade, fui ativo com um camarada ali, "comi" ele, fui o sodomita ou devasso na tradução católica da Bíblia Sagrada.


Acho que eu já mencionei, arrisco me repetir aqui, em outro artigo neste meu blog que o que me resta de masculinidade é eu ser ativo com homens, nunca o fui com mulheres. Fui o macho pela metade, mas, é melhor do que nada, é melhor do que sempre ser o passivo, o afeminado ou macio, segundo o Livro por excelência. O ativo é o chamado veado superior, assim eu o chamo, ele é melhor do que o passivo. O ativo talvez possa ousar dizer com mais orgulho o amor que o move a possuir outro homem sendo ele homem pela metade, macho pela metade, ele ainda é lobisomem, porque só com uma mulher seria homem, é o que aconteceu hoje à tarde comigo.

quarta-feira, 12 de abril de 2023

A homossexualidade é uma doença?

Autoria: João Emiliano Martins Neto


A homossexualidade é uma doença? Parece que sim. Que o diga que seria uma doença o na época Cardeal Joseph Ratzinger. Em uma frase ao meu ver um tanto confusa, se eu bem recordo dela que eu li em um jornal local daqui da minha cidade de Belém do Pará, capital do Estado do Pará, no jornal O Liberal do dia 20 de abril do ano de 2005, um dia depois da eleição dele a Romano Pontífice. Ratzinger disse, ao meu ver enigmaticamente: "A homossexualidade não é um pecado em si, é um mal moral intrínseco, logo, é uma enfermidade." Eu não sou teólogo e nem filósofo, mas, do que eu sei de mal moral, o mal moral é o pecado. Então, a homossexualidade é um pecado em si mesmo, portanto, é uma enfermidade. A prática homossexual enfermiça a alma humana. Ratzinger foi confuso. Mas, o que esperar de um neoteólogo condenado pelo Papa Pio XII na encíclica Humani Generis? Dom Ratzinger, futuro Papa Bento XVI, quis amaciar com os gays, neoteólogo que era com um pé na cozinha da apostasia, ao mesmo tempo que na mesma frase os condena. Teria ele querido dizer os homossexuais praticantes colocados no mesmo balaio dos homossexuais santos, castos e celibatários leais a Deus?


Parece-me que a homossexualidade seja uma doença, se a praticamos, nós, homossexuais. Segue-se que com a prática nossa alma restaria prostrada, doente, dominada pelo fascismo LGBT, por exemplo, que é o que afetaria em praticantes da homossexualidade mais materialmente e concretamente a sociedade, a Politeia. Ficaríamos nós, homossexuais, dominados pelo espírito de Satã que é o espírito do orgulho. Realmente o orgulho nos domina, eu digo isso por experiência própria, não aceitamos críticas, é o fascismo ou esquerdismo, comunismo, socialismo ou coletivismo, é o fascio LGBT de amargurados como nós que hoje nos unimos politicamente em uma facção política para a defesa da inversão e loucura homossexual. Apesar de ser inversão e loucura que eu gosto muito e já caí em tal mal e talvez ainda vá cair milhares de vezes, não posso negar para graças a Deus não acabar na sorte dos hipócritas. Aliás, sobre a militância LGBT, eu me mantenho prudentemente afastado nem se eu não fosse católico romano praticante. Militância que promove as paradas LGBTQIA+ na qual diz-se ali de orgulho, ou seja, parece ser doença a homossexualidade, espiritualmente uma doença, porque o orgulho é um dos vícios capitais. 


