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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

domingo, 30 de agosto de 2026

O doente-bandido e o bandido-doente (conto cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





- Eu quero ver chegar no meu nível! - abaixando-se, com soberba luciferiana, disse o doente-bandido.




"Ah! Que chatice esta coisa de cristianismo. Mas dá dinheiro e poder se eu for muito esperto.




Disse um pequeno demônio em um canto do escritório do doente-bandido: - Ele é bem burrinho, porque ele é incrédulo. Ah! Ah! Ah! Tem menos poder.




"O apartamento do meu filho é bom, o Aldebaro Klautau. Vou ver se me elejo suplente de senador! É isso! Ih! Ih! Ih!" - impulsivo em pensamentos sucessivos, insanos, um dos orgulhosos dispersos do Magnificat de Maria. Ele cogitava o doente-bandido com sua cabeça grande de melão, rosto enrugado como um pênis com a sua bolsa escrotal relaxados, vestido como sempre de paletó preto com gravata vermelha parecendo um abutre.




- Ó Cristo, ó Cristo, eu sou pecador, sou doente do alto cabeça, SIM, SIM, SIM, aos pés! - rezava em sua mente doente com sua mente acelerada com ideias sucessivas o gordinho rapaz assentado em um dos bancos da igreja protestante chefiada pelo doente-bandido.




O rapaz com cabelo crespo precocemente grisalho acentuava a palavra cabeça em sua oração de um calvinismo bem confiante predestinacionista, apesar de suas dificuldades gravíssimas de saúde mental.




- Adão! Adão! Os meus seios apontam para ti. O fruto, aquele fruto que ele disse para não comermos, eu comi. Ele não toca a ti como o meu seio. Ele aponta para ti, Adão, ou para si mesmo, o tal Deus? - disse Eva com o fruto em mãos.





- Doida mãe das filhas doidas emancipadas! - Adão era profeta e o primeiro profeta. Com peito cabeludo mostrando uma das axilas bem cabeludas -  Não fales assim de Deus Senhor! O fruto parece bem para o entendimento. Dá-me! Mas... ah! Tu és uma parte minha, apontas para mim, oh! os teus seios. Sem Deus Senhor o que seria de nós? Absorveremos Ele Senhor em nós, doida! Ser no ente? Nossa dignidade não é infinita, não somos Deus Senhor, oh meu amor. - E Adão musculoso, peito de pombo, fartos pêlos no peito, axilas, pernas e nádegas comeu do fruto ficando um pouco do fruto entalado em sua garganta, pomo de Adão, quando ele deu-se conta que estava nu junto com sua imberbe esposa com seus seios em suas auréolas como raios de sol que apontavam naturalmente para Adão e não para Deus, pois é Eva, a mulher, a primeira na culpa e proletária do homem.





À explosão vinda em chamas abundantes vindas de uma espada de um altíssimo anjo loiro baniu para sempre o casal primitivo.




Disse Eva:




- Agora nossos filhos serão nossos filhos bandidos-doentes e doentes-bandidos.




Respondeu Adão:




Úlceras dos pés à cabeça, SIM, pior na cabeça. Pior será a cabeça doida como tu, doida, em nossos filhos, totalmente perdida. A tua doideira era apenas afetada. Vamos embora!




E se foram para colonizar o mundo.

O Diário: a pobreza dos entes

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





A pobreza dos entes está na sede terrível causada em mim depois de andar mais de duas horas atrás de um Igreja Católica no meu novo bairro, se eu não me engano, o Parque Verde, ontem, dia 29 de agosto de Jesus Cristo de 2026. Neste dia 30 de agosto de 2026 um dia depois que eu me mudei do fútil, frívolo bairro de Nazaré onde tudo é fácil, outra pobreza dos entes só que oculta dos entes no brilho da antiga fé mariana católica que já não mais existe do Círio de Nossa Senhora de Nazaré. Acessível bairro de Nazaré com apartamentos que parecem casas, são apartamentos espaçosos com espaço o suficiente para o trono de Satanás onde ele ilude as pessoas ali com uma autossuficiência e autonomia dos entes, as mesmas pessoas no geral, na atualidade pós-moderníssima com seus discursos sofísticos ou "narrativas" manipuladoras da verdade. Tais entes por si mesmos induzidos na razão sozinha aos erros do perigo da curiosidade que matou o gato no empirismo, que veio do livre-exame bíblico protestante, cem anos depois de Martinho Lutero e de João Calvino, secularizado na referida vã curiosidade. A razão que restou sem a fé divina e católica nos erros do racionalismo que é a pesquisa no fim de tudo da verdade divina sem o Papa (para piorar hoje não temos Papa) até acabar no ceticismo, agnosticismo kantiano, o qual nunca é uma crítica ao realismo aristotélico-tomista, e incluiria eu o realismo extremado platônico e gnóstico muito ao meu gosto conforme a minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e por causa da prudência de eu querer tomar cuidado com a contaminação da ralé mundana com suas paixões, mas é o kantismo uma crítica à modernidade racionalista cartesiana onde perdeu-se a promessa protestante, calvinista da inspiração interna do Espírito Santo no crente individual que lê a Bíblia Sagrada sem precisar de um clero corrupto, sem precisar de uma burocracia eclesiástica formada não raro por lobos, hoje mais do que nunca na Roma modernista que perdeu a fé como profetizou a Bem-aventurada sempre Virgem Maria em La Salette, profecia final rejeitada e reprimida pelo antigo Vaticano fiel, de Leão XIII e Bento XV de felicíssimas memórias, mas que contudo não imaginaram jamais o total e atual eclipse modernista da Igreja do Senhor Jesus Cristo.

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Dinheiro para quem precisa

Autoria: João Emiliano Martins Neto 

Comprovante do pagamento do dízimo




Hoje, dia 27 de agosto de 2026 eu paguei o meu dízimo santo para a Santa Madre Igreja Católica Apostólica verdadeira no Seminário sedevacante São José de Dom Rodrigo da Silva.





