2 de agosto de 2026. A chatice diária das alminhas conservadoras brasileiras e bem mesquinha, é a inveja que elas têm dos veados foderem e elas não. Pobrezinhos deles, dos veados, estão em uma situação absolutamente nefasta, chafurdando no cocô da inversão, fodem, pobres deles, com o cu, mas os conservadores deste país sentem inveja deles. Os conservadores gloriosamente quando raramente fodem o fazem pelas vias normais quando suas mulheres consentem em não fingir dor de cabeça para dar-lhes suas bucetas para aquele macho alfa alcoólatra, drogado, com chulé, barba por fazer, barriga de chopp, para implantar em seus úteros, túmulos, seus filhos que serão abortados in limine pelo contraceptivo que elas tomam até acabarem merecidamente gordas.
É longo o caminho do homem rumo à sabedoria, enquanto isso tropeça-se nas ruas do Brasil com lixos humanos estagnados no pântano da ignorância auto-satisfeita e invejosa. Ora, assim um pobre diário registra o pecado contra o Espírito Santo que é a inveja do horror normal e recomendável ao homossexualismo misturado muito mais à inveja de um Brasil maldito que sempre foi católico de IBGE, sem moral nenhuma para falar dos outros, uma republiqueta de apedeutas orgulhosos telespectadores de novelas de merda da TV Globo com seus pecados inconfessáveis de quem não raro macho alfa relaciona-se carnalmente nas ruas com suas trinta pretas putas, os seus veadinhos, com os travestis e com as falsas mulheres trans.

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