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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Viva o Pará...


Luto pelo Pará e pelo Brasil

Apesar de certas circunstâncias trágicas produzidas seja por um povo preguiçoso e seja por uma classe política aproveitadora, sou do parecer de que a divisão do Pará seria o melhor a ser feito pelas populações do interior paraense e pelo Brasil. Fica aqui, então, meu protesto pessoal pela não divisão do imenso e históricamente falhido Estado brasileiro do Pará.


Pará seguirá seu curso de destruição: isolamento territorial, incipiência política e alienação cultural. Venceu a maldade imperialista e bairrista da parte de alguns de meus conterrâneos belenenses que votaram não, ontem, no plebiscito sobre a divisão do Pará. A liberdade, a emancipação, seria a melhor opção para as comunidades do interior do Pará, mas a frescura de meus conterrâneos belenenses e de nossas elites que deliram morando no conforto dos bairros ricos da capital, com uma autoritária união de um Estado falido.

Luto, por fim, pelo Pará e pelo Brasil...


JOÃO EMILIANO MARTINS NETO

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Rios de sabedoria (Política)

"Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre." - João 7: 38 (ACF)

"E procurai a paz da cidade, para onde vos fiz transportar em cativeiro, e orai por ela ao Senhor; porque na sua paz vós tereis paz." - Jeremias 29: 7 (ACF)  



Um Pará grande e unido para pessoas como o ex-deputado Giovanni Queiroz, é um Estado maior ainda o qual esmaga a insignificância política desse ex-deputado.


Giovanni Queiroz, ex-deputado federal de Esquerda, o qual o maior entusiasta da divisão política do Pará.


JOÃO EMILIANO MARTINS NETO

domingo, 31 de julho de 2011

Por um Brasil federativo, de fato!

Debate no Orkut:


Caro compatriota Lucileno, não sou nenhum gênio sagaz na Política (legislador ou executivo), Sociologia, Economia ou muito menos um Santo Thomas Morus. Mas, do ponto de vista da direita conservadora brasileira que é o meu pessoal e modesto ponto de vista e é o ponto de vista do autor do vídeo, acima, o que o Brasil precisa é ter aí melhor consciência e, portanto, pôr melhor em prática o fato de que somos, ao menos no nome, uma federação: República Federativa do Brasil. Ou seja, que hajam novos Estados em nosso Brasil brasileiro, sim, por que não? No entanto, que sejamos mais independentes do governo central, de Brasília. Pois senão, sempre surgirão aí novas unidades ditas federativas anães, isto é, sem nem ao menos possuírem condições materiais de auto-subsistência.


Se nos dizemos federativos, então, que lutemos por um Brasil federativo, de fato, sem hipocrisia e sem grito!


Que Deus salve o Brasil!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

A divisão do Pará



Conde Loppeux de la Villanueva comenta sobre a divisão e criação de dois novos Estados no Brasil, a partir da divisão do atual Estado do Pará. Conde assinala, também, o engodo do federalismo brasileiro, que cria dois elefantes brancos para sustentar oligarquias estaduais biônicas.

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