Eu JAMAIS estarei excomungado por ser católico. Excomungados estiveram o Roncali, Montini, Luciani, Wojtyla, Ratzinger, Bergoglio e agora o Prevost.






E eu pagava o dízimo na Paróquia modernista da Santíssima Trindade, onde eu fui batizado ainda bebê no dia 10 de dezembro do ano de 1978, mas o padreco conciliar modernoso xingou-me de feio do púlpito com o microfone na mão e fez cara feia quando soube que eu sou dizimista. Bom, se é assim, a Trindade é igreja de Laodiceia do Apocalipse, está bem na foto, não precisa de nada por ter aliança modernista com o mundo moderno, então, o meu dinheiro vai para a Igreja Católica verdadeira, vai para quem precisa e sofre, os sedevacantes que têm grande dificuldade em suas missões aqui no Norte amazônico e suas capelas são não raro nas casas dos fiéis como na época de Nero hoje ressuscitado no Estado laico amoral, psicopata, maquiavélico, foucaultiano, nietzscheano.


Diário diariamente: agora vai!

Autoria: João Emiliano Martins Net




Agora vai! Agora eu viro ex-viado de vez, porque a viadagem é a maldição de uma elite burguesa do ocidente decadente, pós-cristã no mínimo totalmente hipnotizada pelo demônio. Uma gente entediada, amoral psicopata como a besta sifilítica terciária, bipolar e com CADASIL, Friedrich Nietzsche, ressentida com o moralismo do protestantismo que pelo menos é algum cristianismo; auto-satisfeita com os lucros exploratórios da mais-valia dos pobres proletários ou de gente pequeno-burguesa de classe média raivosa bolsonarista e petista, sobretudo petista, e com aposentadoria ou é formada por profissionais liberais de sapatênis e All Star como advogados, médicos, psicólogos, faria limers.




Pobre com tendências gays perde todo o brilho da purpurina tendo que acordar cedo para pegar ônibus na Rodovia Augusto Montenegro que é onde eu residirei no bairro do Parque Verde daqui da minha cidade natal de Belém do Pará, a partir do dia 29 de agosto deste ano de Jesus Cristo de 2026.




Na Rodovia Augusto Montenegro, devem haver outros esquemas boiolescos para lá, mas não há os clássicos puteiros gays daqui do meu futuro ex-bairro de Nazaré e de bairros centrais como Batista Campos e Comércio a exemplo do Cine Ópera na Avenida Nazaré ou praças, a da República e Batista Campos, onde pode aparecer um camaradinha atraente e até perigoso que coloque o pinto para fora e se masturbe.




Agora vai! Um dos conselhos evangélicos é a pobreza. São José é o amante da pobreza. São Francisco de Assis casou-se com a pobreza. É meditado no terceiro mistério gozozo o desapego aos bens terrenos, desapego à riqueza e um amor à pobreza e a pobreza é boa para penitenciar e santificar, tem que ser disciplinado e temperante em tudo o pobre que prosperará, se Deus permitir, no capitalismo que é o cristianismo na materialidade. É a pobreza boa para alguém ser ex-tudo o que não presta. Ave, Maria Puríssima. Amém!

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Um Isaías mariano e sedevacante

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





No ano em que morreu o mais recente leigo travestido de Romano Pontífice no Vaticano, eu vi também a Senhora, a Bem-aventurada sempre Virgem Maria Nossa Senhora de Nazaré, assentada sobre um alto e sublime trono; e a cauda do seu manto enchia o templo.





Serafins estavam por cima Dela; cada um tinha seis asas; com duas cobriam os seus rostos, e com duas cobriam os seus pés, e com duas voavam.





E clamavam uns aos outros, dizendo: Santa, Santa, Santa é a Senhora dos Exércitos, a Regina Pacis; toda a terra está cheia da sua glória.





E os umbrais das portas se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça.





Então disse eu: Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de lábios impuros; os meus olhos viram a Rainha, a Senhora dos Exércitos e Regina Pacis!





Porém um dos Serafins voou para mim, trazendo na sua mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz;





E com a brasa tocou a minha boca, e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; e a tua iniquidade foi tirada, e expiado o teu pecado.





Depois disto ouvi a voz da Senhora, a Bem-aventurada sempre Virgem Maria Nossa Senhora de Nazaré, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim.






Então disse a Soberana Senhora: Vai e dize a este povo: Ouvis, de fato, e não entendeis, e vedes, em verdade, mas não percebeis.






Engorda o coração deste povo, e faze-lhe pesados os ouvidos, e fecha-lhe os olhos; para que ele não veja com seus olhos, e não ouça com os seus ouvidos, nem entenda com o seu coração, nem se converta e seja sarado. - assim disse a Soberana Senhora Virgem de Nazaré sobre quem reluzia uma corôa. O seu rosto era doce e materno e o Seu Filho Jesus Cristo estava ajoelhado aos Seus pés com sua corôa em suas mãos, pois como Rainha e Mãe Ela é Soberana sobre o Seu Filho, o Soberano dos reis da terra.





Então disse o profeta santo: Até quando Senhora minha? E Ela respondeu: Até que sejam desoladas as cidades e fiquem sem habitantes, e as casas sem moradores, e a terra seja de todo assolada.





E a Senhora Rainha Soberana sobre o próprio Deus seu Filho afaste dela os homens, e no meio da terra seja grande o desamparo.





