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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025

O desastre gnóstico de HEGEL - Olavo de Carvalho

 



Meu comentário: excelente trecho de uma aula do filósofo ou sofista Olavo de Carvalho sobre o filósofo ou sofista Georg Friedrich Wilhelm Hegel em que Olavo de Carvalho procura mostrar que o grande erro do filósofo ou sofista foi colocar ele mesmo como espírito universal e não Deus, suprimindo a transcendência, Hegel e não Deus como espírito universal não concebendo, sugere Olavo de Carvalho, a gnose ou intuição como algo que apreende o conjunto, enxergando, melhor dizendo, o espírito universal ou ser como Deus, sem o apego à conceitualização lógico-racional que sepultaria o homem na razão que só consegue ver como um vazio o espírito absoluto ou universal, porque tal ser ou espírito universal não percebe-se como nada determinado; espírito absoluto ou universal o qual inclui o homem, diria eu também os anjos que são superiores aos homens e algo mais, infinitamente mais em Deus. Olavo de Carvalho sugere termos teológicos, menciona Deus nesta aula o que para a filosofia é a eternidade com a posse plena e simultânea de passado, presente e futuro, segundo Boécio, mas, eu percebi que quando Olavo de Carvalho em um instante sofístico, gnóstico ele menciona os termos teológicos ele mostra-se no vídeo meio que incomodado, meio que tirando um certo veneno invisível que escorria pelo canto de sua boca, porque Olavo de Carvalho era gnóstico e filósofo ou sofista introdutor da gnose na filosofia e o que seria para a gnose em sua teologia senão o seu falso deus malvado o demiurgo que forjou a matéria e com ela a razão humana, natural, a qual quis aboli-la Olavo de Carvalho com o seu intuicionismo gnóstico defendido? Razão natural e comum que faria perceber a Olavo de Carvalho o perigo que era a Covid-19 durante a sindemia e ele não teria sido o negacionista do perigo que era a peste vinda da peste que é o socialismo chinês do século XXI, morrendo ele mesmo Olavo de Carvalho de Covid-19 por falta de vacina e ele fazendo a cabeça do maldito Bozo (Jair Messias Bolsonaro) para que ele não comprasse vacinas.

terça-feira, 21 de maio de 2024

A técnica de uma safadeza poderosa

 Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu ainda estou lendo este verbete aqui sobre a tal imoral razão de Estado de um site português, dicionário sobre filosofia moral e política e eu ainda não entendi de que forma a arte (ars) ou tékhne, do grego, na política maquiaveliana e também olavista, isto é, imoral é oposta à moral como se o exercício do poder pudesse fazer uso de transgressões como roubo, assassinato, tirania da imposição de leis iníquias contra a Igreja Católica e a justiça, além da mentira que é a simulação ou a dissimulação de algo que é passar por não ser ao ponto dos petistas aqui no Brasil darem poder político para transgressores do tipo de narcotraficantes e sequestradores das FARC ou do MIR nos quadros do Foro de São Paulo ou Jair Messias Bolsonaro acabar com as leis que punem os bandidos aprovando juiz de garantias e destruindo a Lava Jato para proteger Flávio Bolsonaro, o filho bandido das rachadinhas e envolvido com milicianos.


Uma tal técnica de uma safadeza poderosa, a safadeza no exercício do poder, então, seria exercida por bandidos e monstrengos cujos ideólogos são Nicolau Maquiavel, Alexandre Dugin, Hegel ou Olavo de Carvalho, este último que dizia de forma maquiaveliana e maquiavélica primeiro antes e depois durante o desgoverno Bolsonaro que seria "contaminação ideológica" a ética na política, e ele chegou a colocar a Igreja Católica na política como ideologia, querendo impor a tomada de espaço físico, bruto e materalista do grosso, por pessoas no lugar de outras. Iríamos, então, idolatrar os belos olhos azuis de Bolsonaro, eu já disse isso em outro artigo aqui neste meu blog, porém, ao contrário política é sim disputa de ideias e de princípios e mesmo sem um cargo, por conseguinte, teóricos fazem política. O maior ativismo não é o de atos concretos de construir uma ponte ou fundar uma estatal, mas é sim, o de fazer a cabeça funcionar e funcionar de tal forma que ela se curve à revelação divina da fé católica e não acabe sendo um Olavo de Carvalho que tem como filho, instruído por ele, um Tales de Carvalho agora foragido por aliciar mulheres para a sua seita islâmica.


