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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho
Olavo de Carvalho " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...
terça-feira, 1 de setembro de 2026
Meu diário: o toque da burrice
domingo, 23 de agosto de 2026
E que viva Nossa Senhora de Nazaré! (conto cristão)
quinta-feira, 6 de agosto de 2026
domingo, 2 de agosto de 2026
Pobre diário: e os críticos broxantes ao sedevacantismo
domingo, 22 de março de 2026
De novo as imbeCIS (melhorando o raciocínio)
sábado, 21 de março de 2026
Uma lupa no estereótipo
terça-feira, 14 de outubro de 2025
Márcio Rolim
| Márcio Rolim (todos os direitos reservados da imagem supra) |
A bicha fanática política no dogma do ânus guloso, Marcianita fanática em Rolinhas, Márcio Rolim, que nascido no Estado do Amazonas cresceu na minha cidade natal de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará, ela deve odiar o Círio de Nossa Senhora de Nazaré. Ela não tem jeito, não entende que cu é para cagar, o sexo é primariamente para a reprodução e para reproduzir-se e muito, para conceber-se muitos filhos. O demônio talvez não largue ela para ela largar esta falsa religião política dela do cu guloso e ela destarte não vem nunca para uma religião verdadeira, a única religião verdadeira neste mundo que é o catolicismo apostólico romano que é também uma ciência verdadeira, a única ciência verdadeira sobre Deus, o homem, o mundo. Acorda, bicha! Marcianita das Rolinhas está toda cagada, de tão viciada em penetrações e felatio com machos, ela pegou a Tia (HIV/AIDS).
A tal família evanjegue protestante, mesmo sendo pobrezinha herética protestante evanjegue, se perdeu para as leis positivadas injustas brasileiras feitas por políticos bandidos que acham que mesmo a doutrina celeste cristã seria tudo ideologia ou discursos como uma desculpa esfarrapada a qual nem o político acredita para a tomada do poder pelo poder e sem nenhum pudor. Contudo, pode-se dizer que para uma boa consciência segundo a reta razão, e segundo o que resta de cristianismo verdadeiro na falsificação protestante, tal família ganhou, porque cu é para cagar, a mona Rolinha não vê. Ela deveria largar de ser louca precisando ela no limite ficar internada em um dos hospícios onde eu fiquei internado aqui na nossa cidade de Belém, ali na ala psiquiátrica do Hospital de Clínicas Gaspar Vianna que fica no bairro da Pedreira, o Bairro do Samba e do Amor.
segunda-feira, 17 de março de 2025
Uma sombra no êxodo homossexual
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Eu noto que uma sombra no êxodo homossexual, sobre quem quer ser um ex-gay, é a incompreensão de quem tem a inclinação inversiva homossexual com relação ao fato de que o macho é para a fêmea e vice-versa a fim de terem um relacionamento fecundo, aberto à vida, e indissolúvel por meio do auxílio sobrenatural do sacramento do matrimônio na Igreja Católica, porque sem tal auxílio ainda que sem o peso da inversão homossexual uma sombra análoga pode abater-se no relacionamento heterossexual quando apenas visto pela perspectiva natural torta, reducionista, determinística, histórica.
Tal sombra vem junto com um materialismo atroz, um apego ao corpo, às formas físicas dos belos corpos, de sua juventude que passa muito rápido, isso também pode ocorrer no meio heterossexual, porém, no meio homossexual parece incoercível o apego ao corpo, ao histórico, à duração, porque é esmagador o peso da inversão homossexual cerrando o céu a um céu de bronze no relacionamento estéril homossexual por sua própria natureza no qual não pode advir a concepção de um santo, de um filósofo, de um cientista, de um devoto da Virgem Maria de tal tipo de relacionamento homossexual.
Que tenhamos a sabedoria para vencermos tal sombra de incompreensão de que o macho é para a fêmea e vice-versa é a minha oração constante diante de imagens da Madona Santíssima para que Ela que é a Sede da Sabedoria, possa dar sabedoria a nós que temos a inclinação homossexual para vencermos tal sombra e assim vencermos todos os condicionamentos racistas e por isso que pretendem solapar o livre-abítrio humano para um apego tão forte ao corpo, aos belos corpos cuja beleza passa pelos corpos, passa por este mundo, contudo, os transcende em muito chegando a Deus matriz das ideias de bem, verdade, beleza que encontram-se nas almas humanas, porque feitas à imagem e semelhança de Deus juntamente com os corpos. Amém.
sexta-feira, 16 de agosto de 2024
Flecha viril (poesia cristã)
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Ó flecha viril, lança do mundo caído, cupido
É só o recorte de alguém, ínfimo recorte
Terrível tentação.
Não serei mais explícito sobre ti tal flecha em nome do pudor
Que revela a alma e não a deixa perder-se
Da caridade de Jesus Cristo que constrange-nos.
