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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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quinta-feira, 21 de setembro de 2023

Espinhos metafísicos na carne

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Benedito Nunes, um sofista daqui da minha cidade de Belém do Pará, capital do Estado do Pará, que ainda votou em Luiz Inácio Lula da Silva, votou na esquerda, no ano de 2002 em pleno século XXI, ainda que ainda no início da centúria, depois de um século passado em que rios de sangue e lágrimas escorreram graças à esquerda, era Nunes sofisticamente que dizia que a metafíica acabou depois de realizar-se. Acabou mesmo? Há espinhos metafísicos na carne que insistem em ser mais dolorosos do que muitos ferimentos físicos neste mundo a cortarem a carne.


Eu voltei a falar com aquele Carlos da banca Odineia aqui na rua de casa, na travessa Quintino Bocaiúva, bairro de Nazaré de Belém onde eu resido, e eu acho que um espinho espiritual bem que poderia fustigar a carne dele, o lado humano enjoativamente humano dele, se eu fosse homem o suficiente para dizer para ele que, ele que diz não querer saber de política só de religião, nem para a religião ele se interessa visto a ignorância deste homem apedeuta, Lula é o Supremo Apedeuta de volta ao Palácio do Planalto, que disse de forma apedêutica sobre religião que tem gente que vive na Igreja Católica, mas sofre, enquanto ele que nunca levou um padre para benzer a banda dele dá-se muito bem, ganha muito dinheiro. Se eu fosse corajoso pelo menos uma vez na vida eu poderia dizer que ele é um idiota de pensar assim, pois que o Senhor Jesus Cristo disse que nunca teríamos aflições, mas, que é para termos coragem, pois Ele venceu o mundo.


O católico romano pode sofrer neste mundo, pode ter aflições, no entanto, mesmo assim bom ânimo, coragem, o Cristo e os seus verdadeiros e grandes santos que são sábios e corajosos, coisa que eu não sou, venceram o mundo. Foram homens espiriuais e não carnais no quais não cabia nenhum merecido e até medicinal espinho a precisar espetá-los. Mesmo sendo homens, o próprio Cristo, o Senhor, homem e os demais santos enfrentaram as suas fragilidades, ainda que tremendo de medo não foram ratos e baratas covardes semelhantes a mim e venceram o mundo, suportaram um tal tesouro em frágeis vasos de barros que foram eles. Vasos de barro é a comparação de São Paulo Apóstolo para a nossa fragilidade humana.


A metafísica está mais em voga do que nunca, dói o espinho metafísico da verdade na carne dos idiotas, apedeutas muitas vezes por culpa de desleixo próprio, nós, os orgulhosos, nós, os covardes, nós, os invertidos sexuais e no nós dos idiotas e apedeutas eu também incluo-me, idiota e apedeuta em certos aspectos. Aqueles de nós que ainda estamos vivos temos um chance de mudar de vida, os demais do passado talvez agora estejam no inferno tantos e quantos sofistas de desde a época de Sócrates que os combateu: Protágoras para quem o homem é o reizinho absoluto ditador do relativismo é a medida de todas as coisas e não Deus, conforme dizia Platão; Hípias, Górgias, Immanuel Kant, René Descartes, Richard Rorty, Benedito Nunes e tantos outros panacas agora face a face veem a Deus que é a verdade e não podem mais negar os fatos, a realidade, luminosa que coloca-lhes um espelho para eles mirarem as suas feiuras.

domingo, 20 de agosto de 2023

Raiva!

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Ontem eu estava com raiva de mim mesmo. Raiva! Raiva de eu ser tão covarde, veadinho, rato e barata nojento, nocivo, infecto, nefasto, traiçoeiro, pestilento vendido e amando mais a esta coisa mesquinha que eu sou em minh'alma. Eu estava com raiva de não enfrentar um funcionário do restaurante e casa de eventos, o Casa Mia, que fica na rua de casa, na travessa Quintino Bocaiúva, no meu bairro de Nazaré de minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará. Ele ameaça me agredir fisicamente se eu parar ali para conversar com os funcionários do lugar como eu fazia antigamente e junto com ele. Em uma postagem passada neste meu blog ortônimo eu até aventei a possibilidade do sujeito, que parece que se chama Charles, estar a fim de mim, ele que até um dia desses era heterossexual, porque que eu saiba ele seria casado e com filhos, e de repente me conheceu e virou veado? Nós, LGBTQIA+ parece que a gente leva as pessoas para um mau caminho, seríamos nós sedutores.