Porém ainda a décima parte ficará nela e tornará a ser pastada, assim disse a Senhora Madona Santíssima com seu Divino Filho nos seus braços Medianeira de todas as graças que Ela é; e como o carvalho, e como a azinheira, que depois de se desfolharem, ainda ficam firmes, assim a santa sementeira será a firmeza dela.

terça-feira, 25 de agosto de 2026

Cristianismo e capitalismo: capitalismo é cristianismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Capitalismo é cristianismo na economia. O capitalismo como o cristianismo exige uma vida austera, regrada, temperante, casta, que se poupe dinheiro e não o gaste com vícios, exige acordar cedo e dormir cedo para ir trabalhar e estudar, exige oração e vigilância junto com as virtudes citadas para evitar os sombrios Diabo e inferno tanto literais, que devem ser retomados em todo o seu terror, perigo, seriedade pelos teólogos de todos os tempos. Mas também o cristianismo na forna de capitalismo materialmente deve evitar o Diabo e o inferno da escassez, da pobreza e miséria, sobretudo, agora retomando o lado espiritual, para evitar a pobreza e a miséria do pecado mortal que é uma vida em que falte o pão nosso de cada dia, não digo aqui em ostentação de bens materiais a todo o custo em troca da venda da alma ao Diabo por meio do comércio de bens ilícitos como roupas imodestas de mulheres: shortinhos, decotes indecentes, calças apertadas de homens e mulheres, roupas de praia, rio, igarapés, piscinas, itens de sex shops, itens de pet shops para doido tratar cachorro como se fosse gente, vender camisinhas, vender stremings com séries bobas, toscas, fúteis, novelas politicamente engajadas bundas da TV Globo no lugar de se ler as hagiografias católicas.




Afora tudo isso o capitalismo se não for o cristianismo na economia ou a economia dominada por Deus será a economia dominada pelo Diabo e o Diabo na economia chama-se SOCIALISMO!

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Uma descrição (conto cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 







- Eu tô escorrendo de suor! Porra! Viado! Viado não deixa de ser viado! - dizia a moça, uma lágrima começava a escorrer de seu olho direito. Ela com seios estourando na roupa de couro barato preto enlaçada no busto por fios para a outra moça com cabelos black-power como os dela, traje tomara que caia e saia jeans, seu estilo era normalmente traje tomara que caia dada a sua magreza e os seios pequenos.





Os demônios escorrendo na casa antiga, puteiro, em estilo colonial português da Avenida Nazaré de Belém do Pará e como plantas trepadeiras, hera, o jambú do tacacá e pato no tucupi, fincados na casa. Escorria dos lábios dos demônios umas risadas sarcásticas queimando a carne da carnalidade provocada por eles mesmos naquela rapaziada da casa de festinhas, boate, puteiro.





- Eles são todos nossos, incluindo aquele católico que frequenta a casa e vai na Paróquia da Santíssima Trindade tomada pela modernização, atualização, demoníaca que nós impomos desde o Vaticano II com aquele padreco adúltero Karl Rahner. - disse discursando um demônio em forma de flor de jambú para outros demônios em forma de flores e folhas e raízes de jambú fincados e escorrendo nas paredes externas da referida casa.





- Sim! - acenando exclamou dizendo e respondendo um outro demônio. - Eles são nossos! Eles não tem a cabeça e o espírito daquele pretenso ex-bicha que quase adentrava naquele dia neste puteiro onde neles escorre, com o nosso auxílio, não digo a fé, mas o sentimento brasileiro idiota da fé deles. O ex-bicha é o problema, ele é quase um sedevacante, ele é mais perigoso, esperto. Vamos atormentá-lo na convivência dele com aquela mãe doida dele que o inferniza com suas exigências descabidas.

domingo, 23 de agosto de 2026

E que viva Nossa Senhora de Nazaré! (conto cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






O rapaz sem camisa, cabelo black-power castanho escuro, branco, de óculos, seco e peludo com calças estampadíssimas largas e esvoaçantes em motivos florais, Caetano Veloso na juventude, afeminado, recebeu a pobre ovelha, um homem um tanto fora do peso com chapéu panamá já com os seus quase cinqüenta anos de idade considerado feio pelo falso padre conciliar, ovelha dispersa órfã do já há muito falecido verdadeiro pastor Pio XII, no puteiro gay-hetero outrora instalado na casa velha da velha e decadente Avenida Nazaré no bairro de Nazaré de Belém do Pará.




- Quanto é a entrada? - perguntou a ovelha que mesmo tendo tendências homossexuais luta contra elas.




- 10 reais. - respondeu o afeminado exótico do puteiro.




- Ah, ok. Obrigado pela informação. - despediu-se a ovelha.




- Quem era? - perguntou do alto da escada uma mulher um tanto nervosa começando a ficar suarenta com os seios quase à mostra enlaçados por fios de naylon em uma trama de couro com shortinho de couro ambos negros e uma bota vermelha. Seus cabelos eram também black-power de cor lilás e louro acobreado típico de mulheres vulgares do povo guamaense, jurunense e da Terra Firme, bairros da capital paraense. Ela e outras mulheres ali estavam enciumadas e nervosas, um tanto suarentas, não tanto pelo clima de Belém quanto pela influência do demônio e dos maus costumes de seus machos no fogo da paixão invertida gay, modismo à beira do transexualismo atual  como o rapaz seco afeminado, seu ficante.





- Era um velho. Queria saber o valor da entrada. Para ele é 10 reais... - respondeu o invertido da calça esvoaçante quase uma saia estampada que atendeu a pobre ovelha sem pastor.





- Viado, se ele fosse gato tu deixavas entrar de graça pra te comer, né? Já não tô gostando disso... - redargüiu a mulher suando um pouco mais de ciúmes do rapaz. Ela suava um pouco mais, também porque um diabinho com aspecto de osga pulou do nada para o seu pescoço e mordeu-lhe.





"Adeus ao homem." - pensou o velho dono da casa antiga em seu quartinho. Sua casa nos quartos frontais, tornada em puteiro, da Avenida Nazaré. "Eu já tô velho, acabado, elas não vão me querer..." - concluiu pensando o velho, um homem sequíssimo pela idade avançada, ele muito branco, com sardas, pernas finas, sequíssimas, sequíssimo, acabado, com óculos...





- Olha, o cu é meu; eu já tô de saco cheio de você. O cu é meu e eu dou para quem eu quiser. - respondeu o rapaz, os outros rapazes alguns na flor da idade proporcionando a beleza fresca da juventude diziam o mesmo para suas ficantes. O cu é dele disse o jovem sem camisa acima referido para a mulher supracitada apertados os seios de melão estourando na roupa negra de couro como em fios de cadarço como que de tênis, irresistível para qualquer sapatônica, mulher sáfica.