A caridade que não deixa que por tão pouco de ti, ó flecha viril
Tentação
Recorte
Carne
Da finitude física, mesquinho cúpido.
sábado, 18 de maio de 2024
Os estereótipos sexuais, o orgulho deles, a biologia e as teorias de gênero
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Os esterótipos sexuais binários de homem e mulher comportam um orgulho que se sente por eles, mormente no lado masculino com o machismo, baseados na biologia dos sexos masculino e feminino que são um desafio à homossexualidade e às teorias de gênero, isso quando são teorias, quando há algum tratamento reflexivo, e não são mesmo puro instinto que envolvem a realidade alicerçada na biologia de um mamífero como o ser humano.
Dia desses eu fui zombado por uma gaiata de rua, empregadinha doméstica, sendo chamado de "amiga" por ela pelo fato de eu ser homossexual e isto mexeu com o meu orgulho de macho, eu que se me entrego de alguma forma, muitas vezes indireta a algo de sexual, nem digo diretamente homossexual eu logo procuro o sacramento da confissão para reconciliar-me com Deus. Eu, portanto, pelo menos naquele momento da zombaria da fulana eu estava absolvido da prática do esporte que de novo crucifica o Senhor Jesus Cristo que deu a sua vida por todos indistintamente seja sob qualquer circunstância, paixão gay ou não que alguém sofra.
Os não binários existem, fazem parte da sopinha de letrinhas LGBTQIAPN+. São aqueles que não se veem como homem ou mulher, eu não conheço nenhum concretamente e pessoalmente, mas, eu imagino que raciocinando pelos estereótipos sexuais deve ser uma figura estranha, um homem um tanto afeminado ou uma mulher um tanto masculizada ou para além do estereótipo pode ser um andrógino à maneira de um David Bowie ou o Baphomet, um ser másculo, porém, com seios femininos. Não sei...
Quem não quer ser escarnecido por desafiar a biologia, a natureza e não sentir queimar a sua carne de homem carnal, divorciado e alienado da infinitude metafísica em sua ética ou falta de ética da finitude, carnal, que renuncie a homossexualidade, nem digo que esqueça as teorias de gênero que ainda são uma novidade no mundo do pensamento. Que se torne católico romano, e terá a consciência tranquila por meio ordinário do sacramento da confissão, é o que eu tento fazer mesmo que não raro encontrando-me como um náufrago por brincar em um abismo cujo fundo espera-me um afogamento, a morte.
terça-feira, 3 de outubro de 2023
Homem e mulher
Autoria: João Emiliano Martins Neto
quarta-feira, 26 de julho de 2023
Prática homossexual: a dor do ridículo constante ou intermitente e o alívio no céu e na terra
Autoria: João Emiliano Martins Neto
A prática homossexual envolve algum tipo de punição já aqui na terra, alertou o Papa São Pio X em seu Catecismo Maior, que é pelo menos o ridículo constante, senão o intermitente de pelo menos algum gaiato vir a fazer uma piadinha, afinal, nós, LGBT, somos os piores homens. Por que? Porque parece que somos burros, não nos convencemos de uma vez por todas que o pênis é para a vagina e vice-versa e a união de ambos deve ser em vista da geração de uma nova vida?
O nosso alívio pode vir do céu com o acolhimento que Jesus Cristo, Ele que é o bálsamo de Galaad, que com o seu sangue como o vinho da parábola do bom samaritano lava as nossas feridas causadas pelo pecado na nossa descida de Jerusalém para Jericó, aqui em Belém do Pará seria a Jericó a Praça da República que é um point gay informal daqui da capital paraense, quando fomos assaltados por bandidos que nos deixam desacordados como diz tal parábola. Os bandidos podem ser os demônios que nos conduzem à morte de nossa alma pela prática do pecado mortal que é a homossexuailidade ou um bandido mesmo de carne e osso, humano que pode vir a fazer-nos algum mal ainda mais em um bas-fond perigoso como tal Praça, e eu sei bem o que é isso ali onde eu já fui assaltado várias vezes. E Jesus como o bom samartiano derrama em nossas feridas o óleo, sangue e óleo através do sacramento da penitência, que é o Espírito Santo que retorna às nossas almas reconciliadas com Deus.