O bem, a moral, a verdade são soberanos. Opor arte ou técnica e a moral para propiciar maquiavelianamente a má política só gera em algo como na oratória e retórica que se possa falar muito bem e de forma retumbante sobre uma suposta importância de comer cocô, porém, não tem jeito, sapientiam autem non vincit malitia, cocô não melhora e não presta para comer digam o que disserem com os discursos os mais brilhantes.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

O enrosco, espiralado e tortuosa dialética hegeliana

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Há o enrosco, espiralado que é a tortuosa dialética hegeliana que deturpa a dialética platônica da intelegibilidade, da busca da verdade. Eu estava pesquisando na internet, há pouco, sobre dialética de Georg Friedrich Wilhelm Hegel para tentar fundamentar a minha ideia filosófica do espiritualismo histórico e dialético e eu acho até que eu poderia ficar feliz de na verdade ver algo de espiritual ao longo da história se Hegel parece que deturpou a dialética de Platão tornado-a sinuosa em uma série de contradições ao longo da história absolutamente inaceitáveis como a questão do dogma da Santíssima Trindade, exemplo dado pelo sofista alemão, como a síntese entre monoteísmo e politeísmo. 


Ora, o dogma da Santíssima Trindade em nada se parece com uma conciliação ou síntese entre as falsas religiões politeístas e não é uma queda ou um pensiero debole de Gianni Vatimo da ideia monoteístta. O Pai e o Filho e o Espírito Santo são distintos entre Si, mas são substancialmente Deus e são os três glorificados e devem ser igualmente adorados. Eles são um só Deus, absolutamente há um só Deus em três pessoas. Assim vai o enrosco de Hegel quando ele dá outro exemplo de sua dialética furada em Tales de Mileto ensinando uma arché material n'água, Anaximandro no ápeiron, o ilimitado, invisível, então, na cabeça espiralada e tortuosa de Hegel chega à síntese de Anaxímenes com o arché que seria o ar que é algo de todo jeito material, pode ser mais sutil, no entanto, é material. Falta de inteligência e uma certa politicagem no filosofar se vê no filodoxo germânico.


Ora, em um debate longo da humanidade ao longo da história ao longo de gerações para Hegel não há uma intelegibilidade, ao meu ver, contudo, há um enrosco de nada com nada a ver para não se chegar direito à verdade, do sensível ao inteligível, queria o Divino Platão. E era Hegel que queria impor o desejo ao ser, relata o filósofo francês Ferndinand Alquié. Tortuosa, enrosco que resultaria do Senhor Jesus Cristo até o demônio Martinho Lutero e hoje com os falsos pastores evangélicos abertamente bandidos, Edir Macedo ou Samuel Câmara.


Que bela merda a dialética hegeliana que vai do puro e verdadeiro, a própria verdade feita homem no Senhor Jesus Cristo até um Lutero e um Câmara, o primeiro que xingou o Cristo de adúltero e o segundo que xingou Nosso Senhor de doido com ódio do Senhor. É Olavo de Carvalho quem dá este exemplo do que seria uma dialética de Hegel do Cristo a Martinho Lutero, eu acrescento mais contemporaneamente aos dois outros facínoras que eu citei.


