Deus, ó Deus dos corajosos, Senhor, ajuda-me a ser o teu escravo fiel e forte. Eu sou um covarde como raramente se viu, sou bicha, bicha, bicha. Ontem, dia 11 de agosto de 2026, eu conversava com um rapaz que apresenta-se como padre, o qual talvez nem padre verdadeiro seja dado ele ser um funcionário da seita conciliar. Eu omiti a minha simpatia sedevacantista eu ponto de eu dizer-me sedevacantista.
Deus, ó Deus dos corajosos. Deus daqueles cuja verdade não é no fim de tudo uma segurança humana, garantias humanas de que algum psicopata, demagogo inquilino do Alvorada será o seu deus mortal, o chefete de um Estado laico que é um cadáver, algo sem alma, o homem separado de Deus, sem a comida e a bebida verdadeiras que é a carne e o sangue de Jesus Cristo na Eucaristia.
Deus, ó Deus, ajuda-me!

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