Ou o nosso alívio a nós, LGBT, vem da terra no gozo sexual de uns poucos segundos em comparação à uma vida inteira de ridículo constante ou pelo menos intermitente e culpa, culpa se não somos psicopatas ou se não somos tão burros para deixarmos de perceber a verdade que há na Igreja Católica. Os corpos, o erotismo, a nudez masculina ou feminina, os pelos corporais dos rapazes, o contato corpo a corpo, o beijo quente, os órgãos sexuais, a penetração tudo isto junto com bebidas alcoólicas, cigarro, outros incluem absolutamente indevidamente as drogas, podem servir de um alívio terreno.
sexta-feira, 26 de maio de 2023
Macho pela metade
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Hoje, dia 26 de maio deste ano da graça de Nosso Senhor Jesus Cristo de 2023, eu pratiquei o esporte (homossexualismo) ali no Cine Ópera, daqui da minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará, um cinema pornográfico de filmes heterossexuais, mas, muito frequentado por nós, gays e por travestis e transexuais mulher trans. Hoje eu tive ali a minha cota de ser um macho pela metade, fui ativo com um camarada ali, "comi" ele, fui o sodomita ou devasso na tradução católica da Bíblia Sagrada.
Acho que eu já mencionei, arrisco me repetir aqui, em outro artigo neste meu blog que o que me resta de masculinidade é eu ser ativo com homens, nunca o fui com mulheres. Fui o macho pela metade, mas, é melhor do que nada, é melhor do que sempre ser o passivo, o afeminado ou macio, segundo o Livro por excelência. O ativo é o chamado veado superior, assim eu o chamo, ele é melhor do que o passivo. O ativo talvez possa ousar dizer com mais orgulho o amor que o move a possuir outro homem sendo ele homem pela metade, macho pela metade, ele ainda é lobisomem, porque só com uma mulher seria homem, é o que aconteceu hoje à tarde comigo.
quarta-feira, 12 de abril de 2023
A homossexualidade é uma doença?
Autoria: João Emiliano Martins Neto
A homossexualidade é uma doença? Parece que sim. Que o diga que seria uma doença o na época Cardeal Joseph Ratzinger. Em uma frase ao meu ver um tanto confusa, se eu bem recordo dela que eu li em um jornal local daqui da minha cidade de Belém do Pará, capital do Estado do Pará, no jornal O Liberal do dia 20 de abril do ano de 2005, um dia depois da eleição dele a Romano Pontífice. Ratzinger disse, ao meu ver enigmaticamente: "A homossexualidade não é um pecado em si, é um mal moral intrínseco, logo, é uma enfermidade." Eu não sou teólogo e nem filósofo, mas, do que eu sei de mal moral, o mal moral é o pecado. Então, a homossexualidade é um pecado em si mesmo, portanto, é uma enfermidade. A prática homossexual enfermiça a alma humana. Ratzinger foi confuso. Mas, o que esperar de um neoteólogo condenado pelo Papa Pio XII na encíclica Humani Generis? Dom Ratzinger, futuro Papa Bento XVI, quis amaciar com os gays, neoteólogo que era com um pé na cozinha da apostasia, ao mesmo tempo que na mesma frase os condena. Teria ele querido dizer os homossexuais praticantes colocados no mesmo balaio dos homossexuais santos, castos e celibatários leais a Deus?
Parece-me que a homossexualidade seja uma doença, se a praticamos, nós, homossexuais. Segue-se que com a prática nossa alma restaria prostrada, doente, dominada pelo fascismo LGBT, por exemplo, que é o que afetaria em praticantes da homossexualidade mais materialmente e concretamente a sociedade, a Politeia. Ficaríamos nós, homossexuais, dominados pelo espírito de Satã que é o espírito do orgulho. Realmente o orgulho nos domina, eu digo isso por experiência própria, não aceitamos críticas, é o fascismo ou esquerdismo, comunismo, socialismo ou coletivismo, é o fascio LGBT de amargurados como nós que hoje nos unimos politicamente em uma facção política para a defesa da inversão e loucura homossexual. Apesar de ser inversão e loucura que eu gosto muito e já caí em tal mal e talvez ainda vá cair milhares de vezes, não posso negar para graças a Deus não acabar na sorte dos hipócritas. Aliás, sobre a militância LGBT, eu me mantenho prudentemente afastado nem se eu não fosse católico romano praticante. Militância que promove as paradas LGBTQIA+ na qual diz-se ali de orgulho, ou seja, parece ser doença a homossexualidade, espiritualmente uma doença, porque o orgulho é um dos vícios capitais.