Ela sentou-se, cruzou os braços e as pernas balançando-as e batia os dedos da mão direita com suas unhas vermelhíssimas bem feitas de gavião sobre a mesa, não muito nervosamente. Ele assentou-se ao seu lado. Ela tocou-lhe no ombro nu e peludo do jovem.





Um outro jovem muito bem apessoado com rosto um tanto arredondado e uma barbinha castanha comentou:





- Nós recebemos, vocês, as meninas, aqui, mas o que vocês querem mesmo é ficar com homem que bate em mulher.





- A gente quer homem, tá! - respondeu uma outra moça morena escura com também cabelo black-power com traje tomara que caia e saia jeans.





- Homem que bate, isso, sim! Vocês são bolsonaristas! Vai logo pra a igreja evangélica! - respondeu o rapaz bem apessoado com peito nu sem pêlos, com muitos cabelos nas axilas, sem camisa, cabelo castanho com topete, baixinho de pernas grossas peludas e voz potente, apesar da inclinação homossexual detestável.





Detestável na vil muito velha missão de sua chefia desde o Éden missão de reduzir a pó o homem prometendo-lhe o pináculo da infinitude no nada de sua finitude e autonomia kantiana uma cobra brilhosa no brilho próprio azulado que até o maior negrume tem saiu da vala, da sarjeta da frente da casa antiga onde instalava-se o puteiro na avenida Nazaré. Uma cobra que navegando na vala de frente da casa, subiu a calçada e entrou na casa. O cãozinho da casa ganhindo escondeu-se. Uma senhora que rezava um Santo Rosário transeunte na calçada deixou cair as contas do Rosário no chão. Detestável a serpente atravessou as paredes da casa e subindo, imperceptível, sobre o rapaz com axilas extremamente peludas fez ele abrir os braços apoiando as mãos cruzadas sobre a cabeça, sensual, uma ereção começou a despontar em seu pênis de médio a pequeno e bem grosso com uma grande cabeça demonstrando o plus que mulher nenhuma tem com o seu buraco, vagina, entre as pernas. Também como algumas vezes acontecia nessas ocasiões pensamentos as vezes rápidos e intromissivos da detestável sua mãe que o oprimia e ao pai na sua infância, talvez a causa de seu homossexualismo, intrometia-se em sua mente. Certa vez ele achou estar esquizofrênico ao ver um demônio vomitando um líquido pastoso verde na cara de sua mãe enquanto ela desafiava o seu pai e xingava-o. Ele com sua voz grossa piscou os olhos para um rapaz louro e bem alto, com um rosto que resplandecia a recém saída da infância, 18 anos recém completos era a sua auréola, que estava no canto da sala e foram ambos sodomizarem-se mutuamente em um quartinho reservado.





A cobra deu meia-volta e um diabinho montou nela como em um cavalo.





- O nosso chefe lá no Éden quer isso, para além do bem e do mal, nós estabelecemos bem e mal. Somos kantianos, autônomos, übermensch, e que os homens acreditem em nós, que sintam sono, tédio profundo sintam-no de fazerem o certo definido pelo Inimigo. - com a garra esquerda em punho cerrado em riste socialista disse o diabinho montado na cobra preto azulada de tão preta de tão pobre em sua miséria diabólica. O diabinho tinha a pele de cinza a negra com grossas estrias que pareciam listras, tábuas paralelas em seu dorso, braços e pernas com seus chifres retorçidos, cauda de jacaré e um pênis humano duro.





Um rapaz nos seus quarenta e quatro anos de idade, moreno claro, olhos verdes, cabelos longos bem negros abraçava uma menina balofa bem branca no puteiro e beija-lhe os ombros nus afastando-lhe as alças de sua roupa para beijar-lhe.





- Já foi à Missa, amor? - perguntou a moça?





- Ih! Lá vem o papa-hóstia! - pulando na forma de uma aranha, um diabo, aterrizou invisível na mesa de ambos.





- Fui cedo na Paróquia da Santíssima Trindade. Tu sabes que eu gosto da rapaziada, aqui, não sou chato, moralista. O meu plus é Deus, é muito mais interessante Deus. - respondeu o rapaz cabeludo de quarenta e quatro anos.





- Eu não quero que tu te percas. - suplicou a moça balofa.





- Ah, se eles soubessem quanto estão no nosso papo e do nosso Mestre. - disse a cobra preta e azulada, verdadeira sucuri invisibilizada pela angelitude, Cobra- Norato, montada pelo diabinho da pele estriada de cinza a negro.






- Eu não sou moralista. Acho mais interessante uma abordagem intelectual. O pênis é para a vagina e vice-versa, é biologicamente evidente, segundo a lei natural rumo a lei divina, partes descendentes e ascendentes da mesma lei divina, Palavra de Deus. Um dia muitos deles perceberão e eu sou amigo deles para estar do lado dos despertos. Eu vou casar contigo minha balofinha. Aqui nesta casa tu sabes que todos os anos nós e eles com emoção vemos a Nazinha passar no Círio. E que viva Nossa Senhora de Nazaré! - concluiu o rapaz que trajava uma camisa da procissão paraense católica do Círio de Nazaré de Belém em uma calça social preta com sapatos de couro cinza com detalhes em metal.





sábado, 22 de agosto de 2026

Golpe em estrela (conto cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





O rapaz estava com boné, camiseta de manga, bermuda, olhando para as copas das mangueiras da Praça Batista Campos de Belém do Pará. O rapaz parecia um boliviano, um tanto letárgico, era minimamente bem apessoado.




"Não posso sentar perto dele. É pecado aproximar-se da ocasião de pecado." - pensou o invertido precavendo-se.