Bom, ontem, eu fui à uma delegacia aqui na minha cidade de Belém para denunciar o cara, fazer um boletim de ocorrência, mas, não o fiz, apareceu um rapaz que também queria fazer uma ocorrência ali que conversou comigo e contou-me de estar com problemas com uma ex-amante que não o deixa ver o filho em finais de semana alternados conforme determinado pelo juiz, ela estaria usando o filho de ambos como arma contra ele no que se chamaria de alienação parental. Eu achei que o meu problema era de pequena monta se comparado ao dele e fui em seguida embora antes dei-lhe a minha senha para que ele fosse logo atentido, visto que a delegacia do bairro de São Brás já ia encerrar o recebimento de ocorrências naquele horário de dez minutos faltando para as treze horas e só reabriria às quinze horas, dei a chance, então, para o rapaz, pai de família. Charles é um bandidinho, enquanto é uma bandidona a mulher do rapaz ali da delegacia.


Fiquei com raiva de mim mesmo. Raiva! Por eu ser tão covarde e fugir da luta de sair até ferido fisicamente de uma briga, o tal Charles quer jogar em cima de mim um cone sinalizador de rua, Uma briga pode ser justa, a guerra justa, contra alguém injusto. O verdadeiro corajoso não teme apanhar e nem morrer e eu que por ser católico romano defendo até mesmo um Estado confessional católico para o Brasil como posso ser tão fraco? No entanto, eu o sou.


Raiva! É preciso seguir os conselhos de Nosso Senhor Jesus Cristo e cingir os rins, segurar o coração para quem é ocidental, controlar as emoções ou paixões e manter acesa a lâmpada que é estar em estado de graça, estar de bem com o Espírito Santo para ser forte diante das batalhas da vida, batalhas até físicas, porém, eu que no fundo sou um ateu, niilista, agnóstíco, minha fé é pouca, enfim, preciso vencer estas minhas trevas e manter acesa a lâmpada, Deus me ajude.

domingo, 23 de julho de 2023

O porquê (parte II)

Autoria: João Emiliano Martins Neto


É muito baixo o meu porquê, eu, um grande covarde, fracote, rato e barata. É muito baixo o meu porquê, o meu quid, a minha dificuldade, o meu busílis para fazer o que eu faço de ser católico romano e direitista conservador, tradicionalista reacionário. Ao mesmo tempo eu noto que não é verdadeira coragem, seria uma forma de doença, eu me lançar à uma aventura conforme as minhas tentações - se eu tivesse uma suposta "coragem" para tal ou seria cara de pau - emoções ou paixões de eu mergulhar no ateísmo, agnosticismo preguiçoso quanto à consciência moral, segundo o atual Catecismo da Igreja Católica no número 2128, e eu mergulhar na homossexualidade absurda e degradante.


Não é verdadeira coragem, mas é temeridade e imprudência o lançar-se ao mal. Acho que é o Filósofo (Aristóteles) que assim abordou sobre a virtude da coragem em sua Ética a Nicômaco. É temeridade, imprudência o ateísmo, o agnosticismo preguiçoso e a homossexualidade. A não ser que eu concordasse estar conforme o sofisma contemporâneo das tais "narrativas" da revolução do indivíduo desconexo, atomizado, perdido, desgarrado e pulverizado tanto em sua solidão tomado ele individualmente quanto na solidão de um "coletivo" de esquerda socialista que é sempre em ambos os casos neste plano horizontal e realmente plano não raro onde se está sob uma obsessão demoníaca o homem ser a chave e fundamento da história e de sua história e não o Senhor Jesus Cristo, conforme diz o atual Catecismo da Igreja no número 450. O homem com sua razão querendo ser senhor do mundo, e os socialistas realizam isto bem, isto desta ideia de Immanuel Kant da razão humana por em ordem o que lhe vem pelos órgãos dos sentidos, então, o homem torna-se um reizinho, torna-se um deus mortal que comeu do fruto da árvore do bem e do mal e o único mal no mundo é que não são os socialistas que estão mandando com sua razão de carne, ele que não pode mais lançar mão do fruto da árvore da vida para não morrer.