Concretamente o que me fez escrever este presentemente artigo aqui é que uma moça em um restaurante chamado Amazon Deli - Coffee Shop, em uma rua perto de minha casa, ali na Avenida Comandante Braz de Aguiar, daqui da capital, no bairro de Nazaré, ela está me hostilizando. Não sei, parece-me que ela não gostou de meu jeito falante, comunicativo, e falando de temas polêmicos como a política que no Brasil de hoje está polarizada. Aliás, eu costumo falar, significar até o tema inominável, insignificante que é a homossexualidade, segundo a interpretação que católicos tradicionalistas dão ao esporte, ao homossexualismo. Sem alma não se come nem um Chicabon, dizia Nelson Rodrigues, a prática homossexual não seria exceção, por isso ela mereceria algum tipo de expressão. Eu que estou anos-luz de ser um escritor. Eu estou desconfiando por certas reações dela que ela estaria sendo homofóbica, termo equívoco que coloca a menor discordância à homossexualidade ao lado da violência assassina contra homossexuais. Para piorar eu fico com medo dela. Eu temo as mulheres talvez, porque eu seja um macho realmente frouxo e a tal ponto de frouxidão e covardia, eu sou horrorosamente covarde, que eu sou homossexual, não gosto sexualmente das mulheres, seria eu um homem tão diferente cuja diferença é tal que chegaria à deficiência. Talvez eu seja assim pelo excesso de mulheres que com as quais eu convivi a vida interira, sobretudo com uma mãe revoltada que sempre quis meio que ser o homem da casa com mania de limpeza e ordem e que sempre disse que queria ser "o meu pai um dia". Ai desta mulher do restaurante! Ai dela! O meu orgulho LGBT pode acabar por esmagá-la, eu talvez com o espírito de Satã no couro não aceito críticas à minha inversão. A homossexualidade me colocaria em trevas sobre trevas, já escrevi a respeito destas supostas trevas sobre trevas homossexuais aqui neste meu blog. O homossexual é de tal jeito que ele se acha absolutamente indevidamente incriticável. Conforme cita luminosamente Olavo de Carvalho, o próprio Deus aceitou sair de orelha quente diante das críticas de seu servo sofredor Jó enquanto nós, homossexuais, tão pecadores se praticamos o esporte, não aceitamos críticas, não me refiro à violência assassina contra nós o que é óbvio que é condenável.
Até aqui alguém pode dizer que haveria desde Dom Joseph Ratzinger até o que foi escrito até aqui uma confusão entre prática homossexual e inclinação homossexual. Eu não faço tal confusão. De alguma forma fiz tacitamente a distinção antes. Eu mesmo sou homossexual, segue-se que eu sei fazer tal distinção e qualquer pessoa minimamente inteligente pode fazê-lo independentemente de inclinações quaisquer. A confusão vem sobretudo do antigo Papa, no entanto, entende-se, na confusão que é a ambiguidade da Nova Teologia por ele defendida onde nada é nada e querendo ser um centro católico equilibrado não raramente se cai à esquerda, condenando-se o meio tradicionalista católico. Sem dúvida alguma que ou nós, homossexuais, sejamos religiosos ou não, abandonamos o erro homossexual e é erro, pois que realmente, concretamente, sem mencionar dogma religioso, na "materialidade" para usar um jargão marxista, o pênis é para a vagina. Pênis é para a vagina e vice-versa, uma mínima e boa noção bem presente do real pode persuadir a nós, homossexuais e demais LGBT a abandonamos o esporte, a prática homossexual, porque com justa e inteligente lealdade às coisas como são. Se formos religiosos católicos, de preferência, teremos a graça de Deus para nos ajudar em nossa vida de celibato e castidade. Agora, se continuarmos indecisos em uma situação de lusco-fusco que é diabólica, é coisa de ladrão diria Jesus Cristo com relação aos que vieram antes dele e permanecermos na prática homossexual, vamos estar fracos pela culpa, e digo culpa segundo a realidade mesma em sua presença concreta na "materialidade": pênis é para a vagina e vice-versa. Repetindo, o macho encaixa na fêmea. Vamos estar fracos pela culpa de irmos contra a razão, contra a realidade e verdade de que ninguém menos do que Deus fez homem e mulher. Ficaremos fracos pela culpa moral e viciados pelo orgulho, como que possessos pelo espírito de Satã. Vamos acabar no final de tudo no fascismo e tirania LGBT.
Dizem que Deus não existe e na prática muitos de nós que nos arrogamos católicos romanos agimos no cotidiano como se Deus não existisse. Onde que nas cidades do ocidente, aqui no Brasil que é um país ocidental e o dito maior país católico, avançado, encontram-se imagens de santos pelo menos nas esquinas das ruas conforme preconizava o Segundo Concílio de Niceia do século VIII que combateu os iconoclastas? Nossas vidas são altamente laicas, de corre-corre atrás do deus dinheiro que ficou no lugar de Deus, é uma vida mergulhada na imanência, no que é criado, no que é o menos real que não é causa sui sendo Ele mesmo a sabedoria que é o que ocorre com Deus.