O desejo homossexual muito forte naquele momento. O homem com barba bem feita, raspada, rosto bem liso, poucos pêlos no corpo, altura mediana, moreno claro, mas queimado pelo sol. Ele pensava por um instante no quanto momentaneamente o desejo obliterava o seu raciocínio e como sair de tal situação. A filosofia saudável escolástica fugia-lhe, talvez não fugi-se-lhe o gnosticismo platônico que não se permite contaminar com os entes muitos deles deprimentes e decididos no mal impedindo a descoberta do Ser por esse pobre, ambíguo meio rumo às ideias.




- Toma demônio! - flechou a um demônio com uma ideia platônica o anjo bom fulgurante em costeletas louras com cabelos longos louros e luz celeste nos ares daquela Praça ímpia nomeada com o nome de um ímpio maçom liberal.




- Aristóteles trabalhou para nós, ó anjinho bonzinho! - redargüiu o demônio. - A verdade, a ideia, olha-se o Ser nos entes, in re, meu caro. Para eles, os entes, é o nada o Ser, jumentos que são junto com a jumentice dos pagãos anéis e barba raspada do Estagirita. - completou a entidade que parecia um urubu em asas abertas, Perpétua da Tieta esvoaçante em seu xale asa de graúna, com a face de um negro retinto e lábios grossos, barba e cabelos negros e crespos.



- Na verdade os entes são uma transparência para o Ser em que pese os entes maus humanos que há anos não sabem o que é uma boa confissão sacramental seguida de uma contrição. - lançou o espírito celeste em cheio na testa do demônio um golpe em estrela de sua espada. - Aristóteles é o mestre dos que sabem. - finalizou o santo anjo.



O homem homossexual aturdido pelo desejo simplesmente se foi para o supermercado ali próximo e o rapaz com face boliviana também foi-se embora.

terça-feira, 18 de agosto de 2026

Mulher: ou o inferno ou a cozinha

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Ou o inferno ou a cozinha esperam pela mulher. Ela com seu sovaco raspado nu, saias curtas, decotes expondo parte dos seios de melão, pintadas com índio para a guerra do lado como sempre do demônio e não de Deus. Tudo vaidade, somada à inveja que mulher tem do homem, dada à sua posição subalterna, proletária em relação ao homem. Há a ambição feminina em ter uma carreira e não em ser mãe ficando na cozinha para a própria salvação mulher deveria pensar em ser mãe diria o Apóstolo (São Paulo). Por tudo isso o inferno está hiperlotado de mulheres e já vão tarde para lá.

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

O Diário: virtude e santidade de desespero

Autoria: João Emiliano Martins Neto 



Eu ia até descer o cacete no povão nesta minha postagem do diário, mas pensando bem a virtude e santidade de desespero do povão e porque que outra opção tem o povo se não adotando pelo menos a moral judeu-cristã assim ter forças para acordar cedíssimo todos os dias para pegar ônibus lotado assim vir trabalhar nos grandes centros urbanos ocidentais decadentes? 




Eu digo isso, porque nas próximas poucas semanas o meu cotidiano será de condução em condução vir para o centro de minha cidade de Belém do Pará para trabalhar. Está explicado o porquê que o gay, o preguiçoso, o vagabundo, é um luxo das elites cuja ideologia é exatamente a socialista que desconhece a natureza humana muito bem conhecida no cristianismo e a esquerda alienada ainda diz que é a elite que infundiria o cristianismo no povo, nada mais longe da verdade.




No desespero do dia a dia do povo bem vem a calhar a moral cristã ainda que com um nada de compreensão substancial, metafísica do cristianismo e logo Jesus Cristo que mais do que um costume rotineiro de acordar cedo todos os dias revela o homem a ele mesmo substancializando-o no Sumo Bem que é o Cristo Deus perto do qual o resto é um resto, restolho contingente, que poderia nunca ter existido, ainda que seja ao mesmo tempo sedutor, chantagista, tirânico, dado a subornar.

sábado, 15 de agosto de 2026

Minha Mãe Maria assunta eis o diário: sobre a mudança

Autoria: João Emiliano Martins Neto





Minha Mãe Maria assunta ao Céu, Senhora Soberana, eis o diário: sobre a minha mudança vindoura de endereço, eu terei que deixar este bairro de Nazaré de minha cidade natal de Belém do Pará, um bairro da elite, de gente branca, talvez por isso mesmo mais apetecível para relações homossexuais, é feia uma pessoa negra, diz a Bíblia Sagrada. Bairro de gente que é branca, que é gente a tôa, de homens ateus ou com um catolicismo apenas nominal, socialistas, playboys e que gostam de gays ao contrário da esquerda que diz que é tal elite que teria uma ideologia conservadora que iludiria o povo. Santa Maria, Madre Nossa Senhora, o cristianismo, junto com o cigarro e um lulo-petismo popular é coisa de gente que mora é no bairro do Parque Verde para onde eu vou me mudar hiperlotado de seitas, igrejolas neopentecostais ultra-moralistas, bolsonaristas, reacionárias.



Ó minha Mãe assunta ao Céu, acesso único hoje na ordem da graça a todas as graças a começar por Deus Jesus Cristo a maior das graças, não há homossexualismo, talvez mesmo segundo os socialistas antigos uma decadence capitalista, que resista a pegar condução cedíssimo para vir para aqui para Nazaré e bairros centrais, gastando-se uma grana doída semanal e mensal de ônibus. A vida vai endireitando-se, ó Deipara de Nazaré, sem o Cine Ópera na porta que compete no bairro chique de Nazaré com a Basílica Santuário a Vós dedicada.



Rogai por nós, Santa Madre de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém.

À Mãe assunta: uma terna devoção

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Hoje, dia 15 de agosto de 2026, é dia da assunção da Virgem Maria ao Céu. 