Concretamente o que me fez escrever este presentemente artigo aqui é que uma moça em um restaurante chamado Amazon Deli - Coffee Shop, em uma rua perto de minha casa, ali na Avenida Comandante Braz de Aguiar, daqui da capital, no bairro de Nazaré, ela está me hostilizando. Não sei, parece-me que ela não gostou de meu jeito falante, comunicativo, e falando de temas polêmicos como a política que no Brasil de hoje está polarizada. Aliás, eu costumo falar, significar até o tema inominável, insignificante que é a homossexualidade, segundo a interpretação que católicos tradicionalistas dão ao esporte, ao homossexualismo. Sem alma não se come nem um Chicabon, dizia Nelson Rodrigues, a prática homossexual não seria exceção, por isso ela mereceria algum tipo de expressão. Eu que estou anos-luz de ser um escritor. Eu estou desconfiando por certas reações dela que ela estaria sendo homofóbica, termo equívoco que coloca a menor discordância à homossexualidade ao lado da violência assassina contra homossexuais. Para piorar eu fico com medo dela. Eu temo as mulheres talvez, porque eu seja um macho realmente frouxo e a tal ponto de frouxidão e covardia, eu sou horrorosamente covarde, que eu sou homossexual, não gosto sexualmente das mulheres, seria eu um homem tão diferente cuja diferença é tal que chegaria à deficiência. Talvez eu seja assim pelo excesso de mulheres que com as quais eu convivi a vida interira, sobretudo com uma mãe revoltada que sempre quis meio que ser o homem da casa com mania de limpeza e ordem e que sempre disse que queria ser "o meu pai um dia". Ai desta mulher do restaurante! Ai dela! O meu orgulho LGBT pode acabar por esmagá-la, eu talvez com o espírito de Satã no couro não aceito críticas à minha inversão. A homossexualidade me colocaria em trevas sobre trevas, já escrevi a respeito destas supostas trevas sobre trevas homossexuais aqui neste meu blog. O homossexual é de tal jeito que ele se acha absolutamente indevidamente incriticável. Conforme cita luminosamente Olavo de Carvalho, o próprio Deus aceitou sair de orelha quente diante das críticas de seu servo sofredor Jó enquanto nós, homossexuais, tão pecadores se praticamos o esporte, não aceitamos críticas, não me refiro à violência assassina contra nós o que é óbvio que é condenável.


Até aqui alguém pode dizer que haveria desde Dom Joseph Ratzinger até o que foi escrito até aqui uma confusão entre prática homossexual e inclinação homossexual. Eu não faço tal confusão. De alguma forma fiz tacitamente a distinção antes. Eu mesmo sou homossexual, segue-se que eu sei fazer tal distinção e qualquer pessoa minimamente inteligente pode fazê-lo independentemente de inclinações quaisquer. A confusão vem sobretudo do antigo Papa, no entanto, entende-se, na confusão que é a ambiguidade da Nova Teologia por ele defendida onde nada é nada e querendo ser um centro católico equilibrado não raramente se cai à esquerda, condenando-se o meio tradicionalista católico. Sem dúvida alguma que ou nós, homossexuais, sejamos religiosos ou não, abandonamos o erro homossexual e é erro, pois que realmente, concretamente, sem mencionar dogma religioso, na "materialidade" para usar um jargão marxista, o pênis é para a vagina. Pênis é para a vagina e vice-versa, uma mínima e boa noção bem presente do real pode persuadir a nós, homossexuais e demais LGBT a abandonamos o esporte, a prática homossexual, porque com justa e inteligente lealdade às coisas como são. Se formos religiosos católicos, de preferência, teremos a graça de Deus para nos ajudar em nossa vida de celibato e castidade. Agora, se continuarmos indecisos em uma situação de lusco-fusco que é diabólica, é coisa de ladrão diria Jesus Cristo com relação aos que vieram antes dele e permanecermos na prática homossexual, vamos estar fracos pela culpa, e digo culpa segundo a realidade mesma em sua presença concreta na "materialidade": pênis é para a vagina e vice-versa. Repetindo, o macho encaixa na fêmea. Vamos estar fracos pela culpa de irmos contra a razão, contra a realidade e verdade de que ninguém menos do que Deus fez homem e mulher. Ficaremos fracos pela culpa moral e viciados pelo orgulho, como que possessos pelo espírito de Satã. Vamos acabar no final de tudo no fascismo e tirania LGBT.