Dizem que Deus não existe, todavia, parece que cientificamente, historicamente e concretamente realmente na presença de carne e osso humana de certos homens muito maus tal qual eu mesmo, parece que o Diabo existe. Por que? Porque diante do fascismo LGBT baseado no orgulho, baseado no espírito de Satã, que quer o seu reino de trevas neste mundo assim como ele ocorre no inferno e na base ora da sedução e ora na base da força bruta parece que pelo menos Satã de alguma forma existe. Satã, o Diabo que age ora pela tentação, ora na base da força bruta que o digam os extremos que são as possessões demoníacas e de gente que já foi gravemente ferida ou morta pelas tais possessões. Seria uma possessão demoníaca em vista de tomar o poder pelo poder e sem qualquer pudor que é o que ocorreria com o fascismo LGBTQUIA+. Dizem que Deus não existe, entretanto, parece que realmente ele existiria na minha covardia - e nós, os covardes, os mais baixos dos viciosos, diz o livro do Apocalispe, que seremos os primeiros a sermos precipitados no inferno - porque talvez eu esteja escrevendo o que estou escrevendo até aqui movido pela minha horrorosa e lamentável covardia diante de uma pobre funcionária do Amazon Deli que quer um respiro e temeria a ação deletéria gay, talvez. Pode-se defender que Satã, o Diabo, a antiga serpente existe e cientificamente, socialmente é real e concreto diante de eu ser frouxo e covarde, fraco, como eu já disse, além de fascista LGBT e que ele existiria diante da chamada revolução de "gênero" que é extremamente fascista ou esquerdista, comunista ou socialista, tanto faz, é o fascio. Revolução do tal "gênero" que começou no feminismo, avançou no homossexualismo e hoje chega à questão meio que esquizofrênica dos transgêneros.
sábado, 1 de abril de 2023
A questão de gênero
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Uma suposta mulher trans comunista conhecida no YouTube pelo nome de Soviet Lunox, que em um vídeo do referido site estava conversando com um perigoso ideólogo stalinista chamado Ian Neves e se ele é stalinista o que um ditador cruel, Josef Stálin, faria com uma coisa no mínimo exótica do tipo a ou o tal Lunox? Lunox já explicou que o que os transgêneros querem não é a mudança de sexo e sim a mudança de gênero. O termo correto seria transgênero e não transexual, segundo a ou o exótico ou exótica Lunox. Isto tudo é ideologia de gênero até o fim, apesar de seus proponentes negarem. Porque se quer com um discurso que visa o poder subverter a realidade. Que eu saiba gênero é um termo mais genérico, vem de algo que é geral assim como há o gênero generalissimo no qual está incluso o homem e até uma pedra como seres, existentes que são, sejam vivos como o homem ou brutos tal qual a pedra. No caso gênero humano tem a ver com o próprio ser humano enquanto gênero e em tal gênero há os sexos. Eu acho que o termo gênero é só para disfarçar que se quer mudar é o sexo, é a transexualidade, então, e não transgeneralidade. Eu acho que o que no fim de tudo se quer é que o homem possa realmente ser autossuficiente em relação ao que seria uma ditadura da verdade do ser, do que há de mais concreto, então, o homem poderia ser se quisesse um cachorro. Aí haveria, de fato, uma transição de gênero. Uns já disseram que são dragões. Já ouvi falar de um tal "sereio" que seria um tritão gay, masculino gay da sereia da mitologia.
Sobre esta tal questão de gênero, eu estou para ver um suposto homem trans, uma suposta mulher que teria virado homem, acabar em uma madrugada aqui na minha cidade de Belém do Pará entre nós, gays, homens biológicos em uma putaria ali na Praça da República, conosco, o suposto homem trans mexendo na vagina dele ou dela, que é só isso que ele ou ela tem a oferecer, como se fosse um pênis ele ou ela mexendo em sua parte íntima como nós, homens biológicos, nos masturbamos e fazemos outras coisas ali na referida Praça, point gay informal famoso daqui da capital do Estado do Pará. Ele ou ela não vai fazer isso, não é mesmo? Vai ficar é em casa guardado ou guardada junto com as outras mulheres, porque é mulher, fêmea, no final das contas. Ela ou ele não vai querer ficar ali na República para até ser abusada ou abusado sexualmente e acabar engravidando. Pasme, homens trans engravidam em tudo semelhante ao ser mulher que ele ou ela renega. Mulher nunca é dada ao nível de putaria que nós, homens, gays ou não somos dados. Mulher nenhuma arrisca entrar no número da maior parte dos bandidos do mundo que são homens, que eu saiba. E nós, fazendo sexo lá na Praça da República daqui da capital, somos bandidos, se eu não engano mesmo que na calada noite e sem ninguém vendo eu acho que fazer sexo em público seria um crime.
quinta-feira, 30 de março de 2023
Sexo e o espiritualismo em face da História
Autoria: João Emiliano Martins Neto
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| Uma prova do materialismo deletério na história humana: Olavo de Carvalho, Heloísa e a gonorreia |
Dia desses eu pratiquei o esporte, tive relações homossexuais, e com uma das pessoas, eu tinha bebido no dia, um parceiro meu de longa data, eu pedi-lhe um beijinho depois do ato. Ele recusou. Ele é do tipo de homem que faz sexo homens (HSH), é do estilo de sem ser pelo menos assumidamente homossexual, ainda que na prática ele seja homossexual, é o homossexual dito superior que é o ativo, é o devasso ou sodomita mais bem aceito e até estimulado pela sociedade patriarcal latina.