À Ti, Mãe assunta: uma terna devoção eu a Ti dou. Já coroei-Te com as rosas místicas, hoje, do Santo Rosário que eu a Ti ofereci. Mãe muito mais ao Céu tu és pertencente do que a este mundo dominado por Satã, macaco de Deus, junto com seus macacos, os demônios e os macacos da horda demoníaca que são os maduros; samuéis câmaras; lulas; barbalhos; bolsonaros; putins; negros tirânicos africanos descedentes do amaldiçoado Canaã filho do Cão curioso despudorado por ver nu o pai ébrio Noé. Há outros macacos dos demônios como Kim Jon-un; Conde Chupeteux de la Queimaruesca junto com os apologetas falsários ditos católicos, panfletários de internet. Há um Márcio Rolim bichona por militância, aidético, bichona por profissão e religião cuja alma encontra-se no ânus confundido por delírio e influência demoníaca sobre ele com uma vagina e tantos outros símios terminados de forma péssima pela própria impenitência. Mas, ai de mim, eu, o maior dos pecadores, que eu não termine pior do que eles, não permita, ó Divina Mamãe.




Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco!




Salve, Rainha, Mãe de misericórdia! Vida, doçura, esperança nossa, salve!

Um diário: ó Deus dos que um dia descansarão

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Haverá descanso eterno no Céu, aqui na Terra é luta como a minha diária no meu sono perturbado com gritos histéricos todas as noites fruto de minha doença mental, o transtorno bipolar, e causada tal perturbação por alguma influência demoníaca, mas pelo menos eu tento ser católico praticante - Deus Senhor me ajude - até ao ponto de excelência de ser praticamente um sedevacante. Uma irmã minha descompensada, talvez assediada de alguma forma pelo demônio, quer até internar-me forçadamente em um dos hospícios, manicômios nos quais eu estive internado no passado se eu criar confusão no futuro apartamento moderníssimo, cururu, de pobre, da avenida Augusto Montenegro onde minha família e eu vamos nos mudar no dia 20 próximo deste mês de agosto de 2026. 





O descanso virá, enfim, no Céu, depois de um crivo à vista de todos para a vergonha dos maus no dia do Juízo Final quando o Senhor Jesus Cristo julgar a vivos e mortos, julgará e o que é vergonhoso por uma mixaria este país maldito Brasil de gente que se vende ao Diabo por um nada, a estes falsos pastorecos evanjegues protestantes como o Samuel Câmara, xingado de bandido na cara dele por mim, com suas esposas trajadas com saias até os tornozelos, o que é uma moda modesta altamente recomendável moralmente junto com os paletós e gravatas elegantes, alguns um tanto cafonas por serem baratos, trajados pelos homens protestantes, ponto positivo para os protestantes. O Juízo Final pegará estes apologetas ditos católicos panfletários de internet tipo o Ariel Lazarento que dá uma gambiarra bíblica para desprezar a Fraternidade Sacerdotal São Pio X que é uma filha mesmo desta prostituta da Babilônia conciliar que eclipsa a Igreja de Cristo, a eleita, que fica na Babilônia, Roma, santificada pelo sangue dos santos apóstolos Pedro e Paulo. Outro destes apologetas é o ex-pastor Patifaria que só debate com o EXCELENTE Lucas Banzoli quando ele tiver mulher e filhos como o Patifaria. Tem o Gabriel Fresko. Tem o Conde Chupeteux de la Queimaruesca da minha cidade de Belém do Pará,  cuja esposa já disse que não dá mais para ele ser vagabundo de internet, ele deve cuidar de seus filhos, os imperativos domésticos. Tem o tal Marcelo Andrade, vindo da seita Associação Cultural Montfort, a patrulha anti-gnóstica fundada pela bestinha provecta anti-gnóstica, Orlando Fedeli, chefiada hoje por Alberto Zucchi, segundo eu soube envolvido com ilícitos financeiros. O tal Andrade que no segundo anterior disse que a violentíssima Santa Inquisição matou apenas oitocentas pessoas em séculos para depois no próximo segundo dar umas milhares de mortes. O Conde Chupeteux deu umas três a cinco mil mortes na Santa Inquisição, sendo que Lucas Banzoli deu um número de mortes de mais de 230 mil mortes, se eu bem recordo, na Santa Inquisição por meio da fonte primária de um certo Lorente, secretário inquisitorial dos inquisidores, acho que uns quatro, se eu recordo-me, incluindo Tomás de Torquemada e depois dele.

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Diário diariamente: Deus, ó Deus dos corajosos

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Deus, ó Deus dos corajosos, Senhor, ajuda-me a ser o teu escravo fiel e forte. Eu sou um covarde como raramente se viu, sou bicha, bicha, bicha. Ontem, dia 11 de agosto de 2026, eu conversava com um rapaz que apresenta-se como padre, o qual talvez nem padre verdadeiro seja dado ele ser um funcionário da seita conciliar. Eu omiti a minha simpatia sedevacantista eu ponto de eu dizer-me sedevacantista.




Deus, ó Deus dos corajosos. Deus daqueles cuja verdade não é no fim de tudo uma segurança humana, garantias humanas de que algum psicopata, demagogo inquilino do Alvorada será o seu deus mortal, o chefete de um Estado laico que é um cadáver, algo sem alma, o homem separado de Deus, sem a comida e a bebida verdadeiras que é a carne e o sangue de Jesus Cristo na Eucaristia.




Deus, ó Deus, ajuda-me!

terça-feira, 11 de agosto de 2026

O ânus guerreiro do Conde Chupeteux

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Apesar de toda a peste do erro, heresia dos protestantes em um debate recente de Internet o João do Areópago mandou muito bem, agora só resta ao Conde Chupeteux de la Queimaruesca (Conde Loppeux de la Villanueva / Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira) cantar vitória que deu uma surra de ânus, de seu ânus guerreiro, no pênis do rapaz. O Chupeteux com zero de erudição e nota máxima de palpite inútil próprio dele em mais de duas décadas de palpitaria, a palpitaria, imperícia, chute próprio das redes sociais. Mas eu ainda prefiro mil vezes as redes sociais, a Internet, prefiro o autodidatismo do que estas madrassas que são as universidades do ocidente decadente inteiro entupidas de modernismo, racionalismo, sobretudo kantismo, marxismo, nietzscheísmo, desconstrucionismo.