Porém, é preciso que eu não mascare com toda essa sabedoria a minha baixeza covarde. Eu sou um covarde e eu com tal porquê, busílis lamentável, eu serviria ao primeiro tirano imundo seja até mesmo ele católico romano e direitista, ainda que ele como imundo seja um fariseu hipócrita daqueles que falam tão mal de nós, homossexuais, e na calada da noite são passivos com travestis que é o caso daquele tal André Valadão que apregoou recentemente a morte de nós, homossexuais, não que um Papa São Pio V com sua santidade e sabedoria não desejasse o mesmo, mas, o Papa Pio era de fato santo e sábio e não um falsário animal em forma de gente herege e herege protestante. Valadão hipócrita que pediu a um certo travesti enquanto ele o penetrava que vestisse a camisa de Valadão e portasse o seu boné na "transição" para o sexo feminino que muitos heterossexuais à luz do dia fazem quando todos os gatos são pardos ao relacionarem-se carnalmente com travestis que tem a aparência até mais bonita do que as mulheres, no entanto, são homens, contudo, desde a aparência deles de mulheres por isso tem a aquiescência de certos homens fracos tipo Valadão. 


Ou é o caso de Jair Messias Bolsonaro que usou o nome do Senhor como cabo eleitoral em todo o seu mandato até mesmo para dizer que crê em Deus um tirano comunista cruel travestido de conservador como Vladimir Putin que envenena os seus adversários políticos para manter-se no poder ad aeternum. Bolsonaro, o Bozo que teleguiou um gado de gente para servi-lo com fake news sobre a pandemia de COVID-19, sobre vacinas, sobre os lockdowns mais do que necessários. Ele que praticava o crime de peculato com as chamadas "rachadinhas" de pegar parte do justo salário devido aos seus funcionários. Ele que roubava no abastecimento de combustíveis de seus automóveis. Ele que destruiu a Lava Jato e acabou com a prisão em segunda instância que livrou o Ladrão (Luiz Inácio Lula da Silva) da cadeia. Bolsonaro que é envolvido com as milícias, não que as milicias mesmo que depois farisaicas hipócritas bandidas posteriormente assim se revelassem não prestassem o excelente serviço de a princípio por para correr a bandidagem e o tráfico de drogas das favelas, todavia, aos bandidos depois elas se aliavam lavando dinheiro com os traficantes nas seitas evangélicas dos pastores bandidos.


É preciso para os fins certos haver os meios certos e a reta intenção, acho que era o Doutor Comum (Santo Tomás de Aquino) quem ensinava mais ou menos assim. Nada de maquiavelismo ou outras vias tortuosas das escuridão tal qual a minha do cagaço, portanto. É preciso um porquê decente. A ilusão de um fim nobre, mas, vindo de um ser baixo semelhante a mim, um rato ou barata imundos, infectos e nocivos, aí não dá. Tudo vale a pena se a alma não é pequena, disse o poeta Fernando Pessoa. O porquê de um rato ou barata semelhante a mim é apenas o eu gozar de viver no meu esgoto imundo ali escondido apavorado e até gostando do esgoto e da coceirinha gostosa causada pelos piolhos no meu pêlo de rato, eu, covarde gostando muito de estar no mais baixo dos vícios que é a covardia, esgoto, piolhos, coceirinha, o ser nocivo e nojento que eu sou que é o que está na raiz do meu pecado gravíssimo de covardia.

sábado, 24 de junho de 2023

A covardia: prazer e apego à nossa pele de ratos e baratas

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Quem quer que já tenha pecado muitíssimas vezes e pior, gravemente, e mais gravemente ainda no pecado imundo contra a natureza que é a prática do esporte (homossexualismo) e para piorar mais que tudo, no caso de nós, ratos e baratas covardes, eu sou um grande covarde, além de eu ser homossexual o que é menos ruim, sabe do prazer que sentimos seja por causa de um pecado grave qualquer que seja, seja para piorar por causa da homossexualidade, seja o que é o cúmulo por nosso apego à nossa condição rastejante, mesquinha de nosso vício o pior de todos que é o de sermos ratos e baratas covardes e na certa haveria um prazer aí que agora neste instante não me parece muito claro, mas, na certa que há um tal afeto que prazer tão abissal de tão baixo e pecaminoso a tal ponto que nós, os covardes ratos e baratas somos os primeiros da fila, segundo o livro do Apocalipse, a sermos precipitados no inferno e já vamos tarde para lá dado o que há de horrivelmente nojento em um ninho de ratos, poderia ser de baratas, que nós, os veadinhos, frouxos e medrosos na certa que gostamos de estar ali entocados, escondidos longe da luz do sol da informação que nos dá o conhecimento do real que não tinhamos o direito, nós, os covardes, de desconhecê-lo.

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