Não se pode exigir do homem que nele não haja paixões, temores, cansaço e a bem comprovada preguiça que atrapalha o filosofar, porém, de nós, estudantes de filosofia e de um homem tal qual Georg Friedrich Wilhelm Hegel que pretendem que seja alguém importante na filosofia, a nós, cabe uma boa disposição no amor ao mais alto que é a sabedoria, à beatitude, a retidão necessária, a reta razão para distinguir o ser, a verdade, a substância, o inteligível e não deixar-nos enroscar-nos. Todavia, sim, em debates de ideias, assim queria Platão em sua dialética, que conduza a humanidade em todos os tempos. Não devemos ser homens de nosso tempo, assim queria Hegel, na direção do que é o mais real, em sempre fazer a pergunta socrática pelo que é, ti estin, não nos deixando espiralar e enroscar pelo desejo de mais liberdade para qualquer voluntarismo doido e injusto, almejava isso o bárbaro alemão, mas, em busca do esclarecimento.

terça-feira, 13 de setembro de 2022

Ainda o verdadeiro poder

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Jesus e os apóstolos


A questão política com a emergência de uma direita no Brasil, realmente, tornou-se algo do cotidiano e uma necessidade quase física, pelo menos eu percebo assim em mim, de se discutir. A política que é a ética relativa aos políticos e governantes. Esta é uma herança boa deixada por Olavo de Carvalho que é o parteiro da nova direita brasileira. Uma direita que antigamente preferia dizer-se de centro, temia ser identificada como de direita por medo de se identificar com intolerância barata e tosca como se vê no povão ou com o nazifascismo derrotado na Segunda Guerra Mundial. Apesar de alguns círculos de direita flertarem com o nazifascismo, ainda que seja quase que absolutamente minoritária gente de direita do Brasil atual que se diga antissemita ou antipatize com judeus.


A ética relativa aos políticos e governantes que é como eu vejo o que é a política, porque a política é subordinada à ética e à moral, é o tema da vez em um país como o Brasil polarizado entre direita e esquerda e nesta eleição entre Jair Messias Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, dois bandidos candidatos à Presidência da República. Antes, com o domínio completo da esquerda algo como ética e moral estava desnaturado pelo ancestral da esquerda que é Nicolau Maquiavel e sua dispensa da busca por uma sociedade ideal e dispensa da autoridade da Igreja Católica e da Bíblia Sagrada, em um amoralismo ou imoralismo completo, criminoso e sinistro. A esquerda propriamente dita diz ser moral burguesa a ética e a moral, é formada por psicopatas não tendo juiz ou tribunal algum no tempo presente ou muito menos no passado que ajuizem as suas ações. Os esquerdistas agem no presente, cometem as suas maldades e crimes e quem os julgará serão eles mesmos, os juízes e tribunal futuro do mundo novo que eles prometem e que nunca chegou nem em 74 anos de União Soviética e nem em 63 anos de inferno socialista em Cuba. A autoridade do cristianismo, da Igreja Católica e da Bíblia ficam naturalmente dispensados. O que vale para a esquerda como juiz futuro como o seu ser absoluto, segundo Hegel guru das esquerdas, não sendo na verdade mais tal ser o antigo ser realmente absoluto que era Deu; o ser nada absoluto de Hegel se historiciza: realiza-se na história. Então, tal ser é um Lula, é o Fidel Castro, é Jáder Barbalho aqui no meu Estado do Pará, é qualquer bandido e/ou psicopata da vez, pode ser também Napoleão Bonaparte, o ser absoluto "a cavalo", diria Hegel, aquele mesmo Napoleão que coroou-se a si mesmo, não aceitando ser coroado pelo Papa.


Com tudo isso, o verdadeiro poder ainda é o poder profético. Jesus Cristo, o verdadeiro ser supremo e absoluto, o próprio Deus feito homem nasceu na pobreza, foi recamado bebê em uma manjedoura, no lugar em que comiam o boi e o jumento em uma estrebaria. Jesus era filho neste mundo de um carpiteiro, São José. Ele renuniu 12 homens incultos, pelo menos os principais deles, São Pedro, o primeiro Papa, São Tiago maior e São João, seu irmão. E conquistaram o mundo com São Paulo, o último dos apóstolos chegando a Atenas na Grécia e finalmente na sede do mundo à época, Roma. Eis o verdadeiro poder. É muito mais forte neste mundo quem na politica é devoto de um apóstolo, glorioso e santo, continuador com seu testemunho apostólico tal qual o Divino Thomas More, que santificou-se e tornou-se mártir na política ao não aceitar ser membro de uma seita miserável como a anglicana governada por um rei adúltero monstruoso e assassino imundo que foi Henrique VIII e agora é uma seita governada por uma nulidade como o Rei Charles III.