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Prazer e poder: drama e esquema em face do espiritualismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Ave Pio XII!



O falso poder de um cargo político em que pese o auxílio de soldados, navios, aviões, armas e tecnologia para sobrepujar multidões assim obliterando a metafísica e sua questão mais abstrata que é Deus e ao mesmo tempo mais concreta, pois que o homem com sua inteligência é uma participação na inteligência infinita de Deus junto com todos os entes ordinários, até uma pedra, encerram por fim uma sabedoria, encerram a causa incausada que é Deus. Em que pese a questão do gozo, do prazer incendiando o homem de fantasias sensíveis visuais, gustativas, olfativas, tácteis, assim obliterando também a metafísica, porque imerso aos entes eles se tornam por si sinais amorfos, caleidoscópicos, tornam-se nomes sem os universais, sem finalidade no caso do prazer pelo prazer seja no limite da gula, na luxúria, no esteticismo vazio de algumas obras plásticas antigas e pioradas na modernidade, a futilidade das cantigas de amigo e no romantismo sobrepujando as hagiografias.




O drama encerra-se na história por si mesma sem o seu fundamento meta-histórico em Jesus Cristo. Encerra-se assim o drama, a frescura, o que seja no medo, na concupiscência dos olhos e da carne diante dos entes como as condições econômicas e sociais que obliteram a consciência e mais obliteram a autoridade do Papa, isso se tivéssemos um Papa e realmente não temos, pois a autoridade pontifícia sobrepuja as consciências. Não estou sendo esquemático, mas por mais que doa no espiritualismo como fundamento da história: o único drama aceitável é o da busca de boa vontade, sincera, orante e sacramental para acomodar-se a consciência à verdade hoje na tragédia das ovelhas estarem dispersas dada a ferida de morte sofrida pelo último Pastor, Pio XII. Ovelhas que podem acabar no perigo de acabarem por precipitarem-se em algum abismo sem que o Pastor, o Papa, venha resgatá-las.

domingo, 9 de agosto de 2026

Espiritualismo meta-histórico: o espírito sobre a mente

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




O espírito não reduz-se à mente, por isso mesmo sempre foi considerado um tanto amoral e imoral o louco, pois ele sabe que com todo o tumulto, confusão, angústia, antes do apagão da psicose, ele tem a liberdade invencível de seu espírito para buscar algum tipo de ajuda, uma medicação, um internamento psiquiátrico.




Uma filosofia espiritualista como a minha não reduz-se à mente, nem mesmo no caso da psicose no por fim apagão que ela organicamente impõe a nós que a ela padecemos, mas defende a liberdade do espírito humano para optar pelo bem e pelo Sumo Bem, Deus, portanto, desde a metafísica, Deus, passando pela epistemologia até a ética e axiologia.

Diário: um rápido vendaval de cocô

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





No final da semana passada passou um rápido vendaval de cocô sobre mim neste mundo onde permanece eclipsado o sol da Igreja Católica por uma seita conciliar. Eu conversava por acaso com umas completas idiotas sobre eu ser ex-gay, e eu o sou ex-gay e Deus me ajude, e uma delas queria apresentar-me rapaz rico para eu unir-me a ele já que eu disse que uma irmã minha uniu-se a um homem rico, outra ligou ser ex-gay com ter que contratar núpcias com uma mulher, não há o horizonte da castidade e celibato para a idiota em menor grau e malignidade do que a primeira.




Este mundo cagado, todo cagado, que jaz sob o maligno permanece com vendavais de merda, de trevas espessas neste longo interregno de Sé evidentemente vacante.

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

O espírito como forma da história

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





O espírito como forma da história é o que dá consistência à história não restando apenas nomes ockhamistas, não restando apenas indivíduos scotistas, haecceitas desconexos, zés manés na fila do pão e achando-se importantes porque estão meramente inseridos na feitiçaria da sociedade capitalista gananciosa da troca, pulverizados em períodos históricos de um mesmo povo e de diferentes povos. 




O esquecimento do espírito ocorre com uma má consciência moral e contra a lei natural para os pagãos sem a revelação não raro dominados e enganados pela maldade de caciques indígenas, aborígenes e chefetes pré-colombianos primitivos, carniceiros, canibais até lunáticos dominadores cabeças-de-toalha islâmicos e nestes povos vagabundos ocidentais pós-cristãos com dissonância cognitiva e histéricos reduzidos ao moralismo judeu-cristão sem nunca mais frequentarem um confessionário ou indo a seitas caça-níqueis protestantes de galpão.




É absolutamente cristã, é teológica a essência da história humana, a sua meta-história, neste mundo contra a qual a malícia humana tenta vencer incontornavelmente impotente (Sabedoria 7,30).




É bom lembrar que há os papistas papólatras no catolicismo que perdem a forma da história, perdem a razão, não  confiam na oração, influenciados, por exemplo, pelos manuaizinhos de tomismo de Reginald Garrigou-Lagrange colocam a obediência a homens, mesmo que seja o autonomeado Papa acima da verdade, acima da verdade da Fé. São bons nisso as tristes seitas galicanas de resistência como Instituto Bom Pastor, Trad Talk falsário do YouTube, o Conde Chupeteux de la Queimaruesca palpiteiro compulsivo e mentiroso compulsivo, segundo o próprio melhor amigo dele já falecido, Luiz Fernando Vaz, contou-me; junto com outras seitas e gente do mesmo tipo a exemplo da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.

terça-feira, 4 de agosto de 2026

O Diário: socialismo cristão e anarcocapitalismo esquerdista

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Ontem, dia 3 de agosto de 2026, causou-me espécie o que Peter Turguniev do canal ANCAPSU no YouTube disse que é "socialismo" a busca do melhoramento da humanidade, ainda que por via do Príncipe, do Estado, leia-se que por via de alguma outra instância como uma religião institucional como a Igreja Católica ou outra instituição como a família, poderia ser.