Um espiritualismo histórico, o espiritualismo em face da História é algo de misterioso, mas, muito forte, que o diga a minha vontade de afeto para com o meu parceiro sexual, o que vai muito além da mera cópula anal, é algo metafísico, além, espiritual. Um espiritualismo em face da História passa despercebido diante da pompa do mundo com suas necessidades grosseiras, por exemplo, no caso do meu parceiro e no meu caso, necessidade grosseira de sexo, contando-se com a pompa do macho ativo que copula. Tem também a necessidade de comida, bebida, abrigo, segurança, no caso das grandes cidades, a segurança contra bandidos.
Um espiritualismo em face da História seria uma evidência do que verdadeiramente humaniza e até mesmo diviniza o homem. Só uma pessoa muito louca ou um psicopata tipo Olavo de Carvalho seria uma máquina de fazer sexo, ele que pegou gonorreia de suas muitas amantes - ele só teve amantes na vida e hipócrita se dizia católico romano - e quase transmitiu a doença para a filha primogênita, Heloísa de Carvalho Martin Arribas, criança à época que sentava na mesma privada do banheiro que ele (vide o print acima).
quarta-feira, 8 de março de 2023
Dia da não-mulher
Autoria: João Emiliano Martins Neto
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| Deputado Nikolas Ferreira escarnecendo como deputada "Nikole" |
Hoje, dia 8 de março de 2023 é Dia Internacional da Mulher, pode ser considerado o dia da não-mulher dado o crescimento da psicose, o crescimento de homens que se sentem mulheres e vice-versa. Podem me chamar de transfóbico, mas, de fato causa aversão ao ódio à realidade, à verdade que é gente que como um Napoleão de hospício dizer que é algo que não é.
Eu agora há pouco em uma rápida pesquisada no site de vídeos pornográficos, o Xvideos, fui ver a cara ou o corpo das tais mulheres trans, homens que alegadamente teriam se tornado mulheres e só vi ali homens fantasiados de mulheres, contudo, com grandes e perfeitos pênis, são homens, ora bolas!
Dou todo o meu apoio ao deputado Nikolas Ferreira, ele que já foi muito injusto por apoiar Jair Messias Bolsonaro e por difamar Nando Moura dizendo que ele teria saído com um travesti, no entanto, dou meu apoio a ele pelo discurso dele, até de escárnio ao colocar uma peruca loira, da tribuna da Câmara dos Deputados, por se opor aos transexuais que estão tomando o lugar das mulheres verdadeiras, biológicas, só porque se sentem mulheres, loucos!
Eu sou homossexual, todavia, por favor, sem demência, sem aquele excesso de letras, o tal LGBTQUIA+, é maluquice tantas letras que eu nem sei direito o que significam, se é que é para ser entendido. O T de transexuais é aceitar o Napoleão de hospício? Eu acho que a homossexualidade já é complicado demais por si. Eu mesmo uma vez estava meio que adormecendo e eu delirei na cama achando que eu tinha como que uma forma feminina. Que só se fique no antigo GLS que são os gays, lésbicas e simpatizantes, entretanto, sem a violência extrema que é um ser humano cortar o seu órgão sexual, cortar o seu pênis e bolsa escrotal, cortar o seu seio para virar um tal mulher ou homem trans o que é impossível, já é demais. O sexo nunca pode neste mundo ser transcendido, a não ser n'outro mundo onde Jesus Cristo garantiu que seremos como anjos, onde ninguém mais casará um com outro, nem se tomará em casamento.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023
Os evanjegues e os excluídos sexuais: fanatismo e desilusão amorosa
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Ontem eu estava novamente no famoso cinema pornográfico daqui da minha cidade de Belém do Pará, o Cine Ópera, e apesar da minha - na minha opinião - sensualidade e eu estar ali nu e abrindo as minhas partes íntimas só uma pessoa pertencente a um grupo seleto me sodomizou, mas, muito rapidamente, não chegou ao orgasmo, ele disse que o meu ânus é apertado e a camisinha, segundo ele, teria se rasgado. O grupo de homens a que ele pertencia e ele próprio depois me excluiu, contudo, logo no início uns dois homens ali queriam curtir comigo, um deles um corôa muito atraente, todavia, eu disse que acabara de chegar e ainda ia beber umas garrafinhas buchudinhas de catuaba que eu tinha comprado.