Eu mesmo já rezei de coração para Santo Thomas More, ele é que o padroeiro dos polítcos e governantes, e veio-me uma força que eu aposto que é muito maior do que toda a riqueza de um Lula, o maior ladrão de toda a história do mundo e é tal força que a mim veio é muito maior do que todas as terras e empresas de comunicação de animais malditos dos tipos de um Jáder Barbalho, que é latifundiário, um Samuel Câmara, Edir Macedo ou RR Soares. Ainda o verdadeiro poder, eis o verdadeiro poder, é o profético: a cada circunstância neste mundo da vida, ainda que seja a mais ordinária, deve-se com coragem, generosidade de dar-se como oblação e simplicidade iluminá-la e fecundá-la com a luz e com a vida que vem do Alto, que vem de Deus. Eis a verdadeira força, eis o verdadeiro poder.

sexta-feira, 9 de setembro de 2022

Jair Bolsonaro e a crônica doença da corrupção na política brasileira

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Jair Messias Bolsonaro

Jair Messias Bolsonaro, o atual presidente brasileiro, costuma dizer que não há corrupção no governo dele. Mas, o que dizer do chamado Bolsolão do MEC quando pastores evangélicos deste maldita, excomungada e falsa religião protestante, evanjegue, religião na qual se Deus ouve sempre as orações de suas criaturas, contudo, há uma muralha de orgulho protestante intransponível e religião na qual não há sacramentos e os que restaram de nada servem. Um de tais pastores envolvidos no referido Bolsolão do MEC, o elemento Arílton Moura, exigia propina até mesmo em ouro de prefeitos do interior do Brasil para que eles conseguissem verbas do Ministério da Educação (MEC) sob a chefia do corrupto ministro da Educação à época, Milton Ribeiro, membro daquela maldita pocilga, seita calvinista antiga brasileira, a Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), que tem como um de seus membros principais um ex-assaltante de posto de gasolina, Augustus Nicodemus Lopes. Na filial desta seita desgraçada aqui na minha cidade de Belém do Pará, a 1ª Igreja Presbiteriana de Belém, eu tive uma espécie de surto fruto de minha doença mental gravíssima, o transtorno bipolar, foi um tipo de convulsão e o pastor-chefe naquele tempo ali ao ter presenciado isso, pegou em seguida o microfone e se gabou de ele e outros ali não terem doenças mentais.


O Bozo, atual presidente brasileiro, disse, certa vez, durante a pandemia ou sindemia de Covid-19, quando perguntado por jornalistas sobre as inúmeras mortes por Covid naquele período, ele disse que e daí? Que não é coveiro. Deu de ombros, não estava se importando. Enquanto isso, um tempo desses um dos filhos dele, o predileto Carlos Nantes Bolsonaro, o Carluxo, quase foi preso, então, o Bozo foi interceder por ele - chorando - junto ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. O Bozo, Jair, ele mesmo que comprou vacinas 1000% superfaturadas da Índia, a Covaxin, ao invés de ter comprado as vacinas disponíveis da Phizer, já no mês de agosto de 2020, em 70 milhões de doses. No lugar de comprar vacinas ficou recomendando remédios dados como ineficazes como a cloroquina ou hidroxicloquina. Ele mesmo, o mandatário nacional que chegou a pegar a Covid e quando tomou a cloroquina foi acompanhado por cardiologistas periodicamente durante o dia fazendo exames médicos cardiológicos nele, porque a cloroquina afeta o coração. Que cidadão brasileiro vulgar teria acesso a tal atendimento médico a tempo e a hora?