Dizem que Deus não existe e na prática muitos de nós que nos arrogamos católicos romanos agimos no cotidiano como se Deus não existisse. Onde que nas cidades do ocidente, aqui no Brasil que é um país ocidental e o dito maior país católico, avançado, encontram-se imagens de santos pelo menos nas esquinas das ruas conforme preconizava o Segundo Concílio de Niceia do século VIII que combateu os iconoclastas? Nossas vidas são altamente laicas, de corre-corre atrás do deus dinheiro que ficou no lugar de Deus, é uma vida mergulhada na imanência, no que é criado, no que é o menos real que não é causa sui sendo Ele mesmo a sabedoria que é o que ocorre com Deus.


Dizem que Deus não existe, todavia, parece que cientificamente, historicamente e concretamente realmente na presença de carne e osso humana de certos homens muito maus tal qual eu mesmo, parece que o Diabo existe. Por que? Porque diante do fascismo LGBT baseado no orgulho, baseado no espírito de Satã, que quer o seu reino de trevas neste mundo assim como ele ocorre no inferno e na base ora da sedução e ora na base da força bruta parece que pelo menos Satã de alguma forma existe. Satã, o Diabo que age ora pela tentação, ora na base da força bruta que o digam os extremos que são as possessões demoníacas e de gente que já foi gravemente ferida ou morta pelas tais possessões. Seria uma possessão demoníaca em vista de tomar o poder pelo poder e sem qualquer pudor que é o que ocorreria com o fascismo LGBTQUIA+. Dizem que Deus não existe, entretanto, parece que realmente ele existiria na minha covardia - e nós, os covardes, os mais baixos dos viciosos, diz o livro do Apocalispe, que seremos os primeiros a sermos precipitados no inferno - porque talvez eu esteja escrevendo o que estou escrevendo até aqui movido pela minha horrorosa e lamentável covardia diante de uma pobre funcionária do Amazon Deli que quer um respiro e temeria a ação deletéria gay, talvez. Pode-se defender que Satã, o Diabo, a antiga serpente existe e cientificamente, socialmente é real e concreto diante de eu ser frouxo e covarde, fraco, como eu já disse, além de fascista LGBT e que ele existiria diante da chamada revolução de "gênero" que é extremamente fascista ou esquerdista, comunista ou socialista, tanto faz, é o fascio. Revolução do tal "gênero" que começou no feminismo, avançou no homossexualismo e hoje chega à questão meio que esquizofrênica dos transgêneros.

sábado, 1 de abril de 2023

A questão de gênero

Autoria: João Emiliano Martins Neto



Uma suposta mulher trans comunista conhecida no YouTube pelo nome de Soviet Lunox, que em um vídeo do referido site estava conversando com um perigoso ideólogo stalinista chamado Ian Neves e se ele é stalinista o que um ditador cruel, Josef Stálin, faria com uma coisa no mínimo exótica do tipo a ou o tal Lunox? Lunox já explicou que o que os transgêneros querem não é a mudança de sexo e sim a mudança de gênero. O termo correto seria transgênero e não transexual, segundo a ou o exótico ou exótica Lunox. Isto tudo é ideologia de gênero até o fim, apesar de seus proponentes negarem. Porque se quer com um discurso que visa o poder subverter a realidade. Que eu saiba gênero é um termo mais genérico, vem de algo que é geral assim como há o gênero generalissimo no qual está incluso o homem e até uma pedra como seres, existentes que são, sejam vivos como o homem ou brutos tal qual a pedra. No caso gênero humano tem a ver com o próprio ser humano enquanto gênero e em tal gênero há os sexos. Eu acho que o termo gênero é só para disfarçar que se quer mudar é o sexo, é a transexualidade, então, e não transgeneralidade. Eu acho que o que no fim de tudo se quer é que o homem possa realmente ser autossuficiente em relação ao que seria uma ditadura da verdade do ser, do que há de mais concreto, então, o homem poderia ser se quisesse um cachorro. Aí haveria, de fato, uma transição de gênero. Uns já disseram que são dragões. Já ouvi falar de um tal "sereio" que seria um tritão gay, masculino gay da sereia da mitologia.