Eu acabei no final de tudo da minha estada excluído ali no Ópera, fui um excluído sexual, apesar de eu me insinuar para os homens ali, um deles ali riu do meu erotismo de abrir as minhas partes íntimas, as minhas nádegas, para conquistá-lo, será ridículo no final de tudo o erotismo? Seria o deus Cupido um deus menor? Eu acho que a não satisfação sexual pode gerar opções na vida como o ser fanático por ordem e limpeza, seria esse o caso de minha mãe perfeccionista? Seria o caso dos malditos evanjegues, os protestantes pentecostais ou neopentecostais que têm os seus pastores que gritam, que berram de seus púlpitos imperativos categóricos? Dane-se o real para eles, o dever ser é tudo e aos berros, isso seria sintoma de uma falta de sexo aguda e da mais alta gravidade?
A desilusão amororosa, quando não nos querem afetiva e carnalmente ou a repressão sexual, a fim de se propiciar a civilização e todo o bem que disso advém poderia gerar fanatismo religioso ou um apego quase que militarista a ordem e limpeza e aos imperativos categóricos aos berros dos pastores protestantes. A repressão sexual propicia a civilização a exemplo do amor a Deus sobre todas as coisas. Civilização ainda que com mal-estar, diria Sigmund Freud, contudo, ele era suspeito visto que pegou a própria cunhada, então, para ele era algo bem enjoado a civilização. E Deus seria algo como que de fato pouco interessante sexualmente, ainda mais para os evanjegues protestantes que não concebem nada de criado e natural como expressão do divino. Deus que é expressamente uma vacuidade para o bandido psicopata, aquele tal Samuel Câmara, líder da primeira seita Assembleia de Deus que surgiu no mundo na minha cidade de Belém, e se Deus seria uma vacuidade faltar-lhe-ia o corpo que para o qual se apegam os mais eróticos tipo eu e o bandido. Com a civilização temos o amor ao próximo, o próximo que pode ser bem desinteressante sexualmente, pode estar doente, muito pobre, pode ser feio, cheirar mal, pode estar afetado pelos mais baixos vícios, pode ser burro, ignorante, pode ser tosco, é um pobretão qualquer que o que é a civilização, no seu aporte cristão pelo cultivo do amor no sentido caritas, aí entraria o Deus cristão que é caritas, parece, portanto, ser o verdadeiro, o mais sublime e estaria acima de Cupido se o erotismo acabar ridículo, risível. A divindade cristã, chefe desta que chamamos de civilização ocidental manda amar o próximo, ajudá-lo.
Repetente
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Eu sou repetente, fui de novo, hoje, ao confessionário confessar o meu pecado contra o sexto mandamento, o pecado contra a castidade. De novo, de novo e de novo vivo no confessionário confessando a minha prática no esporte, o esporte da homossexualidade. Sou o repetente. Eu sou um desafio à fé dos padres daqui da minha Arquidiocese de Belém do Pará para os quais eu me confesso a que durante um dia que poderia ser simbolicamente o período de um milênio ou de uma vida em que por sete vezes eu a eles peça perdão no confessionário, eles por sete vezes, número da perfeição, a perfeita trangressão, eles tenham fé e me perdoem, conforme ensinou Jesus Cristo na Bíblia Sagrada.
Eu poderia até considerar que o sexo fosse o mais importante. Sexo ou mais, o erotismo que os psicólogos dizem ser importante para uma vida psíquica saudável. Se eu não achasse que só o sexo, ou uma genitalidade, tornaria a vida limitada, mesquinha e acanhada. O sexo - ou mais propriamente a genitalidade - como solução de tudo se eu não levasse em conta os frutos das castidade e da continência ensinadas pela Igreja Católica Apostólica Romana que deram ao mundo civilização, ordem, sobretudo amor a Deus sobre todas as coisas, Ele que aprendemos na religião que é digno de ser amado sobre todas as coisas, e o amor ao próximo mesmo o próximo o mais "broxante", triste, pobre que ele seja, um próximo sem nenhum erotismo ou sex appeal que seja.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2022
Born to be gay ou trevas sobre trevas