Jair, o Bozo miliciano e genocida, ele mesmo que fez o orçamento secreto, corrupção pior do que o petrolão e o mensalão da era petista, porque institucionaliza o toma lá dá cá, a compra de almas, entre o Executivo e o Legislativo reservando emendas, verbas, para os aliados de Jair dos partidos do chamado Centrão.


Bolsonaro e sua lista de suas traições

O Bozo presidente perdoou as dívidas 1,4 bilhão de reais destas malditas seitas protestantes neopentecostais de Edir Macedo, RR Soares, Valdemiro Santiago e Silas Malafaia, aquele mesmo que foi forçado a depor, certa vez, na Polícia Federal por ser acusado de corrupção. Estas seitas de ladrões e salteadores, conforme o próprio Jesus Cristo disse de quem veio antes dele, no caso, os pastores evangélicos vieram depois de Cristo e sua Santa Igreja Católica Apostólica Romana e por meios escusos arrebanham idiotas úteis para serem seus seguidores, usando de gritos histéricos em suas seitas pocilgas e de pressão psicológica, além de ameaças como eu mesmo fui ameaçado de morte por aquele Samuel Câmara, pastor-chefe da primeira Assembleia de Deus que surgiu no mundo em minha cidade de Belém do Pará, no culto em que ele me expulsou. Ou aquele maldito vice-chefe, vice-presidente desta Assembleia do Diabo maldita, Nelson Cardoso, que daquela forma neopentecostal e pentecostal covarde, alusiva sem citar o nome da pessoa, ele ameaçou-me em um programa na TV Boas Novas daqui da capital do Pará, que iria mandar bater em mim até ao ponto de mandar-me para o hospital. Ladrões e salteadores imundos que sem as bênçãos, sem os sacramentos, isto é, estes protestantes com seus remédios que não funcionam, dizia o Santo Padre Pio de Pietrelcina, corrompem-se até a medula e levam outros para a corrupção, para o inferno, ainda endividam-se em bilhões e o presidente Jair Messias Bolsonaro ainda perdoa-lhes as dívidas.


Lula, o maior ladrão da história do mundo



Por favor,
um governo que não teria corrupção, diz o Bozo ser o caso do governo dele, não teria nem 0,5% da corrupção que há no governo dele que é claro que só perde de longe para a corrupção esquerdista que é de raiz, de fundo, tronco, galhos, flores do mal e frutos uma corrupção realmente essencial e mais grave. Para a esquerda, pensando conforme o seu guru, o filósofo alemão Hegel, o ser, o real, não sendo mais Deus, sendo o próprio Hegel, então, o último e definitivo filósofo, e ele ainda dizia ser tal espírito ou ser absoluto, mas, que não é o caso de ser absoluto, pois tal ser se historiciza: realiza-se na história sendo uma sua expressão na história do mundo, Napoleão Bonaparte, o espírito a cavalo. No caso, aqui no Brasil e influenciando um subcontinente inteiro, a América Latina, tal espírito absoluto, ser, seria, portanto, Luiz Inácio Lula da Silva que tornou-se o maior ladrão, larápio da história do mundo para assegurar tal preeminência de um ateísmo e cegueira, idolatria, criminosas.


Hegel


terça-feira, 5 de outubro de 2021

106 - Descartes, Spinoza e Hegel - Racionalismo

 

 

Excelente aula do grande mestre filósofo Olavo de Carvalho, hoje, talvez, não tão grande e mestre filósofo, mas um sofista a favor do poder sem nenhum pudor da direita bolsonarista vomitativa. Nesse vídeo ao contrário de hoje Carvalho mostra que a sinceridade é o critério para alcançar-se a verdade, pois o passado, presente a expectativa do futuro é que une pela sinceridade daquele que admite no presente o que houve de factual no passado e espera algo a partir disso no futuro. As filosofias de René Descartes, Baruch de Spinoza e Georg Friedrich Wilhelm Hegel são uma opção pela verdade como uma abstração sendo assim verdade nenhuma, sinceridade nenhuma pode haver daí o racionalismo deles universalizante onde o homem, Hegel admitia, paira reinante sobre toda por meio de um arbítrio atroz.

sábado, 23 de maio de 2020

O cristianismo e eu

Autoria: João Emiliano Martins Neto



Resumo: Um rápido esboço de minha relação com o cristianismo em que apesar da minha perplexidade diante da diversidade de confissões cristãs, especialmente a protestante e católica, sendo a protestante a que chama-me mais a atenção por ter me dito pela primeira vez o que seja com maior clareza o que seria o cristianismo.