Sobre esta tal questão de gênero, eu estou para ver um suposto homem trans, uma suposta mulher que teria virado homem, acabar em uma madrugada aqui na minha cidade de Belém do Pará entre nós, gays, homens biológicos em uma putaria ali na Praça da República, conosco, o suposto homem trans mexendo na vagina dele ou dela, que é só isso que ele ou ela tem a oferecer, como se fosse um pênis ele ou ela mexendo em sua parte íntima como nós, homens biológicos, nos masturbamos e fazemos outras coisas ali na referida Praça, point gay informal famoso daqui da capital do Estado do Pará. Ele ou ela não vai fazer isso, não é mesmo? Vai ficar é em casa guardado ou guardada junto com as outras mulheres, porque é mulher, fêmea, no final das contas. Ela ou ele não vai querer ficar ali na República para até ser abusada ou abusado sexualmente e acabar engravidando. Pasme, homens trans engravidam em tudo semelhante ao ser mulher que ele ou ela renega. Mulher nunca é dada ao nível de putaria que nós, homens, gays ou não somos dados. Mulher nenhuma arrisca entrar no número da maior parte dos bandidos do mundo que são homens, que eu saiba. E nós, fazendo sexo lá na Praça da República daqui da capital, somos bandidos, se eu não engano mesmo que na calada noite e sem ninguém vendo eu acho que fazer sexo em público seria um crime.

quinta-feira, 30 de março de 2023

Sexo e o espiritualismo em face da História

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Uma prova do materialismo deletério na história humana: Olavo de Carvalho, Heloísa e a gonorreia


Dia desses eu pratiquei o esporte, tive relações homossexuais, e com uma das pessoas, eu tinha bebido no dia, um parceiro meu de longa data, eu pedi-lhe um beijinho depois do ato. Ele recusou. Ele é do tipo de homem que faz sexo homens (HSH), é do estilo de sem ser pelo menos assumidamente homossexual, ainda que na prática ele seja homossexual, é o homossexual dito superior que é o ativo, é o devasso ou sodomita mais bem aceito e até estimulado pela sociedade patriarcal latina.


Um espiritualismo histórico, o espiritualismo em face da História é algo de misterioso, mas, muito forte, que o diga a minha vontade de afeto para com o meu parceiro sexual, o que vai muito além da mera cópula anal, é algo metafísico, além, espiritual. Um espiritualismo em face da História passa despercebido diante da pompa do mundo com suas necessidades grosseiras, por exemplo, no caso do meu parceiro e no meu caso, necessidade grosseira de sexo, contando-se com a pompa do macho ativo que copula. Tem também a necessidade de comida, bebida, abrigo, segurança, no caso das grandes cidades, a segurança contra bandidos.


Um espiritualismo em face da História seria uma evidência do que verdadeiramente humaniza e até mesmo diviniza o homem. Só uma pessoa muito louca ou um psicopata tipo Olavo de Carvalho seria uma máquina de fazer sexo, ele que pegou gonorreia de suas muitas amantes - ele só teve amantes na vida e hipócrita se dizia católico romano - e quase transmitiu a doença para a filha primogênita, Heloísa de Carvalho Martin Arribas, criança à época que sentava na mesma privada do banheiro que ele (vide o print acima).

quarta-feira, 8 de março de 2023

Dia da não-mulher

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Deputado Nikolas Ferreira escarnecendo como deputada "Nikole"


Hoje, dia 8 de março de 2023 é Dia Internacional da Mulher, pode ser considerado o dia da não-mulher dado o crescimento da psicose, o crescimento de homens que se sentem mulheres e vice-versa. Podem me chamar de transfóbico, mas, de fato causa aversão ao ódio à realidade, à verdade que é gente que como um Napoleão de hospício dizer que é algo que não é.


Eu agora há pouco em uma rápida pesquisada no site de vídeos pornográficos, o Xvideos, fui ver a cara ou o corpo das tais mulheres trans, homens que alegadamente teriam se tornado mulheres e só vi ali homens fantasiados de mulheres, contudo, com grandes e perfeitos pênis, são homens, ora bolas!


