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quarta-feira, 1 de setembro de 2021

A Missa Tridentina e eu, atualmente

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu tenho frequentado a Santa Missa Tridentina, atualmente, através dos padres do Instituto Bom Pastor (IBP) em minha cidade de Belém do Pará, norte do Brasil, mais porque eu estou me vendo encurralado, visto que uma mulher louca, que talvez devesse tomar um santo remedinho antipsicótico que eu tomo os dias e talvez devesse também ficar um tempo internada em um hospital psiquiátrico manicômio no qual eu mesmo estive internado e sai de lá uma pessoa renovada, está perseguindo-me em todas as igrejas do centro da cidade de Belém que eu costumava frequentar diariamente e alegremente para assistir a Santa Missa do Papa São Paulo VI: Novus Ordo Missae. Já referi sobre ela aqui neste blog, ela está perseguindo-me, ela cismou com a minha cara, fica caluniando-me e ameaçando-me. Então, talvez eu frequentando um grupo mais conservador e tradicionalista como o do pessoal do IBP eu não encontre a loucura feminina e sem as vestes desonestas e sem talvez a empáfia própria das mulheres do século, visto que as mulheres que frequentam a Santa Missa do Vetus Ordo Missae portam-se e vestem-se de maneira mais modesta.

 

Eu mesmo sou um homem muito do século, sou muito Novus Ordo, pois sou fraco, covarde, temo as mulheres, um demônio como esta mulher insana apavora-me, pois tal qual o filósofo Friedrich Nietzsche eu fui criado em meio a um excesso de mulheres, e ainda sou homossexual, se bem que a causa psíquica da homossexualidade é algo desconhecido. O Vetus Ordo Missae não deixa de ser para mim um remédio aos males da modernidade feminista ao extremo da loucura em que vivemos.


Mas, eu reconheço que a Santa Missa Tridentina é muito superior à no mínimo minimalista Missa Nova. É a Missa antiga que mantém o símbolo da Fé, por isso, expressamente, São Paulo VI quis alterá-la, visto que uma nova Igreja surgiu com o Segundo Sagrado Sínodo do Vaticano (1962-1965) onde foi decidido uma reforma litúrgica. Contudo, eu também reconheço que se os tradicionalistas e conservadores estão sendo punidos pelo Santo Padre Francisco em especial depois da publicação da Carta Apostólica em forma de Motu Proprio Traditionis Custodes no dia 16 de julho de 2021 (Festa de Nossa Senhora do Carmo), é porque tradicionalistas e conservadores souberam historicamente e sabem  ser duros, incompreensivos e fariseus, sobretudo com homossexuais, mulheres e até com doentes mentais, vide os manicômios cruéis que haviam no mundo antigamente, vide a alta taxa de assassinato de mulheres (feminicídio) que existe até hoje, vide a alta taxa de assassinato de homossexuais, dizem que a maior do mundo que ocorre no Brasil, e vide o País em que vivemos construído pela Igreja Católica ser tão desigual, conservadores e tradicionalistas católicos tiveram participação em tal estado de coisas e por isso são julgados com o mesmo rigor com que julgaram no passado, conforme ensinou Jesus Cristo.


A Missa Tridentina e eu, atualmente, tem sido para mim tal Missa um refúgio contra a loucura moderna, e loucura no sentido clínico mesmo.

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

No tempo do aggiornamento (parte 3)

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Os tradicionalistas radicais extremistas e fanáticos obcecados querem o culto divino, a Santa Missa, em latim sem que as pessoas em geral compreendam o idioma e assim durante a Missa ficam alheias ao que está acontecendo e restam pobrezinhas rezando o Santo Rosário durante a celebração, enquanto o padre fisicamente de costas para elas, ainda que todos estejam como devem estar fisicamente de frente para Deus que encontra-se no altar, ainda que toda a Missa seja sempre para Deus, espiritualmente.

 

No tempo do aggiornamento é concedida pela Santa Igreja Católica que a Santa Missa seja rezada na língua local de cada país e com as principais palavras da celebrações ditas de forma audíveis pelo sacerdote do princípio ao fim, pois em nosso tempo do aggiornamento iniciado no Concílio Ecumênico Vaticano II,  os bispos reuniram-se com intenção de reformar a Sagrada Liturgia para que os fiéis "não atendessem a este mistério da fé como estranhos e mudos espectadores, mas, entendendo-se bem através de ritos e orações, participassem consciente, piedosa e ativamente da ação sagrada." (Constituição sobre a Liturgia Sagrada "Sacrossantum Concilium", 3 de dezembro de 1963, n. 48).


No tempo do aggiornamento, a Santa Igreja atualizou-se para um culto, para uma Sagrada Liturgia acessível e mais consciente onde, por exemplo, os acólitos e os fiéis não respondem mecanicamente e ignorando o significado de sua resposta e o que foi dito antes pelo sacerdote, pois antigamente dizia-se tudo em latim. No tempo do aggiornamento a cena do Calvário é renovada na língua da maioria do povo local que a acompanhava há mais de dois milênios o Cristo Jesus dando a sua vida em seu glorioso trono da santa cruz.

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