Nos últimos tempos, acho que nos últimos dois meses, tempos fúnebres de pandemia do novo coronavírus no mundo todo por isso de ausência do cristianismo institucional da Igreja Católica Romana e inclusive das evangélicas, novamente como é recorrente em minha alma, voltou a questão do protestantismo. Eu fui protestante durante uns oito anos de minha vida, a partir do ano de 2006 quando fui rebatizado na Igreja Evangélica Assembléia de Deus (Igreja-mãe/Templo central) de minha cidade de Belém (capital do Estado do Pará), mas voltei a ser católico romano em 2013, retornei por um breve espaço de tempo às hostes protestantes evangélicas, mas voltei a ser católico, enfim, acho que lá pelo ano de 2017, por aí.


Martinho Lutero

De fato, o cristianismo protestante marcou-me como uma noção muito surpreendente e com uma clareza da causa salvadora de Cristo neste mundo do que seja o cristianismo com a ideia protestante de cristianismo que é a da justificação e salvação do homem que é operada pela fé e somente pela fé, sola fide, em Jesus Cristo sem a necessidade de obras, como me parece que é dito com clareza na Bíblia Sagrada em diversas passagens, e onde a questão da liberdade do homem, muito em voga na Igreja Católica, mas se o homem é livre, por que teríamos a necessidade de um Salvador como Jesus Cristo se nossa liberdade, então, poderia tudo, inclusive que evitássemos o mal que nos conduz ao inferno? Por que o protestantismo marcou-me? Segundo o que eu acabei de dizer e eu diria que parece-me um tanto nebulosa a questão do cristianismo no catolicismo que é muito atrelada ao engajamento do homem em uma institucionalidade como a da Igreja Católica Romana através de mil meios como os caritativos, educacionais, em toda uma estrutura grandiosa eclesial e litúrgica, mas sobretudo nos sacramentos, todavia, que essa Igreja não prende nem a Deus e nem o fiel aos sacramentos e quem reconhece tal verdade é uma voz sectária por exemplo a de um padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, voz do inferno mentirosa, porque mente que não sente ao falar do que ele discorda e do que talvez desconheça absolutamente como quando o padreco fala mentirosamente sobre Martinho Lutero, o protestantismo, Hegel ou Karl Marx. O tal padre é um fanático, além de ter a voz fina e ter trejeitos homossexuais e ser um decrépito com aquela batina preta que ele usa, e é um histérico. Deus tem os seus próprios caminhos para além da institucionalidade mesmo sacramental, mas que passa fortemente por este mundo e pelo homem. Deus pode conquistar o homem tocando com toda a evidência no íntimo, no coração do homem, algo oculto ao mundo como no caso da conversão do chamado bom ladrão crucificado ao lado do Cristo e o homem estava ali pregado, preso em uma cruz. Ora, que obra ele poderia ostentar? Ou em outro caso, por exemplo, no batismo de desejo que é quando o catecúmeno, o homem adulto com desejo e em preparação para ser cristão, se ele vir a morrer antes do batismo, contudo o seu desejo de ser batizado, de ingressar na grei sagrada de Cristo lhe é levado em conta de justiça e os seus pecados são perdoados e a sua alma é salva. Mas há uma outra questão em que há um vínculo muito estreito com as obras, e de novo entra a ideia errada da Igreja Católica de que o homem é livre, no caso da participação do fiel à Missa aos domingos, e que fiel católico não se sente ao menos tentado ao orgulho, à soberba, com força, quando vai todo o domingo com sua família burguesa a cumprir a obra e obra em cima de obra ao ir todo tomado banho, bem vestido, cabelo penteadinho, com talco no bumbum e perfume que comprou com o vil metal, o dinheiro que comanda o homem na sociedade que vivemos que é a do capital? Enfim, há um sistema todo de obras e obediência como ao clero que se superpõe, se impõe e se sobrepõe à simples fé que foi a redescoberta de Martinho Lutero em sua leitura da carta aos Romanos de São Paulo (Romanos I,17). Com relação à necessidade do clero no catolicismo como algo externo ao homem é interessante o que diz Karl Marx, o famoso e polêmico economista e filósofo do século XIX, que ele diz que Martinho Lutero superou a religiosidade exterior, pela fé. Lutero teria superado a essência do mundo exterior no sacerdote católico romano ordenado, ou seja, trazendo para o coração do homem a religião mediante a fé o que lhe era externo e uma "idolatria", diz Marx, no sacerdote, pois o homem não poderia se aproximar de Deus sem o sacerdote.