Dou todo o meu apoio ao deputado Nikolas Ferreira, ele que já foi muito injusto por apoiar Jair Messias Bolsonaro e por difamar Nando Moura dizendo que ele teria saído com um travesti, no entanto, dou meu apoio a ele pelo discurso dele, até de escárnio ao colocar uma peruca loira, da tribuna da Câmara dos Deputados, por se opor aos transexuais que estão tomando o lugar das mulheres verdadeiras, biológicas, só porque se sentem mulheres, loucos!


Eu sou homossexual, todavia, por favor, sem demência, sem aquele excesso de letras, o tal LGBTQUIA+, é maluquice tantas letras que eu nem sei direito o que significam, se é que é para ser entendido. O T de transexuais é aceitar o Napoleão de hospício? Eu acho que a homossexualidade já é complicado demais por si. Eu mesmo uma vez estava meio que adormecendo e eu delirei na cama achando que eu tinha como que uma forma feminina. Que só se fique no antigo GLS que são os gays, lésbicas e simpatizantes, entretanto, sem a violência extrema que é um ser humano cortar o seu órgão sexual, cortar o seu pênis e bolsa escrotal, cortar o seu seio para virar um tal mulher ou homem trans o que é impossível, já é demais. O sexo nunca pode neste mundo ser transcendido, a não ser n'outro mundo onde Jesus Cristo garantiu que seremos como anjos, onde ninguém mais casará um com outro, nem se tomará em casamento.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023

Os evanjegues e os excluídos sexuais: fanatismo e desilusão amorosa

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Ontem eu estava novamente no famoso cinema pornográfico daqui da minha cidade de Belém do Pará, o Cine Ópera, e apesar da minha - na minha opinião - sensualidade e eu estar ali nu e abrindo as minhas partes íntimas só uma pessoa pertencente a um grupo seleto me sodomizou, mas, muito rapidamente, não chegou ao orgasmo, ele disse que o meu ânus é apertado e a camisinha, segundo ele, teria se rasgado. O grupo de homens a que ele pertencia e ele próprio depois me excluiu, contudo, logo no início uns dois homens ali queriam curtir comigo, um deles um corôa muito atraente, todavia, eu disse que acabara de chegar e ainda ia beber umas garrafinhas buchudinhas de catuaba que eu tinha comprado.


Eu acabei no final de tudo da minha estada excluído ali no Ópera, fui um excluído sexual, apesar de eu me insinuar para os homens ali, um deles ali riu do meu erotismo de abrir as minhas partes íntimas, as minhas nádegas, para conquistá-lo, será ridículo no final de tudo o erotismo? Seria o deus Cupido um deus menor? Eu acho que a não satisfação sexual pode gerar opções na vida como o ser fanático por ordem e limpeza, seria esse o caso de minha mãe perfeccionista? Seria o caso dos malditos evanjegues, os protestantes pentecostais ou neopentecostais que têm os seus pastores que gritam, que berram de seus púlpitos imperativos categóricos? Dane-se o real para eles, o dever ser é tudo e aos berros, isso seria sintoma de uma falta de sexo aguda e da mais alta gravidade?