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Parece que o que ocorre comigo que sou homossexual e com muitos homossexuais é que born to be gay. A gente nasceu para ser gay e não poderíamos ser outra coisa. Não haveria compromisso e lugar para nós, gays, com o divino, esse nem se fala, a oposição seria total, porque é como dizia o Filósofo (Aristóteles) sobre a metafísica, dizia ele que as últimas coisas opõem-se às primeiras e no caso de nós, homossexuais, as últimas coisas do tipo do sexo e o erotismo às quais terrivelmente nos aferramos opõem-se àss primeiras. Não haveria compromisso com a religião, por exemplo, nas sagradas ordens como ser padre ou bispo, o Papa Bento XVI e hoje com o Papa Francisco confirmou a interdição de nós, gays, à vida religiosa na Igreja Católica Apostólica Romana. Eu tentei ser padre, mas, fui impedido logo na entrada na primeira entrevista no seminário da minha arquidiocese. O padre ali que me entrevistou, chefe do seminário, Seminário Maior São Pio X da Arquidiocese de Belém do Pará, padre Lindomar, ainda se insinuou sexualmente para mim, portanto, ele é um fariseu hipócrita, ele é um homossexual, ainda que talvez superior, ativo, mas é tão homossexual quanto eu, é o devasso condenado por São Paulo (1 Coríntios 6, 9 Bíblia Sagrada Ave-Maria). O tal padre também deveria ter sido impedido de ascender às sagradas e divinas ordens. Menciono que talvez o padre seja homossexual ativo ou o devasso, porque esse tipo de homossexual sendo mais masculino tem uma capa maior para disfarçar-se a si mesmo e passar despercebida a sua homossexualidade o que é lamentável qualquer disfarce hipócrita para quem se diga cristão e ainda mais se for um sacerdote, admitido que foi um dia às divinas e sagradas ordens. Não haveria compromisso nosso de nós, homossexuais, como pais de família e até mesmo no ambiente vulgar e secular de trabalho e na rua ou na sociedade parece que a gente que é gay, realmente, a gente impregna tudo com o império do corpo e do sexo, vira tudo um erotismo só, putaria. Eu reparo em pessoas que eu converso e convivo na rua como ambulantes ou trabalhadores de banca de revista, assim que ficam sabendo da minha homossexualidade, a imoralidade, o domínio da linguagem pelo eros e a putaria se instalam, o corpo e o erotismo compareceem fortemente.
Trevas sobre trevas parece ser o caso da homossexualidade. O homossexual parece destinado a uma posição de segunda categoria no mundo, um caso a parte, seria ele o desajustado, a deformidade, o lixo, eu já escrevi aqui neste meu blog a respeito do homossexual dando o meu próprio exemplo de homossexual assumido. É tão difícil para eu que sou homossexual a castidade, a minha própria fé fica tremendamente abalada com as tentações homoeróticas. Nunca ouvi dizer de santos, os nomes deles, da igreja ou diocese de Corinto na Grécia, relatada na Bíblia Sagrada, contudo, haviam ali e santos ex-gays (1 Coríntios 6, 11 Bíblia Sagrada Ave-Maria), tiveram como pastor ninguém menos que o Apóstolo São Paulo. Ele conseguiu vencer a resistência ao que assemelha-se às trevas e trevas sobre trevas homossexuais, o born to be gay. Há esperança de êxodo, há santidade em quem já viveu a homossexualidade, a Bíblia Sagrada mostra isso na carta de São Paulo aos coríntios e a Bíblia é um livro respeitado.
Trevas sobre trevas seria o caso da homossexualidade quando eu noto que transpondo à guisa de comparação a sua realidade para o inverso que é a heterossexualidade, um heterossexual que se comportasse como comumente, nós, homossexuais, nos comportarmos, seria alguém frívolo um tal alguém que pusesse o sexo e o erotismo com o sexo oposto acima de tudo. Digamos, um homem mulherengo, uma mulher insaciável, louca, piranha e galinha traindo o parceiro com outros homens. É alguém infantil na heterossexualidade aquele que coloca o sexo acima de tudo que é o que ocorre na verdadeira muralha de aço, bolha e clubinho fechado da homossexualidade onde até mesmo a prática homossexual torna-se quase que sacrossanta, porque incriticável até por força de lei. Eu já ouvi dizer do padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior que o homossexual seria como uma banana verde tirada do cacho, ela não amadureceu. Não aceitar críticas já é algo de criança bem birrenta e mimada.
As trevas e sobre tais trevas mais trevas na homossexualidade, contudo, poderia acontecer - e acontece bem menos - na heterossexualidade é que tomados estes dois pólos da afetividade humana, sem entrar no mérito de ambos os lados, é que o sexo que lhes caracteriza junto com o erotismo por si mesmos infantilizariam o ser humano já que até mesmo, assim eu sugeriria, a presença mesma do corpo no mundo eu diria que só secundariamente incluiria algo como o erotismo e o sexo e a vida moral, mais ainda se for a espiritual ou metafísica e de um relacionamento sadio em sociedade tornam, eu diria, invisível ou esquecida a sexualidade e o erotismo. Não que ambos não possam causar a aproximação das pessoas e causam no caso de um futuro namoro, ou relacionamento sexual casual, no entanto, eu diria que o sexo e o erotismo caem logo para o seu lugar secundário, resta o que precisa ser íntegro que é a vida moral que é deveras vital para o relacionamento humano e que torna o homem substancialmente alguém importante.
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