Virgem Maria

Há mais coisas, que à primeira vista parecem confusas no catolicismo, porque também há a devoção aos santos, a começar da Virgem Maria. Eu não discordo de tal coisa, a devoção aos santos, pois eu não a vejo como idolatria como fazem os protestantes mais duros, porque os méritos infinitos de Cristo Jesus que Ele obteve pela salvação objetiva e concreta dos homens em Sua vida e morte de perfeita obediência ao Pai é claro que tais méritos se sobrepõem na escala do infinito aos méritos dos santos que são méritos relativos, a começar dos méritos da Virgem Maria, ainda que méritos superlativos, acima de todos os santos, mas jamais infinitos como os de Cristo.


Karl Marx e Hegel

A questão da justificação pela fé ou somente pela fé, sola fide, como parece ser evidente ao que diz São Paulo em suas cartas como as aos Romanos ou aos Gálatas parece-me, de fato, colocar a fé com a exclusão de obras como o que salva, entretanto, a Igreja Católica por uma síntese mais humanística e científica com o pensamento anterior grego pagão como o de Aristóteles quis adaptar o cristianismo ou traduzi-lo, não sem uma traição, dizem ocorrer em traduções, a ideia cristã de justificação e salvação por Cristo aos pagãos alheios à manifestação gloriosa da graça de Deus em Jesus Cristo, o Messias do povo israelita. Porém, ao meu ver, a razão é, de fato, desafiada no cristianismo a começar do Deus e homem Jesus Cristo sem mistura e sem divisão: divino e com algo de criado e natural que é o que o Cristo é, escandaloso por tal rebaixamento de Deus ao humanizar-se, é escândalo aos judeus, por exemplo, Deus vir a servir, a cumprir os mandamentos pelo pobre homem, tornar-se escravo como os judeus eram chamados de escravos na Antiguidade, todavia o homem é incapaz de dar conta do recado e cumprir a Lei, o Cristo veio e pelo homem cumpriu as regras. E o Deus e homem Jesus Cristo é loucura para os gregos, porque, na minha opinião, o homem para o grego podendo ser apenas o filósofo, entretanto, em Cristo o sábio que só pode ser o divino humanizou-se, tornou-se homem em Cristo Jesus e o homem Cristo é o sábio e não mais apenas filósofo sendo o Cristo a própria sabedoria encarnada. Também ainda a questão de Aristóteles, aponta para a ética das virtudes que se dá pelo hábito, enquanto o cristianismo escandalosamente e como coisa de louco para os gregos e para o padre Paulo Ricardo coloca a justificação e a virtude do homem não no hábito, mas na fé em Cristo ou somente na fé em Cristo, acentuam os protestantes.