A desilusão amororosa, quando não nos querem afetiva e carnalmente ou a repressão sexual, a fim de se propiciar a civilização e todo o bem que disso advém poderia gerar fanatismo religioso ou um apego quase que militarista a ordem e limpeza e aos imperativos categóricos aos berros dos pastores protestantes. A repressão sexual propicia a civilização a exemplo do amor a Deus sobre todas as coisas. Civilização ainda que com mal-estar, diria Sigmund Freud, contudo, ele era suspeito visto que pegou a própria cunhada, então, para ele era algo bem enjoado a civilização. E Deus seria algo como que de fato pouco interessante sexualmente, ainda mais para os evanjegues protestantes que não concebem nada de criado e natural como expressão do divino. Deus que é expressamente uma vacuidade para o bandido psicopata, aquele tal Samuel Câmara, líder da primeira seita Assembleia de Deus que surgiu no mundo na minha cidade de Belém, e se Deus seria uma vacuidade faltar-lhe-ia o corpo que para o qual se apegam os mais eróticos tipo eu e o bandido. Com a civilização temos o amor ao próximo, o próximo que pode ser bem desinteressante sexualmente, pode estar doente, muito pobre, pode ser feio, cheirar mal, pode estar afetado pelos mais baixos vícios, pode ser burro, ignorante, pode ser tosco, é um pobretão qualquer que o que é a civilização, no seu aporte cristão pelo cultivo do amor no sentido caritas, aí entraria o Deus cristão que é caritas, parece, portanto, ser o verdadeiro, o mais sublime e estaria acima de Cupido se o erotismo acabar ridículo, risível. A divindade cristã, chefe desta que chamamos de civilização ocidental manda amar o próximo, ajudá-lo.

Repetente

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu sou repetente, fui de novo, hoje, ao confessionário confessar o meu pecado contra o sexto mandamento, o pecado contra a castidade. De novo, de novo e de novo vivo no confessionário confessando a minha prática no esporte, o esporte da homossexualidade. Sou o repetente. Eu sou um desafio à fé dos padres daqui da minha Arquidiocese de Belém do Pará para os quais eu me confesso a que durante um dia que poderia ser simbolicamente o período de um milênio ou de uma vida em que por sete vezes eu a eles peça perdão no confessionário, eles por sete vezes, número da perfeição, a perfeita trangressão, eles tenham fé e me perdoem, conforme ensinou Jesus Cristo na Bíblia Sagrada.


Eu poderia até considerar que o sexo fosse o mais importante. Sexo ou mais, o erotismo que os psicólogos dizem ser importante para uma vida psíquica saudável. Se eu não achasse que só o sexo, ou uma genitalidade, tornaria a vida limitada, mesquinha e acanhada. O sexo - ou mais propriamente a genitalidade - como solução de tudo se eu não levasse em conta os frutos das castidade e da continência ensinadas pela Igreja Católica Apostólica Romana que deram ao mundo civilização, ordem, sobretudo amor a Deus sobre todas as coisas, Ele que aprendemos na religião que é digno de ser amado sobre todas as coisas, e o amor ao próximo mesmo o próximo o mais "broxante", triste, pobre que ele seja, um próximo sem nenhum erotismo ou sex appeal que seja.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2022

Born to be gay ou trevas sobre trevas

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Parece que o que ocorre comigo que sou homossexual e com muitos homossexuais é que born to be gay. A gente nasceu para ser gay e não poderíamos ser outra coisa. Não haveria compromisso e lugar para nós, gays, com o divino, esse nem se fala, a oposição seria total, porque é como dizia o Filósofo (Aristóteles) sobre a metafísica, dizia ele que as últimas coisas opõem-se às primeiras e no caso de nós, homossexuais, as últimas coisas do tipo do sexo e o erotismo às quais terrivelmente nos aferramos opõem-se àss primeiras. Não haveria compromisso com a religião, por exemplo, nas sagradas ordens como ser padre ou bispo, o Papa Bento XVI e hoje com o Papa Francisco confirmou a interdição de nós, gays, à vida religiosa na Igreja Católica Apostólica Romana. Eu tentei ser padre, mas, fui impedido logo na entrada na primeira entrevista no seminário da minha arquidiocese. O padre ali que me entrevistou, chefe do seminário, Seminário Maior São Pio X da Arquidiocese de Belém do Pará, padre Lindomar, ainda se insinuou sexualmente para mim, portanto, ele é um fariseu hipócrita, ele é um homossexual, ainda que talvez superior, ativo, mas é tão homossexual quanto eu, é o devasso condenado por São Paulo (1 Coríntios 6, 9 Bíblia Sagrada Ave-Maria). O tal padre também deveria ter sido impedido de ascender às sagradas e divinas ordens. Menciono que talvez o padre seja homossexual ativo ou o devasso, porque esse tipo de homossexual sendo mais masculino tem uma capa maior para disfarçar-se a si mesmo e passar despercebida a sua homossexualidade o que é lamentável qualquer disfarce hipócrita para quem se diga cristão e ainda mais se for um sacerdote, admitido que foi um dia às divinas e sagradas ordens. Não haveria compromisso nosso de nós, homossexuais, como pais de família e até mesmo no ambiente vulgar e secular de trabalho e na rua ou na sociedade parece que a gente que é gay, realmente, a gente impregna tudo com o império do corpo e do sexo, vira tudo um erotismo só, putaria. Eu reparo em pessoas que eu converso e convivo na rua como ambulantes ou trabalhadores de banca de revista, assim que ficam sabendo da minha homossexualidade, a imoralidade, o domínio da linguagem pelo eros e a putaria se instalam, o corpo e o erotismo compareceem fortemente.