Então, realmente haveria um socialismo cristão e conservador e o anarcocapitalista assume ser esquerdista. Eu já desconfiava, pois a esquerda hoje é o status quo, ainda que apesar da bagunça causada pelas redes sociais online, e ela parece muito ordeira falando em política, diálogo, respeito cavalheiresco às mulheres, respeito aos mais velhos, e ordem, instituições, falando em leis como constituições, e até em mandamentos divinos para impor a atual totalitária lei da misoginia. Quem diria, logo a esquerda, ateia, com complexo de Édipo contra o pai e ressentida porque nenhuma mulher em sã consciência quer um homem de esquerda. 




Peter Turguniev é o esquerdista, de fato, ele que é o extremo do liberalismo como anarcocapitalista que ele o é, ele é o extremo da Revolução Francesa de 1789 faltando só a esquerda livrar-se da mistificação marxista e adotar o capitalismo que com muito mais eficiência sepultou o cristianismo sendo impensável, ó horror, o moralismo de melhorar a humanidade para prepará-la para a liberdade em vista de um bem, pois já é tirania, é "socialismo", diz o barbudo, tudo em vista da ganância, em vista do lucro capitalista como se o anarcocapitalismo não redundasse na venda do próprio Deus no mercado da falsa fé protestante e das falsas religiões no liberalismo religioso subscrito pelos falsos papas desde Roncali até o triste Prevost de hoje, até redundaria o anarcocapitalismo na venda de adoções de crianças, venda de órgãos humanos e carne humana em açougues com o intuito de promover o deus panteísta mercado.




Ontem, graças a Deus, ignorou-me no condomínio onde eu resido o aposentado por ser louco e homofóbico, homofóbico seja por uma questão de falta de estômago e de higiene, seja porque ele é mais um louquinho, histérico ocidental que seguindo na prática a episteme e moral judaico-cristã, segue mais a moral judaico-cristã como um hábito inveterado, no automático, ele é um moralistóide do que uma episteme que mostraria a ele a sabedoria cristã, o doido aposentado que talvez nunca tenha confessado os seus pecados a um padre. Deus, ó meu Deus, permita eu que procuro servir-Te que esse demônio aposentado por invalidez me esqueça para sempre ou que ele morra o que seria melhor ainda.

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Um espiritualismo sem ilusões e com tentações

Autoria: João Emiliano Martins Net



A minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano é um espiritualismo sem ilusões. A noção de ideias das coisas deste mundo radica-se neste mundo mesmo por mais imperfeito que ele seja, logo, o espiritualismo fundado por Platão tem na minha filosofia o conceptualismo, a correção feita por Aristóteles, discípulo de Platão, aos universais. 




In re, é o termo filosófico latino, para as ideias, gêneros e espécies, nas coisas mesmas, o cinceptualismo aristotélicos, não em um mundo separado. Então aí entra o realismo moderado de Santo Tomás de Aquino o que evita tanto empirismo cego para a capacidade racional quanto evita o racionalismo, o subjetivismo de dúvida do mundo externo, mas voltando-se para o objeto sem a involução copernicana do anão disforme de Königsberg (Immanuel Kant) que é a virada antropológica onde o disforme quis uma autonomia humana à realidade que expulsa pela janela retorna resistente, impertérrita pela janela, ditando as regras, ela, a realidade rumo ao infinito, rumo a Deus, ao Sumo Bem, incluindo até visões do céu e do inferno onde está tostando Immanuel Kant. Visões vistas por Emanuel Swedenborg que despertaram o ressentimento e com ele a empulhação kantiana.




Eu não posso negar o impulso, tentação platônica, gnóstica, ascética, de minha filosofia, quiçá até ontologista de Vincenzo Gioberti em minha filosofia onde pela Luz (de Deus do que é o Bem e Sumo Bem) veremos a luz das coisas, a sua verdade, sem partir dos entes ordinários, mas do Ser Supremo.




Nesta Luz, ontologista, aí entraria a gnose, há a tentação de tornar mais claro o ente sem mediações e assim ditar uma meta-história, uma substância para história heteróclita humana, história confusa onde largado o homem a si mesmo e dado certas condições para o mal o homem opta pelo mal incendiado pelas paixões.
 

domingo, 2 de agosto de 2026

Pobre diário: e os críticos broxantes ao sedevacantismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Pobre diário, ainda hoje dia 2 de agosto de 2026, tenho que escrever em ti aqui e agora sobre as broxantes críticas ao sedevacantismo. As tais podem explicar-se, da parte da garotada do Trad Talk do site YouTube, porque eles batem muita punheta e são sodomizados por travestis nas caladas da noite de São Paulo e Rio Janeiro, Porto Alegre ou aqui na minha cidade de Belém do Pará e tem que correr na emergência para os confessionários improvisados da Roma modernista e protestante. 




A crítica tosca que eu vi hoje no tal Trad Talk juvenil é que a posição jesuítica, daquele jeito juridicativo, legalista, da banca advocatícia, é que o herege precisaria de uma posição oficial, até em um concílio que declare aquele lobo, impostor como um não Papa, um antipapa, decaído do sumo pontificado. Ora, o gloriosíssimo Doutor Escolhido, o Doutor das Controvérsias, São Roberto Belarmino, um jesuíta que destoou de sua ordem junto com o cânon 188 e parágrafo 4 do Código de Direito Canônico de 1917, diz que o Papa herege está ipso facto deposto do pontificado sem a necessidade de uma sentença. Está fora tanto quanto o Senhor Jesus Cristo reconheceu que as suas ovelhas fogem de um filho da puta como Samuel Câmara ou um Wojtyla que beijou o Corão. Ele foi deposto o lobo por direito divino, por Deus, pela metafísica, a dura e resistente realidade disse não; o depôs como qualquer criatura não pode realmente, metafisicamente ser o Criador e ninguém nasce gay, ninguém nasce com um cu que não seja só para cagar.  Pois um herege não é membro da Igreja, não é cristão, muito menos a sua cabeça.




Bom, mas na correria da punheta batida e da sodomia praticada o que se vê é a correria para a Roma moderna da esquina. É da vida...

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