Ícone mais antigo do Apóstolo São Paulo encontrado em Roma

Bom, meus amigos leitores, é basicamente este, acima, um rápido esboço de minha relação pessoal com o cristianismo. Há também a questão moral da homossexualidade que para mim é uma luta terrível contra tal coisa, e diante da qual eu já fui derrotado diversas vezes, contudo ainda bem que é Cristo que venceu pelos homens, e n'Ele somos mais que vencedores, escreveu São Paulo na Bíblia Sagrada. O sexo é assim mesmo, porque é por natureza, à maioria dos homens, a questão do apelo forte animal a muitos e o homem é outrossim um animal ainda que racional e no caso da homossexualidade já que a mesma é um desafio a Deus, então, o diabo impulsiona o homem com a tendência homossexual a desafiar o seu Criador.

O cristianismo é algo que toca no meu coração profundamente, o cristianismo apaixona-me, é uma via de libertação crassa, sobretudo na via cristã luterana da ideia de justificação somente pela fé. Eu só sei que a causa de Jesus Cristo é algo que me move, apela ao meu desejo forte por libertação, mobiliza-me para agir, porque é conforme diz o Apóstolo (São Paulo), "caritas Christi urget nos", o amor de Cristo nos constrange, porque conduz o homem à sabedoria que é o de ganhar almas, como diz a Bíblia, e no protestantismo eu noto que mais do que no catolicismo o homem sabendo-se justo e salvo pela simples fé, somente pela fé e não por obras, sai logo o homem de si e de sua sacristia para conquistar o mundo, para ressuscitar o mundo morto e sepultado em seus delitos em pecados.

domingo, 10 de abril de 2016

Por que gosto de Filosofia?

Mestre Sócrates

Caro amigo leitor, eu gosto da Filosofia e quero ter a mesma como minha área de estudos pelo resto de minha vida, porque não consigo fazer nada na vida sem pensar bem, sem pensar melhor, sem pensar pelo menos umas dez vezes antes de agir ou quando precipito-me a fazer algo, quando estou metido na encrenca minha máquina filosofante interior entra logo ou em alguns casos mais cedo ou mais tarde em funcionamento. Um gosto meu meditativo, um gosto meu por querer com a pobre luz de vela tremendo ao sabor do vento de minha condição pecaminosa e da ação do mal aonde jaz este mundo, tal luz quer iluminar os escaninhos dos mistérios do mundo. Aliás, diria que mistérios, mentiras, hipocrisia, aquilo que nunca pode ser dito ou que se não tem palavras para expressar o mesmo para mim é algo terrível, caro leitor; quero logo, então, filosofar, quero logo esclarecer e desfazer tais trevas.

Foi premido pela Filosofia, mas sobretudo secundado pelo meu compromisso com Deus, que escaninhos cheios de trevas de minha vida como o homossexualismo ou o transtorno bipolar que fizeram-me aproximar-me da missão filosofante. Cristo mesmo era filósofo, até porque era verdadeiramente homem, e disse que nada do que está encoberto assim permanecerá e o que se diz em segredo será dito dos telhados. No dia do Juízo Final, não nos enganemos, aquilo que não aclaramos com nossa luz da razão natural filosofante ou com a luz maior ainda da Fé, através do sacramento da confissão, não nos enganemos, repito, Cristo Jesus apontará na nossa cara atônita as nossas iniquidades e nos condenará.

Filosofia é a busca constante por esclarecimento, não há peias para o filosofar, o filósofo, como em outras palavras disse o filósofo Hegel, é um homem de fé, é alguém que crê na potência da razão cogitante. Tímidos não são para a Filosofia, aqueles que acham, sem serem grandes santos, que o que acham ser o verdadeiro e só porque estão sempre cercados dos membros de sua facção se sentem em tranquilidade beata, esses desistam do filosofar, porque a Filosofia é algo que humilha o homem, a verdade humilha o homem SEMPRE orgulhoso.

Por isso tudo gosto, amo a Filosofia, caro amigo, e como diz Ortega y Gasset quem gosta de Filosofia é porque já não consegue fazer outra coisa da vida. Ou seja, já pensei em afastar-me da peregrinação filosofante neste mundo, mas a sedução exercida sobre minh'alma pela dialética é invencível e volta e meia retorna ao meu coração e mente.

VIVA A FILOSOFIA!

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