Trevas sobre trevas parece ser o caso da homossexualidade. O homossexual parece destinado a uma posição de segunda categoria no mundo, um caso a parte, seria ele o desajustado, a deformidade, o lixo, eu já escrevi aqui neste meu blog a respeito do homossexual dando o meu próprio exemplo de homossexual assumido. É tão difícil para eu que sou homossexual a castidade, a minha própria fé fica tremendamente abalada com as tentações homoeróticas. Nunca ouvi dizer de santos, os nomes deles, da igreja ou diocese de Corinto na Grécia, relatada na Bíblia Sagrada, contudo, haviam ali e santos ex-gays (1 Coríntios 6, 11 Bíblia Sagrada Ave-Maria), tiveram como pastor ninguém menos que o Apóstolo São Paulo. Ele conseguiu vencer a resistência ao que assemelha-se às trevas e trevas sobre trevas homossexuais, o born to be gay. Há esperança de êxodo, há santidade em quem já viveu a homossexualidade, a Bíblia Sagrada mostra isso na carta de São Paulo aos coríntios e a Bíblia é um livro respeitado.


Trevas sobre trevas seria o caso da homossexualidade quando eu noto que transpondo à guisa de comparação a sua realidade para o inverso que é a heterossexualidade, um heterossexual que se comportasse como comumente, nós, homossexuais, nos comportarmos, seria alguém frívolo um tal alguém que pusesse o sexo e o erotismo com o sexo oposto acima de tudo. Digamos, um homem mulherengo, uma mulher insaciável, louca, piranha e galinha traindo o parceiro com outros homens. É alguém infantil na heterossexualidade aquele que coloca o sexo acima de tudo que é o que ocorre na verdadeira muralha de aço, bolha e clubinho fechado da homossexualidade onde até mesmo a prática homossexual torna-se quase que sacrossanta, porque incriticável até por força de lei. Eu já ouvi dizer do padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior que o homossexual seria como uma banana verde tirada do cacho, ela não amadureceu. Não aceitar críticas já é algo de criança bem birrenta e mimada.


As trevas e sobre tais trevas mais trevas na homossexualidade, contudo, poderia acontecer - e acontece bem menos - na heterossexualidade é que tomados estes dois pólos da afetividade humana, sem entrar no mérito de ambos os lados, é que o sexo que lhes caracteriza junto com o erotismo por si mesmos infantilizariam o ser humano já que até mesmo, assim eu sugeriria, a presença mesma do corpo no mundo eu diria que só secundariamente incluiria algo como o erotismo e o sexo e a vida moral, mais ainda se for a espiritual ou metafísica e de um relacionamento sadio em sociedade tornam, eu diria, invisível ou esquecida a sexualidade e o erotismo. Não que ambos não possam causar a aproximação das pessoas e causam no caso de um futuro namoro, ou relacionamento sexual casual, no entanto, eu diria que o sexo e o erotismo caem logo para o seu lugar secundário, resta o que precisa ser íntegro que é a vida moral que é deveras vital para o relacionamento humano e que torna o homem substancialmente alguém importante.

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